O lamen do Hadouken

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Por Claudio Prandoni

Quanta bondade da Capcom: em antecipação à chegada do boladão Street Fighter V, a produtora abre por tempo limitadíssimo (nestas próximas sexta-feira e sábado) um restaurante em Tóquio, no badalado bairro de Shinjuku chamado… Hadouken!

Sim, isso mesmo. Não sei se é homenagem a este humilde blog que vos escreve, mas também não vi a Capcom negando essa possibilidade.

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Talvez seja um cortês galanteio ao iminente aniversário de dez anos do blog, que se completa sóóóó em dezembro.

De qualquer maneira, o ~ramen-ya~ é uma parceria pontual com a rede Kagetsu (nunca experimentei, infelizmente) e vai distribuir lamen de graça!

Pra fechar bonito esse post, o empolgante trailer cinemático-de-abertura-ou-coisa-assim do Street Fighter V:

Consegui meu primeiro troféu de platina!

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Por Claudio Prandoni

Lá se vão quase oito anos desde que os troféus debutaram no PS3, em meados de 2008.

Confesso que nunca liguei tanto pra eles a ponto de me dedicar a conseguir o cobiçado troféu de platina, que exige obter todos os troféus do game – como muita gente realmente faz por aí, inclusive nos Xbox, onde tal ideia nasceu, com os Achievements/Conquistas e tal.

Até então, acho que o mais perto que havia chegado foi em Assassin’s Creed II, em que faltaram apenas dois ou três troféus, mas um deles era conseguir TODAS as penas escondidas pelo jogo que, na boa, é uma tarefa pra lá de hercúlea e ingrata (não há qualquer indicação delas no mapa, tem que achar na marra mesmo).

Ainda assim, 2016 chegou com o meu primeiro troféu de platina!

Aproveitei um período de extenso de folga para me propor esse desafio e escolhi Cavaleiros do Zodíaco: Alma dos Soldados, de PS4, como ‘vítima’.

Boa parte dos troféus exigia apenas completar os principais modos de partida e todos os outros pareciam exigir mais tempo e dedicação do que exatamente habilidade ou sorte para conseguir. Bônus: NENHUM troféu era no modo online, o que acho a maior injustiça quando acontece.

Enfim, lá se foram horas jogando e jogando e jogando. Foi curioso notar como passei a planejar melhor minhas sessões de jogatina, priorizando alguns troféus em relação a outros.

Nos momentos finais de pura emoção e tensão, completar os requerimentos para o ÚLTIMO troféu se mostraram particularmente frustrantes (coletar as cinco últimas frases de ajuda de um total de 179!).

Algumas buscas em fóruns de dicas e coisas do tipo depois, me deparo com um daqueles ~esquemas~ estilo enfrentar o Akuma em Super Street Fighter II. Uns diziam que funcionavam, outros que não – não tinha nada a perder, decidi testar… e funcionou!!!

Talvez soe meio brega, mas ver o troféu de platina pipocar na tela gerou um sentimento misto de orgulho e alívio. Foram quase 50 horas de jogo, até que bastante para um jogo de luta sem aspirações competitivas profissionais.

Durante muito tempo fui contra os troféus. Por muitos bons meses deixei o aviso de troféu desligado, pois sentia que eles acabavam desviando a atenção para o metajogo dos troféus e tirando foco do game em si, fosse sua história ou outros desafios apresentados.

Platinar Cavaleiros foi um ótimo desafio e oportunidade para apagar essa má impressão. Não nego que ainda estou um pouco na fissura dos troféus – penso em nos próximos dias jogar Grim Fandango e já vi em um guia de troféus que não é lá tão complicado fazer 100% nele -, mas dificilmente vou virar um caçador de troféus.

Talvez, quem sabe, daqui algum tempo separar uma outra vítima para platinar e assim levar devagar e sempre…

Boxart do dia: Dai Gyakuten Saiban e a esperança ocidental

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Por Claudio Prandoni

Enquanto degusto calmamente o inabalável e tenro Professor Layton VS Phoenix Wright: Ace Attorney, é impossível não nutrir já um pouco mais o esperançoso hype por Dai Gyakuten Saiban, versão histórica da série que sai em breve nos Nihon Japão para 3DS e por aqui no ocidente sequer possui lançamento – mas boto fé que isso vai rolar na E3 (pfvr plz, Capcom?).

Inside Xbox Brasil #17 (ou falando sobre Mortal Kombat e Sub-Zero na internê)

Por Claudio Prandoni

Não é segredo pra ninguém que sou mega blaster fã de Mortal Kombat.

Com o iminentíssimo Mortal Kombat X o hype não poderia ser diferente e já estou contando nos dedos os dias para o lançamento – e procurando em todos os cantos secretos da carteira por dinheiros para tentar comprar uma das edições especiais do game.

Todo esse meu lado ‘kombateiro’ acabou chamando atenção do Nelson Alves Jr. e a equipe de produção do Inside Xbox Brasil que me deram a imensa oportunidade de contar no programa uma das minhas histórias favoritas: minha biografia juvenil do Sub-Zero!

Leitores mais antigos do Hadouken devem se lembrar dessa parada e ainda tem um update bacana: consegui mostrar a parada para o Ed Boon, com autógrafo e tudo do cara, assim como um tuíte que até hoje não assimilei bem se é realmente de verdade uma realidade verdadeira (is this real life?).

O programa tem ainda trechos de uma entrevista bem bacana com o próprio Ed Boon, quando o cara passou pelo Brasil Game Show, em 2014, assim como um depoimento igualmente único e divertido do bróder Renato ‘RAL’ Almeida e a história do Rafael Carvalho – colega ‘kombateiro’ que montou dois fliperamas em casa.

Clica na janelosa aí acima pra assistir a essa edição especial do Inside Xbox Brasil!

Em tempo, a tal biografia aí do Sub-Zero que cito na entrevista está disponível em versão digital meio capenga na íntegra pra ler/admirar/rir/contemplar AQUI.

Em tempo 2 – a missão: por lá na BGS também tive a oportunidade de entrevistar o Ed Boon junto com a querida Fê Pineda e o resultado tá AQUI Ó.

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Artwork do dia: Alex Kidd & Sega & Capcom All-Stars nos gibis

alexkiddPor Claudio Prandoni

E o pequeno Alex está de volta para mais uma nostálgica aparição na mídia.

Desta vez, o guri é um dos convidados especiais do novo crossover entre Mega Man e Sonic nos gibis americanos.

Chamado de Worlds Unite, o evento reúne várias feras de Capcom e Sega, tanto no profissional quanto no pessoal: Viewtiful Joe, Tyris Flare, Red Arremer, Nights, Amaterasu e até o Billy Hatcher!

O evento começa em maio nas HQs americanas. Ainda que o dólar não esteja nem um pouco favorável, creio que dá para comprar online em aplicativos mobile, ao estilo Comixology e afins.

Bacana ver como outras mídias acabam servindo de oportunidades para relembrarmos de figuras queridas do passado, a exemplo do herdeiro do trono de Radactian.

Não cheguei a ler o primeiro crossover, mas reza a lenda que foi muito bom – tanto que gerou essa continuação. Espero que a nova empreitada seja ainda mais maneira!

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Artwork do dia: PokéSega 3D ClassicsMon

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Por Claudio Prandoni

Enquanto rola um misterioso teaser para o dia 11 de março sobre uma possível colaboração entre Sega e Game Freak (não seria a primeira, nem a segunda…), lembrei desta arte lindona aqui.

Trata-se da capinha do cartucho Sega 3D Classics lançado em dezembro do ano passado no Japão. O detalhe é que o artista é ninguém menos que o Ken Sugimori, notório pelas artes… de Pokémon!

PikachuSugimoriOldSim, ele mesmo que criou aquela arte do Pikachu gordinho que estudos indicam que 9 em cada 8 pessoas preferem – ou não, me perdi nos números.

O cartuchinho aí, aliás, inclui uma leva bem boa de jogos: OutRun, Streets of Rage, Space Harrier…

Muitos deles já foram até lançados no eShop do 3DS nacional, vale MUITO conferir.

São alguns dos melhores jogos para curtir em 3D no aparelho – sem contar o trabalho fenomenal de transcrição dos antigos games de fliperama para um hardware portátil e por precinhos camaradas.

Seis meses depois… eis que chega Azure Striker no Brasil!

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Por Claudio Prandoni

Demorou, bem mais do que devia, mas chegou – ou melhor, vai chegar. No próximo dia 19 de fevereiro sai no eShop brasileiro do 3DS o Azure Striker Gunvolt, por modestos R$ 39.

Melhor ainda que é o serviço completo, já que vem o jogo junto com o spin-of kawaii Mighty Gunvolt e seu respectivo DLC, por dez pila e sete reais cada, respectivamente.

Mas, na boa, por que demorou tanto? Já perguntei mais de uma vez pra Inti Creates, mas até agora nada. Tenho esperança que agora, com o lançamento brazuca confirmado, eles compartilhem um pouco mais de informações, mas meu palpite vai para algum problema com relação à Classificação Indicativa.

Pra ser bem sincero, meu palpite mesmo é de que o estúdio sequer se ligou que isso existia e era necessário para lançar um jogo por aqui. Não culpo: caso seja isso mesmo, a culpa tem que cair na conta da Nintendo, que provavelmente não deu o suporte necessário – ainda mais para um estúdio pequeno que só tem escritório no Japão e mesmo para lançar coisas nos EUA leva algum tempo/burocracia.

Enfim, não é um post de caça às bruxas, mas também não acho justo deixar passar batido mais uma potencial amostra do quão ausente era a Nintendo mesmo quando dizia que estava ~oficialmente~ por aqui. Pior que com a tal saída oficial nem rola mais uma assessoria para tentar conseguir algumas respostas oficiais…

Em tempo: já está disponível no eShop a versão digital de Legend of Zelda: Majora’s Mask 3D que, pra lá de erroneamente, é indicado como um jogo disponível “em lojas e para download”. Mentira. Ainda outro dia a própria Nintendo anunciou a saída do mercado e que isso resultaria no fim da distribuição oficial de produtos em lojas físicas.

Descaso, então? Provavelmente – e de novo. Descaso que deve justificar também o alto preço de R$ 150. Antes até era lá compreensível o preço em par com as contrapartes em cartuchos nas lojas, mas, se não há mais cartuchos, por que então não oferecem um preço mais camarada – como, aliás, a Capcom fez com Monster Hunter 4 Ultimate, com delicioso preço de lançamento de R$ 80 no eShop.

Tema complicado e nebuloso, como vimos outro dia com a confusão do preço de Mortal Kombat X no Steam, que começou como R$ 220 e, sem nenhuma explicação ou responsável indicado, caiu logo para R$ 99,90.

De qualquer maneira, chega de destilar mal humor. O que importa é que Azure Striker Gunvolt tá vindo ae com um preço bacana e finalmente vai dar oportunidade de mais gente testar um belo herdeiro moderno de Mega Man e muitas de suas vertentes.


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