Posts Tagged 'Nintendo 3DS'

“Main Theme” (The Legend of Zelda: Tri Force Heroes)

Por Alexei Barros

A parte musical da Nintendo vem surpreendendo bastante nos últimos anos com trilhas gravadas com instrumentos reais e ainda vídeos mostrando os bastidores da produção. O melhor é que essa divulgação não se restringe apenas aos grandes lançamentos como foi Mario Kart 8.

Ainda que não seja exatamente um jogo da série principal, The Legend of Zelda: Tri Force Heroes, que sai hoje (dia 23/11) para o portátil Nintendo 3DS, recebeu o mesmo tratamento com um vídeo que apresenta dois instrumentistas que tocaram no tema principal simplesmente encantador. Uma pena que ambos não estão creditados, mas tenho palpites. Tudo leva a crer que quem toca acordeão é o Yoshiaki Sato, que havia participado do Mario Kart 8. Pelo que comparei nas fotos, a violinista do vídeo se parece muito com a Aska Kaneko.

Também não há a confirmação da autoria da música. Pelo que se diz na internet afora, o compositor é o Ryo Nagamatsu, que já havia feito a trilha de The Legend of Zelda: A Link Between Worlds e criado músicas geniais como a “Square Timber” de Super Mario Galaxy 2.

Grato ao Thales Nunes Moreira pela dica do vídeo.

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Gero Blaster é muito parecido com Cave Story – e isso é legal

Por Claudio Prandoni

Daisuke “Pixel” Amaya é o tipo de cara que parece saber fazer só um tipo de game: joguinhos plataforma de visual pixelado com música chiptune amavelmente grudenta. E geralmente tiros, muitos tiros e inimigos.

Claro que estou sendo irônico ao me referir como “joguinhos” às obras do cara que fez SOZINHO o Cave Story. Ele levou cinco anos para isso? Sim, mas e daí? Fato é que é um jogaço 2D, hoje disponível em várias plataformas e versões, tipo 3DS, Wii e PC – mas ainda dá pra baixar a versão original de graça no site do Pixel aqui ó (é o primeiro ícone ao lado de 2004).

Nos últimos dias o cara revelou no festival japonês indie Bitsummit sua nova criação: Gero Blaster.

Segue a receita de bolo já citada acima, agora com um sapo como protagonista em busca de sua amada, uma gatinha (literalmente). Seguem tiroteios e algumas cenas estranhas com discos voadores, como mostra no trailer.

De qualquer maneira, já estou empolgado pelo jogo, que saiu neste ano para iOS. Porém fico mais empolgado mesmo pela possibilidade de ele chegar ao 3DS, como sugere essa foto aqui do Tyrone Rodriguez, um cara da publicadora Nicalis, que lançou Cave Story nas plataformas Nintendo, assim como Ikachan – um joguinho simpático em que você controla uma lula marinha.

Imagem

Ó a fofura do Ikachan.

Kid Icarus: Uprising: Koshirão, Mitsuda, Sakuraba, Iwadare e Masafumi Takada são os compositores; ouça os primeiros samples


Por Alexei Barros

Eu sou fervorosamente favorável ao retorno de séries estimadas que estão há anos em letargia. Fico satisfeito com o regresso. Foi assim na E3 2010 com o anúncio de Kid Icarus: Uprising, terceiro jogo da franquia da Nintendo que possuía apenas dois jogos, o primeiro para NES (1987) e a continuação, Kid Icarus: Of Myths and Monsters, para Game Boy (1991). Como se não bastasse no mesmo evento ter sido anunciado Donkey Kong Country Returns.

Mas, se DKC Returns saiu para Wii em 2010, eu confesso ter desanimado ao saber que Uprising seria para 3DS. Nada contra o aparelho, é que eu pensei: “Com tanta coisa para jogar para DS ainda, por que eu compraria JÁ outro portátil?”. Claro que o descaso seria temporário. Temporário até sair o Professor Layton vs. Ace Attorney eu imaginava.

Nem acompanhava com muito afinco as novidades e vídeos de Kid Icarus: Uprising pela expectativa mediana. Daí notei que o meu desdém era descabido quando vi que: 1) O jogo tirou 40/40 da Famitsu. Certo que a nota máxima da revista ficou um pouco banalizada, mas muitos títulos AAA não gozaram da mesma avaliação; 2) Revelam os compositores da trilha, simplesmente: Yuzo Koshiro, Masafumi Takada, Motoi Sakuraba, Noriyuki Iwadare e Yasunori Mitsuda. Só isso. Os três últimos são mestres dos RPGs – fizeram as trilhas de Star Ocean, Grandia e Chrono Trigger, respectivamente. Takada acompanhou a loucura de Goichi Suda em jogos como killer7 e No More Heroes antes de virar freelancer e Koshirão não preciso dizer quem é.

