Arquivo de setembro \21\UTC 2013

Symphonic Selections: segmento de Zelda: The Wind Waker terá 20 minutos; novidades de Super Metroid e Shadow of the Colossus


Por Alexei Barros

Dia 22 de novembro acontece um novo concerto de games na Alemanha, o Symphonic Selections, que inclusive será transmitido ao vívo em vídeo, como aconteceu em outras oportunidades. Regida por Wayne Marshall, a récita será tocada pela competente WDR Radio Orchestra Cologne e contará com a apresentação de Isabel Hecker e Nicolas Tribes. O espetáculo promete trazer belas partituras, entre reprises, atualizações e novidades completas. De acordo com o produtor Thomas Boecker, a maioria dos arranjos inéditos já está pronta.

Como era sabido, The Legend of Zelda: The Wind Waker ganharia um arranjo de “pelo menos 15 minutos”. Na verdade, o número referente ao jogo que voltou à baila pela recente remasterização em alta definição para Wii U terá cerca de 20 minutos. Dividido em três movimentos, o segmento preparado por Roger Wanamo contará com a participação do grupo instrumental Spark e promete enfim fazer jus à trilha original, que tem uma pegada bem diferente do restante da série.

Ainda falando sobre a Nintendo, temos o Super Metroid. O arranjo será uma nova partitura de Jonne Valtonen, que já havia feito uma suíte modernista do jogo para o concerto LEGENDS. Como não haverá coral no Symphonic Selections, Valtonen preferiu fazer um arranjo do zero em vez de adaptar a partitura para uma performance apenas da orquestra. Essa promete ser a versão menos controversa do Super Metroid, já que, no concerto Symphonic Legends, o primeiro arranjo foi feito pelo alemão Torsten Rasch e causou muitas discussões justamente por adotar o estilo modernista. Vamos ver como será essa terceira versão do Super Metroid que vai somar cerca de 8 minutos de duração – promete ser uma viagem extensa por diferentes áreas do Planeta Zebes.

Eu disse que não vai ter coral. Por isso também a “Galactic Suite” do Super Mario Galaxy, que usava coro, foi adaptada para uma versão instrumental. Então mesmo quem já conhece o número do Symphonic Legends, pode ficar na curiosidade para saber como ficou essa adaptação.

Por fim, o arranjo de Shadow of the Colossus também ficará sob os auspícios de Jonne Valtonen. Quem se lembra do tema de encerramento do jogo, “Epiloque (Those Who Remain)”, a música tem uma pequena participação do coral, e por isso deduzo que o arranjo suprirá também essa ausência. Ainda na época do Symphonic Fantasies, ficava imaginando o que o Valtonen não faria com trilhas de jogos fora a Square Enix e a Nintendo que foram já homenageadas, e Shadow of the Colossus não saía da minha cabeça.

Confira a relação de jogos do set list, que contará com outros títulos ainda, caso não tenha acompanhado os posts passados:

– Shenmue – Sedge Tree
– Blue Dragon – Waterside
– Final Fantasy XIV – On Windy Meadows
– Monster Hunter – Proof of a Hero*
– Shadow of the Colossus – Epilogue (Those Who Remain)**
– Super Mario Galaxy – Galactic Suite***
– The Legend of Zelda: The Wind Waker – Concerto for Spark and Orchestra***
– Super Metroid – Into Red, Into Dark***

* © Capcom Co., Ltd.
** © 2006 Sony Computer Entertainment Inc.
*** Courtesy of Nintendo.

Considerações sobre o Video Games Live: Level 3


Por Alexei Barros

Desde novembro de 2011 não faço um post sobre o Video Games Live, afinal não valia a pena repetir as mesmas coisas que cansei de falar em outras oportunidades. O que me motivou a voltar a abordar o VGL foi um fato novo, que me causou suprema estranheza: a notícia de que Tommy Tallarico usaria o Kickstarter para financiar coletivamente o terceiro CD da turnê. Daí eu pergunto: Kickstarter do Video Games Live? Quê? Como pode quase ninguém achar isso estranho?

