Arquivo de maio \24\UTC 2014

O inacreditável, impensável e inimaginável retorno do espetáculo holandês Games in Concert

Abandonando o telão, o Games in Concert regressou ao palco com grandes hits dos concertos passados

Por Alexei Barros

Peço desculpas pelo excesso de adjetivos e redundâncias no título, mas não pude me conter ao saber desta bomba: o espetáculo holandês Games in Concert, que dava como morto e enterrado depois de seis anos inativo, voltou aos palcos! O regresso aconteceu em 14 de maio – na verdade eu só soube disso dias depois, se não já teria avisado aqui no blog.

Antes de falar dos detalhes do retorno, vou justificar minha empolgação. O Games in Concert surgiu em 2006 em uma parceria do site Gamer.nl e da NCRV Radio. Em 2007, além do sucessor Games in Concert 2, foi feita uma apresentação extra no festival Lowlands e, por fim, ocorreu o derradeiro Games in Concert 3 em 2008. Apesar de pouco badalada pelo mundo, essa série de concertos sempre foi um sucesso local, com casa cheia em todas as ocasiões. Por isso, achei muito estranho acabar assim do nada. Mas, na entrevista ao site Gamer.nl, o atual produtor do Games in Concert, Gert-Jan Blom, esclareceu o motivo: era muito caro para a NCRV Radio produzir o espetáculo e optou por cancelá-lo, tanto que a rádio não esteve envolvida nesse retorno, o que provavelmente vai implicar em uma redução dos gastos de produção. Mas ele disse que há a intenção de voltar a fazer do Games in Concert um concerto anual. Viva!

Agora sem o envolvimento da NCRV Radio, o Games in Concert retornou com a esperança de voltar a fazer apresentações anuais

Para mim, o maior atrativo do Games in Concert é a Metropole Orchestra (ou Metropole Orkest), que mistura instrumentos sinfônicos convencionais de uma orquestra (violinos, flautas, trompetes etc.) com o de uma big band (saxofones, além de baixo elétrico, guitarra e bateria). Se é que é preciso dizer, isso possibilita tocar uma variedade de músicas muito maior do que os concertos convencionais, o que é perfeito para a diversidade de estilos em músicas de games. Não por acaso, a Metropole Orchestra recentemente tocou na trilha original do Mario & Sonic at the Sochi 2014 Olympic Winter Games. Ao vivo, essa mistura funciona tanto quanto em estúdio, apresentando uma sonoridade homogênea. Não é raro ver uma guitarra junto com uma orquestra, mas é um imenso desafio fazer com que ela não atropele os demais instrumentos. Na Metropole Orchestra, as cordas não somem quando a guitarra aparece. Para completar, os arranjos costumam ser competentes e algumas seleções de repertório fogem do convencional.

Isso garantiu performances fantásticas, as quais eu já publiquei aqui há alguns anos: “A Deus” (Grandia II), música cantada em português que nunca apareceu em outro lugar; “Today” (Burnout Revenge), em uma releitura revolucionária; Tetris, que inclui não só a “Type A”, mas também a “Type B”; “Still Alive” (Portal), em um arranjo jazzístico que foi a première da badalada canção; Metroid Prime 2: Echoes, em uma improvável adaptação do tema da tela-título para orquestra; e, especialmente, a faixa que considero a execução mais extraordinária de todas, a “Moon Over the Castle” (Gran Turismo), que apresentou a parte do coral com perfeição e adicionou metais à seção com banda.

Fora as performances que não foram compartilhadas, como “The Best Is Yet To Come” (Metal Gear Solid), tema de encerramento que jamais apareceu em outro concerto, e a  “Theme of Laura” (Silent Hill 2), que, apesar de manjada, teve a melodia tocada por um saxofone e não uma guitarra na original, além das faixas cujas gravações foram apagadas do YouTube: “Good Egg Galaxy” (Super Mario Galaxy) e  “Main Theme” (Mafia). Minha fascinação pela Metropole Orchestra me levou a procurar por outras performances da orquestra sem relação com games, aumentando minha admiração por esses holandeses (tema, quem sabe, para outro post).

Tendo enfim explicado os detalhes, falemos do retorno. Conduzido pelo maestro Jules Buckley, o concerto deste ano aconteceu no Royal Theatre Carré em Amsterdã e contou também com a participação do PA’dam Choir, que já apareceu nas edições dos anos anteriores. Pelas gravações, notei que a parte de show foi bastante simplificada, e o telão foi excluído. Por decisão do produtor Gert-Jan Blom, que afirma na entrevista não ser um jogador de videogame, isso aconteceu porque ele acredita que a imagem dos games já está na mente dos jogadores e prefere que a música fale por si própria. Sábias palavras.

