Arquivo de setembro \30\UTC 2016

“Chrono Cross Another Story” – Chrono Cross (Cosmosky Orchestra in Olympus Hall Hachioji)

Por Alexei Barros

Primeiro foi a Cosmosky Orchestra. Depois a Brass Exceed Tokyo. Agora volto a trazer uma nova performance da Cosmosky de Chrono Cross porque eles reformularam aquele medley de 2012 que já era fabuloso.

Para começo de conversa, a Cosmosky Orchestra me parece ter dado uma encorpada, com um número ainda maior de cordas. Além disso, o Chor Crystal Mana agora é reforçado pelo Tokyo Takinogawa Junior Choir – a quantidade de coristas não é gigantesca, mas parece ser mais do que o suficiente para o arranjo de Tomomi Hakamata (o mesmo de quatro anos atrás).

A sequência inicial de três músicas é a mesma, com “Garden of God”, “Scars of Time” e “Arni Village ~ Home”, mas muda a partir daí com a inserção da “Arni Village: Another”. Essa música, que estava presente na versão da Brass Exceed Tokyo, ficou agradabilíssima com as castanholas e o duo de oboé e clarinete, seguido pelas flautas.

Numa transição que chega meio sem avisar nem nada, como em um encontro aleatório, há a novidade do tema de combate “Gale”, que até então só havia sido orquestrado na suíte de Chrono do Symphonic Fantasies. É bem interessante a forma como a música vai crescendo, especialmente com a participação do tímpano.

Quando a vitória é sagrada na harpa, surge o momento que me deu arrepios de nostalgia: a dobradinha “Victory ~Summer’s Cry~” (nos metais) e “Victory ~Spring’s Gift~” (nas flautas), cuja melodia é, como todo mundo sabe, o tema da Lucca de Chrono Trigger. Depois, com o solos de piano e flauta, eis que aparece a emocionante “The Girl Who Stole the Stars”. É para derrubar qualquer um esse trecho que ainda tem toda a sua delicadeza reproduzida no coral.

Daí em diante, a sequência de músicas é bastante similar à versão de 2012, com o tema de chefe “The Brink of Death”, a breve “Grief” e o tema de batalha contra o Miguel “Prisoners of Fate”. Depois, deixando a melancolia de lado, vem “Beginning of a Dream”, “Magical Dreamers ~The Wind, the Stars, and the Sea~”, “The Dream that Time Dreams”, “Radical Dreamers” (em uma brevíssima alusão) e fechando com a “Scars of Time”.

Ouvindo de ponta a ponta, é fácil perceber que algumas transições não são muito adequadas e também dá para imaginar uma ordem melhor na sequência das faixas, mas as novidades dos temas de combate e da vitória, além da “The Girl Who Stole the Stars” valem a apreciação e o reconhecimento.

– “Chrono Cross Another Story”

“Garden of God” ~ “Scars of Time” ~ “Arni Village ~ Home” ~ “Arni Village: Another” ~ “Gale” ~ “Victory ~Summer’s Cry~” ~ “Victory ~Spring’s Gift~” ~ “The Girl Who Stole the Stars” ~ “The Brink of Death” ~ “Grief” ~ “Prisoners of Fate” ~ “Beginning of a Dream” ~ “Magical Dreamers ~The Wind, the Stars, and the Sea~” ~ “The Dream that Time Dreams” ~ “Radical Dreamers” ~ “Scars of Time”

“Final Fantasy VIII (Mono no aware)” (Final Symphony II 2016 em Estocolmo, Suécia)

Por Alexei Barros

O concerto Final Symphony II estreou em setembro do ano passado com músicas de Final Fantasy V, VIII, IX e XIII e, desde então, já passou por diversos lugares do mundo, incluindo até o Japão. Porém, diferentemente do predecessor Final Symphony, ainda não foi lançado um álbum correspondente desse concerto – o que imagino que vá acontecer algum dia.

Para compensar a vontade de ouvir as peças orquestrais desses jogos, a própria Royal Stockholm Philharmonic Orchestra publicou a suíte de Final Fantasy VIII, “Mono no aware”, que foi executada no início deste ano em Estocolmo, Suécia. O arranjo é do talentoso e competente Roger Wanamo, que já conhecemos desde o Symphonic Fantasies. Para quem não se lembra, a própria RSPO já tinha publicado uma gravação da suíte de Final Fantasy VI em 2014.

Não é novidade que o FFVIII em si não está entre os meus preferidos da série, mas este jogo tem uma grande importância na história musical de Final Fantasy, por hits como “Liberi Fatali” e “Eyes on Me”. Naturalmente, ambas estão presentes em diferentes momentos da suíte. Curioso que mesmo em versão instrumental, sem coral, a “Liberi Fatali” não perdeu impacto.