Como o próprio nome já sugere, o Kickstarter é uma ferramenta bastante útil para dar aquele “pontapé inicial” em um projeto que não conseguiria ser financiado pelos métodos convencionais que exigem grande investimento. Quando o Tim Schafer teve a ideia de usar o Kickstarter para bancar o seu adventure, o projeto foi um sucesso avassalador de arrecadação, atingindo 834% do valor necessário para produzir o jogo. Foi como se as portas se abrissem para qualquer jogo novo que não podia sair do papel por falta de apoio das grandes publishers.

A partir daí, o Kickstarter mostrou também a sua validade para quem já era experiente, mas prefere atuar de maneira independente e quer obter mais liberdade em suas decisões. Com isso, designers de jogos que estavam fora dos holofotes voltaram a dar as caras e séries meio que sepultadas, como Carmageddon, Shadowrun e Tex Murphy, puderam voltar graças ao Kickstarter. Mais incrível ainda, um console surgiu via Kickstarter, o Ouya. Onde eu quero chegar: por um acaso, uma Electronic Arts, uma Blizzard, uma Activision ou uma Nintendo usam o Kickstarter para financiar seus projetos? Óbvio que não. O Kickstarter não é voltado para projetos mainstream ou para alguém esteja já na praça, fazendo sucesso.

Considerando tudo isso, simplesmente não via o menor sentido no fato de o Video Games Live precisar do Kickstarter para financiar o seu terceiro álbum. O VGL não tem nada de independente (por mais ambígua que hoje seja a definição de projeto independente) e tampouco saiu da berlinda desde a primeira apresentação datada de 2005 (e não 2002, como o emblema ao lado sugere, citando o ano de criação da turnê). Ou seja, o VGL se apresenta há oito anos e, segundo o seu próprio site, enchia muitas casas de espetáculo pelo mundo (estranhamente, a informação “Sold lots!”/”Sold out!” de vendas de ingressos foi excluída de praticamente todas as apresentações na tabela de shows do site oficial). Além disso, para completar, já foram lançados dois álbuns do VGL, um em 2008 e outro em 2010, sem depender do Kickstarter ou coisa do tipo. É como se a Nintendo lançasse o Metroid Prime, fizesse o Metroid Prime 2: Echoes graças ao sucesso do original e, do nada, decidisse usar o Kickstarter para bancar o Metroid Prime 3: Corruption.

Ressabiado, muito mais do que o normal, assisto ao vídeo de apresentação do projeto já vacinado com todos os exageros que permeiam o show. Logo no começo do vídeo, Tallarico justifica esse estranhamento natural, falando que a indústria musical está em baixa e as empresas não acreditam que as pessoas  ainda estejam dispostas a pagar por músicas de jogos se elas podem ouvi-las no YouTube ou baixá-las de graça na internet. De acordo com ele, o Video Games Live: Level Two, que corresponde ao segundo CD e primeiro DVD e Blu-ray, só atingiu 75% do valor investido (especialmente porque a gravação em vídeo deve ter sido uma nota). Além disso, ele não queria limitar a qualidade do projeto por causa de um orçamento pequeno. Digamos que essa explicação me convenceu, já que as coisas andam meio difíceis no mercado ocidental de game music – quem sou eu para questionar a viabilidade comercial de um CD desses.

Mas daí chegamos na segunda metade e parte mais crítica deste post, parte sobre a qual me revoltou muito mais do que questionamento do uso do Kickstarter. O projeto do Video Games Live: Level 3 começou no dia 14 de agosto com diversas faixas de preço para os financiadores e as recompensas das mais variadas possíveis. Tudo explicado nos mínimos detalhes: os custos de cada parte inerente à produção do álbum, que, felizmente, será uma gravação em estúdio, sem os gritos fora de hora do Level 2 que não se justificam em um CD; orquestra de 60 a 72 pessoas e coral de 60 ou mais vozes; e um total de 15 a 18 faixas que seriam escolhidas dentre uma vasta seleção de franquias listadas.

Entretanto, os detalhes talvez seja excessivos, com quilômetros de texto, o que pode ter afastado as pessoas mais ocupadas ou impacientes, mesmo com um vídeo procurando esclarecer melhor as coisas. Não sei se foi porque ninguém liga para isso ou ninguém leu (aliás, ninguém lê nada mesmo), mas o que eu quero chamar atenção é para a seguinte frase publicada no primeiro post do projeto: “Cada segmento musical do Video Games Live é pessoalmente arranjado e orquestrado pelos compositores originais e também usa contribuições dos próprios designers de jogo, produtores, desenvolvedores e publishers.”

