Posts Tagged 'Christopher Tin'

“Sogno di Volare” – Sid Meier’s Civilization VI

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Por Alexei Barros

Sid Meier’s Civilization VI foi recentemente lançado para PC, e a trilha sonora do jogo de estratégia tem como grande atrativo o retorno de Christopher Tin à composição do tema principal. O americano, que não participou de Civilization V, é o autor da consagrada “Baba Yetu”, tema do menu de Civilization IV. Cantada no idioma suaíli, a música exótica ganhou o Grammy quando foi lançada no álbum Calling All Dawns, que inclui outras faixas de Tin, mas sem relação com games.

A julgar pela inspiração do novo tema de Cilivization VI, potencial é o que não falta para Christopher Tin ganhar o Grammy e outros prêmios. Mesmo que não tenha o frescor e o ineditismo para uma música de videogame como a “Baba Yetu”, a “Sogno di Volare” (em português, “Sonho de Voar”) é uma composição transcendental, de arrepiar. O tema é cantado em italiano, e a letra é uma adaptação de Chiara Cortez de um texto de… Leonardo da Vinci. A gravação do tema foi feita com a Macedonian Symphonic Orchestra, e os corais Angel City Chorale e Cappella SF.

Eu já iria fazer um post para comentar a música, mas tive um incentivo extra quando soube da performance ao vivo da faixa. No dia 19 de julho, a “Sogno di Volare” teve a sua estreia mundial no Cadogan Hall em Londres, Inglaterra, com performance da Royal Philharmonic Orchestra e do Angel City Chorale e do Prima Vocal Ensemble. Além de exibir um coral simplesmente gigantesco – a ponto de a orquestra, que já aparentava estar em uma formação diminuta, parecer desproporcional –, o vídeo também mostra Christopher Tin na regência em toda a sua empolgação.

A título de curiosidade, a música foi lançada em um single digital, juntamente com a “A New Course (Opening Movie)”, que é uma variação desse tema.

Recomendo assistir aos três vídeos abaixo. O primeiro mostra a música original, com os versos em italiano e a tradução em inglês, o segundo revela a performance supracitada na Inglaterra e o último um making of com trechos da gravação no Abbey Road Studios.

“Sogno di Volare” – original, com a letra em italiano e tradução em inglês

“Sogno di Volare” – primeira performance da música no Cadogan Hall

Making of “Sogno di Volare”

Agradecido ao Thales Nunes Moreira pela recomendação.

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Música “Baba Yetu” e álbum Calling All Dawns abocanham o Grammy


Por Alexei Barros

Tema do menu do Civilization IV, a “Baba Yetu” havia entrado para a história como a primeira música originalmente feita para um videogame a ser indicada ao Grammy, em sua 53ª edição. Para completar, a canção ganhou o prêmio de “Melhor arranjo instrumental com vocal de apoio”. Como se a felicidade do autor Christopher Tin não fosse suficiente, o disco pelo qual proveio a faixa, Calling All Dawns, venceu como “Melhor álbum de música clássica crossover”. É mole?

Com os games conquistando um espaço cada vez maior na mídia e as trilhas tão ambiciosas ou mais como as de filmes e seriados (não que isso precisasse ser necessário para constatarmos o valor da game music), o Kotaku, em post traduzido na versão brasileira, lançou a indagação: por que não existe uma categoria específica de jogos no Grammy?

Sou a favor, com ressalvas. Nesse tipo de premiação, a exemplo do Spike Video Game Awards, costuma-se privilegiar as produções ocidentais. Imagino que apareceria muita coisa licenciada, e só entrariam na relação trabalhos de um japonês muito famoso no resto do mundo, como um Nobuo Uematsu da vida. Koichi Sugiyama? Yuzo Koshiro? Duvido.

Agradecido ao Lucas Patrício por comunicar o release.

[via VGL]

Canção “Baba Yetu” é indicada ao Grammy


Por Alexei Barros

Pela primeira vez na história uma música composta especialmente para um jogo foi nomeada ao Grammy. “Baba Yetu”, o tema do menu de Civilization IV, lançado em 2005 para PC, concorre à categoria “Melhor arranjo instrumental com vocal de apoio” na 53ª edição do afamado prêmio internacional da indústria fonográfica. A cerimônia de revelação acontecerá dia 13 de fevereiro de 2011.

Por que só agora se o jogo é de 2005? A indicação se deu pela inclusão da canção no álbum solo do compositor Christopher Tin, Calling All Dawns, que, por sinal, foi sugerido para a categoria “Melhor álbum de música clássica crossover” (crossover é o termo usado para designar as aparições de um disco em duas ou mais paradas musicais de diferentes gêneros; no caso, música erudita – que seria o correto e não clássica, pois se refere somente às composições do período clássico – e world music).

O disco, que saiu dia 1º de outubro de 2009, chamou atenção por ser cantado em 12 idiomas diferentes, incluindo o português (de Portugal), na “Se É Pra Vir Que Venha”. Somando os processos de composição, arranjo e gravação (no Abbey Road Studios), levou quase quatro anos para ser concluído, e envolveu cerca de 200 músicos.

Estima-se que a “Baba Yetu”, cuja letra é a tradução para o suaíli da Oração do Pai Nosso, foi tocada perto de 1000 vezes em diversos locais do mundo. A quem o compositor atribui tal popularidade? “O fato de que essa música tem vida fora do jogo é devido quase que inteiramente ao Video Games Live”, afirma. “Eles foram os primeiros a trazer essa música a palcos de todo o mundo e lugares que nunca sonhei ser possível”. Parte do repertório do VGL desde 2006, quando estreou no Hollywood Bowl, a canção foi inclusa em um medley com a “Opening Movie Music” no CD Video Games Live: Volume One e no CD, DVD e Blu-ray Video Games Live: Level 2.

Poderia parar por aqui para evitar de dar a tradicional cutucada no VGL e deixar de falar que o release informa erroneamente que a “Baba Yetu” é o tema de abertura do jogo (é o tema do menu, na verdade), e que o Tommy Tallarico diz que este momento histórico vai continuar a construir a ponte entre a música de vapor principal (sic) e game music – está escrito “mainsteam” e não “mainstream” no release. É, tarde demais.

Dessas quase milhares de performances, espetacular mesmo é a “Baba Yetu” do Games in Concert 3, sem a percussão africana de mentira, e com a implementação de bateria, baixo elétrico e metais.

Grato ao Lucas Patrício por comunicar o release.

[via VGL, Christopher Tin]

Video Games Live: Level 2: seria ótimo se ainda estivéssemos em 2006


Por Alexei Barros

Mais de dois anos depois do Video Games Live: Volume One, lançado em julho de 2008, sai a sequência, sem os atrasos e aparentemente livre das controvérsias. Continuação? Sete números já tinham sido registrados no primeiro álbum, sendo que outros cinco estariam quando o CD era nomeado Video Games Live: Greatest Hits – Volume One, e acabaram ficando de fora por problemas de licenciamento, o que obrigou a remoção do “Greatest Hits” do título. Fica para mais do mesmo.

Gravado dia 1 de abril em Nova Orleans, EUA, no Pontchartrain Center com performance da The Louisiana Philharmonic Orchestra e de um coral sem nome de 34 vozes, o Video Games Live: Level 2 é o álbum que melhor sintetiza o repertório mainstream do show. Os principais hits estão presentes, com exceção, eu diria de Kingdom Hearts, que seria o ápice da redundância, pois segue a partitura original e já apareceu no VGL: Volume One, e do Metal Gear Solid, uma ausência compreensível pela acusação de plágio, pois a própria Konami abandonou a música. Mesmo assim, é uma track list que seria interessante para 2005 ou 2006. Hoje não tem a mesma graça.

Se o VGL: Volume One possuía somente três números de jogos japoneses e oito ocidentais, no Level 2 ficou mais equilibrado: nove nipônicos e sete americanos. Falta variedade, todavia. Desses sete, três são da Blizzard, e dois da mesma franquia, Warcraft. É de se elogiar a façanha de licenciar as músicas da Nintendo no CD, ainda que não faça tanta diferença assim no fim das contas, já que os dois arranjos orquestrados foram lançados anteriormente no Orchestral Game Concert. Diferentemente do que se supunha, não é tão complicado assim licenciar Final Fantasy em um álbum com faixas de outras produtoras, e o que facilitou neste caso é o fato de o arranjo da “One-Winged Angel” ser próprio do VGL, por mais parecido que possa ser com as outras versões. Isso não aconteceu no PLAY! A Video Game Symphony Live! porque a turnê concorrente usa as partituras dos concertos oficiais da série, que pertencem à Square Enix. Quanto ao Chrono Trigger, a inclusão agora se tornou possível porque a marca foi registrada por ocasião da transmissão em vídeo do Symphonic Fantasies. Tudo isso é para se empolgar não com o VGL, mas com as portas que se abrem para os CDs de outras produções.

Aquela crítica de o VGL: Volume One ter somente três das 11 faixas gravadas ao vivo, levando em consideração o “Live” do nome do espetáculo, e o restante em estúdio eu retiro. A tão proclamada “emoção de um show de rock” na descrição do Video Games Live pode ser sentida muito bem, até demais no VGL: Level 2. Como disse quando os samples foram liberados, os gritos não chegam ao nível da torcida brasileira (não consigo chamar de plateia espectadores que torcem para um personagem ganhar uma luta), mas aparecem em todos os números, exceção aos solos de piano. Antes, durante e depois das performances.

Eu disse show? Nos segmentos com guitarra, baixo elétrico e bateria – estes dois últimos são de verdade, não playback como na maioria das apresentações –, em especial Mega Man, Castlevania e Final Fantasy VII, a orquestra não pode ser ouvida em sua plenitude por conta do conflito de instrumentos de sonoridade forte e baixa. Não há uma homogeneidade como na Metropole Orchestra da série holandesa Games in Concert em que guitarra, baixo e bateria atuam como instrumentos da orquestra, não uma parte alheia ao restante. Falei do baixo. Tocado pelo próprio contrabaixista da orquestra, David Anderson, o baixo elétrico só aparece quando a guitarra toca, nos  arranjos com pendor para o rock. Ridículo! Como se o baixo só combinasse com o gênero. Não acabou aqui a minha indignação sobre esse tópico como você verá nos segmentos de Chrono e Sonic.

Mesmo quando não está acompanhada da banda, a mixagem não proporciona uma experiência sinfônica que torna as performances orquestradas tão especiais, que é de testemunhar dezenas de instrumentistas reproduzindo a música. Chega a ser irônico que nas declarações em vídeo Jack Wall e Tommy Tallarico salientam que muitos pais os agradeceram porque graças ao Video Games Live seus filhos viram uma orquestra pela primeira vez, e que isso normalmente não aconteceria se não fossem tocadas músicas de videogame. Como se o VGL fosse um baita concerto.

Após o Hadouken, comento cada uma das 16 faixas do Video Games Live: Level 2, e espero fazer isso pela última vez de determinados números. Agora não tem mais aquela desculpa de que as gravações amadoras são horrendas e o YouTube piora a qualidade.

Vale lembrar que a versão digital possui ainda Mass Effect e Myst, e o DVD e Blu-ray contam com os dois além do “Classic Arcade Medley” (em versão depenada, somente com Pong, “Cavalgada das Valquírias”, Dragon’s Lair e Tetris), “Sweet Emotion” (Guitar Hero: Aerosmith) e “Tetris Solo Piano Medley”. Em compensação, em vídeo não tem nada da Nintendo e nem da Square Enix, menos Chrono Cross.
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“Civilization IV Medley” – Sid Meier’s Civilization IV (VGL 2010 em Nova Orleans – Especial PBS)

Por Alexei Barros

Durante os meses de julho e agosto o canal norte-americano PBS passará o Video Games Live registrado dia 1º de abril em Nova Orleans como informado reiteradas vezes e que vai dar origem ao CD, DVD e Blu-ray. O trailer mostrava um panorama geral da apresentação, além dos comentários sapientes da Jamie Lee Curtis.  Mas para ter uma ideia melhor, foi liberado o segmento de Civilization IV na íntegra. Indubitavelmente, é uma das (poucas) virtudes das escolhas de programa desde que estreou em Los Angeles, no Hollywood Bowl, em setembro de 2006, quase um ano depois do debute do VGL no mesmo local, como lembrado pela declaração do compositor Christopher Tin no início do vídeo.

