Archive for the '3DS' Category

Artwork do dia: PokéSega 3D ClassicsMon

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Por Claudio Prandoni

Enquanto rola um misterioso teaser para o dia 11 de março sobre uma possível colaboração entre Sega e Game Freak (não seria a primeira, nem a segunda…), lembrei desta arte lindona aqui.

Trata-se da capinha do cartucho Sega 3D Classics lançado em dezembro do ano passado no Japão. O detalhe é que o artista é ninguém menos que o Ken Sugimori, notório pelas artes… de Pokémon!

PikachuSugimoriOldSim, ele mesmo que criou aquela arte do Pikachu gordinho que estudos indicam que 9 em cada 8 pessoas preferem – ou não, me perdi nos números.

O cartuchinho aí, aliás, inclui uma leva bem boa de jogos: OutRun, Streets of Rage, Space Harrier…

Muitos deles já foram até lançados no eShop do 3DS nacional, vale MUITO conferir.

São alguns dos melhores jogos para curtir em 3D no aparelho – sem contar o trabalho fenomenal de transcrição dos antigos games de fliperama para um hardware portátil e por precinhos camaradas.

Seis meses depois… eis que chega Azure Striker no Brasil!

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Por Claudio Prandoni

Demorou, bem mais do que devia, mas chegou – ou melhor, vai chegar. No próximo dia 19 de fevereiro sai no eShop brasileiro do 3DS o Azure Striker Gunvolt, por modestos R$ 39.

Melhor ainda que é o serviço completo, já que vem o jogo junto com o spin-of kawaii Mighty Gunvolt e seu respectivo DLC, por dez pila e sete reais cada, respectivamente.

Mas, na boa, por que demorou tanto? Já perguntei mais de uma vez pra Inti Creates, mas até agora nada. Tenho esperança que agora, com o lançamento brazuca confirmado, eles compartilhem um pouco mais de informações, mas meu palpite vai para algum problema com relação à Classificação Indicativa.

Pra ser bem sincero, meu palpite mesmo é de que o estúdio sequer se ligou que isso existia e era necessário para lançar um jogo por aqui. Não culpo: caso seja isso mesmo, a culpa tem que cair na conta da Nintendo, que provavelmente não deu o suporte necessário – ainda mais para um estúdio pequeno que só tem escritório no Japão e mesmo para lançar coisas nos EUA leva algum tempo/burocracia.

Enfim, não é um post de caça às bruxas, mas também não acho justo deixar passar batido mais uma potencial amostra do quão ausente era a Nintendo mesmo quando dizia que estava ~oficialmente~ por aqui. Pior que com a tal saída oficial nem rola mais uma assessoria para tentar conseguir algumas respostas oficiais…

Em tempo: já está disponível no eShop a versão digital de Legend of Zelda: Majora’s Mask 3D que, pra lá de erroneamente, é indicado como um jogo disponível “em lojas e para download”. Mentira. Ainda outro dia a própria Nintendo anunciou a saída do mercado e que isso resultaria no fim da distribuição oficial de produtos em lojas físicas.

Descaso, então? Provavelmente – e de novo. Descaso que deve justificar também o alto preço de R$ 150. Antes até era lá compreensível o preço em par com as contrapartes em cartuchos nas lojas, mas, se não há mais cartuchos, por que então não oferecem um preço mais camarada – como, aliás, a Capcom fez com Monster Hunter 4 Ultimate, com delicioso preço de lançamento de R$ 80 no eShop.

Tema complicado e nebuloso, como vimos outro dia com a confusão do preço de Mortal Kombat X no Steam, que começou como R$ 220 e, sem nenhuma explicação ou responsável indicado, caiu logo para R$ 99,90.

De qualquer maneira, chega de destilar mal humor. O que importa é que Azure Striker Gunvolt tá vindo ae com um preço bacana e finalmente vai dar oportunidade de mais gente testar um belo herdeiro moderno de Mega Man e muitas de suas vertentes.

Comofas: dicas para comprar Amiibos no Brasil

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Por Claudio Prandoni

Desde que a Nintendo anunciou suas pequenas figuretas que todos tinham certeza: seria difícil pra dedéu comprar aqui em terra brasilis.

Não bastasse a lesmeira da Nintendo em relação ao nosso país, tratam-se de brinquedos, itens ainda mais difíceis e custoso de importar do que games.

O fim das operações oficiais da empresa no início do ano não mudou muita coisa na prática em relação a essa questão, mas convenhamos que deu uma desanimada ainda maior em que se interessa pelas miniaturas – como este que vos escreve.