O nome da edição 2014 – Games in Concert: The Greatest Hits –, mostra que a ideia era mais para comemorar a volta à atividade do que propriamente apresentar grandes novidades. Isso se traduziu, devo confessar, em um set list manjado e ultrapassado, com músicas que já foram mais chamativas. O único segmento inédito é a  “Main Theme” do L.A. Noire, que inclusive teve um trecho do ensaio publicado no YouTube.

De todo modo, espero que uma apresentação mais pé no chão como essa os dê tempo para as apresentações mais ousadas de antigamente, com, por exemplo, o próprio Mario & Sonic at the Sochi 2014 Olympic Winter Games ou então Mario Kart 8, que tal? Eles seriam capazes de tocar qualquer uma das faixas na trilha.

Infelizmente, fui incapaz de encontrar algum report que informasse exatamente a ordem das músicas tocadas no programa (no Japão, isso nunca aconteceria), o que me causa espécie. O set list divulgado no Gamer.nl antes do concerto está apenas em ordem alfabética e ainda por cima incompleto. Por isso, vou me limitar a informar somente a lista de faixas executadas (com os links para as originais) e em que ocasião elas já foram mostradas na série Games in Concert. Provavelmente ainda publicarei vídeos dos segmentos mais interessantes que não mostrei por aqui.

– Battlefield 1942: “Main Theme” (Games in Concert)
– BioShock: “Welcome to Rapture” (Games in Concert 3)
– Bubble Bobble: “Theme” (Games in Concert 3)
– Command & Conquer: Red Alert 3 : “Hell March 3” (Games in Concert 3)
– Donkey Kong Country: “Theme” (Games in Concert 3)
– Final Fantasy VII: “One Winged Angel” (Games in Concert)
– God of War: “Revenge and Redemption” [“The Great Sword Bridge of Athena” ~ “The Vengeful Spartan”] (Games in Concert)
– Halo: “Halo” (Games in Concert)
– Hitman: Blood Money: “Main Title” (Games in Concert 2)
– Killzone: “Helghast March” (Games in Concert 2)
– L.A. Noire: “Main Theme” (inédita)
– Metal Gear Solid 2: “Main Theme” (Games in Concert)
– Shadow of the Colossus: “The Opened Way ~Battle With the Colossus~” (Games in Concert 2)
– Super Mario Bros.: “String Quartet Medley” [“Overworld” ~ “Underwater” ~ “Underworld” ~ “Overworld”] (Games in Concert 1 e 2)
– Super Mario Galaxy: “Good Egg Galaxy” (Games in Concert 3)
– The Legend of Zelda: “Overworld” (Games in Concert 2)
– World of Warcraft: “Main Title ~ Legends of Azeroth” (Games in Concert)

[via Gamer.nl (set list, entrevista, report)]

Final Symphony chega à Finlândia; estreia versão em inglês do site da Spielemusikkonzerte

Por Alexei Barros

Em março deste ano fiz um post sobre a inauguração do site da Spielemusikkonzerte, que é atualizado com novidades dos concertos produzidos na Alemanha. Até então, a página estava disponível apenas em alemão. Quem não compreende esse idioma até podia se virar utilizando a tradução automática do Google para inglês, mas também não era o ideal.

Dia desses enfim o site ganhou a prometida versão em inglês. Nela é possível ler, por exemplo, depoimentos sobre a apresentação do Final Symphony no Japão no dia 4 de maio. Inclusive o espetáculo teve uma receptibilidade sem precedentes em se tratando de concertos de games no Japão, a ponto de a sempre acanhada plateia nipônica aplaudir de pé. Outro post interessante é um artigo do Masashi Hamauzu em que ele comenta a respeito da abordagem criativa dos arranjos nos concertos alemães e como ele apoia essa visão.

Falando no Final Symphony, o concerto está se afirmando como uma turnê, e o próximo país a ser agraciado pelo repertório com músicas do FFVI, VI e X é a Finlândia, no dia 12 de setembro de 2014. Essa apresentação tem um significado especial para a equipe do Spielemusikkonzerte, porque os dois principais arranjadores, Jonne Valtonen e Roger Wanamo, são finlandeses. Mais do que isso, o espetáculo acontecerá na cidade natal de Valtonen, Tampere, onde ele e Wanamo estudaram composição erudita pela primeira vez. A orquestra escolhida é a Tampere Philharmonic Orchestra, e o pianista será Mischa Cheung, integrante do grupo Spark que vai tocar no Symphonic Legends – Featuring music from The Legend of Zelda series.

[via Spielemusikkonzerte]

Artwork do dia: Supergiant Bros.

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Por Claudio Prandoni

Nesta semana saiu pra PC e PS4 o Transistor, segundo jogo do estúdio Supergiant e um sucessor à altura do carisma e qualidade geral de Bastion – lá de 2011.

Bonito e intrigante, cativa pelo esmero na arte e parte sonora, tanto nas músicas quanto na voz de Logan Cunningham, que fez o papel do onipresente narrador em Bastion e agora volta como a voz da consciência da espada Transistor.

Confesso que o narrador de Bastion me agradou mais, especialmente porque a espada de Transistor parece falar demais e em momentos desnecessários – mas ainda não terminei o jogo, então se pá posso mudar de ideia até lá.

Toda essa historinha ae é só pra chamar a atenção pra fofinha arte que o estúdio Supergiant divulgou justamente pra celebrar o lançamento de Bastion: a protagonista mudinha Red, munida de Bastion, confraternizando com seu irmãozão, o também mudo Kid. Já sabe o esquema: clica na imagem pra ver ela maior e usar (ou não, né) como wallpaper.

Abaixo, um trailer bonitão do Transistor pra dar um gostinho do game:

Yoshitaka Amano homenageia a arte de Child of Light – e vice-versa

Por Claudio Prandoni

Nos últimos tempos venho jogando o excelente Child of Light no PS4 e lembrei deste belíssimo vídeo aí acima: ninguém menos que o mestre Yoshitaka Amano criando sua versão para a princesinha Aurora e o louco mundo de magia do RPG de ação e fantasia da Ubisoft.

Nada mais apropriado. Ainda que, compreensivelmente, o trailer não cite que o cara “só” é um dos principais responsáveis pela arte da franquia Final Fantasy – desde os tempos mais primórdios da série o Yoshitaka tá aí -, Child of Light é declaradamente uma homenagem aos JRPGs moleques, de raíz.

Essa arte lindona aí ilustra um pôster que acompanha a edição especial do game. Mesmo vendido apenas via download, em alguns países é possível encontrar essa caixinha que traz o tal pôster, um livretinho de arte, um chaveiro do ~vaga-lume~ Igniculus e, claro, o jogo em si, disponibilizado em código para resgate.

Uma homenagem muito bacana da Ubisoft em um jogo que transborda charme e carisma – inclusive em português, já que a equipe de localização se entregou ao trabalho de traduzir para português todos os diálogos preservando as rimas singelas do game em seu idioma original.

Abaixo você pode apreciar a arte na íntegra e é só clicar nela para vê-la em tamanho ainda maior.

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O que é essa trilha do Mario Kart 8?

Por Alexei Barros

Não é novidade alguma que desde o primeiro Super Mario Kart a série de corrida estrelada pelo bigodudo é recheada de boas músicas. Porém, as faixas sempre se caracterizaram pela sintetização. De fato, todas as trilhas da Nintendo eram assim até que Super Mario Galaxy provocou uma revolução interna na Big N com as músicas tocadas por uma orquestra real. Eu só não esperava que essa revolução musical atingisse as pistas do Mario Kart, mais precisamente o Mario Kart 8, o próximo jogo da série que vai sair dia 30 de maio de 2014.

O embasbacante trailer recentemente revelado (vídeo abaixo) já prometia muito pela efervescência das músicas. Bem como aconteceu com o Super Mario Galaxy 2, sabe se lá como a trilha sonora vazou dia desses no YouTube e pode ser ouvida na íntegra. E já adianto: é espetacular. Uma das melhores trilhas da Nintendo nos últimos tempos. Que nada, da história, eu arriscaria dizer.

Até onde se sabe, não há qualquer informação sobre o compositor, detalhe que provavelmente só será possível saber nos créditos do jogo. No Nintendo Direct do dia 30 de abril há um vídeo que mostra os músicos em ação, e me deu a maior alegria reconhecer alguns dos instrumentistas, porque são nomes conhecidos no cenário J-Fusion. Na bateria temos Satoshi Bandoh, do T-Square, que inclusive compôs diversas faixas do Gran Turismo 5. E o Dimension foi representado por dois dos seus três integrantes: Takashi Masuzaki (guitarra) e Kazuki Katsuta (sax).

Abaixo os créditos dos instrumentistas fornecidos pelo vídeo, com links para os respectivos perfis no VGMdb. Pelo currículo de cada um dá para ver que são músicos de primeira grandeza.

Guitarra: Takashi Masuzaki
Baixo: Teppei Kawasaki
Bateria: Satoshi Bandoh
Violão: Tetsuro Toyama
Trompete 1: Eric Miyashiro
Trompete 2: Koji Nishimura
Trompete 3: Sho Okumura
Trombone 1: Yoichi Murata
Trombone 2: Kanade Shishiuchi
Saxofone alto: Kazuki Katsuta
Saxofone alto: Masato Honma
Saxofone tenor: Masakuni Takeno
Saxofone barítono: Takuo Yamamoto
Violino: Hitoshi Konno

Isso por si só não bastaria se as composições não fossem geniais – e não só pela nostalgia envolvida. Falando das minhas (muitas) favoritas, a Intro Theme já é um estouro, com um naipe de metais explosivo, um energético baixo slap e uma guitarra afiadíssima. Como se essa mistura já não fosse fantástica o bastante, há uma alusão ao tema da tela-título do Super Mario Kart assinado pela Soyo Oka.

Daí em diante a coisa esquenta ainda mais. Destaco: Mario Kart Stadium (que empolgava desde o trailer pelo combo metais e baixo marcado), Dolphin Shoals (no solo de sax com o sopro inconfundível do Kazuki Katsuta), Mount Wario (só os metais já são espetaculares, daí me colocam o violino?), Bowser’s Castle (música surpreendentemente pesada para um jogo da Nintendo, coisa que só me lembro de ter ouvido antes na história nintendista no F-Zero X), N64 Rainbow Road (nova e magnífica interpretação do tema que já havia despontado no trailer) e muitas outras.

Agora faça o favor de conferir a trilha completa por meio da playlist abaixo caso já não tenha feito. E se ouviu, escute de novo:

Agradecimentos pelas dicas dadas pelo Fabão e Rafael Fernandes.

Concerto de 30 anos de Nobunaga’s Ambition celebra a riqueza musical da série

012

A série Nobunaga’s Ambition já foi apresentada nos concertos Orchestral Game Concert 2 (1992) e 3 (1993). Os segmentos da franquia foram regidos pela própria compositora Yoko Kanno

 Por Alexei Barros

Enquanto no Ocidente os concertos dedicados a uma série específica vão de Final Fantasy a Zelda sem muitas variações, no Japão há espaço para outras franquias, como Ace Attorney, Monster Hunter e até Phantasy Star. A mais recente série a entrar nesse rol é a magnânima saga Nobunaga’s Ambition (Nobunaga no Yabou no Japão).

Das 22 músicas tocadas, sete foram assinadas por Kousuke Yamashita

No dia 29 de março (olha a demora para fazer o post de novo), o Yokohama Minato Mirai Hall em Kanagawa foi o palco do concerto comemorativo de 30 anos da longeva série estratégica da Koei. A apresentação foi prestigiada pelo criador de Nobunaga’s Ambition e atual presidente da produtora, Youichi Erikawa, que também é conhecido pelo pseudônimo Kou Shibusawa.

A diferença do Nobunaga’s Ambition para essas outras séries é que ela já tem uma história em concertos de games. Nos cinco Orchestral Game Concert, Nobunaga’s Ambition e outras franquias da Koei dividiram o repertório com jogos da Nintendo, Square e Enix. Além disso, a série possui uma discografia muito vasta e de altíssima qualidade, com álbuns orquestrados desde o final dos anos 80 com a maestria da Yoko Kanno, que anos depois se consagraria como uma compositora de animes, com músicas nos mais variados estilos. Infelizmente, a Yoko Kanno não esteve presente, mas o primeiro ato do concerto foi dedicado em sua maioria às composições dela, como a icônica fanfarra de abertura “Overture ~Nobunaga’s Ambition~”. Já o segundo ato foi praticamente dominado pelas músicas do genial Kousuke Yamashita, que inclusive foi o maestro do espetáculo, conduzindo a Kanagawa Philharmonic Orchestra.

O concerto teve algumas surpresas, não se limitando à série Nobunaga’s Ambition. Foi tocado ainda o tema principal de Sangokushi (conhecido no Ocidente por Romance of the Three Kingdoms), além de “Dream of the Wanderer” (Genghis Khan II: Clan of the Gray Wolf) e a  “Geten no Hana ~ Amor” (Geten no Hana). Essa última música inclusive foi interpretada em português pela Grace Mahya, que também toca piano nessa canção.

