Seis meses depois… eis que chega Azure Striker no Brasil!

ブラジル発売

Por Claudio Prandoni

Demorou, bem mais do que devia, mas chegou – ou melhor, vai chegar. No próximo dia 19 de fevereiro sai no eShop brasileiro do 3DS o Azure Striker Gunvolt, por modestos R$ 39.

Melhor ainda que é o serviço completo, já que vem o jogo junto com o spin-of kawaii Mighty Gunvolt e seu respectivo DLC, por dez pila e sete reais cada, respectivamente.

Mas, na boa, por que demorou tanto? Já perguntei mais de uma vez pra Inti Creates, mas até agora nada. Tenho esperança que agora, com o lançamento brazuca confirmado, eles compartilhem um pouco mais de informações, mas meu palpite vai para algum problema com relação à Classificação Indicativa.

Pra ser bem sincero, meu palpite mesmo é de que o estúdio sequer se ligou que isso existia e era necessário para lançar um jogo por aqui. Não culpo: caso seja isso mesmo, a culpa tem que cair na conta da Nintendo, que provavelmente não deu o suporte necessário – ainda mais para um estúdio pequeno que só tem escritório no Japão e mesmo para lançar coisas nos EUA leva algum tempo/burocracia.

Enfim, não é um post de caça às bruxas, mas também não acho justo deixar passar batido mais uma potencial amostra do quão ausente era a Nintendo mesmo quando dizia que estava ~oficialmente~ por aqui. Pior que com a tal saída oficial nem rola mais uma assessoria para tentar conseguir algumas respostas oficiais…

Em tempo: já está disponível no eShop a versão digital de Legend of Zelda: Majora’s Mask 3D que, pra lá de erroneamente, é indicado como um jogo disponível “em lojas e para download”. Mentira. Ainda outro dia a própria Nintendo anunciou a saída do mercado e que isso resultaria no fim da distribuição oficial de produtos em lojas físicas.

Descaso, então? Provavelmente – e de novo. Descaso que deve justificar também o alto preço de R$ 150. Antes até era lá compreensível o preço em par com as contrapartes em cartuchos nas lojas, mas, se não há mais cartuchos, por que então não oferecem um preço mais camarada – como, aliás, a Capcom fez com Monster Hunter 4 Ultimate, com delicioso preço de lançamento de R$ 80 no eShop.

Tema complicado e nebuloso, como vimos outro dia com a confusão do preço de Mortal Kombat X no Steam, que começou como R$ 220 e, sem nenhuma explicação ou responsável indicado, caiu logo para R$ 99,90.

De qualquer maneira, chega de destilar mal humor. O que importa é que Azure Striker Gunvolt tá vindo ae com um preço bacana e finalmente vai dar oportunidade de mais gente testar um belo herdeiro moderno de Mega Man e muitas de suas vertentes.

Comofas: dicas para comprar Amiibos no Brasil

amiibos

Por Claudio Prandoni

Desde que a Nintendo anunciou suas pequenas figuretas que todos tinham certeza: seria difícil pra dedéu comprar aqui em terra brasilis.

Não bastasse a lesmeira da Nintendo em relação ao nosso país, tratam-se de brinquedos, itens ainda mais difíceis e custoso de importar do que games.

O fim das operações oficiais da empresa no início do ano não mudou muita coisa na prática em relação a essa questão, mas convenhamos que deu uma desanimada ainda maior em que se interessa pelas miniaturas – como este que vos escreve.

De lá pra cá, entre anúncios e lançamentos, dei alguns e contei com a ajuda de amigos para colocar as mãos na maioria dos Amiibos lançados até agora. Outros tantos estão perdidos pelas correntezas dos Correios, enquanto outros ainda vivem nos meus planejamentos, mas por ocasião de um comentário de um amigo achei que seria bacana compartilhar aqui algumas dicas que aprendi neste novíssimo hobby de ~gotta chatch’em all Amiibos~.

