Archive for the 'Comerciais gamers' Category

Super Mario Odyssey e a magia jazzística de “Jump Up, Super Star!”


Por Alexei Barros

Neste 27 de outubro, mesmo dia em que saem outros dois pesos-pesados (Assassin’s Creed Origins e Wolfenstein II: The New Colossus), Super Mario Odyssey é lançado mundialmente para Switch em um 2017 que já vem sendo bastante atípico para a Nintendo (Mario e Zelda canônicos no mesmo ano, em menos de oito meses?).

Assim como meio mundo, desde o trailer da E3 2017 fiquei encantado com a “Jump Up, Super Star!”, música jazzística que difere dos padrões da série por ser cantada. Na época, porém, faltavam mais informações a respeito da canção, que felizmente vieram à tona.

No dia 20 de outubro, em mais uma medida fora de seus costumes, a Nintendo lançou a música digitalmente no iTunes em uma versão estendida e de melhor qualidade com direito a back vocals. O site da Nintendo permite baixar a versão convencional, que toca nos trailers.

A “Jump Up, Super Star!” não é composta pelo Mahito Yokota como imaginei de início, mas pelo novato Naoto Kubo. Veja você, um dos primeiros trabalhos dele foi como arranjador da “Final Fantasy VII Suite” com o Shota Nakama da Video Game Orchestra. Na Nintendo, ele já havia participado das trilhas de Super Mario Maker, Captain Toad: Treasure Tracker e The Legend of Zelda: Majora’s Mask 3D.

A cantora, por sua vez, é a americana Kate Davis, que também assina como Kate Higgins. Além de álbuns solo de jazz, ela já participou de alguns álbuns de animes como o VGMdb não me deixa mentir. Aparentemente, Kate Davis nunca fez um trabalho de destaque bombástico e é muito bom que sua voz agradabilíssima seja agora mundialmente conhecida em um jogo da Nintendo tão importante como Super Mario Odyssey.

Também chamo a atenção para uma curiosidade bizarra: a letra da “Jump Up, Super Star!” foi escrita em japonês por Nobuyoshi Suzuki, que atuou em Super Mario Odyssey como designer de som dos personagens. Os versos foram traduzidos para o inglês por integrantes da Nintendo of America. Antes de trabalhar na Nintendo, Suzuki teve uma passagem na From Software, onde compôs simplesmente a obra-prima “Ludwig, the Holy Blade” de BloodBorne e também participou da trilha de Dark Souls III. Fico me perguntando que jogo da Nintendo poderia se beneficiar do talento de Suzuki como compositor dada a genialidade da música avassaladora.

A “Jump Up, Super Star!” realmente caiu nas graças do público e no YouTube é possível ver covers das mais variadas formas. Mas, assim como fiz com o Arms, destaco uma excelente arranjo 8-bit que foi publicado com uma rapidez impressionante, em 23 de junho (ou seja, menos de uma semana depois da E3 2017, que acabou dia 15 de junho). Também coloco aí embaixo o já conhecido comercial com atores que mostram Mario de uma forma mais dançante do que estamos mais acostumados (a não ser por jogos como Dance Dance Revolution Mario Mix). A música da versão nipônica do mesmo comercial é interpretada em japonês por outra cantora, a Aimi Mukohara.

[ATUALIZAÇÃO] A Game Informer publicou uma entrevista com a Kate Davis, na qual ela conta detalhes interessantes sobre a sua trajetória como dubladora (Sakura em Naruto está entre os trabalhos mais conhecidos). O convite da Nintendo foi feito por uma recomendação de amigos e, depois que foi escolhida, Kate Davis ouviu uma versão de demonstração em japonês e fez a gravação baseando-se na partitura. A cantora nem sabia que a música seria usada em um comercial live action.

“Jump Up, Super Star!” (versão completa)

“Jump Up, Super Star!” (versão 8-bit por Bulby)

Comercial americano de Super Mario Odyssey

Comercial japonês de Super Mario Odyssey

[via VGMdb e 4Gamer.net]

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Metroid II chega em preto e branco no 3DS [+trailer retrô]

Por Claudio Prandoni

Amanhã a loja online do Nintendo 3DS, a famigerada eShop, recebe um dos jogos mais esperados de minha parte: Metroid II.

Um bocado obscuro e relegado a segundo plano, o jogo é crucial para a trama da franquia, já que explica como Samus destruiu QUASE todos os Metroids – e virou mãe de um fofucho nenê Metroid.

Pena que não é o lendário update para Game Boy Color, todo colorido e mais bonito. Quem me dera também houvesse uma atualização com função de mapa, que ajudaria um bocado. Mas já tá valendo, claro!

Caso você seja um ainda ressabiado dono de Nintendo 3Ds, vai na fé que esse daí é porreta demais.

De brindz, logo acima um divertidíssimo comercial japonês com estilo HQ de quando o game saiu para o Game Boy original, em 1991.

Comerciais gamers: Mario & Sonic at the London 2012 Olympic Games

Por Alexei Barros

Só mesmo um jogo improvável como Mario & Sonic at the London 2012 Olympic Games para me animar a reatar a moribunda categoria Comerciais Gamers. Espero quem por serem vídeos novos fiquem mais tempo no ar.

Eu disse improvável? Será o terceiro jogo esportivo entre mascotes outrora rivais, mas a velha mania de colocar os personagens interpretados por pessoas vestindo as fantasias continua. E as situações pitorescas também.