Como o próprio texto do site oficial do concerto explica, o arranjo explora a semelhança da melodia de algumas faixas da trilha, como “Eyes on Me” com a “Waltz for the Moon”. A “Balamb Garden” é outra música que vem fácil à mente de quem jogou pelo menos o início do jogo, sendo evocada de uma maneira bem singela. Porém, eu sou presa fácil para temas de combate, e a “Don’t Be Afraid” é outra faixa que me cativou.

Sob a regência da maestrina Giedré Slekyté, é uma performance para ver e apreciar mais de uma vez.

rspo

[via Gameconcerts.com]

Final Fantasy XV Live at Abbey Road Studios: quase uma hora da genialidade musical de Yoko Shimomura

Por Alexei Barros

Neste movimentado feriado de 7 setembro, com os anúncios do PlayStation 4 Pro e de Super Mario Run para iPhone e iOS, a Square Enix organizou um concerto de Final Fantasy XV no Abbey Road Studios. Alguns afortunados puderam presenciar a performance da London Philharmonic Orchestra e do London Philharmonic Choir, mas o espetáculo foi transmitido ao vivo no YouTube e no Twitch. O mais bacana de tudo é que a própria compositora Yoko Shimomura esteve presente com toda a sua simpatia e ainda tocou piano na última música.

A Shimomura havia sido escalada para o jogo quando Final Fantasy XV ainda era Final Fantasy Versus XIII. Aliás, o projeto vem de tão longe que a primeira faixa que ela compôs para o jogo, a “Somnus”, estreou no álbum drammatica lá de 2008. Tanto essa música, como a “Omnis Lacrima”, presente no disco memória!, foram executadas.

O concerto comprova mais uma vez a capacidade da Shimomura de criar melodias memoráveis, seja em músicas mais introspectivas ou mais pomposas, com direito a coral em latim e ênfase em passagens no piano. Entre as faixas, surpreendeu a aparição, ainda que breve, da bateria e das guitarras na “Veiled Agression”, em um recinto adjacente ao da orquestra e do coral. No mais, a trilha do Final Fantasy XV promete estar entre as melhores da série apenas por essa breve amostragem.

Para assistir o espetáculo na íntegra, vá direto ao play ali embaixo. Se preferir ouvir as faixas individualmente, clique no nome da música correspondente.

01. “Song of the Stars / Dawn”
02. “Fight Fantastica”
03. “Nox Aeterna”
04. “Luna”
05. “End of the Road”
06. “Wonferful View”
07. “Starlit Waltz”
08. “Noctis”
09. “Omnis Lacrima”
10. “Veiled Agression”
11. “Somnus”
12. “Appocalypsis Noctis”

Como a febre do Pokémon GO fez eu escrever meu primeiro livro

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Por Claudio Prandoni

Não sou muito chegado em autopromoções e ~jabás~ aqui no blog, foram poucos nestes quase 10 anos de estrada, mas é com MUITA alegria, carinho e realização que conto aqui sobre este livro – aliás, mais ou menos como a própria criação do Hadouken, láááááá atrás, foi um desdobramento da revista Continue – e também porque este blog e todo mundo que o acompanha ou o acompanhou também faz parte desta história.

Replico aqui em parte texto que já escrevi no Facebook sobre o assunto: nunca tinha pensado, de fato, planejado e tal, escrever um livro.

Já tinha pensado na situação, mais em tom de “E se…”, mas daí a realmente escrever são outros tantos, né.

De repente, não mais que repentinamente, a oportunidade surgiu a convite do Marcelo Duarte, um cara que acompanho e admiro desde a época de estudante – do Guia dos Curiosos, Loucos por Futebol e afins -, embarquei nessa aventura, mergulhando de cabeça, e olha no que deu.

Em Pokémon GO de A a Z, falo de uma de minhas séries preferidas e mais queridas desde a infância.

Trata-se de um livro de 96 páginas com diversas curiosidades e dicas sobre o game fenômeno da temporada, obra de mais ou menos duas semanas e meia extremamente intensas, de apuração, redação, testes e afins.

O livro já está pronto (clique aqui pra ver mais detalhes e se pá até comprar)! Olha essas fotos bonitas aí.

Fiz também uma apresentação ao vivo no Facebook, onde mostro e falo um pouco mais do livro (que é o meu primeiro, mas definitivamente não espero que seja o último!).

Agradecimentos imensos ao Marcelo Duarte, por essa incrível oportunidade, e também para toda a equipe da Editora Panda Books, que cuidou de tudo com muito carinho!


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