De lá pra cá, entre anúncios e lançamentos, dei alguns e contei com a ajuda de amigos para colocar as mãos na maioria dos Amiibos lançados até agora. Outros tantos estão perdidos pelas correntezas dos Correios, enquanto outros ainda vivem nos meus planejamentos, mas por ocasião de um comentário de um amigo achei que seria bacana compartilhar aqui algumas dicas que aprendi neste novíssimo hobby de ~gotta chatch’em all Amiibos~.

  • Pode parecer estranho, mas a maneira mais barata de comprar Amiibos é direto do Japão, especialmente se a ideia for comprar vários de uma vez. O câmbio do iene tem sido mais favorável e o frete do território nipônico para cá não é nada proibitivo. Claro, o real preço a se pagar é a paciência: o pacote demora um tanto para chegar ao Brasil e depois ainda enfrenta os percalços da alfândega brasileira. Há ainda o risco de se pagar alguma taxa pelos bonecos, vale lembrar.
  • Aliás, falando de Amiibos japoneses, eles funcionam de buenas com os games ocidentais. Ainda hoje testei meu Link em Hyrule Warriors e funcionou sem treta nenhuma, habilitando a arma Spinner no jogo.
  • Quando possível, vale contar com o ‘malote amigo’, dos camaradas que viajam para o exterior. Caso o Amiibo seja comprado nos EUA, não esqueça de levar em conta as taxas estaduais e o provável IOF (caso seja comprado com cartão de crédito). O preço padrão de 13 dólares pode parecer assaz tentador, mas considerar o câmbio pouco amigável atualmente e ainda jogar todas estas taxas em cima pode resultar em desagradáveis surpresas na fatura do cartão.
  • Ou seja, Europa então passe longe. Os preços em euros ou libras não são nada simpáticos e o tanto que se paga pelo frente geralmente se equipara ao frete do Japão.
  • As caixinhas dos Amiibos podem ser meio grandes para transportar em malas, mas protegem muito bem as miniaturas. Caso vá tirar do plástico, para ocupar menos espaço, sugiro tratar na base do ‘caso-a-caso’. Kirby, Yoshi e Villager (ou Murabito, em japonês) são figuras bem arredondadas e com poucos detalhes sobressaltados, fáceis de acomodar; casos bem diferentes são Link, Fox, Zelda, Captain Falcon e tantos outros com bracinhos, pernas e espadas em destaque, que podem se quebrar facilmente.
  • Por fim, tenho tido a impressão de que os estoques de Amiibos são muito mais generosos no Japão. Por lá não tenho visto acontecer faltas pontuais de algumas figuras – como rolou com Marth, Villager e Wii Fit Trainer nos EUA.

Em linhas gerais, após alguns diferentes métodos, comprar direto do Japão tem sido até o momento a melhor maneira de comprar Amiibos. A demora é grande para chegar, mas os preços e estoques compensam esse detalhe. Vou até deixar a dica: a loja online LDI Games tem sido uma excelente alternativa. Ela conta com atendentes brasileiros, que podem ajudar a tirar dúvidas e adquirir as figuras sem grandes crises.

A Amazon costuma ser um bom destino também, seja a americana ou a japonesa. A versão nipônica da loja até conta com alguns menus em inglês, mas não é 100%. Ainda assim, o processo é idêntico ao de compra no site ocidental.

Em tempo: em algumas andanças aleatórias pelo centro de São Paulo cheguei a ver alguns Amiibos perdidos, bem escassos mesmo. O preço não empolgava nem um pouco, girando em torno de 100 reais por figura.

Alex Kidd virou tema temático do 3DS no Japão

Por Claudio Prandoni

Na minha eterna (e escassa) vigília por aparições atuais de Alex Kidd, um dos precursores de Sonic no cargo de embaixador da Sega, mais um registro animal, vindo direto do Japão.

Por lá saíram alguns temas de Nintendo 3DS inspirados em consoles da Sega, incluindo, claro, o Mark III, conhecido por aqui no ocidente como Master System.

Totalmente nostálgico, o tema traz a música da primeira fase de Alex Kidd in Miracle World como trilha sonora, os efeitos sonoros de soco ao navegar pelo menu e ainda, claro, o príncipe Alex degustando um apetitoso onigiri (que no ocidente foi transformado em um belo burger). Veja rapidinho no vídeo acima, que mostra um pouco também do tema baseado no Sega Saturn.

Até o momento só saiu no Japão, ao custo de 200 ienes (quase dois dólares), mas quem sabe o tempo seja generoso e ele acabe aparecendo por aqui também.

Press Start 2014: a celebração musical de Super Smash Bros. for Nintendo 3DS

Como na época do Super Smash Bros. Brawl, o Press Start foi no embalo de um lançamento da série. Neste ano, o primeiro ato inteiro e o bis tiveram relação com o novo jogo para o 3DS


Por Alexei Barros

Se você estava contando os dias para o lançamento de Super Smash Bros. for Nintendo 3DS eventualmente soube que o jogo saiu 13 de setembro no Japão. Aproveitando a ocasião, o Press Start 2014 aconteceu nesse dia, com duas apresentações no Tokyo Metropolitan Art Space e performance da Kanagawa Philharmonic Orchestra com programa idêntico em ambas as ocasiões. O primeiro ato foi todo dedicado às músicas relacionadas com o jogo portátil, ao passo que o segundo foi mais variado. Seguindo a tradição, confira o set list detalhado para depois saber minhas observações sobre o concerto baseado nas informações que consegui filtrar do report da Famitsu.

Ato I

01. Super Smash Bros. for Nintendo 3DS: “Main Theme”
02. Super Mario Bros.: Medley
03. Super Metroid: “Space Warrior – Samus Aran’s Theme”
04. Star Fox: “Planet Corneria”
05. Donkey Kong Country: “Jungle Level”
06. Animal Crossing: New Leaf: Kotobuki Land Medley
07. Kirby’s Dream Land: “Green Greens”
08. Kid Icarus Uprising: “Dark Pit’s Theme”
09. The Legend of Zelda: Ocarina of Time: “Gerudo Valley”
10. Mega Man 2: Medley
11. Fire Emblem: Shadow Dragon: “Fire Emblem”
12. Pokémon X & Y: Battle! (Trainer Battle)

Ato II

13. Persona 4: “Poem for the Souls of Everybody” ~ “Reach Out To The Truth” ~ “A Corner of Memory”
14. Castlevania: Symphony of the Night: “Dracula’s Castle” ~ “Wood Carving Partita” ~ “Lost Painting” ~ “Dance of Pales” ~ “Death’s Ballad”
15. Etrian Odyssey: “Labyrinth I – Emerald Woodlands [Dungeon 1F~5F]” ~ “Battle – Initial Strike [Normal Battle – First Part]” ~ “Battle – Destruction Begets Decay [Normal Battle – Last Part]” ~ “Labyrinth V – The Fallen Capital of Shinjuku [Dungeon 21F~25F]”
16. Suikoden: “Into a World of Illusions”
17. Toukiden: “The Time of Oni” ~ “Ephemeral” ~ “March of Heroes” (Toukiden: The Age of Demons) ~ “ウタカタ・秋艶” ~ “千年ヲ駆ケシモノ” (Toukiden Kiwami)
18. Pokémon X & Y: “Title Screen” ~ “Kalos Region Theme” ~ “Lumiose City” ~ “Snowbelle City” ~ “The Sun Shines Down”
19. Final Fantasy XIII: “Vanille’s Theme” ~ “Blinded By Light” ~ “Final Fantasy XIII – The Promise”

Bis

20. The Legend of Zelda: Ocarina of Time: “Zelda’s Lullaby” ~ “Song of Storms” ~ Epona’s Song ~ “Song of Time” ~ “Saria’s Song”
21. EarthBound: “Onett”
22. Super Smash Bros. for Nintendo 3DS: “Staff Roll (Super Smash Bros.) Ver. 2″

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Meu jogo social preferido é da Nintendo

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Por Claudio Prandoni

Quero aqui falar de jogos sociais, mas não aqueles que a grande mídia por assim já convenciona chamar.

Os games presentes em redes online como o Facebook e outros que seguem os modelos vistos no serviço ainda seguem firmes e fortes, mas já passaram pelo inchaço e estouro de uma bolha de valores tão inflados quanto a rapidez com que encheu e murchou.

Porém, sinceramente, acho que o padrão estabelecido por jogos à la Farmville e demais, que incentivam – isso quando não exigem – chamar amigos para prolongar sua jogatina, se apropria de forma muito rasa do termo “jogo social”.

Prefiro aqui me ater a uma definição mais bruta do termo: games sociais são aqueles em que o combustível da brincadeira é a interação social. Veja bem, um combustível, algo que faz a roda girar e mantém o game rolando, mas não exatamente uma barreira na qual você bate.