É um show de imagens, mostrando o coral de 34 vozes e a orquestra Louisiana Philharmonic dos mais variados ângulos de maneira competente. Todavia, repudio a sobreposição da performance pelas imagens do jogo, ainda que de uso mais moderado que o DVD do PLAY! A Video Game Symphony. Sei que público-alvo também inclui pessoas não habituadas com games, mas hoje em dia com internet de banda larga e YouTube ver cenas dos jogos é uma atividade trivial. Não é mais tempo em que ficávamos felizes com as telinhas nas revistas. O telão, que muitos consideram dispensável, já era mais do que suficiente lá no fundo.

Quanto à performance, mais uma vez ressalto o artificialismo. Você ouve nitidamente todos os instrumentos africanos de percussão… onde estão no palco? Apesar disso, há o atrativo de dois solistas, Kendrew Heriveaux (o da esquerda) e Ron Ragin (direita), não há apenas um como na maioria das apresentações. Inclusive eles cantam em excertos diferentes de como está no “Civilization IV Medley” do CD Video Games Live: Volume One.

Diante de tudo, não me canso de dizer que a versão da “Baba Yetu” do Games in Concert 3 ficou muito melhor. Mais viva, mais autêntica, mais ousada. A diferença é que o concerto holandês não tem o marketing do VGL.

“Civilization IV Medley”

“Opening Movie Music” ~ “Baba Yetu”

[via Video Games Live]

Se é para vir que venha

Calling All Dawns
Por Alexei Barros

Muitos compositores de games não se contentam em seguir somente as ordenanças dos produtores e se libertam ao publicar álbuns solo com músicas que não precisam acompanhar as cenas de jogo. A lista é extensa dos que se aventuraram: Nobuo Uematsu, Motoi Sakuraba, Motoaki Furukawa, Hiroki Kikuta, Yoko Shimomura, Yasunori Mitsuda, Noriyuki Iwadare, Akira Yamaoka, Norihiko Hibino, Kenji Ito, Chris Huelsbeck, Takayuki Aihara… Um monte.

O próximo a engrossar a relação é o americano de ascendência chinesa Christopher Tin, também compositor de filmes e comerciais. Quem diria, ele já visitou o Hadouken para conhecer a fantástica performance com bateria e baixo elétrico da “Baba Yetu” (Civilization IV) no concerto holandês Games in Concert 3.

Precisamente o tema do menu do jogo de estratégia encabeça as 12 faixas do seu primeiro CD solo Calling All Dawns. Cada uma é cantada em um idioma diferente: suaíli, japonês, mandarim, francês, latim, irlandês, polonês, hebraico, persa (desconhecia a existência), sânscrito, maori e… português! Assim como Noriyuki Iwadare no Grandia II (“A Deus” e “Canção do povo”), Tin compôs uma música para ser cantada no idioma lusitano.

Lusitano entenda português de Portugal. A intérprete de “Se É Pra Vir Que Venha” é a cantora de fado portuguesa Dulce Pontes. Os bucólicos e libertários versos escritos pela poetisa brasileira Patrícia Magalhães que se escuta no sample: “Vou cercar meu gado / Vou deitar no pasto / Vou roubar a cena / Vou sorrir sem pena / Sem puxar as rédeas / Sem seguir as regras / Sem pesar ou ânsia / Sem errar a dança / Se é para vir que venha”.

