Archive for the 'Mega Man' Category

“Mega Man X Medley” – Mega Man X (Shirotan no Hito e Yutaromeo)

Por Alexei Barros

Se você tiver meia hora disponível e aprecia as músicas de Mega Man X sob uma releitura rock, é difícil não se embevecer com o trabalho da dupla Shirotan no Hito (teclado e programação) e Yutaromeo (guitarra) em um medley com quase todas as faixas do jogo. Também está creditado no final do vídeo, na parte da bateria, um tal de Shirotan, que imagino ser o mesmo do teclado, visto que não aparece nenhum baterista.

Gostei do resultado, mas por pouco não publiquei: o que mais me incomodou foi um timbre enjoado do teclado (o segundo, posicionado em cima) que, vai entender por que, imita uma guitarra, fazendo a melodia e comprometendo a apreciação de “Opening Stage”, “Boomer Kuwanger Stage”, “Spark Mandriller Stage” e “Sigma Stage 2”. Felizmente, não é toda hora que aparece, e as partes da “Launcher Octopuld Stage” e “Burnin’ Noumander Stage” ficaram especiais, com a guitarra de verdade arrebentando. A “Sigma Stage 1”, por sua vez, trouxe lembranças da trilha do Ace Combat 4 por faixas como a “Farbanti”.

A miscelânea está devidamente detalhada abaixo. Acrescento, por fim, que a execução da “Ending” ficou bem bizarra (primeiro tecladista que vejo usar um par de lápis para tocar…), e a “Staff Roll” nem sequer foi arranjada.

- Mega Man X Medley
“Title”
~ “Opening Stage” ~ “Zero” ~ “Demo”
- “Stage Select 1” ~ “Icy Penguigo Stage” ~ “Storm Eagleed Stage” ~ “Sting Chameleao Stage” ~ “Launcher Octopuld Stage” ~ “Stage Select 1” - “Burnin’ Noumander Stage” ~ “Armor Armage Stage” ~ “Boomer Kuwanger Stage” ~ “Spark Mandriller Stage” ~ “Get a Weapon” - “Sigma Stage 1” ~ “Sigma Stage 2” ~ “Sigma Stage 3” - “Sigma Stage 4” ~ “Sigma 1st” ~ “Ending” ~ “Staff Roll”

A verdade sobre as trilhas de Mega Man e Mega Man 2

Por Alexei Barros

Outro mistério de composição elucidado pelo SEMO, prestando mais um grande serviço para a história da game music. Com ajuda de Ippo Yamada e Akari Kaida, o site entrevistou Takashi Tateishi, Manami Matsumae e Yoshihiro Sakaguchi, os principais responsáveis pelas músicas do Mega Man e Mega Man 2 serem veneradas até hoje.

Antes de chegar à revelação, situarei o que se sabia então. Os créditos do Mega Man listavam os nomes Chancacorin Manami e Yuukichan’s Papa no setor Sound Programmer, uma descrição genérica que não implica necessariamente na composição. Nos créditos do Mega Man 2, também no Sound Programmer, constavam os nomes Ogeretsu Kun, Manami Ietel e novamente Yuukichan’s Papa.

Era de conhecimento que tanto Chancacorin Manami como Manami Ietel são pseudônimos da compositora Manami Matsumae, ao passo que Yuukichan’s Papa mascarava a identidade de Yoshihiro Sakaguchi. Tempos depois foi oficializado que Ogeretsu Kun na verdade era o apelido de Takashi Tateishi. Certo. O álbum Capcom Music Generation Famicom Music Complete Works Rockman 1~6 foi lançado em 2002, mas o encarte não trazia a autoria das faixas.

Na entrevista foi revelado que Yoshihiro Sakaguchi foi o programador de ambas as trilhas. Manami Matsumae compôs as músicas e criou os efeitos de som de Mega Man. E quem saiu ganhando nessa história toda é Takashi Tateishi, que fez todas as faixas de Mega Man 2, além dos efeitos de som, sendo alguns deles aproveitados do primeiro. Por causa do Chiptuned Rockman se sabia que a “Bubbleman Stage” e a “Woodman Stage” eram dele. A novidade é que ele também concebeu todos aqueles temas nostalgicamente melódicos do MM2, como “Crashman Stage” e “Dr. Wily Stage 1”.