Masahiro Sakurai, o líder da Project Sora, desenvolvedora do Uprising, realmente tem um cuidado especial com as músicas de suas produções. Não é de se estranhar que ele seja um dos responsáveis da série de concertos Press Start, que, aliás, tocou Kid Icarus em 2011, e tenha angariado 36 compositores para os arranjos da trilha de Super Smash Bros. Brawl.

Para criar expectativa, ele inclusive havia avisado que o compositor do Uprising trabalhou no jogo de (luta? Ou gênero indefinido?) de 2008. Isso dava margem para a participação de Hirokazu Tanaka, que criou, para variar, músicas soberbas no jogo original, tal como em Metroid.

Mesmo sem ele, como reclamar com um quinteto desses? O melhor é que o site oficial do jogo é bem generoso: até agora são sete faixas, e as amostras podem ser ouvidas na íntegra. Acompanhe na ordem.

As duas primeiras possuem um viés sinfônico (não arriscaria dizer que foram gravadas por uma orquestra de fato), e a segunda, do Koshirão, tem timbres de coral. A terceira, de novo do Sakuraba, tem potencial para ser uma nova “Gerudo Valley”, com um violão estilo flamenco simplesmente magnífico. Para quem reclama da mesmice Sakurabística no rock progressivo, aí está a resposta.

O Sakuraba volta a roubar a cena na quarta, com reminiscências do tema “Underworld” do Hip Tanaka que é a música-chave da série. Essas cordas ficaram uma pintura, e depois são reforçadas por uma guitarra alucinante. Guitarra? De novo na quinta, em uma promissoríssima faixa do Yasunori Mitsuda. Na sexta temos a pompa dos melhores tempos de Noriyuki Iwadare em Grandia – para você ver o nível do negócio. Do Masafumi Takada pode se esperar tudo. Tudo menos um solo de violino acompanhado por percussão, retomando o flamenco da terceira.

Abaixo os links diretos para as faixas, levando em conta que esses nomes não são as traduções oficiais.

01 – “Main Theme” (Motoi Sakuraba)
02 – “Magna Theme” (Yuzo Koshiro)
03 – “Black Pit Theme” (Motoi Sakuraba)
04 – “Chapter 4 Air Battle” (Motoi Sakuraba)
05 – “Boss Battle” (Yasunori Mitsuda)
06 – “Star Pirate Theme” (Noriyuki Iwadare)
07 – “Practice Room” (Masafumi Takada)

Com todo o respeito ao Final Fantasy XIII-2, já temos a trilha do ano?

[ATUALIZAÇÃO] Antes que eu ousasse reclamar do lançamento do álbum, a Nintendo anunciou a Shin Hikari Shinwa Palutena no Kagami Music Selection, que pode ser trocada na Club Nintendo nipônica por 400 pontos (ou 250 se você morar no Japão e tiver comprado o Uprising). Ou seja, não dependeremos dos ripadores do YouTube desta vez.

[via Andria Sang, My Nintendo News]

Metroid II chega em preto e branco no 3DS [+trailer retrô]

Por Claudio Prandoni

Amanhã a loja online do Nintendo 3DS, a famigerada eShop, recebe um dos jogos mais esperados de minha parte: Metroid II.

Um bocado obscuro e relegado a segundo plano, o jogo é crucial para a trama da franquia, já que explica como Samus destruiu QUASE todos os Metroids – e virou mãe de um fofucho nenê Metroid.

Pena que não é o lendário update para Game Boy Color, todo colorido e mais bonito. Quem me dera também houvesse uma atualização com função de mapa, que ajudaria um bocado. Mas já tá valendo, claro!

Caso você seja um ainda ressabiado dono de Nintendo 3Ds, vai na fé que esse daí é porreta demais.

De brindz, logo acima um divertidíssimo comercial japonês com estilo HQ de quando o game saiu para o Game Boy original, em 1991.

Artwork do dia: Mega Man Legends 3 are belong to us

Por Claudio Prandoni

Fresquinha, direto do forno da Capcom: logo no vácuo da conferência japonesa da Nintendo, em que a Big N anunciou o lançamento do 3DS para fevereiro por lá, a casa de Street Fighter atendeu pedidos dos mais fervorosos e exóticos e confirmou o novo episódio de Mega Man Legends.

Curioso: joguei o primeiro de cabo a rabo no PSone, mas não cheguei a colocar as mãos no segundo ou mesmo no spin-off Misadventures of Tron Bonne. De Mega Man, meio que leva só o robozinho azul, a irmã Roll e uma outra ideia, como upgrade de armas e tal – no restante é um jogo de aventura 3D dos mais ousados e pitorescos, ainda mais para a época dos 32-bits.

A Capcom promete que os jogadores participarão de maneira intensa no desenvolvimento do game e tal. Veremos como isso rola. Por ora, já me empolgo com essa bonita arte aí e fico no aguardo pelos Legends originais na PSN – e, forçando a amizade, por um novo capítulo da vertente X.


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