Acho que não faço muito preciso, mas creio que o fluxo de jogo pode ajudar a entender melhor o que quero dizer: a interação social deve acontecer de forma natural, sem gerar ruído no espaço onde acontece e, assim, incentivando o jogo. Forçar você a atazanar amigos, inclusive gerando um ruído muitas vezes indesejado no mural do Facebook, por exemplo, é algo muito mais chato e invasivo.

Talvez eu pudesse me estender mais aqui, mas acho que já enrolei demais: nos últimos dois anos, meu jogo social preferido é a Praça Mii, aquele risonho software que já vem embutido em cada Nintendo 3DS.

Desde que comprei o videogame, peguei o hábito de levá-lo comigo para o trabalho, viagens, coberturas de eventos e afins, justamente pra ver ‘qualé’ a do Streetpass, a função que faz um 3DS interagir com o outro só de chegarem perto.

Claro, conto com os benefícios de morar em uma grande cidade e também trabalhar com games, o que ajuda a encontrar outros donos de 3DS e manter fila de Miis andando na praça virtual.

Ainda assim, em meio à simplicidade e ingenuidade dos joguinhos Troca-Puzzle e Mii Resgate, me peguei aficionado por eles, mesmo dois anos depois de vida do pequeno console.

Diligente, todo dia dou uma olhada para ver se a luzinha verde do 3DS brilha ao chegar no trabalho ou voltar para casa no fim do dia. Pego minhas pecinhas de quebra-cabeça, enfrento uns monstros e é isso aí, dois minutos depois está tudo feito e pronto para uma nova rodada.

Claro, não vou chegar aqui e dizer que “po, esse é o modelo perfeito de jogo social, galere”! É um jogo já na memória do aparelho, que parece mais interessado em fazer o usuário ter motivos para usar seu 3DS – e aí, quem sabe, comprar um jogo e gastar seu rico dinheirinho – do que ele mesmo ser monetizado e dar lucro.

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A Nintendo não vende chapéus e peças de puzzle por dinheiro de verdade. No máximo, você pode usar moedas de jogo para acelerar essas paradas, mas mesmo essa moeda de certa maneira incentiva você a encontrar outras pessoas, já que é obtida ao andar com o 3DS fechado.

Acho bem curioso que nenhuma outra empresa tenha feito algo parecido em seus jogos. Um game de RPG com elementos de Harvest Moon (ih, ó eu aí falando de fazendinha e jogo social!) ou construção de cidade e tal parecem perfeitos para o tipo de atenção constante que a Praça Mii consegue gerar.

Não tenho também a menor ideia de como funciona a tecnologia de Streetpass, mas acho que seria incrível ver algo do tipo sendo usado também em games para plataformas mobile, como iOS e Android – afinal, aqui no Brasil é muito mais provável encontrar pessoas com telefones celulares e tablets com esses sistemas operacionais do que com um 3DS, não é?

Espero que a própria Nintendo esteja trabalhando em alguma novidade nesse sentido. O fluxo constante de novos quadros de quebra-cabeça mostram que a produtora não esqueceu de seus joguinhos sociais, mas um título um pouquinho mais robusto – como tão bem foi o Mii Resgate II quando saiu – não fariam mal para ninguém.

Gero Blaster é muito parecido com Cave Story – e isso é legal

Por Claudio Prandoni

Daisuke “Pixel” Amaya é o tipo de cara que parece saber fazer só um tipo de game: joguinhos plataforma de visual pixelado com música chiptune amavelmente grudenta. E geralmente tiros, muitos tiros e inimigos.

Claro que estou sendo irônico ao me referir como “joguinhos” às obras do cara que fez SOZINHO o Cave Story. Ele levou cinco anos para isso? Sim, mas e daí? Fato é que é um jogaço 2D, hoje disponível em várias plataformas e versões, tipo 3DS, Wii e PC – mas ainda dá pra baixar a versão original de graça no site do Pixel aqui ó (é o primeiro ícone ao lado de 2004).

Nos últimos dias o cara revelou no festival japonês indie Bitsummit sua nova criação: Gero Blaster.

Segue a receita de bolo já citada acima, agora com um sapo como protagonista em busca de sua amada, uma gatinha (literalmente). Seguem tiroteios e algumas cenas estranhas com discos voadores, como mostra no trailer.

De qualquer maneira, já estou empolgado pelo jogo, que saiu neste ano para iOS. Porém fico mais empolgado mesmo pela possibilidade de ele chegar ao 3DS, como sugere essa foto aqui do Tyrone Rodriguez, um cara da publicadora Nicalis, que lançou Cave Story nas plataformas Nintendo, assim como Ikachan – um joguinho simpático em que você controla uma lula marinha.

Imagem

Ó a fofura do Ikachan.


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