Arquivo de fevereiro \28\UTC 2011

LEGENDS: a presença de Masashi Hamauzu

Por Alexei Barros

Além de revisitar os arranjos do Symphonic Legends, quem poderia imaginar que o remake LEGENDS corrigiria outra falta do concerto em tributo à Nintendo: a ausência de compositores convidados? Isso porque o Symphonic Shades e o Symphonic Fantasies deixaram mal acostumados, já que no primeiro viajaram para a cidade de Colônia na Alemanha Yuzo Koshiro e Takenobu Mitsuyoshi e no seguinte o quarteto Nobuo Uematsu, Yasunori Mitsuda, Hiroki Kikuta e Yoko Shimomura.

Pois bem, o alemão radicado no Japão Masashi Hamauzu, assistirá ao LEGENDS in loco, no maravilhoso Stockholm Concert Hall em Estocolmo, Suécia, no dia 1º de junho de 2011. O autor da trilha do Final Fantasy XIII verá três partituras preparadas por ele tomarem vida na reprodução da Royal Stockholm Philharmonic sob a regência de Arnie Roth; “Aquatic Ambiance” do Donkey Kong Country, com Benyamin Nuss no piano, e outras duas a serem divulgadas. Os demais arranjadores, os finlandeses Jonne Valtonen e Roger Wanamo, também estarão lá na sessão de autógrafos.

Por mais que agora você já saiba, nada melhor do que ver o próprio Hamauzu comunicar a novidade em vídeo:

[via Symphonic Game Music Concerts]

Play!: os debutes de Dragon Age: Origins e do novo segmento de Castlevania


Por Alexei Barros

Aos poucos, a turnê Play! A Video Game Symphony, que parecia passar pelos últimos momentos de existência, está ensaiando uma melhora. Se o Civilization V não empolgou muito (nem sequer encontrei uma gravação no YouTube), a novidade da “Overture” do The Legend of Zelda: Twilight Princess baseada no arranjo do Twilight Symphony é para se animar, embora ainda não se saiba a data da estreia.

Antes, um par de segmentos foram confirmados para o concerto em Dayton, Ohio, que se dará dia 31 de março, no Schuster Center, com a Dayton Philharmonic e o Dayton Chorus. Dragon Age: Origins já foi tocado no A Night in Fantasia 2009, inclusive com performance vocal da Aubrey Ashburn e arranjo do próprio compositor Inon Zur, mas estranhamente o segmento se ausentou do CD. Ao que tudo indica, não haverá solo similar no Play!.

Mais promissor é um segmento inédito e exclusivo da série Castlevania arranjado por Chad Seiter, o mesmo responsável pela orquestração do segmento de Twilight Princess. O site oficial adiantou parcialmente as seleções: “Moonlight Nocturne” (Symphony of the Night), presente no supervalorizado “Castlevania Rock Overture” do Video Games Live; “Iron Blue Intention” (Bloodlines), música jamais arranjada oficialmente; “Bloody Tears” (Simon’s Quest), selecionada no subestimado “Castlevania Medley” do Press Start 2007; e alguma faixa que a página não informa do Lords of Shadow, cuja trilha original é assinada pelo espanhol Óscar Araujo, e marcou a limiar de uma digressão no estilo musical de Castlevania na era pós-Michiru Yamane.

Contudo, não sei se seria melhor deixar o Lords of Shadow para um número avulso, como se costuma fazer com Super Mario Galaxy, dada a diferença de faixas arranjadas para orquestra e composições já pensadas para orquestra. Volto a frisar que o Play! já tinha um segmento da série, o “Castlevania Suite”, que fez parte do set list do Fourth Symphonic Game Music Concert (2006). Para o bis, foi prometida uma nova roupagem de um clássico conhecido, mas tal surpresa foi mantida em sigilo. Vai saber.

O maestro Andy Brick está confirmado no cargo de diretor musical, ele que vinha regendo as apresentações depois da saída de Arnie Roth. Também se junta ao time do Play! o diretor e produtor de vídeo Anthony Pagano, que já trabalhou com nomes como The Jonas Brothers, Pavarotti, Ennio Marricone e Elton John.