De cara, antes mesmo das atualizações do conteúdo do álbum, dava para dizer que isso é inviável, simplesmente porque nem todos os compositores de game music sabem arranjar e orquestrar. Aliás, muito poucos. Para citar alguns nomes: é extremamente raro ver o Nobuo Uematsu fazer arranjos para orquestra; isso só aconteceu, até onde eu sei, no Orchestral Game Concert 2.  Da mesma forma, não me recordo de o Koji Kondo orquestrar músicas, e é por isso que quem cuida dessa área nos jogos recentes do Mario e Zelda é o Mahito Yokota. Sendo mais rigoroso, é um absurdo o Tetris estar na lista de jogos representados do CD e falar que o compositor original do título vai arranjar pessoalmente o segmento, porque a “Type A” é uma música folclórica russa. “Larga a mão de ser chato”, você pensa. Mas o texto diz “cada segmento” e não “a maioria dos segmentos”. Ah, se Tetris fosse o único problema…

Na sexta atualização, foi postado um mock-up do arranjo do Street Fighter II, que já é conhecido da turnê e inclusive estreou no Brasil em 2010, em meio aos berros da torcida para o Blanka vencer as lutas. Quem compôs as músicas do Street Fighter II foi a Yoko Shimomura. Que participação ela teve nesse arranjo? De novo: “cada segmento musical do Video Games Live é pessoalmente arranjado e orquestrado pelos compositores originais…”

Outra atualização duvidosa foi a décima: “Estou orgulhoso em anunciar que o Shadow of the Colossus e o Beyond Good & Evil vão ser parte do Video Games Live Level: 3. Ambos os arranjos são completamente exclusivos do Video Games Live e esta vai ser a primeira e única gravação profissional dessas versões! Nós trabalhamos exclusivamente com ambos compositores para criar arranjos únicos que capturam a essência de cada projeto.” Aqui não é nem o caso de questionar a participação dos compositores originais – até porque, o Tommy Tallarico se encontrou pessoalmente com o Kow Otani em 2009 no Japão –, mas o completo exagero sobre o arranjo do Shadow of the Colossus, que também não é inédito e estreou justamente nessa apresentação em Tóquio em 2009. Eu não chamaria uma colagem simples de duas faixas, com uma terrível transição entre elas e com a mesma instrumentação das originais, de “arranjo único”. Questão de opinião.

Mas nada se compara com a 13ª atualização, que vai de encontro àquela frase já repetida. “Esta é a primeira vez que este arranjo vai ser ouvido por qualquer pessoa no mundo…incluindo a Nintendo. Minha esperança e sonho é que esse projeto seja financiado para que possamos mostrar esse arranjo à Nintendo para uma possível inclusão na nossa turnê e no álbum. Eles ainda não me deram a permissão até este momento (já que eles ainda precisam ouvir!) e absolutamente não há garantia que o arranjo vai entrar no projeto final.” Se é que preciso questionar: como que o Koji Kondo arranjou pessoalmente se a Nintendo não ouviu? “Você leva tudo a ferro e fogo”, você questiona novamente. Mais uma vez: “Cada segmento musical do Video Games Live é pessoalmente arranjado e orquestrado pelos compositores originais e também usa contribuições dos próprios designers de jogo, produtores, desenvolvedores e publishers.” Essa não é uma frase dita por alguém que se empolgou, mas se confundiu. É uma afirmação que deveria ser proferida com plena garantia de realização.

Não obstante, justiça seja feita: o arranjo do Super Mario World é o primeiro em muitos anos que remete aos primórdios do VGL (2005~2007, mais ou menos). Nessa época, parecia haver um padrão de qualidade muito maior das partituras, com arranjos mais elaborados, haja vista o arranjo do Sonic do Richard Jacques, tocado desde a estreia em 2005. Como cansei de dizer, muitos segmentos recentes pecam pelas transições grosseiras ou então reciclam arranjos já existentes, como Metroid e Chrono Trigger e Cross. Salvo alguma transição um pouquinho mais abrupta ou outra, devo reconhecer que esse medley do Super Mario World é competente, seja lá quem tenha feito – a única certeza é que não foi feito pelo Koji Kondo.

Se você sobreviveu por aqui, meus parabéns, porque acabaram as ponderações mais contundentes – isso que nem entrei no mérito de o Tallarico exaustivamente citar todos os seus feitos e pioneirismos na indústria de games nos posts do Kickstarter. Só me chamou a atenção, mesmo com os milhares de fãs, a fama do VGL e a capacidade de aliciar pessoas do Tallarico, a imensa dificuldade de conseguir arrecadar os US$ 250 mil necessários para o projeto, que, segundo ele, ainda não bancam todas as despesas. O valor só foi alcançado a menos de 48 horas do prazo final, que é hoje, dia 13 de setembro. Enquanto isso, guardadas as devidas proporções e diferenças de propostas, o Kickstarter do Mighty No. 9, novo projeto do Keiji Inafune, alcançou a meta de US$ 900 mil em apenas dois dias e provavelmente vai quebrar o recorde de arrecadação do adventure do Tim Schafer de mais de US$ 3 milhões. Na semana passada, confesso ter achado que a meta não seria alcançada, o que seria um vexame de proporções cavalares. Fiquei com a impressão que, no início, o projeto foi tocado sem muita preocupação, na confiança de que seria pago em pouco tempo e, na base do desespero, mais para o término do prazo, várias atualizações foram feitas na correria.

Por fim, lamento que tantas pessoas vejam esse terceiro álbum como algo inovador e promissor; não tenho o mesmo otimismo, considerando que os dois primeiros CDs não foram grande coisa, apenas álbuns que você escuta e não fica com vontade de ouvir de novo, o que é diferente de outros discos com músicas orquestradas muito mais competentes e caprichados por aí.

“Guardia Millenial Fair” – Chrono Trigger (Collarblind)

Por Alexei Barros

Com a imensa quantidade de fãs do Chrono Trigger (que mesmo assim parecem não ser expressivos o bastante para a Square Enix querer fazer uma sequência), é gigantesco o número de músicos na internet apresentando suas próprias versões das faixas do jogo, sejam bandas ou orquestras.

Mas sem precisar depender de outras pessoas, o brasileiro André Colares fez um vídeo no formato “banda de homem só” da nostálgica “Guardia Millenial Fair”, tocada no Chrono Trigger assim que o protagonista acorda e sai de casa.

O André não se limitou a mostrar sua versatilidade na baixo, bateria, bandolim, melódica e o que mais vier, mas ainda reproduziu a música com perfeição, com direito às palmas e os dizeres “ah!” já presentes na original. Além disso, mais para o final, ele adicionou uma guitarra, dando um toque diferente para a performance. E ficou simplesmente fantástica! Um vídeo montado assim também permite visualizar melhor todos os timbres dos instrumentos na composição sintetizada do Yasunori Mitsuda.

E se para você soou familiar o nome do André Colares, você tem boa memória: não bastasse tocar toda essa pletora de instrumentos, ele foi o responsável por aquele arranjo sintetizado sinfônico com as músicas do Metal Gear de MSX que postei ano passado.

No final do vídeo o André deixa uma mensagem escrita, avisando que este não será o único vídeo e e até já anunciando a próxima. No aguardo!

Press Start 2013: do início ao fim, só no vale a pena ouvir de novo


Por Alexei Barros

Apenas para deixar registrado e não se fala mais nisso: dia 30 de agosto o Tokyo Metropolitan Art Space sediou a realização do Press Start 2013, oitava edição da série japonesa de concertos. Como já adiantado nos posts anteriores, neste ano a equipe organizadora decidiu fazer algo não muito empolgante: dedicar o set list todo às reprises. Para quem não esteve lá ao vivo, realmente não é nada animador. Sob a batuta de Taizo Takemoto, a Tokyo Philharmonic Orchestra tocou as dez faixas mais votadas do público em ordem crescente e mais quatro segmentos adicionais. Tinha a expectativa de que pelo menos os dois números do bis fossem inéditos, mas também foram desanimadores repetecos.

Para não ficar muito repetitivo, o post vai ser menor do que o dos anos anteriores. Apenas algumas poucas observações após o set list.

