Archive for the 'Luta' Category

Consegui meu primeiro troféu de platina!

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Por Claudio Prandoni

Lá se vão quase oito anos desde que os troféus debutaram no PS3, em meados de 2008.

Confesso que nunca liguei tanto pra eles a ponto de me dedicar a conseguir o cobiçado troféu de platina, que exige obter todos os troféus do game – como muita gente realmente faz por aí, inclusive nos Xbox, onde tal ideia nasceu, com os Achievements/Conquistas e tal.

Até então, acho que o mais perto que havia chegado foi em Assassin’s Creed II, em que faltaram apenas dois ou três troféus, mas um deles era conseguir TODAS as penas escondidas pelo jogo que, na boa, é uma tarefa pra lá de hercúlea e ingrata (não há qualquer indicação delas no mapa, tem que achar na marra mesmo).

Ainda assim, 2016 chegou com o meu primeiro troféu de platina!

Aproveitei um período de extenso de folga para me propor esse desafio e escolhi Cavaleiros do Zodíaco: Alma dos Soldados, de PS4, como ‘vítima’.

Boa parte dos troféus exigia apenas completar os principais modos de partida e todos os outros pareciam exigir mais tempo e dedicação do que exatamente habilidade ou sorte para conseguir. Bônus: NENHUM troféu era no modo online, o que acho a maior injustiça quando acontece.

Enfim, lá se foram horas jogando e jogando e jogando. Foi curioso notar como passei a planejar melhor minhas sessões de jogatina, priorizando alguns troféus em relação a outros.

Nos momentos finais de pura emoção e tensão, completar os requerimentos para o ÚLTIMO troféu se mostraram particularmente frustrantes (coletar as cinco últimas frases de ajuda de um total de 179!).

Algumas buscas em fóruns de dicas e coisas do tipo depois, me deparo com um daqueles ~esquemas~ estilo enfrentar o Akuma em Super Street Fighter II. Uns diziam que funcionavam, outros que não – não tinha nada a perder, decidi testar… e funcionou!!!

Talvez soe meio brega, mas ver o troféu de platina pipocar na tela gerou um sentimento misto de orgulho e alívio. Foram quase 50 horas de jogo, até que bastante para um jogo de luta sem aspirações competitivas profissionais.

Durante muito tempo fui contra os troféus. Por muitos bons meses deixei o aviso de troféu desligado, pois sentia que eles acabavam desviando a atenção para o metajogo dos troféus e tirando foco do game em si, fosse sua história ou outros desafios apresentados.

Platinar Cavaleiros foi um ótimo desafio e oportunidade para apagar essa má impressão. Não nego que ainda estou um pouco na fissura dos troféus – penso em nos próximos dias jogar Grim Fandango e já vi em um guia de troféus que não é lá tão complicado fazer 100% nele -, mas dificilmente vou virar um caçador de troféus.

Talvez, quem sabe, daqui algum tempo separar uma outra vítima para platinar e assim levar devagar e sempre…

Artwork do dia: capas latinas de Tekken Tag Tournament 2

Por Claudio Prandoni

É bacana ver o Brasil entrando de vez e com importância no mapa de negócios das principais produtoras de jogos do mundo.

Uma das que têm dado bons sinais neste ano é a Namco Bandai, que lançou o Cavaleiros do Zodíaco: Batalha do Santuário com legendas em português por aqui e, muito provavelmente, deve repetir o esquema com Saint Seiya Omega – que sai neste ano para PS3 e… não se sabe mais nada.

Agora a produtora anunciou capinhas de Tekken Tag Tournament 2 específicas para América Latina, dando destaque para Brasil e México.

Por estas bandas, o game de PS3 e X360 terá o capoeirista Eddy Gordo e o clássico luchador King na capa, sendo que ela é reversível e o outro lado mostram a linda Christie Monteiro e a luchadorita Jaycee.

Pessoalmente, não vejo muita graça em Tekken, sou mais fã de jogos de luta 2D com mecânicas mais fantasiosas, tipo os Street Fighter e Mortal Kombat da vida, com seus Hadoukens e Fatalities.

Ainda assim, acho os Tekkens jogos muito bonitos e a popularidade da série é inquestionável o que tornam a ação da Namco Bandai ainda mais bacana.

Nojento, deslizante e cheio de óleo: Hakan completa a lista de Super Street Fighter IV

Por Claudio Prandoni

Fechou!

É bingo!

Confirmando devagarinho todos aqueles rumores que inundaram a rede sobre Super Street Fighter IV a Capcom revelou o último personagem novo do game: Hakan.

Nascido via vídeo do IGN, o cara é um praticante de oil wrestling – certamente um dos estilos de luta mais, err… exóticos do mundo e que ainda não tinha representante em Street Fighter. De acordo com tio Wiki, é uma arte marcial turca também conhecida como Yağlı güreş em que caras fortões se besuntam de óleo e trocam tapas.

E olha só, trata-se do esporte do planeta com competição mundial oficial existente há mais tempo: desde 1362 a meninada se diverte com o oil wrestling no Kirkpinar.