Ayaka Hirahara roubou a cena do espetáculo, cantando duas músicas – uma delas sem relação com a série Nobunaga’s Ambition

Outra artista que participou do espetáculo foi a Ayaka Hirahara, que os fãs do Okami já puderam conhecer pela performance da “Reset”. No concerto de Nobunaga ela cantou a “Shine -Mirai He Kazasu Hi No You Ni-”, uma versão lírica estendida da “Overture ~Nobunaga’s Ambition~”. Até onde eu sei, essa releitura não foi feita para algum jogo da série, mas sim foi apresentada como uma nova música como parte do repertório da cantora.

Além dessa, a Hirahara cantou a “Jupiter”, originalmente uma peça orquestral da suíte The Planets do compositor inglês Gustav Holst. Sem relação com Nobunaga’s Ambition, a versão lírica dessa faixa foi a responsável por catapultar a carreira da cantora, que a partir de então se notabilizou por interpretar diversas releituras de músicas eruditas. Por fim, vale destacar a performance especialíssima no shakuhachi de Gazan Watanabe, que já havia tocado nesses álbuns orquestrados de estúdio, como o  Nobunaga no Yabou: Zenkokuban / Sangokushi, de 1989.

Como sempre, fica a torcida para o lançamento do concerto em CD, o que não parece improvável, considerando a dedicação e tradição da Koei em álbuns de game music – não por menos, em dezembro de 2013 saiu a caixa Nobunaga’s Ambition 30th Anniversary CD Box, com 14 CDs.

Segue abaixo o set list tocado no espetáculo. Eu se fosse você conferia algumas dessas músicas. Fico devendo apenas o tema principal do Sangokushi, já que o nome da faixa não bateu com o álbum da trilha correspondente.

Gazan Watanabe (direita) participou de vários álbuns da série com o seu shakuhachi

Ato I

01. “Overture ~Nobunaga’s Ambition~” (Nobunaga no Yabou: Zenkokuban)
02. “Opening ~Rival Chiefs Rising to Action~” (Nobunaga no Yabou: Sengoku Gun’yuuden)
03. “The Beacon” (Nobunaga no Yabou: Bushou Fuuunroku)
04. Prologue to the Supreme Ruler (Nobunaga no Yabou: Haouden)
05. The Hawk of Turbulent Times (Nobunaga no Yabou: Tenshouki)
06. “Main Theme” (Sangokushi)
07. “Opening” (Nobunaga no Yabou Online)
08. “To Distant Friends” (Nobunaga no Yabou: Sengoku Gun’yuuden)
09. “Dream of the Wanderer” (Genghis Khan II: Clan of the Gray Wolf)
10. “Geten no Hana ~ Amor” (Geten no Hana)

Ato II

11. “Neverending Dream, Heat Haze (Shikoku)” (Nobunaga no Yabou: Shouseiroku)
12. For a Glorious Tomorrow (Siege Battle · Medium) (Nobunaga no Yabou: Reppuuden)
13. Field of Evening Calm -Ending- (Nobunaga no Yabou: Ranseiki)
14. “Land of Profusion -Opening-“ (Nobunaga no Yabou: Soutenroku)
15. The Path of Righteousness Pierces the Sky -Supreme Ruler Theme (Nobunaga)- (Nobunaga no Yabou: Tenka Sousei)
16. Trace of Light of the Warrior -Ending- (Nobunaga no Yabou: Kakushin)
17. Thoughts of Different Possibilities -Initialization- (Nobunaga no Yabou: Tendou)
18. “Shine -Mirai He Kazasu Hi No You Ni-“ (álbum What I am)
19. “Wind of Ambition” (Nobunaga no Yabou: Souzou)

Bis
20. “Jupiter” (álbum Odyssey)
21. “Rebirth” (Nobunaga no Yabou: Souzou)
22. “Overture ~Nobunaga’s Ambition~” (Special Edition) (Nobunaga no Yabou: Zenkokuban)

Composição: Yoko Kanno (01~06, 08, 22), Kenji Kawai (07), Shinichiro Kawakami (09), Shin-ichiro Nakamura (10), Kousuke Yamashita (11~17), Ayaka Hirahara e Yoko Kanno (18), Masako Otsuka (19, 21), Gustav Holst (20)
Arranjo: Kousuke Yamashita (22)
Letra: Ayaka Hirahara (18, 20)

Grace Mahya fez uma improvável participação sentada ao piano, cantando uma música em português

[via Famitsu, 4Gamer.net, Game Watch]


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