Ato I

01. Super Mario Bros.: “Overworld” ~ “Underwater” ~ “Underworld” ~ “Overworld” (2009)
02. [10º] Kirby’s Dream Land: “Title” ~ “Green Greens” ~ “Float Islands” ~ “Sweet Potato Shooting” ~ “King Dedede’s Theme” ~ “Ending” (2009)
03. [9º] Xenogears: “Knight of Fire” ~ “In a Prison of Peace and Regret” ~ “Flight” (2011)
04. [8º] Okami: “The Beginning” ~ “Ryoshima Plains II” ~ “Reset” ~”Thank You” Version~ (2009 e 2011)
05. [7º] Legend of Mana: “Legend of Mana ~Title Theme~” ~ “Colored Earth” ~ “Hometown Domina” ~ “Ruined Sparkling City” ~ “Song of Mana ~Opening Theme~” (2012)
06. [6º] Baten Kaitos: “To the End of the Journey of Glittering Stars” (2008)
07. [5º] Mother Medley: “Eight Melodies” (Mother) ~ “Eight Melodies” (EarthBound) ~ “Snowman” (Mother) ~ “LOG-O-TYPE” ~ “Porky’s Theme” ~ “MOTHER 3 ‘Love Theme” (Mother 3) (2006)

Ato II

08. [4º] Wild Arms: “Wild Arms 2nd Ignition” Medley (Intro) ~ “Battle vs Lord Blazer” (Wild Arms 2) ~ “Into the Wilderness” (Wild Arms) ~ “First Ignition” (Wild Arms 2) (2008 e 2010)
09. Rhythm Heaven: “Ninja” (2009 e 2010)
10. [3º] NieR: “Shadowlord” ~ “Emil” ~ “Kainé” ~ “Song of the Ancients” (2011)
11. [2º] Chrono Trigger e Chrono Cross: “A Premonition” ~ “Chrono Trigger” ~ “Wind Scene” ~ “Frog’s Theme” ~ “Decisive Battle with Magus” ~ “Epilogue ~ To Beloved Friends” (Chrono Trigger) ~ “Frozen Flame” ~ “Marbule: Home” ~ “Scars of Time” (Chrono Cross) (2010)
12. [1º] Xenoblade Chronicles: “Xenoblade” ~ “Gaur Plains” ~ “Mechanical Rhythm” ~ “Riki the Legendary Hero” ~ “Sator, Phosphorescent Land / Night” ~ “Those Who Bear Their Name” ~ “Confrontation with the Enemy” (2011)

Bis

13. Final Fantasy X: “At Zanarkand” (2009 e 2010)
14. Monster Hunter: “Proof of a Hero” (2006 e 2008)

– Tirando o Super Mario Bros., que abriu o concerto, o segmento interativo do Rhythm Heaven, “At Zanarkand” e “Proof of a Hero”, o programa segue a ordem dos números favoritos do público japonês como detalhei acima. Fiquei um pouco surpreso por Xenoblade Chronicles na liderança, porque o jogo é recente e os japoneses costumam ser nostálgicos nessas votações. Fora isso, o Yasunori Mitsuda aparece duas vezes na lista, com Chrono em segundo e Xenogears em nono, assim como a Yoko Shimomura com Legend of Mana e Xenoblade Chronicles (este com outros compositores).

– De última hora, a sueca Sofi Persson não pôde comparecer para cantar a “Song of Mana ~Opening Theme~” do Legend of Mana, como ela fez no Press Start 2012. Em vez de improvisar com outra artista, a performance foi instrumental, só com a orquestra.

– De resto, foram todas aquelas participações especiais já previstas: Hide-Hide (Okami), Emi Evans (NieR), Manami Kiyota e ACE (Xenoblade Chronicles), Akihiro Hayakawa (Wild Arms), além do Haruo Kubota (violão) e Vagabond Suzuki (contrabaixo).

– Diferentemente dos anos anteriores, parece que não houve bate-papos com os compositores originais. Pelas fotos, não vi ninguém de diferente.

– Espero que a apresentação tenha servido para gravarem um CD, já que o último, Press Start the 5th Anniversary,  foi lançado lá em 2010. E, por favor, que no próximo ano compensem essa avalanche de repetecos só com novidades.

[via Famitsu]


RSS

Twitter

Procura-se

Categorias

Arquivos

Parceiros

bannerlateral_sfwebsite bannerlateral_gamehall bannerlateral_cej bannerlateral_girlsofwar bannerlateral_gamerbr

%d blogueiros gostam disto: