Posts Tagged 'Donkey Kong Country Returns'

Trilha de Donkey Kong Country Returns sai hoje em disco do Club Nintendo

Por Alexei Barros

Um dos muitos posts que devia das trilhas lançadas recentemente era do Donkey Kong Country Returns, mesmo que não assinada pelos mestres britânicos da Rare como na era Super Nintendo. O que me desmotivou, na verdade: a ausência de uma OST oficial, como os rips diretos do jogo não possuem, na maioria dos casos, faixas com os títulos oficiais (exceção quando há Sound Test).

Não tem mais desculpa porque, a partir de 24 de maio, vulgo hoje, o álbum Donkey Kong Returns Original Sound Track pode ser adquirido no Club Nintendo nipônico por 400 pontos (250 se você comprar o jogo). O CD tem 25 faixas, e espero que o encarte traga a autoria detalhada das composições. Além de Kenji Yamamoto, os créditos do jogo têm mais quatro nomes: Minako Hamano, que acompanhou Yamamoto em Super Metroid; Masaru Tajima, que participou de F-Zero: Maximum Velocity e Metroid Prime 3: Corruption; Shinji Ushiroda, que lembrava da Konami e do Enthusia: Professional Racing por músicas como a “High Speed Ground”; e Daisuke Matsuoka, que desconheço seus trabalhos anteriores.

Uma outra novidade do Club Nintendo, esta não-musical, são as carteiras temáticas de Kirby’s Epic Yarn. Entre no Game Watch para conferir as fotos.

[via Tiny Cartridge, Game Watch]

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Comerciais gamers: Donkey Kong Country Returns

Por Alexei Barros

Fico muito contente com DKC Returns porque a franquia símia finalmente volta a ter a relevância da época do Super Nintendo. Prova disso é a realização de um evento dedicado ao jogo no último domingo no Zoológico de São Paulo que contou com um público expressivo.

Ainda não joguei, mas pelas experiências e demonstrações dos colegas hadoukenianos, é, enfim, o título que atende aos órfãos das macacadas em progressão lateral – eu já estava cansado de meras adaptações da trilogia original para portáteis.

Para coroar o retorno de Donkey Kong ao estrelato, publico um comercial que vi dublado na TV a cabo (abaixo o áudio original, em inglês). Não é tão fantástico quanto uma propaganda produzida no Brasil, mas mostra o espaço que o personagem recuperou na mídia.

O inacreditável retorno retrô de Donkey Kong Country


Por Alexei Barros

A conferência da Nintendo na E3 2010 foi um momento de fortes emoções. Muitas. Então vou começar pelo que para mim foi o ápice. Minhas expectativas estavam baixas porque já esperava por uma avalanche decepcionante de tranqueiras casuais (perdão pela franqueza), no instante em que Reggie Fils-Aime, o CEO da Nintendo of America, comentou que o próximo jogo a ser mostrado estava em desenvolvimento pela Retro Studios. Daí começou a tocar uma certa música familiar. Pensei: “ah, não… não me diga que…”

Lá vem o clichê: era bom demais para ser verdade. E era. Um novo Donkey Kong. Um novo Donkey Kong, e 2D, com os mesmos personagens, barris e carrinhos de minas que consagraram a suprema trilogia do Super Nintendo. No final do trailer, mais um sobressalto que confirmava aquilo que sonhava em vão há 14 anos: Donkey Kong Country Returns!

Um delírio que parecia enterrado no momento em que a Rare, a responsável pela trinca, fora adquirida pela Microsoft em 2002, uma compra que, como todos sabem, até o momento não justificou os 375 milhões de dólares desembolsados. Mesmo porque os principais cabeças nem estão mais lá. Sempre me perguntava: será que a Nintendo precisava mesmo da Rare para fazer o Donkey Kong Country 4? Pior! A Rare disse que por ela não haveria problema, claro, imaginando-se para um portátil, em que não vale a exclusividade da Microsoft. A decisão de incumbir a Retro Studios do desenvolvimento é magistral, porque o estúdio californiano que se consagrou com a trilogia Metroid Prime, a despeito de todo o ceticismo antes do primeiro jogo, é perfeito para ocupar o posto de sucessor da Rare, no que diz respeito a uma softhouse second-party de alto nível, capaz de lidar com as poderosas marcas da Nintendo com naturalidade.

Nesse interregno, o personagem que já salvou o panorama nintendístico em duas oportunidades (1981 e 1994) foi relegado a um plano secundário de jogos de propostas alternativas, para não esquecer dos infindáveis adaptações e versões para GBC, GBA, DS e Virtual Console da trilogia. Foram muitos anos de batucadas em bongôs, musicais ou não, ou de títulos que, nem fazendo muita força, como DK Jungle Climber, poderiam se equiparar à relevância que DKC ocupava na geração 16-bits. O único lampejo de aventura foi Donkey Kong 64, que não era Country. Não que Donkey Kong Country Returns vá repetir o feito de 1994, afinal os tempos são outros, os jogadores  são outros, mas uma sessão de nostalgia capaz de relembrar as maravilhosas aventuras em progressão lateral por cenários fotorrealistas era o mínimo que desejava durante todo esse tempo.

Abaixo o vídeo de revelação, que foi recebido euforicamente pelo público:


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