Mas não acabou ainda. Eles trocavam composições, mesmo que não fossem escalados para determinados projetos. Nessa brincadeira, Matsumae criou a melodia que se escuta por volta de 0:18 a 0:26 na “Airman Stage”, enquanto Tateishi assinou uma música para o arcade Area 88, cuja trilha estava sob os cuidados da compositora.

Mais um caso resolvido. Agora é torcer para que um dia o mesmo aconteça com Mega Man x, que tem cinco nomes listados nos créditos.

[via SEMO]

Artwork do dia: Mega Man x 200


Por Alexei Barros

A minha interpretação do design do Mega Man é que ele foi concebido cabeçudo assim por limitação técnica do NES, não porque fosse a verdadeira intenção de Keiji Inafune, aliás, recém-egresso da Capcom. Prova disso é que no Mega Man 7 e 8, apenas para ficarmos na série clássica, o Blue Bomber teve proporções normais. Todavia, mesmo dispondo da tecnologia moderna, a cabeçorra foi usada no Mega Man 9 e 10 – nada de se estranhar, considerando a proposta retrô –, e no Mega Man Powered Up, apesar de adotar a roupagem gráfica atual.

Seja como for, o visual antigo é dos mais charmosos. Sabendo disso, o norte-americano Chris Bringhurst adaptou 200 personagens dos videogames, entre velharias e muitas coisas novas, com o jeitão Mega Man. Todos ficaram incrivelmente fantásticos (o Phoenix Wright de certa forma já foi antecipado três anos atrás), com exceção do equino Agro do Shadow of the Colossus que mais ficou parecendo um cachorro. Ao clicar na imagem acima você confere a versão integral para passar bons minutos admirando cada centímetro da obra.

[via PikiGeek]

Video Games Live: Level 2: seria ótimo se ainda estivéssemos em 2006


Por Alexei Barros

Mais de dois anos depois do Video Games Live: Volume One, lançado em julho de 2008, sai a sequência, sem os atrasos e aparentemente livre das controvérsias. Continuação? Sete números já tinham sido registrados no primeiro álbum, sendo que outros cinco estariam quando o CD era nomeado Video Games Live: Greatest Hits – Volume One, e acabaram ficando de fora por problemas de licenciamento, o que obrigou a remoção do “Greatest Hits” do título. Fica para mais do mesmo.

Gravado dia 1 de abril em Nova Orleans, EUA, no Pontchartrain Center com performance da The Louisiana Philharmonic Orchestra e de um coral sem nome de 34 vozes, o Video Games Live: Level 2 é o álbum que melhor sintetiza o repertório mainstream do show. Os principais hits estão presentes, com exceção, eu diria de Kingdom Hearts, que seria o ápice da redundância, pois segue a partitura original e já apareceu no VGL: Volume One, e do Metal Gear Solid, uma ausência compreensível pela acusação de plágio, pois a própria Konami abandonou a música. Mesmo assim, é uma track list que seria interessante para 2005 ou 2006. Hoje não tem a mesma graça.

Se o VGL: Volume One possuía somente três números de jogos japoneses e oito ocidentais, no Level 2 ficou mais equilibrado: nove nipônicos e sete americanos. Falta variedade, todavia. Desses sete, três são da Blizzard, e dois da mesma franquia, Warcraft. É de se elogiar a façanha de licenciar as músicas da Nintendo no CD, ainda que não faça tanta diferença assim no fim das contas, já que os dois arranjos orquestrados foram lançados anteriormente no Orchestral Game Concert. Diferentemente do que se supunha, não é tão complicado assim licenciar Final Fantasy em um álbum com faixas de outras produtoras, e o que facilitou neste caso é o fato de o arranjo da “One-Winged Angel” ser próprio do VGL, por mais parecido que possa ser com as outras versões. Isso não aconteceu no PLAY! A Video Game Symphony Live! porque a turnê concorrente usa as partituras dos concertos oficiais da série, que pertencem à Square Enix. Quanto ao Chrono Trigger, a inclusão agora se tornou possível porque a marca foi registrada por ocasião da transmissão em vídeo do Symphonic Fantasies. Tudo isso é para se empolgar não com o VGL, mas com as portas que se abrem para os CDs de outras produções.

Aquela crítica de o VGL: Volume One ter somente três das 11 faixas gravadas ao vivo, levando em consideração o “Live” do nome do espetáculo, e o restante em estúdio eu retiro. A tão proclamada “emoção de um show de rock” na descrição do Video Games Live pode ser sentida muito bem, até demais no VGL: Level 2. Como disse quando os samples foram liberados, os gritos não chegam ao nível da torcida brasileira (não consigo chamar de plateia espectadores que torcem para um personagem ganhar uma luta), mas aparecem em todos os números, exceção aos solos de piano. Antes, durante e depois das performances.

