Posts Tagged 'Capcom'

Boxart do dia: Dai Gyakuten Saiban e a esperança ocidental

tumblr_noyq16zkDS1qzp9weo1_1280

Por Claudio Prandoni

Enquanto degusto calmamente o inabalável e tenro Professor Layton VS Phoenix Wright: Ace Attorney, é impossível não nutrir já um pouco mais o esperançoso hype por Dai Gyakuten Saiban, versão histórica da série que sai em breve nos Nihon Japão para 3DS e por aqui no ocidente sequer possui lançamento – mas boto fé que isso vai rolar na E3 (pfvr plz, Capcom?).

Artwork do dia: Alex Kidd & Sega & Capcom All-Stars nos gibis

alexkiddPor Claudio Prandoni

E o pequeno Alex está de volta para mais uma nostálgica aparição na mídia.

Desta vez, o guri é um dos convidados especiais do novo crossover entre Mega Man e Sonic nos gibis americanos.

Chamado de Worlds Unite, o evento reúne várias feras de Capcom e Sega, tanto no profissional quanto no pessoal: Viewtiful Joe, Tyris Flare, Red Arremer, Nights, Amaterasu e até o Billy Hatcher!

O evento começa em maio nas HQs americanas. Ainda que o dólar não esteja nem um pouco favorável, creio que dá para comprar online em aplicativos mobile, ao estilo Comixology e afins.

Bacana ver como outras mídias acabam servindo de oportunidades para relembrarmos de figuras queridas do passado, a exemplo do herdeiro do trono de Radactian.

Não cheguei a ler o primeiro crossover, mas reza a lenda que foi muito bom – tanto que gerou essa continuação. Espero que a nova empreitada seja ainda mais maneira!

Worlds-Unite-OTHER-FRACHISES-Promo_IMAGE-4-web-720x1228

Gritos, sussurros e um pouco sobre Anna

Por Gustavo Hitzschky

Fico incomodado ao ver que hoje há uma escassez lamentável de jogos que nos fazem pensar. E com “pensar” não me refiro a simplesmente criar uma estratégia eficaz para derrotar um determinado inimigo ou desenvolver um plano de ação para tomar uma fortaleza, por exemplo. Falo sobretudo dos quebra-cabeças engenhosos, daqueles que nos exigem meia hora para enfim atingir a solução e dos games que não apresentam hordas adversárias que precisam ser exterminadas.

Deparei-me há alguns dias com um post bem bacana do IndieGames.com que trata da relevância dos indies para o gênero Survival Horror. Já no segundo parágrafo, o blog cita uma entrevista do Gamasutra com o produtor de Resident Evil Revelations, Masachika Kawata, que teceu comentários justamente sobre a alteração do foco da franquia (outrora) de terror.

“Especialmente no mercado norte-americano, acho que a série precisa tomar essa direção [baseada na ação]. [Os jogos principais da série Resident Evil] precisam ser uma extensão das mudanças feitas em Resident Evil 4 e 5. […] Temos que nos manter nessa direção e levá-la um passo adiante”.

Isso me entristece sinceramente. Não é segredo que sou uma das viúvas dos RE clássicos para PS one e que gostaria que a franquia enveredasse por essa via. Não fiz pesquisa de mercado, portanto pode ser que eu esteja errado, mas será mesmo que não há mais um público amplo e pronto para consumir títulos com uma narrativa mais lenta, cadenciada, e acima de tudo, inteligente?

Continue lendo ‘Gritos, sussurros e um pouco sobre Anna’

Os cameos de Asura’s Wrath – o jogo que é um anime e vice-versa

Por Claudio Prandoni

Gosto de franquias novas nos games. Especialmente quando buscam inspiração em fatos históricos ou mitologia, pois geralmente rendem releituras bacanas – e interativas! – que ajudam a apresentar essas paradas para novas gerações e revitalizar representações antigas.

De maneira particular, fico feliz também quando é a Capcom envolvida na produção.

Por mais que seja questionável a “Fantástica Fábrica de Continuações” que ela estabeleceu com seus Street Fighter, Mega Man, Resident Evil e afins da vida, quando decide investir em marcas novas ela coloca muitas fichas na parada, como fez com Okami, Zack & Wiki, God Hand e até um pouquinho antes com Onimusha e Devil May Cry – todos títulos de qualidade altíssima (ok, o God Hand não é lá unanimidade, mas não deixa de ser um game de proposta bacana e inusitada).

Asura’s Wrath é o mais novo integrante dessa trupe, com seu caldeirão efervescente de ficção científica e elementos de religiões orientais e uma ousada e arriscada proposta de mesclar narrativa exagerada ao melhor estilo anime (e com pouquíssima interação) com trechinhos de pancadaria desvairada, à la Górouór God of War e similares e genéricos.

De cara, Asura já consegue espaço no panteão de figuras marcantes da Capcom. Parece um primo invejoso do Kratos – aquela história de cara cheio de raiva que busca vingança contra os deuses não é exatamente nova -, mas funciona.

Comentários à parte (eles serão servidos após o pulo intergaláctico, para evitar spoilers e tal), é um jogo divertido e que transborda personalidade. Feito pela equipe da CyberConnect2, dos excelentes jogos de luta do desenho animado Naruto, não deixa de lado também o DNA Capcom de ser e apresenta intervenções sutis de figurinhas queridas da empresa.