Isso deve explicar o motivo, razão e circunstância pelo qual Hakan é vermelho: muito óleo, luta, sol, curtição e coisa e tal. E ele ainda tem um cabelo-capacete bem do esquisito. Como citavam os rumores, é um personagem com golpes de agarrão, o que valoriza bastante sua condição oleosa. Confesso que me deu certo asco vendo Ryu, Ken, Chun-Li e outras donzelas e heróis rodopiando e deslizando pelo Hakan. Blergh.

Abaixo uma galeria esperta dele. Acima o vídeo do IGN com muito bom humor. Aliás, pelo visto ele vem pra fazer coro com Rufus, Dan e El Fuerte à turminha de lutadores cômicos de SSFIV.

Kratos em Soulcalibur: Broken Destiny

Por Alexei Barros

Sou um infante dos jogos de luta, ainda mais a série Soulcalibur, e mesmo de God of War eu ainda estou em dívida com o Olimpo, mas vale um post para o vídeo.

E crossovers são sempre sensacionais. Arriscaria dizer que a presença de Kratos no Soulcalibur: Broken Destiny combina muito mais do que Spawn, Heihachi Mishima e Link em Soulcalibur II e Darth Vader e Yoda em Soulcalibur IV. Ou não?

Como não pensaram nisso antes?

Tatsunoko vs. Capcom are belong to us!

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Por Claudio Prandoni

Vocês, meus amigos e amigas de fé, meus irmãos e irmãs camaradas. Amigos de tantas notícias e tantas jogadas. Quem acompanha o blog há de se recordar do frisson, euforia e certa amargura por Tatsunoko vs. Capcom: Cross Generation of Heroes, fantástico game de luta da Capcom exclusivo para Wii.

Diria eu que o silêncio em relação ao game nos últimos tempos se deve ao fato de eu estar jogando já a versão japonesa, mas aqui o caso é diferente. Durante a última semana estive em estado catatônico, isso sim. Por que, questiona você, jovem gafanhoto?

Oras, carambolas: o jogo foi anunciado oficialmente no ocidente!

Renomeado para Tatsunoko vs. Capcom: Ultimate All-Stars e estão prometidas novidades, como visual retrabalhado de menus e HUD (barrinhas de energia e tal) e se bobear até modo online. Será?

Confesso que a surpresa e alegria são plenas. Não imaginei que o título fosse aparecer por aqui, quiçá tão prontamente. Muito disso em minha opinião se devem ao esperto plano de marketing que a Capcom adotou, por sua vez parte da nova personalidade publicitária da empresa – sobre a qual disserto melhor em outra oportunidade.

Fiquemos agora no aguardo. Mesmo que não aportem por aqui todas as tralhas bacanas lançadas sobre o jogo lá no Japão, fato é que voltamos a ficar aqui em estado de prontidão para toda e qualquer besteira interessante que pipocar por aí sobre Tatsunoko vs. Capcom – agora Ultimate All-Stars.

Um passeio pelos filtros gráficos do remake de MvsC2: não vejo objetivo…

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Por Claudio Prandoni

Comparação técnica entre os filtros gráficos do remake de Marvel vs. Capcom 2: New Age of Heroes.

Não entendo ainda como perdem tempo fazendo esses filtros para borrar os pixels.

Groselha técnica: na configuração gráfica Smooth você tem filtro bilinear 2x e pequenos ajustes, já na Crisp o filtro bilinear é de 3x e os ajustes são mais intensos.

Conclusão: nada supera o charme da pixel art.

Artwork do dia: Marvel vs. Capcom 2 remake vai te levar para um passeio

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Por Claudio Prandoni

Já era meio esperado, né. Depois de tantos boatos, desmentiras, desaniversários, sites não tão secretos e coisa e tal a Capcom finalmente confirma o lançamento de um remake de Marvel vs. Capcom 2: New Age of Heroes.

Desta vez faço o papel de chato: acho legalzinho e só. Adoro a série Vs. Todos os episódios menos… MvsC2. Acho bagunça demais. Três personagens, três tipos de ajuda, especiais sozinho, em dupla, trio, dois Wolverines, cenários esquizofrênicos com 2D e 3D e uma trilha sonora atípica (ok, essa última eu gosto bastante).

Preferia eu que fosse o primeiro MvsC ou até mesmo o Marvel vs. Street Fighter.

Mas está valendo, se a Capcom está tão empenhada em trazer de volta os jogos favoritos do público quer dizer que logo menos devemos ganhar uma versão online de Street Fighter Alpha 3? Alguém duvida?

Para marcar a ocasião e também estabelecer aqui minha previsão, uma excelente arte oficial lançada pela Capcom. Infelizmente não consegui descobrir o artista. Vi gente pela Internet reclamado do estilo gráfico, mas eu curti. Ainda mais por conta da disposição de personagens e as presenças de Mega Man, Jill e Strider Hiryu, três dos personagens mais bacanas desse ultra-mega-hiper-blaster-crossover – só faltou o Cable.


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