Para agradar todo mundo foram feitos dois finais diferentes:

Final do Sonic:

Final do Mario:

Comerciais quase gamers: Street Fighter de quinta categoria

Por Alexei Barros

Às vezes vejo comerciais na televisão que me fazem questionar os filtros qualitativos de determinadas emissoras pelas imagens em baixa resolução, iluminação inadequada ou garotos-propaganda sem a menor intimidade com as câmeras. Sempre dá para piorar.

Como vídeo cômico, o comercial já seria tosco, mas, acredite-se quiser, tal porcaria passou na TV, pelo comentado na página do YouTube, no sul de Minas Gerais. É velho, talvez muitos tenham visto.

É de uma loja de informática que simulou uma luta do Street Fighter II com dois lutadores engravatados, lembrando os gráficos digitalizados de Mortal Kombat (Toasty!). Não que tenha a ver uma coisa com a outra. A magazineluiza com Street Fighter. Street Fighter com Mortal Kombat.

Dica do espião 00Agent.

P.S.: Este é o post de número 2000 do Hadouken. \o/

Comerciais quase gamers: Cello Hero

Por Alexei Barros

Se me perguntassem o que acho do fim de Guitar Hero eu diria: “já foi tarde”. Meu insólito paladar musical nunca esteve em consonância com o repertório ocidentalizado da série – poderia arrolar dezenas de faixas guitarrísticas japonesas, de games ou não, que cairiam bem. Compreensível, contudo.

Mas como ninguém questionou vou poupá-lo de mais explicações (depois do parágrafo anterior, pouca a minha cara de pau). Prefiro respeitar a dor dos aficionados, em especial dos jogadores que choraram madrugada adentro tentando seguir a “Free Bird” no Guitar Hero II.

Antes que o inesperado desfecho fosse anunciado, a Fiat produziu um comercial que alude à essência da mecânica dos jogos musicais de acompanhar o ritmo da canção com o apertar de botões, fórmula inegavelmente popularizada por Guitar Hero. Os carros coloridos trafegam fazendo as vezes das esferas, e o jogador, por assim dizer, toca um instrumento incomum para o gênero, o violoncelo. O que tudo isso tem a ver com videogame, Guitar Hero, carros, bravura e o Fiat Bravo 2011? Não sei. A própria página do YouTube em que o vídeo foi publicado sugere que a ideia foi inspirada no popular “Rock Band Traffic”.

Comerciais gamers: Killzone 3 em português do Brasil

Por Alexei Barros

Antevendo a chegada de Killzone 3 no dia 22 de fevereiro, tomei vergonha na cara e completei Killzone 2, mesmo que a sequência tenha saído em 2009, para poder finalmente “terminar a luta”, como diria Halo 3.

Liberto das mazelas primárias do predecessor do PlayStation 2, tais quais trocas bisonhas de texturas nos inimigos, linhas brancas nos cenários e defeitos hediondos da física ragdoll dos adversários, é um FPS com ares de superprodução que deu continuidade às virtudes estabelecidas no primeiro jogo. Em especial, a direção de arte fabulosa, a animação da recarga de munição e o visual bacana dos armamentos. As armas novas, a exemplo da Boltgun e Flamethrower, são aditivos interessantes, pois é recompensador torrar ou flambar soldados Helghast desbocados.

Além do suporte ao 3D e ao PlayStation Move, a maior novidade do Killzone 3 é a opção (não obrigatoriedade) de jogar com dublagem e legendas em português do Brasil, e sempre quando isso acontece é digno de atenção nesta moribunda categoria “Comerciais Gamers”, que só não é mais ativa porque os vídeos têm a péssima mania de evaporarem do YouTube.

Já nesse trailer é possível perceber que as linhas de diálogo preservam os palavrões do original vertidos para o nosso idioma em uma quantidade digna de alguns podcasts brasileiros de games. O problema é que o resultado não ficou convincente, não simplesmente pelo português, mas pela interpretação artificial. Outra coisa que me incomodou, se não me enganam as minhas parcas lembranças gramaticais, na frase “Em três horas, minhas forças vão subjugar eles…” escutada em 0:40, o correto é “subjugá-los”, por mais que prevaleça o coloquialismo, já que “eles” não pode ser objeto direto, mas quem sou eu para reclamar disso.

Comerciais gamers: Donkey Kong Country Returns

Por Alexei Barros

Fico muito contente com DKC Returns porque a franquia símia finalmente volta a ter a relevância da época do Super Nintendo. Prova disso é a realização de um evento dedicado ao jogo no último domingo no Zoológico de São Paulo que contou com um público expressivo.

Ainda não joguei, mas pelas experiências e demonstrações dos colegas hadoukenianos, é, enfim, o título que atende aos órfãos das macacadas em progressão lateral – eu já estava cansado de meras adaptações da trilogia original para portáteis.

Para coroar o retorno de Donkey Kong ao estrelato, publico um comercial que vi dublado na TV a cabo (abaixo o áudio original, em inglês). Não é tão fantástico quanto uma propaganda produzida no Brasil, mas mostra o espaço que o personagem recuperou na mídia.


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  • RT @FabioSantana79: Protip: para quem quiser consultar algo daquela relíquia, ainda tem cópias das páginas no Internet Archive. ^__~ Assim… 8 hours ago
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