Christopher TinAlém dela, há as participações especiais do coral Soweto Gospel Choir, do quarteto americano de vocais femininos Anonymous 4, da cantora de ópera americana Frederica von Stade, da iraniana Sussan Deyhim, da chinesa Jia Ruhan e do trio de japonesas Aoi Tada, Kaori Omura e Lia. Todas as músicas são orquestradas e foram gravadas no lendário Abbey Road Studios com performance da britânica Royal Philharmonic Orchestra, que já tocou nas trilhas de Arc the Lad, Suikoden V (“Wind of Phantom”) e Final Fantasy XII (Symphonic Poem “Hope”).

As músicas foram compostas de forma a seguir uma narrativa de três partes – dia, noite e alvorada, representando a vida, a morte e o renascimento –, para serem escutadas de maneira contínua. Cada canção, com letras que passam mensagens relacionadas com cultura e religião, flui naturalmente na outra sem interrupções e a última acaba com o mesmo acorde da primeira, representando a natureza cíclica da vida. Genial o conceito.

O álbum poliglota está à venda no site oficial do Christopher Tin por 15 dólares e será publicado no dia 1º de outubro. Quem comprou pelo sistema de pré-venda não precisa nem esperar o CD chegar pelo correio, porque receberá no dia do lançamento um e-mail com link para baixar todas as músicas.

Também na página é possível escutar os samples de todas as canções desta Torre de Babel auditiva anexadas no Soundcloud no final do post. Sei que muita gente não vai apreciar o estilo world music, achará as músicas chatas ou insípidas, mas há canções belíssimas, como a própria “Se É Pra Vir Que Venha”. Porém,  não gostei muito do sample que está aí embaixo, que é o que imagino estar no CD: o vocal é moroso e cansativo. A que apreciei é a amostra publicada no LakeHouse Sound, que não é a mesma. Cantada pela americana Jen Shyu, a voz  flui mais naturalmente, sem carregar as palavras como na outra. Mais bizarro, no verso “Sem pesar ou ânsia” da versão arrastada ouço claramente “Sem fisgar ou ansiar” na mais suave. Até coloquei no Goear o sample do “Se É Pra Vir Que Venha” para facilitar a comparação com a outra lá embaixo.

E tudo começou (e recomeçou) com a “Baba Yetu”

Track list:

Parte I: All Days Return
01 – “Baba Yetu” (suaíli)
02 – “Mado Kara Mieru” (japonês)
03 – “Dao Zai Fan Ye” (mandarim)
04 – “Se É Pra Vir Que Venha” (português)
05 – “Rassemblons-Nous” (francês)

Parte II: Against the Night
06 – “Lux Aeterna” (latim)
07 – “Caoineadh” (irlandês)
08 – “Hymn Do Trójcy Swietej” (polonês)

Parte III: Calling All Dawns
09 – “Vayehi-Or” (hebraico)
10 – “Hamsáfár” (persa)
11 – “Sukla – Irsne” (sânscrito)
12 – “Kia Hora Te Marino” (maori)

[via OSV, Christopher Tin, LakeHouse Sound]

“Baba Yetu” – Sid Meier’s Civilization IV (Games in Concert 3)

Por Alexei Barros

Milagrosamente o site do concerto holandês Games in Concert 3 trouxe novos vídeos, e claro que os registros são em qualidade profissional. Ainda não foram publicadas as performances que mais estava maluco para ver (Super Mario Galaxy, Metal Gear Solid, Portal, Mafia, Hitman: Blood Money…), mas é alguma coisa.

A canção “Baba Yetu”, uma das mais atípicas peças de game music, é composição do norte-americano Christopher Tin para os menus do Sid Meier’s Civilization IV. A sonoridade africana se dá por conta da percussão e do dialeto suaíli cantado pelo grupo Stanford Talisman. Inegavelmente, a música ficou ainda mais popular graças ao Video Games Live com o “Civilization IV Medley”, que também inclui a “Opening Movie Music”.

A versão da Metropole Orchestra, em contrapartida, possui metais mais acentuados que a original e a implementação de baixo e bateria, dois instrumentos antes inexistentes na música do jogo. Essa interpretação, como não poderia deixar de ser por conta das minhas preferências, me agradou bem mais. Lembro que a música já havia sido tocada no Games in Concert (2006) e entrou de surpresa no ano passado, com o solo vocal de Daan Verlaan.


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