Fico na expectativa de coisa boa, mas para me convencerem mesmo deviam lançar um CD que nos fizesse esquecer do duvidoso Play! A Video Game Symphony Live.

[via Play!]

A melancólica despedida da abóbora bizarra

Por Alexei Barros

Devo ter jogado, no máximo, uns cinco games da Bizarre Creations, mas lamentei o fim do estúdio, que ocorreu hoje, dia 18 de fevereiro de 2011. Especialmente que o jogo de despedida foi o James Bond 007: Blood Stone. Ainda não joguei, apesar de certa expectativa, porém ouvi opiniões não muito favoráveis. Mal poderia prever que o “Tudo ou nada” do título do post do ano passado, em referência ao fantástico Everything or Nothing da EA Games por ambos serem em terceira pessoa, fosse tão sintomático. Partiu para o nada, já que a Activision, proprietária da softhouse desde 2007, queria vendê-la, e acabou por fechá-la como divulgado desde o início da semana.

Da minha parte, ficam boas lembranças das nostálgicas corridas do Formula One, da velocidade e imersão de Project Gotham Racing 4, da chuva de tiros de Geometry Wars: Galaxies e da eclética e genial trilha do Richard Jacques do Metropolis Street Racer jamais lançada em CD.

Mas parece que os autores do vídeo de adeus da Bizarre sofrem de amnésia, porque a ênfase é toda nos jogos mais recentes, ignorando The Killing Game Show, Wiz ‘n’ Liz, Formula One e outros velhões (obrigado, Wikipedia). Isso ao som de uma música totalmente consternada. Que fosse uma mais agitada como “Think About It” ou “Red Line”, ainda que não houvesse muito motivo para se animar.

Dreamcast Collection terá disco de vinil em pré-venda da Austrália


Por Alexei Barros

Mesmo da mesma geração do Xbox, PlayStation 2 e GameCube, é curioso que o Dreamcast acaba adjetivado ainda hoje de “falecido”, “morto”, “finado”, ao passo que os demais, menos o PS2, também bateram as botas há tempos.

Além disso, nenhum dos sistemas contemporâneos tiveram a honra de nomear uma coletânea como a Dreamcast Collection, que será lançada nos EUA dia 22 de fevereiro de 2011 para PC e Xbox 360 – estranhamente, nada de PlayStation 3. Sonic Adventure, Crazy Taxi, Space Channel 5 Part 2 e Sega Bass Fishing, os jogos da coleção, receberão revitalização em HD, sendo que todos sairão separadamente na Xbox Live Arcade e PlayStation Network.

O pacote também aportará na Europa, mas é na Austrália que os fãs do defunto (foi mal) console da Sega terão um motivo a mais para comprá-lo: quem adquirir pela pré-venda da loja JB Hi-fi, receberá um disco de vinil prateado com seleções dos quatro jogos. A capa imitando a parte superior do Dreamcast é pura provocação para os órfãos do videogame.

[via Joystiq, SEGAbits]

Comerciais quase gamers: Street Fighter de quinta categoria

Por Alexei Barros

Às vezes vejo comerciais na televisão que me fazem questionar os filtros qualitativos de determinadas emissoras pelas imagens em baixa resolução, iluminação inadequada ou garotos-propaganda sem a menor intimidade com as câmeras. Sempre dá para piorar.

Como vídeo cômico, o comercial já seria tosco, mas, acredite-se quiser, tal porcaria passou na TV, pelo comentado na página do YouTube, no sul de Minas Gerais. É velho, talvez muitos tenham visto.

É de uma loja de informática que simulou uma luta do Street Fighter II com dois lutadores engravatados, lembrando os gráficos digitalizados de Mortal Kombat (Toasty!). Não que tenha a ver uma coisa com a outra. A magazineluiza com Street Fighter. Street Fighter com Mortal Kombat.

Dica do espião 00Agent.