Entre um episódio e outro do game, sequências com ilustrações narram momentos importantes da trama. Com a alavanca analógica do controle é possível xeretar os cantos desses desenhos e encontrar coisas bacanas, saca só:

A eterna Amaterasu, de Okami; um gatinho soldado ou coisa, de Monster Hunter; e um Blanka, de Street Fighter (sério? não diga!). Aliás, repare: não é qualquer Blanka, mas sim o bonequinho que Yoshinori Ono, atual produtor da série, carrega para os quatro cantos do planeta.

Ah, tem um quarto quadrado aí, mas não tenho certeza absoluta da referência: os soldados malvados parecem estar imitando poses do Dhalsim, como o clássico parafuso (ou pirulito, depende do fliper que você frequentava).

Continue lendo ‘Os cameos de Asura’s Wrath – o jogo que é um anime e vice-versa’

Cinco vezes Objection!: Ace Attorney 5 vem aí

Imagem

Por Claudio Prandoni

Miraculosamente deixamos passar meio que batida a aparição de Feenie Phoenix Wright em Ultimate Marvel vs. Capcom 3, mas essa agora não dava pra deixar quieto.

Na verdade até deixamos, mas apenas por um dia – o bastante para nos recuperarmos do estado catatau cataut… catatônico que a novidade nos deixou: em evento para celebrar os 10 anos da série Ace Attorney (como crescem rápido!), a Capcom anunciou oficialmente a produção de Ace Attorney 5, novo episódio da canônica da série de adventures simuladores de advogados mais querida da galáxia.

Nada de plataformas, datas de lançamento, personagens ou mesmo confirmação no ocidente. Mas não importa. Quem é fã da série Ace Attorney já aprendeu que paciência é um pré-requisito e que esperança é uma companheira inseparável.

De minha parte, imagino que será um jogo para 3DS – meio que no embalo do Professor Layton vs. Ace Attorney, tambem para o portátil, e que a Level-5 está cuidando – e que deve continuar as intrépidas aventuras de Polly Apollo Justice e mágica trickster Trucy.

Aliás, rabiscando na cabeça pensei em cinco coisas que gostaria muito de ver/ouvir/coisa do tipo em Ace Attorney 5. Confira comigo após o salto dimensional…

Continue lendo ‘Cinco vezes Objection!: Ace Attorney 5 vem aí’

Artwork do dia: Mega Man Legends 3 are belong to us

Por Claudio Prandoni

Fresquinha, direto do forno da Capcom: logo no vácuo da conferência japonesa da Nintendo, em que a Big N anunciou o lançamento do 3DS para fevereiro por lá, a casa de Street Fighter atendeu pedidos dos mais fervorosos e exóticos e confirmou o novo episódio de Mega Man Legends.

Curioso: joguei o primeiro de cabo a rabo no PSone, mas não cheguei a colocar as mãos no segundo ou mesmo no spin-off Misadventures of Tron Bonne. De Mega Man, meio que leva só o robozinho azul, a irmã Roll e uma outra ideia, como upgrade de armas e tal – no restante é um jogo de aventura 3D dos mais ousados e pitorescos, ainda mais para a época dos 32-bits.

A Capcom promete que os jogadores participarão de maneira intensa no desenvolvimento do game e tal. Veremos como isso rola. Por ora, já me empolgo com essa bonita arte aí e fico no aguardo pelos Legends originais na PSN – e, forçando a amizade, por um novo capítulo da vertente X.

Fantasticamente fantástico, Ace Attorney Saga reúne Wright e Apollo no Wii

Por Claudio Prandoni

Mil anos parecem ter passado para quem já encerrou a quadrilogia Ace Attorney e teve de esperar por Investigations para ter um pouquinho mais do gostinho dos tribunais Capcomnianos.

Enfim, o jogo chegou, Alexei Payne e Geraldo Wright já o encerraram, eu continuo aqui enrolando pra dar cabo dele, mas pelo menos não terei de ficar esperando ainda mais por um novo episódio da trilogia.

Nesta semana a Capcom anunciou a produção do fantabuloso Ace Attorney Saga, uma compilação dos sonhos que chega em forma de disco para Wii.

Totalizando os quatro episódios primeiros da franquia (a trilogia Feenie, mais a estreia de Polly), o título ainda traz gráficos redesenhados, trilha sonora orquestrada (para deleite de mestro Barros), material bônus e até firulas desnecessárias porém bacanudas, tipo suporte ao microfone WiiSpeak.

Irresistível!

Ridiculamente necessário.

Acho até desnecessário dizer que será parada compra garantida para toda a trupe hadoukeira e certamente muitos advogados virtuais por aí, tipo Lucks Patrício e tantos outros. Resta agora só aguardar pelo lançamento quase no comecinho do ano que vem.


RSS

Twitter

Procura-se

Categorias

Arquivos

Parceiros

bannerlateral_sfwebsite bannerlateral_gamehall bannerlateral_cej bannerlateral_girlsofwar bannerlateral_gamerbr brawlalliance_banner_copy

Seguir

Obtenha todo post novo entregue na sua caixa de entrada.

Junte-se a 1.598 outros seguidores

%d blogueiros gostam disto: