Archive for the 'Mobile' Category

Uma hora e meia jogando Pokémon Go no Brasil

Por Claudio Prandoni

Certamente você faz parte daquele 99% que já ouviu falar/está louco por Pokémon Go.

Por dois golpes de sorte, consegui jogar o game aqui no Brasil em duas oportunidades no meu celular, um Moto X Play.

A primeira foi bem no dia do lançamento: por aqueles esquemas de baixar o APK e instalar direto no celular, sem passar pela Google Play Store, algo que o próprio sistema permite.

Fiz o tutorial sem problemas, capturei um Charmander sem querer (queria o Bulbassauro) e ainda um Doduo e um Zubat (esses por querer mesmo). Fiquei meio perdido com o fato de o lance da realidade aumentada não ter funcionado no meu celular.

Achei que o problema fosse justamente por conta de o game não ter saído oficialmente por aqui, mas vi casos de pessoas aqui no Brasil jogando e conseguindo usar a câmera e também de pessoas nos EUA, onde o jogo já saiu, não conseguindo utilizar a realidade aumentada.

De fato, Pokémon Go é um jogo ainda de muitas dúvidas, dentro e fora do jogo em si.

Como, por exemplo, no último domingo, quando na virada para segunda-feira o jogo funcionou por mais uma horinha na qual consegui jogar.

Teste de servidor? Vacilo da Niantic e da Nintendo? Outra coisa? Minha aposta vai pra primeira opção.

Nessa segunda ocasião consegui testar melhor o lance de andar pelo mapa e interagir com os PokéStops, pontos especiais do mapa em que você pode ganhar itens e afins.

Ah, capturei mais um Zubat também e pude conferir, por exemplo, que o prédio da FIESP, na Avenida Paulista, é um dos ginásios do game – já imagino a turba de treinadores fazendo procissão por ali e acampando pra treinar seus monstrinhos de bolso.

Por ora, Pokémon Go segue sem lançamento definido no Brasil. No lançamento, ele saiu nos EUA, Austrália e Nova Zelândia. De lá pra cá, Europa parece ter virado prioridade: já pipocou na Alemanha, Reino Unido, Itália, Espanha e Portugal.

Aproveito pra vender o peixe rapidinho: pelo meu trabalho, lá no UOL Jogos, produzi algum conteúdo sobre Pokémon Go, incluindo esse vídeo aí abaixo, explicando mais ou menos como funciona o jogo.

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Misto de clássico e moderno, Exvius é o melhor Final Fantasy pra celular

Por Claudio Prandoni

Não é um Final Fantasy ~à moda antiga~, mas é de longe o que mais tenho jogado nos últimos tempos – ao menos, claro, até a chegada do boy bandístico Final Fantasy XV.

Exvius já tinha me chamado a atenção durante a E3 2015, quando brilhou de forma tímida, mas cheia de personalidade, dentre a enxurrada de FFs divulgados pela Square Enix na feira.

Em meio a tantos RPGs tridimensionais ainda um tanto quanto desengonçados, Exvius exibia vistosos gráficos 2D, como uma versão turbinada da geração 16-bits, e uma história sem firulas, cheia de cristais protetores, caras malvados de armadura e tal.

No final do ano passado, em um rolê MUITO legal pelo Japão, consegui baixar a versão nipônica do game pro meu celular Android e já fui conhecendo melhor.

Pouco depois, na primeira metade deste ano, ele saiu em teste em alguns países, tipo a Suécia, e pude provar um pouco mais, já agora na versão ocidental.

Por baixo da historinha, rola um ‘gacha’ japonês de raiz, gratuito com itens pra comprar com dinheiro de verdade e vários bonequinhos pra colecionar sendo, claro, os heróis clássicos de Final Fantasy os mais bacanas e cobiçados.

Durante a E3 o jogo foi disponibilizado de vez pelo globo terrestre, incluindo nosso Brasil -sil-sil, e apesar de não contar com legendas em português – shame on you, Squenix – dá pra jogar numa boa.

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Equipe unida e entrosada, sempre em busca dos três pontos (de XP)

Além da trama rolam vários eventos e atividades diferentes pra interagir, evoluir bonequinhos e coletar itens e equipamentos. Digo mais: rolam até algumas summons, com breves CGzinhas impressionantes de ver na telinha do smartphone/tablet.

 

De fato, o fluxo de atividades é tão variado e amigável que dá pra se divertir muito e montar uma equipe de respeito sem gastar dinheiro de verdade.

No momento, por exemplo, tenho um time titular com a dupla Rain e Lasswell (protagonistas de Exvius) acompanhados de Sabin e Terra (FFVI) e Kain (FFIV). No ‘banco’ tenho Cecil versão paladino na minha frente em Edron (FFIV), Fran, Vaan e Penelo (FFXII), Vivi (FFIX), Rydia S2 (FFIV) e um punhadão de ilustres desconhecidos que debutaram no próprio Exvius.

Por ora, aqui no ocidente não há bonequinios de FFVII, VIII e XIII. Meu palpite é que antes de Cloud, Squall e Lightning darem as caras veremos o príncipe Noctis e outros ferinhas do XV aparecendo.

ffexvius

E saiu o jogo de surfe do cara do Final Fantasy

ImagemPor Claudio Prandoni

Desde que o bigodón Hironobu Sakaguchi saiu da Square Enix para fundar a Mistwalker tenho grandes expectativas pelos projetos do cara.

Tá certo que faz tempo que ele não lida diretamente com Final Fantasy, mas sendo o criador da série e tudo mais, é difícil dissociar ele da marca.

Os Blue Dragon foram ok, mas pareceram mais do mesmo naquela vibe Dragon Quest. Lost Odyssey foi na linha Final Fantasy X e desperdiçou grande potencial dos flashbacks de Kain colocando tudo em (ótimos) textos, em vez de CGs ou trechos jogáveis.

The Last Story é outro esquema, é um jogo que realmente repensa o JRPG e não fossem os fatos de sair apenas para o Wii e em um estágio tão terminal da vida do bichinho ganharia muito mais atenção.

Por isso mesmo fiquei com as anteninhas de vinil afinadas para checar o Party Wave, primeiro jogo de Sakaguchi-san para o iOS e ainda por cima de uma de suas grandes paixões: o surfe! Não à toa, há anos que ele vive no Havaí, pegando altas ondas e pá.

Party Wave saiu nesta semana para iPod, iPhone e iPad. E ainda não me decidi se curti tanto. Por um lado, é um jogo de carisma grande e contagiante, com figuras coloridos, trilha sonora relaxante e até um simpático alien invadindo as ondas. Nada de enredos mirabolantes, apenas sol e curtição ou coisa do tipo.

Por outro, é um jogo que parece mostrar que os produtores japoneses mais das antigas ainda não sacaram muito bem qualé dos jogos mobile. A mecânica simples e repetitiva de guiar surfistas para a onda e depois realizar manobras encontra fim nela mesma e na busca por pontuações mais altas.

Numa época em que títulos como Jetpack Joyride, Temple Run e dezenas de dezenas de outros mostram como revigorar mecânicas repetitivas com power ups e evoluções de nível e habilidades, fica a impressão de que Party Wave chega incompleto, simplório demais pela ingenuidade.

Ainda assim, é um título bonito e perfeito para partidas rápidas que não pesa muito no bolso – sai por 2 dólares. Quem sabe até, tio Sakaguchi não lança aí uns updates com novos modos de partida e outras coisas do tipo para renovar a brincadeira.

A seguir, a Mistwalker já está trabalhando em Blade Guardian e, pelo que entendi, mais quatro jogos para iOS. Quem sabe já não vejamos avanços nestes próximos.


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