P.S.: Este é o post de número 2000 do Hadouken. \o/

Gran Turismo 5: Original Game Soundtrack: fusão maravilhosamente suave

Por Alexei Barros

O post deveria sair antes, mas o que é o atraso quando se fala de Gran Turismo 5? Adiante. O que sempre me cativou nas trilhas é a porção fusion, seja na variante jazz fusion, mais suave, ou rock fusion, mais poderosa. Fora essas, passo batido pelas licenciadas que infestam nas versões ocidentais e acho as músicas do daiki kasho, me desculpe, intragáveis.

Dito isso, logo de cara lamento pela ausência do compositor Isamu Ohira, que criava faixas jazzy de duração reduzida (se chegavam a três minutos era muito) para os menus, como “Mr. 4WD” (GT1), “Turning Point” (GT1) e “Light Velocity” (GT3). Quase que não dava vontade de começar as corridas.

Em compensação, o outro responsável pela sonoridade fusion, Masahiro Andoh, líder do T-Square e mencionado diversas vezes por aqui, está presente, tocando guitarra na “Moon Over The Castle GT5 Version”. Como novidade, vários instrumentistas e compositores da cena J-fusion, entre eles muitos ex-integrantes do T-Square. Masanori Mine, autor de três músicas excepcionais do Gran Turismo de PSP, não participou como desejava.

Sendo assim, comentarei brevemente as minhas preferidas na Gran Turismo 5: Original Game Soundtrack, levando em conta que o álbum duplo não inclui todas as músicas escutadas no jogo – basta comparar com o sound test do GT5 que possui mais do que as 36 faixas registradas nos dois CDs.

Adianto que se a sua praia é lotada por guitarras na última potência é melhor nem se aventurar com muita expectativa. O fusion do GT5 é primordialmente suave e quem não se simpatiza com o gênero deverá achar as composições soníferas, exceção feita ao tema de abertura.

101 – “Moon Over The Castle GT5 Version”

Com arranjo do atual tecladista do T-Square, Keizoh Kawano, o tema da série ganhou uma iteração que não procura ousar muito, sustentando-se na guitarra brilhante e afiada de Masahiro Andoh, com solos ocasionais de teclado. Como curiosidade, vale mencionar que pela primeira vez a “Moon Over the Castle” foi interpretada por 100% de instrumentistas do T-Square, ainda que não esteja creditada como banda, já que as versões anteriores foram tocadas por Andoh acompanhados por musicistas ocidentais – Nick Menza, ex-Megadeth, por exemplo, tocou bateria na “Moon Over the Castle” do GT1. Além de Satoshi Bandoh (bateria), a banda foi completada por Mitsuru Sutoh (baixo), que, apesar de ter saído do T-Square em 2000, é figura frequente nos shows de aniversário.

108 – “Smoker’s Lament”

No melhor estilo Isamu Ohira, a guitarra suave de Shunji Takenaka é o destaque da música assinada por Ryo Sonoda, que emenda a melodia no teclado. Por vezes, a junção dos dois timbres cria um som que remete a uma cítara. Satoshi Bandoh também faz uma participação na bateria.

109 – “Passion”

Yuki Koike, que havia participado da trilha do GT de PSP na “City”, compõe e toca ou programa todos os instrumentos. A batida rápida da bateria dá o contorno perfeito para o show tecladístico, que, em dado momento, até parece uma caixinha de música. Faixa bem climática.

110 – “Dark Line”

A exemplo da trilha do Gran Turismo 5 Prologue, Satoshi Bandoh, o jovem baterista do T-Square, mostra os seus dotes de compositor e também de multiinstrumentista, já que ele também tocou teclado. É uma música bem tranquila e relaxante que parece ter saído de um CD recente do T-Square.

113 – “Night birds”

Yudai Sato, outro que estreou na série no GT5 Prologue, atacou na composição e performance de teclado, ao lado de nomes como Bandoh, Takahiro Miyazaki (ex-saxofonista do T-Square) e Shingo Tanaka (baixista-suporte do T-Square). A música é quase dividida em dois, com o piano em destaque na primeira parte e o sax soprano se soltando em uma bela atuação de Miyazaki. Quase no final os dois atuam em conjunto.