  • Pode parecer estranho, mas a maneira mais barata de comprar Amiibos é direto do Japão, especialmente se a ideia for comprar vários de uma vez. O câmbio do iene tem sido mais favorável e o frete do território nipônico para cá não é nada proibitivo. Claro, o real preço a se pagar é a paciência: o pacote demora um tanto para chegar ao Brasil e depois ainda enfrenta os percalços da alfândega brasileira. Há ainda o risco de se pagar alguma taxa pelos bonecos, vale lembrar.
  • Aliás, falando de Amiibos japoneses, eles funcionam de buenas com os games ocidentais. Ainda hoje testei meu Link em Hyrule Warriors e funcionou sem treta nenhuma, habilitando a arma Spinner no jogo.
  • Quando possível, vale contar com o ‘malote amigo’, dos camaradas que viajam para o exterior. Caso o Amiibo seja comprado nos EUA, não esqueça de levar em conta as taxas estaduais e o provável IOF (caso seja comprado com cartão de crédito). O preço padrão de 13 dólares pode parecer assaz tentador, mas considerar o câmbio pouco amigável atualmente e ainda jogar todas estas taxas em cima pode resultar em desagradáveis surpresas na fatura do cartão.
  • Ou seja, Europa então passe longe. Os preços em euros ou libras não são nada simpáticos e o tanto que se paga pelo frente geralmente se equipara ao frete do Japão.
  • As caixinhas dos Amiibos podem ser meio grandes para transportar em malas, mas protegem muito bem as miniaturas. Caso vá tirar do plástico, para ocupar menos espaço, sugiro tratar na base do ‘caso-a-caso’. Kirby, Yoshi e Villager (ou Murabito, em japonês) são figuras bem arredondadas e com poucos detalhes sobressaltados, fáceis de acomodar; casos bem diferentes são Link, Fox, Zelda, Captain Falcon e tantos outros com bracinhos, pernas e espadas em destaque, que podem se quebrar facilmente.
  • Por fim, tenho tido a impressão de que os estoques de Amiibos são muito mais generosos no Japão. Por lá não tenho visto acontecer faltas pontuais de algumas figuras – como rolou com Marth, Villager e Wii Fit Trainer nos EUA.

Em linhas gerais, após alguns diferentes métodos, comprar direto do Japão tem sido até o momento a melhor maneira de comprar Amiibos. A demora é grande para chegar, mas os preços e estoques compensam esse detalhe. Vou até deixar a dica: a loja online LDI Games tem sido uma excelente alternativa. Ela conta com atendentes brasileiros, que podem ajudar a tirar dúvidas e adquirir as figuras sem grandes crises.

A Amazon costuma ser um bom destino também, seja a americana ou a japonesa. A versão nipônica da loja até conta com alguns menus em inglês, mas não é 100%. Ainda assim, o processo é idêntico ao de compra no site ocidental.

Em tempo: em algumas andanças aleatórias pelo centro de São Paulo cheguei a ver alguns Amiibos perdidos, bem escassos mesmo. O preço não empolgava nem um pouco, girando em torno de 100 reais por figura.

Alex Kidd virou tema temático do 3DS no Japão

Por Claudio Prandoni

Na minha eterna (e escassa) vigília por aparições atuais de Alex Kidd, um dos precursores de Sonic no cargo de embaixador da Sega, mais um registro animal, vindo direto do Japão.

Por lá saíram alguns temas de Nintendo 3DS inspirados em consoles da Sega, incluindo, claro, o Mark III, conhecido por aqui no ocidente como Master System.

Totalmente nostálgico, o tema traz a música da primeira fase de Alex Kidd in Miracle World como trilha sonora, os efeitos sonoros de soco ao navegar pelo menu e ainda, claro, o príncipe Alex degustando um apetitoso onigiri (que no ocidente foi transformado em um belo burger). Veja rapidinho no vídeo acima, que mostra um pouco também do tema baseado no Sega Saturn.

Até o momento só saiu no Japão, ao custo de 200 ienes (quase dois dólares), mas quem sabe o tempo seja generoso e ele acabe aparecendo por aqui também.

Ace Attorney do passado é sensação para o futuro

Por Claudio Prandoni

Queria conseguir explicar o quão fenomenal achei o trailer da TGS 2014 de Dai Gyakuten Saiban: Naruhodou Ryuunosuke no Bouken, versão ~histórica~ da série jurídica favorita de todo mundo, mas me faltam palavras para definir com precisão o sentimento.

Talvez seja o visual lindo no 3DS, talvez seja a simples premissa de ver toda a ação dedutiva-investigativa-cheia-de-objeções em um cenário bem diverso – ainda mais com a presença do próprio Sherlock Holmes interagindo com o protagonista.

Aliás, viram também que rapidinho, aos 1:55, aparece um antepassado dos nossos queridos membros da família Payne?

Fica, claro, a torcida para que o jogo chegue ao ocidente em algum momento (meu palpite? Chega no final de 2015 por estas bandas [sim, fui bem otimista]).

Enquanto isso, estou ensaiando me deliciar com Professor Layton Vs. Ace Attorney. Sei lá, acho que a espera foi tanta, a expectativa tamanha que ainda não criei coragem de separar um punhado de horas e cair de cabeça na aventura desde que adquiri o cartucho.

Alguém aí já jogou? Gostou? Comenta aí – mas sem spoilers, plstks.

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Artwork do dia: Zelda Open World já conquistou meu coração

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Por Claudio Prandoni

E o que dizer desta fan art do futuro Legend of “Open World” Zelda que mal conhecemos e já consideramos pacas?

Trabalho em conjunto dos artistas autodenominados Kamifish e Moekki que descobri via All Games Beta.

Em tempo, estou animadíssimo para esse novo Legend of Zelda. Boto fé que Eiji Aonuma e sua equipe vão conseguir levar a cabo a promessa de renovar a série, com estilo mundo aberto ou o que seja, como já bem ensaiaram no maravilhoso Link Between Worlds, do 3DS.

Neste link aqui ó você pode acompanhar minha surpresa quando anunciaram esse novo Zelda, enquanto abaixo tem direto o trailer bonitinho pra você assistir.

O alpha de Destiny e o futuro da E3

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Claudio Prandoni

Nada mais oportuno do que um blockbuster de ficção científica para indicar os rumos do maior show de videogames do planeta.

De uns três anos pra cá, a E3 deixou de vez de ser uma fanfarra única para os visitantes in loco para se tornar uma experiência compartilhada pelo mundo todo, começando pelas hypadas conferências pré-evento e culminando em um sem número de transmissões ao vivo de veículos diversos e, principalmente, das próprias produtoras de games.

A Nintendo, por exemplo, na minha opinião, deu show com sua programação Treehouse Live @ E3, em que um dos departamentos internos mais conceituados do braço norteamericano da empresa mostrou à exaustão e contento os principais títulos da Big N na feira – contando, frequentemente, com a presença de figurinhas consagradas, como Eiji Aonuma e o próprio Shigeru Miyamoto.

Destiny, porém, foi diferente. E não digo pela sua proposta, que para mim soa como um amontoado bem pensado de fórmulas de sucesso como Diablo, Halo e Star War.

O lance diferente foi o alpha, exclusivo para PlayStation 4. Anunciado na conferência pré-E3 da Sony, o teste alpha era aberto para todos os jogadores de PS4: era só cadastrar seu login na PSN em um site lá e você recebia bonitinho o código para jogar o alpha, que durou míseros quatro dias e uns quebrados.

Isso que foi legal: poder jogar algo que, a princípio, estaria só lá na feira, em Los Angeles, em algum cubículo apertado (ou não) super disputado por jornalistas e varejistas do mundo inteiro. Eu não, pude conferir tudo com calma, do conforto do lar, explorando tranquilo, no meu próprio ritmo.

Devo dizer até, jogar o alpha foi crucial para eu definir pela compra do jogo. No PS4, inclusive, onde eu já estava jogando e vendo que funcionava legal. Até então, confesso que estava em cima do muro, não sendo lá muito fã de FPS e menos ainda de mundos persistentes online – mas bem interessado pelo universo sci-fi e disposto a dar uma chance à Bungie.

Durante a semana da E3 ainda, conversando com meu amigo Pablo Raphael, que estava lá em LA cobrindo a feira, foi muito bacana poder conversar sobre a mesma missão que ambos tínhamos jogado: eu na minha casa e ele no glamour da feira. Experiências e visões diferentes sobre um mesmo conteúdo, resultando, na minha opinião, em conhecimento formado mais completo e diverso sobre um jogo tão esperado.

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Enfim, acho que esse breve alpha aponta uma tendência que deve se tornar mais forte nos próximos anos. Já está consolidada a produção própria de conteúdo por parte das próprias desenvolvedoras. Não foi só a Nintendo: Sony, Microsoft, Square Enix, Konami e outras tantas produziram horas e horas de conteúdo sobre seus próprios jogos.

Claro que todo mundo vai tentar puxar sardinha para os seus jogos e tal, mas não deixa de ser uma oferta de acesso direto às empresas e as mentes responsáveis pelos games em exibição.

Nas próximas E3, chuto (e espero) que aumente bastante também a quantidade de demos, alphas e betas disponíveis para a galera em casa testar e tirar suas próprias opiniões. Afinal, se deu tempo de preparar demos para mostrar lá na feira, em teoria a cada ano é mais fácil de pegar esses arquivos e disponibilizar nas redes online dos consoles e afins. Por que não? Dá até pra fazer algum esquema de a demo parar de funcionar após certa data, tal qual o alpha do Destiny.

Artwork do dia: Supergiant Bros.

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Por Claudio Prandoni

Nesta semana saiu pra PC e PS4 o Transistor, segundo jogo do estúdio Supergiant e um sucessor à altura do carisma e qualidade geral de Bastion – lá de 2011.

Bonito e intrigante, cativa pelo esmero na arte e parte sonora, tanto nas músicas quanto na voz de Logan Cunningham, que fez o papel do onipresente narrador em Bastion e agora volta como a voz da consciência da espada Transistor.

Confesso que o narrador de Bastion me agradou mais, especialmente porque a espada de Transistor parece falar demais e em momentos desnecessários – mas ainda não terminei o jogo, então se pá posso mudar de ideia até lá.

Toda essa historinha ae é só pra chamar a atenção pra fofinha arte que o estúdio Supergiant divulgou justamente pra celebrar o lançamento de Bastion: a protagonista mudinha Red, munida de Bastion, confraternizando com seu irmãozão, o também mudo Kid. Já sabe o esquema: clica na imagem pra ver ela maior e usar (ou não, né) como wallpaper.

Abaixo, um trailer bonitão do Transistor pra dar um gostinho do game:


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