Eu disse show? Nos segmentos com guitarra, baixo elétrico e bateria – estes dois últimos são de verdade, não playback como na maioria das apresentações –, em especial Mega Man, Castlevania e Final Fantasy VII, a orquestra não pode ser ouvida em sua plenitude por conta do conflito de instrumentos de sonoridade forte e baixa. Não há uma homogeneidade como na Metropole Orchestra da série holandesa Games in Concert em que guitarra, baixo e bateria atuam como instrumentos da orquestra, não uma parte alheia ao restante. Falei do baixo. Tocado pelo próprio contrabaixista da orquestra, David Anderson, o baixo elétrico só aparece quando a guitarra toca, nos  arranjos com pendor para o rock. Ridículo! Como se o baixo só combinasse com o gênero. Não acabou aqui a minha indignação sobre esse tópico como você verá nos segmentos de Chrono e Sonic.

Mesmo quando não está acompanhada da banda, a mixagem não proporciona uma experiência sinfônica que torna as performances orquestradas tão especiais, que é de testemunhar dezenas de instrumentistas reproduzindo a música. Chega a ser irônico que nas declarações em vídeo Jack Wall e Tommy Tallarico salientam que muitos pais os agradeceram porque graças ao Video Games Live seus filhos viram uma orquestra pela primeira vez, e que isso normalmente não aconteceria se não fossem tocadas músicas de videogame. Como se o VGL fosse um baita concerto.

Após o Hadouken, comento cada uma das 16 faixas do Video Games Live: Level 2, e espero fazer isso pela última vez de determinados números. Agora não tem mais aquela desculpa de que as gravações amadoras são horrendas e o YouTube piora a qualidade.

Vale lembrar que a versão digital possui ainda Mass Effect e Myst, e o DVD e Blu-ray contam com os dois além do “Classic Arcade Medley” (em versão depenada, somente com Pong, “Cavalgada das Valquírias”, Dragon’s Lair e Tetris), “Sweet Emotion” (Guitar Hero: Aerosmith) e “Tetris Solo Piano Medley”. Em compensação, em vídeo não tem nada da Nintendo e nem da Square Enix, menos Chrono Cross.
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Artwork do dia: Mega Man Legends 3 are belong to us

Por Claudio Prandoni

Fresquinha, direto do forno da Capcom: logo no vácuo da conferência japonesa da Nintendo, em que a Big N anunciou o lançamento do 3DS para fevereiro por lá, a casa de Street Fighter atendeu pedidos dos mais fervorosos e exóticos e confirmou o novo episódio de Mega Man Legends.

Curioso: joguei o primeiro de cabo a rabo no PSone, mas não cheguei a colocar as mãos no segundo ou mesmo no spin-off Misadventures of Tron Bonne. De Mega Man, meio que leva só o robozinho azul, a irmã Roll e uma outra ideia, como upgrade de armas e tal – no restante é um jogo de aventura 3D dos mais ousados e pitorescos, ainda mais para a época dos 32-bits.

A Capcom promete que os jogadores participarão de maneira intensa no desenvolvimento do game e tal. Veremos como isso rola. Por ora, já me empolgo com essa bonita arte aí e fico no aguardo pelos Legends originais na PSN – e, forçando a amizade, por um novo capítulo da vertente X.

Artwork do dia: Ultimante Mega Robocop Man & Rush

Por Claudio Prandoni

Roubei Peguei a imagem emprestada do blog da Capcom, que volta e meia quase sempre é mais ligeira que eu pra publicar conteúdo bacana feito por fãs da empresa.

Aqui, Mega Man e Rush aparecem retratados de forma supostamente realista, ainda que sejam criaturas de um futuro fictício criado por japoneses à base de pixels quadradinhos. Para mim, é mais como se fosse uma abordagem extreme, mais madura, meio à la Robocop, em que Rush vai fundo nos malvadões e Mega estoura tudo com esguichos exagerados de óleo – que sujam ele, claro, meio estilo tio Kratos.

O autor da arte é o americano Jason Hazelroth que, aliás, é muito fã do Robocop, o que talvez explique muito o jeitão desse Rock Man aí, ó.

R10 Image Soundtrack: time de arranjadores nota 100?

Por Alexei Barros

Já para a trilha sonora original do Mega Man 10, Ippo Yamada formou um time dos sonhos dos compositores da série, ainda que com algumas ausências (Yoshihiro Sakaguchi, Yasuaki Fujita), com nomes importantes desde a era do NES até o PlayStation, passando pelo Super Nintendo. Para quem não se recorda, esta era a lista altamente respeitável:

- Manami Matsumae (Mega Man 1 e 2)
- Yasuaki Fujita (Mega Man 3 e 4)
- Minae Fujii (Mega Man 4)
- Mari Yamaguchi (Mega Man 5)
- Yuko Takehara (Mega Man 6 e 7)
- Makoto Tomozawa (Mega Man 7)
- Shusaku Uchiyama (Mega Man 8)
- Akari Kaida (Mega Man & Bass)

Pois bem, todos os oito, na companhia do trio Ippo Yamada, Ryo Kawakami e Hiroki Isogai da unidade de som III, farão os arranjos do R10 Image Soundtrack, álbum desta capa simpática com arranjos do Mega Man 10 que é o equivalente do Rockman 9 Arrange Soundtrack. Além desses, ainda haverá mais quatro, igualmente atrelados à Capcom em dado tempo e relacionados com Mega Man no passado:

- Masato Kouda (Mega Man 2: The Power Fighters)
- Yoshino Aoki (Mega Man Battle Network 5 e 6)
- Saori Utsumi (Mega Man Xtreme)
- Seiko Kobuchi (Mega Man X7 e X: Command Mission)

Haverá 21 faixas ao todo, sendo que Shozo Izuka como Dr. Light e Takeshi Aono como Dr. Wily contribuirão com performances vocais. O lançamento é aguardado para o dia 30 de abril. Não estou com muita expectativa, contudo. O Rockman 9 AST, no fim das contas, não foi tudo isso.

[via VGMdb]

Hikarisyuyo e os melhores arranjos hard rock do Mega Man 2


Por Alexei Barros

O post é rancoroso, então peço paciência. Não é raro ver bandas de covers, especialmente Minibosses e NESkimos, por serem algumas das mais antigas desta linha, posicionadas em um pedestal que não lhe diz respeito. Já vi serem colocadas, por exemplo, ao lado do The Black Mages, que é formado pelos compositores e arranjadores. Há uma distinção entre amadores e profissionais que não parece ser tão clara assim pela constante confusão. Uma coisa é uma coisa e outra coisa é outra coisa.

Porém, o que mais me revolta é que as duas (e outra tantas) adquiriram uma fama equiparável ou até superável dos compositores e de bandas oficiais. Pior, sequer são as melhores pelo menos nos arranjos do Mega Man 2, um dos trabalhos mais notórios de ambos. Para mim, é uma popularidade desproporcional à qualidade – claro que você não é obrigado a concordar.

Porque estou falando isso: nos recônditos do site do guitarrista doujin Hikarisyuyo residem as melhores versões rock dos temas do jogo. Muito, mas muito superiores também ao 20th Anniversary Rockman 1~6 Rock Arrange Ver., um álbum da Capcom que, apesar de ter gostado a princípio, vem caindo bastante no meu conceito porque soa sem inspiração sem cotejado com as obras-primas guitarrísticas do Naoto Shibata nos CDs da Konami na década de 1990 que estão em um nível ainda maior.

Não direi que as músicas foram recriadas por completo. Nada mais são do que interpretações literais das melodias executadas de maneira espantosa: as guitarras são afiadíssimas. Tanto, tanto que quase fazem esquecer que a bateria é sintetizada.

Para comparar, relembre antes o medley “Mega Man 2” do Minibosses. A guitarra é áspera e o baixo tem um timbre sem graça, formando um conjunto de sons que cheira a banda amadora, que é o que eles são mesmo e não uma referência no meio musical como muitos costumam pintar.  Passando para as interpretações do NESkimos encontro os mesmos problemas somados a um arrasto enfadonho na performance. Por fim, a “Dr.Wily 1 (Rockman2) mix” do Tohru Iwao é burocrática demais. Conclusões que tirei depois de conhecer o Hikari Syuyo.

Agora escute as versões dele do Mega Man 2 para ver se não está em um outro patamar, respeitando a energia das originais com uma pegada que nenhum dos outros arranjos mencionados têm. Como bônus o tema do Snakeman e da tela-título do Mega Man 3 (quase tão bom quanto a “Start to Playing” da takrockers!!).

À esquerda as originais e à direita as versões do Hikarisyuyo.

Mega Man 2

- “Pass Word”“Password”
- “Game Start”
“Game Start”
- “Metalman Stage”“Metalman”
- “Airman Stage”“Airman”
- “Bubbleman Stage”“Bubbleman”
- “Quickman Stage”“Quickman”
- “Crashman Stage”“Crashman”
- “Flashman Stage”“Flashman”
- “Heatman Stage”“Heatman”
- “Woodman Stage”“Woodman”
- “Dr. Wily Stage 1″“Wily Stage 1″

Bônus Mega Man 3

- “Title”“Title”
- “Snakeman Stage”“Snakeman”

P.S.: Entendeu por que sou muito mais as bandas e artistas japas?

Mega Busters musicais explodem com o comercial retrô de Mega Man 10 WITH LASERS

Por Claudio Prandoni

Falei muito de Mega Man 9 na época que ele estava para sair. Acho que mais pela nostalgia emocionante e ousadia da Capcom e tal. Já Mega Man 10 não cativou tanto, talvez por já ser meio previsível ou pela falta de impacto e/ou surpresa mesmo.

Ainda assim, não deu pra conter o arrepio retrô ao ver o trailer logo aí acima que a Capcom fez para promover o jogo.

Que se dane a simulação de videocassete ou o jeitão 80′s de ser da parada: o que pega mesmo é a trilha sonora, nada menos que uma música de MEGA MAN X!

MEGA! MAN! X!

Série que, na minha opinião, é anos-luz superior à franquia clássica ou qualquer outra baseada no robozinho.

O negócio fica ainda mais bacana se a gente pensar que o Mega Man 10 em numeral romano – como era até o sexto episódio se não me engano me enganei sim, a série principal sempre foi com numeral arábico no NES, só no Game Boy que era romano e parou no V – vira Mega Man X!

E aí cabeças explodem pela fantabulosidade e zás, zás…

Para quem não lembra, a música original do MMX é essa no playerzinho aí abaixo.

A verdade sobre a trilha do Mega Man X3 do Super Nintendo

Por Alexei Barros

Com o início da vertente Mega Man X em 1994, uma nova safra de compositores foi escalada em relação àquela da série clássica. Resistia a praga dos pseudônimos, e em alguns casos, como do Mega Man X3, nem créditos havia. O lançamento das OSTs dos seis primeiros capítulos ocorreu de uma só vez em 2003 no Capcom Music Generation Rockman X1~6, cujo encarte creditava os compositores do MMX3 como Minakuchi Engineering Staff, Toshihiko Horiyama, Syusaku Uchiyama, Yoshino Aoki e Makoto Tomozawa.

Sempre houve uma discrepância da autoria das músicas, visto que além desses nomes, Kinuyo Yamashita, a simpática compositora do primeiro Castlevania que assistiu ao VGL no Japão, também listava o jogo entre seus trabalhos no site oficial.

A questão foi parcialmente elucidada em entrevista ao SEMO. Na verdade,  a Capcom contratou a hoje extinta Minakuchi Engineering para fazer a trilha musical sabe se lá o motivo. Esta empresa, por sua vez, utilizou os serviços da Kinuyo Yamashita, à época freelancer e sem nenhuma relação empregatícia com a companhia. Simplesmente todas as músicas do Mega Man X3 do Super Nintendo foram feitas por ela. Entre tantas, devo destacar “Opening Stage” (especialmente), “Gravity Betbood Stage”, “Electro Nazamuros Stage”, “Doppler Stage 1″ e “Cast Roll”.

E os outros nomes? Como o álbum traz as músicas de todas as versões, a original do SNES e do relançamento para PlayStation e Saturno que aconteceu somente no Japão e Europa, logo se conclui que os quatro restantes estão relacionados com a versão 32-bits, que traz arranjos e faixas novas. Não são claros os cargos do quarteto, a não ser pela Yoshino Aoki, que disse em outra entrevista ao SEMO que sua participação se limitou ao arranjo.

Mais interessante, a Kinuyo Yamashita não gostou nem um pouco do resultado pelos que se pode comprovar pelos comentários no Facebook – não é muito comum ver críticas assim tão contundentes de maneira pública. Ao menos com a “Opening Stage (Arrange Version)” eu concordo que perdeu toda a empolgação a ponto de parecer uma outra música. Seja como for, enfim temos a certeza de quem compôs a trilha sonora do Mega Man X3.

[via SEMO e com grande ajuda do VGMdb]


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