201 – “7 days reminiscence”

No piano, Taku Yabuki teceu uma formosa obra-prima, que possui também apenas uma percussão de leve, bem ao fundo. Belo exemplo da arte que é a capacidade de se expressar no piano.

202 – “Winds”

Lembra do Norihito Sumitomo, que participou das versões arranjadas do Professor Layton? É ele que compôs esta música e tocou no sax. De início, a faixa parece de jazz mais tradicional, mas basta a flauta começar a tocar para conferir o toque de bossa nova.

203 – “Cecile”

Música minimalista e atmosférica que surpreende pelo violoncelo, violino e flauta. Pela formação dos instrumentistas seria uma peça erudita, mas os sons eletrônicos proporcionam uma sensação totalmente diferente do esperado.

204 – “Holiday”

Toque nada, aqui a bossa nova tomou conta de vez. Além da já esperada flauta, há uma participação do violão para não ter dúvidas.

205 – “Hot Stuff”

Mais uma do Norihito Sumitomo, que ostenta um trompete que depois recebe o reforço da flauta e do sax. Como na outra música do Sumitomo, o pianista é Keiji Matsumoto, ex-T-Square que participou como arranjador na genial trilha do Gran Turismo 2.

206 – “Horizons in May”

Violão e teclado, com mais algum efeito eletrônico, desfiam uma faixa essencialmente minimalista que transmite ares de mistério.

212 – “Eve”

Novamente Seigen Tokuzawa surpreende: somente com violino e violoncelo e o aditivo de efeitos eletrônicos criou uma música encantadora. No final, as cordas sobressaem ainda mais.

214 – “In Transit”

Baixou uma Yellow Magic Orchestra no Keiji Inai, e ele criou uma música com os efeitos sonoros que lembram muito o trio electropop.

218 – “memorabilia”

A arte de interpretar uma música no piano, parte dois. Sublime. Sem mais.

Música “Baba Yetu” e álbum Calling All Dawns abocanham o Grammy


Por Alexei Barros

Tema do menu do Civilization IV, a “Baba Yetu” havia entrado para a história como a primeira música originalmente feita para um videogame a ser indicada ao Grammy, em sua 53ª edição. Para completar, a canção ganhou o prêmio de “Melhor arranjo instrumental com vocal de apoio”. Como se a felicidade do autor Christopher Tin não fosse suficiente, o disco pelo qual proveio a faixa, Calling All Dawns, venceu como “Melhor álbum de música clássica crossover”. É mole?

Com os games conquistando um espaço cada vez maior na mídia e as trilhas tão ambiciosas ou mais como as de filmes e seriados (não que isso precisasse ser necessário para constatarmos o valor da game music), o Kotaku, em post traduzido na versão brasileira, lançou a indagação: por que não existe uma categoria específica de jogos no Grammy?

Sou a favor, com ressalvas. Nesse tipo de premiação, a exemplo do Spike Video Game Awards, costuma-se privilegiar as produções ocidentais. Imagino que apareceria muita coisa licenciada, e só entrariam na relação trabalhos de um japonês muito famoso no resto do mundo, como um Nobuo Uematsu da vida. Koichi Sugiyama? Yuzo Koshiro? Duvido.

Agradecido ao Lucas Patrício por comunicar o release.

[via VGL]

LEGENDS terá três arranjos de Masashi Hamauzu

Por Alexei Barros

Não ocultei a empolgação quando soube que Masashi Hamauzu faria um arranjo para o Symphonic Legends – arranjo este que se revelaria a “Aquatic Ambiance”, e que, chegada a hora do concerto, a “Donkey Kong Country (Aquatic Ambience)” nos guiou de volta aos mares pré-renderizados do SNES com um sublime dueto de piano e violino amparado pelas cordas.

Pois agora a animação deve ser multiplicada por três com o LEGENDS, a atualização do Symphonic Legends que ocorrerá dia 1º de junho de 2011 na Suécia. Além da faixa do Donkey Kong Country, o músico alemão radicado no Japão preparará mais duas partituras para o vindouro espetáculo, ainda a serem reveladas. Considerando o estilo impressionista que tanto Hamauzu é versado, quais segmentos daquele set list estariam de acordo? No aguardo.

[via Monomusik]

Comerciais quase gamers: Cello Hero

Por Alexei Barros

Se me perguntassem o que acho do fim de Guitar Hero eu diria: “já foi tarde”. Meu insólito paladar musical nunca esteve em consonância com o repertório ocidentalizado da série – poderia arrolar dezenas de faixas guitarrísticas japonesas, de games ou não, que cairiam bem. Compreensível, contudo.

Mas como ninguém questionou vou poupá-lo de mais explicações (depois do parágrafo anterior, pouca a minha cara de pau). Prefiro respeitar a dor dos aficionados, em especial dos jogadores que choraram madrugada adentro tentando seguir a “Free Bird” no Guitar Hero II.

Antes que o inesperado desfecho fosse anunciado, a Fiat produziu um comercial que alude à essência da mecânica dos jogos musicais de acompanhar o ritmo da canção com o apertar de botões, fórmula inegavelmente popularizada por Guitar Hero. Os carros coloridos trafegam fazendo as vezes das esferas, e o jogador, por assim dizer, toca um instrumento incomum para o gênero, o violoncelo. O que tudo isso tem a ver com videogame, Guitar Hero, carros, bravura e o Fiat Bravo 2011? Não sei. A própria página do YouTube em que o vídeo foi publicado sugere que a ideia foi inspirada no popular “Rock Band Traffic”.

Octave Theory, o álbum de estreia da Earthbound Papas


Por Alexei Barros

A debandada do The Black Mages serviu para uma boa coisa: permitir que alguns dos remanescentes, os que tinham tempo à disposição, formassem a legítima sucessora Earthbound Papas. Além de preservar três integrantes – Nobuo Uematsu (órgão), Michio Okamiya (guitarra) e Arata Hanyuda (bateria) –, a banda debuta com um CD que registra um dos maiores hits do falecido grupo, “Advent One-Winged Angel”, atualização hard rock da “One-Winged Angel”.

Agendado para o dia 16 de março de 2011, o álbum intitulado Octave Theory (número de catálogo DERP-10015, com publicação da Dog Ear Records) traz nove faixas. Quatro são originais, sendo que há, para somar ao tema do Sephiroth do Final Fantasy VII: Advent Children que constava na respectiva OST, arranjos de outros trabalhos do Uematsu que não foram contemplados nos tempos de Black Mages: a “Eternity” (Blue Dragon), originalmente cantada pelo Ian Gillan, vocalista do Deep Purple, a poliglota (em japonês e latim) “Howl of the Departed” (Lost Odyssey), que foi renomeada “Bo-Kon-Ho-Ko”, “Thread of Fate” (do anime Guin Saga), e, finalmente com guitarras pesadas, “Liberi Fatali” (Final Fantasy VIII).

A canção que mais ambicionava escutar não tem sample ainda, mas outras cinco podem ser conferidas em cerca de 40 segundos cada, conforme os links disponíveis na track list abaixo. Duas observações: considerando que a versão da “One-Winged Angel” foi rebatizada para “Advent One-Winged Angel”, não entendo por que o nome original foi mantido no se o site oficial diz que a faixa é do Advent Children. E “Eternity”, desta vez, será entoada em japonês por um cantor a descobrir.

Pelas amostras, constata-se que a sonoridade da Earthbound Papas permanece quase inalterada em relação à predecessora espiritual.

Track list (clique nos links disponíveis para baixar os samples em WMA):

01 Introduction ~ Octopus Theory
02 Liberi Fatali (from FINAL FANTASY VIII)
03 One Winged Angel (from FINAL FANTASY VII Advent Children)
04 Thread of Fate (from GUINSAGA)
05 Metal Hypnotized
06 Eternity (from BLUE DRAGON)
07 The Forest of a Thousand Years
08 Bo-Kon-Ho-Ko (from LOST ODYSSEY)
09 Homecoming

[via Nobuooo, Earthbound Papas Official Site]


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