Textos categorizados 'Jun Senoue'

As sinfonias sintetizadas que quase enganam

Por Alexei Barros

Eu sempre tive certa repulsa às músicas sintetizadas que emulam orquestras pelo artificialismo dos timbres. Apenas um Yuzo Koshiro – e olhe lá – consegue utilizar timbres verdadeiramente convincentes que deixam na dúvida se a gravação foi reproduzida por dezenas de instrumentistas ou simulada por computador – dúvida que é elucidada, na medida do possível, ao ver créditos ou não dos musicistas no encarte ou no próprio jogo.

Mas mudo meu conceito neste post. Nesse terreno de diversidade de conteúdo que é o YouTube, há arranjadores amadores, se é que já não viraram profissionais, que mostraram a excelência de versões sinfônicas sintetizadas. Se não nos enganam por completo, matam a avidez por arranjos de músicas que dificilmente entrariam em concertos. E, caso fossem escolhidas, demorariam muito pela natureza obscura de alguns jogos.

Em vez de redigir um post para cada arranjo, preferi concentrar todos os interessantes que encontrei em um, porque, apesar de tudo, uma versão sintetizada não tem o mesmo peso de uma verdadeira. Mas nada impede que, se surgirem outras, eu faça um post no estilo daquela série Músicas que não faltam… ah, deixa pra lá.

Alex Kidd in Miracle World – “Alex Kidd (Main Theme)”

Alex Kidd é um jogo meio ingrato para aparecer em concertos, porque é o tipo de título antigo que apareceria no Press Start, isso se o Master System não fosse uma pulga perto do colosso Famicom no Japão.

Blake Robinson, nome que você lerá muitas vezes neste post, fez uma versão bem curta do tema principal imitando uma orquestra. Só que ele não se deu por feliz e colocou um coro de crianças virtual. Combinou perfeitamente.

DuckTales – “The Moon”

“The Moon” é uma das faixas mais incríveis não só do NES, não só da Capcom, de toda a geração inteira 8-bit. Mas quem mandou fazer uma música tão boa em um jogo licenciado? Isso talvez poderia trazer alguma dificuldade na hora de a composição entrar em um concerto… ou não.

A vontade de ouvir a “The Moon” orquestrada é tanta que existem cerca de cinco ou seis arranjos orquestrais diferentes, mas, até que me convençam o contrário, este é o melhor de todos, com um bom jogo de pizzicatos edulcorados por um piano incidental.

Golden Axe II – “Boss (Stage 1-3)”

Ouvi antes o arranjo e fiquei espantado como, orquestrada, a música ganhou uma nova dimensão. A escolha dos metais para reproduzir a melodia é adequada, e é incrível que os trompetes simulados soem tão bem.

Mario Paint – “BGM 1″

Se nem todos os jogos da série principal do Mario foram lembrados nos concertos, o que dirá os títulos de outros gêneros que levam a assinatura bigoduda. Mario Paint é um desses e, convenhamos, com Hirokazu Tanaka envolvido na composição, não tem por que dar errado um arranjo desse tipo. Ah, se o Orchestral Game Concert tivesse mais dez edições…

Mario Party – “The Stolen Star”

Mario Party nem é, a meu ver, o jogo do Mario não canônico de maior expressão, mas tem algo interessante na composição na autoria desta trilha: é do Yasunori Mitsuda. O dia em que fizerem um concerto de tributo a ele, um arranjo competente como este daria uma bela variada em meio aos Chronos e Xenos.

Metal Gear: “Operation Intrude N313″ ~ “Theme of Tara” ~ “Red Alert”

Com toda a fama da vertente Solid, muitos podem estranhar que existe vida na série Metal Gear antes de 1998. E mais: que há músicas boas dos primeiros jogos da era MSX2. Este arranjo consegue transmitir a tensão e o nervosismo da missão de Snake, em uma tradução muito fiel para orquestra sintetizada das faixas originais. O autor do feito é o brasileiro André Colares, que já fez trilhas pra curtas e peças de teatro e almeja entrar na área de games. Se você curtiu, não deixe de entrar no canal do rapaz para ouvir composições originais. E eu se fosse você também pediria que ele fizesse mais arranjos de músicas de games.

Sonic the Hedgehog – “Final Zone”

O arranjo “Sonic the Hedgehog: Staff Credits” do Richard Jacques para o Video Games Live tem todas as músicas das zonas do Sonic 1, certo? Todas, menos a “Final Zone”. Assim como no Alex Kidd, Blake Robinson colocou timbres de coral, mas aqui no caso adulto mesmo. E mais uma vez foi uma escolha certeira. Deu um clima meio Super Mario Galaxy, não?

Sonic the Hedgehog 4: Episode I – “Splash Hill Zone Act 1”

Há um longo caminho (Sonic 2, Sonic 3…) até chegarmos às versões orquestradas do Sonic 4, mas o Blake Robinson já deu uma palhinha de como ficaria o tema da fase inicial do Episode I, provavelmente o melhor do jogo. Só deixaria num andamento mais rápido.

Streets of Rage 2 – “Back to The Industry”

A dificuldade para achar arranjos orquestrais de Streets of Rage não está no papel. Claro, não é uma tarefa fácil pela característica dançante das músicas. O arranjador ubergrau conseguiu extrair uma sinfonia da “Back to The Industry”, rendendo uma bela peça orquestral e sem descaracterizar a faixa. Nem está entre as minhas favoritas a original, mas se ele fizesse o mesmo com outras do Koshirão…

Se você conhecer outros arranjos do tipo, sinta-se à vontade para se manifestar nos comentários. Quem sabe eu não me anime a fazer uma segunda parte.

Agradeço secretamente o espião Rafael Fernandes pela indicação do canal do Blake Robinson.

Álbum com as músicas de Sonic Generations sai em janeiro de 2012; Jun Senoue diz que equilíbrio foi a palavra-chave da trilha


Por Alexei Barros

Pelo menos no aniversário de 20 anos, o Sonic se livrou da recente maldição dos jogos capengas em 3D com Sonic Generations, embora o Sonic Colors já tenha sido bastante elogiado no ano passado. As trilhas sonoras da série sempre chamam a atenção, mesmo quando os jogos não são lá grande coisa, mas, desta vez, há um motivo especial: o retorno das geniais composições de Masato Nakamura para Sonic 1 e 2 sob nova roupagem. Aliás, a primeira vez que ele permitiu que suas músicas fossem arranjadas.

Nessa semana, o comparsa Claudio Prandoni entrevistou por e-mail o produtor do Sonic Generations, Takashi Iizuka, para o UOL Jogos, e ganhou de brinde uma resposta sobre a trilha do lendário Jun Senoue, diretor de som do jogo. No UOL Jogos a declaração não foi usada na íntegra, então confira o depoimento inteiro do mestre da guitarra da banda Crush 40:

“Sonic Generations oferece dois tipos diferentes de jogabilidade para fases de jogos antigos: moderno e clássico. Tentamos arranjar as músicas de maneira a combinar bastante com estes estilos distintos. Quando a fase original era em 2D, o arranjo clássico dá uma sensação mais ‘nostálgica’, enquanto o moderno foca em trazer ‘surpresa e novidade’.

Em contraste, quando a fase original era em 3D, o arranjo moderno usa a faixa original como base, enquanto o clássico pega a essência e leva a música por caminhos diferentes.

Sonic Generations foi a primeira vez que Masato Nakamura, compositor original das músicas dos dois primeiros Sonic, nos permitiu arranjar as composições. Tomamos muito cuidado ao criar estas novas versões já que muitos fãs são bem apegados às faixas originais. Equilíbrio foi a palavra-chave, mantendo as partes importantes e mudando o que achávamos apropriado.

O estilo e intensidade de arranjo variam entre as canções, mas Chemical Plant e City Escape são bons exemplos em termos de manter ritmos memoráveis, mas também trazer mudanças ousadas. Já o arranjo moderno de faixas como Green Hill e Sky Sanctuary, cujas trilhas originais não eram muito rápidas, possui uma função especial que sincroniza a batida de acordo com a velocidade do Sonic, acelerando ou diminuindo de acordo com a velocidade do herói.”

Além dos dois, notei pelos créditos do jogo que muitos outros nomes se envolveram, como Naofumi Hataya, Kenichi Tokoi, Tomoya Ohtani, Richard Jacques e Yasufumi Fukuda. Não quero me aprofundar mais nos comentários na esperança de que falarei melhor quando sair a trilha original de título Sonic Generations Original Soundtrack: Blue Blur. Número de catálogo WWCE-31261~3, três CDs para o dia 11 de janeiro de 2012 por 4200 ienes (97 reais sem taxas adicionais). As músicas já podem ser ouvidas no YouTube – há bastante tempo foram ripadas inclusive. Só adianto que, apesar de bons momentos, não me empolguei tanto quanto a “Angel Island Zone” na versão do Jun Senoue para o Super Smash Bros. Brawl.

[via UOL jogos]

“Escape from the City” – Sonic Adventure 2 (Video Game Music Choir)

Por Alexei Barros

Nas trilhas originais ou nos arranjos para os concertos, o coral é usado, na maioria absoluta das vezes, para a execução de músicas eruditas das mais variadas naturezas. Mas, como sempre, os fãs transcendem as expectativas com muita criatividade e brilham pelo pioneirismo.

É o caso do Video Game Music Choir. Fundado e dirigido pela Julia Seeholzer, aspirante a compositora de games, é um coral de estudantes da Berklee College of Music em Boston, EUA, enfocado em música de jogos. O grupo já participou de apresentações com orquestra, como no A Night of Video Game Music (nada de registros no YouTube) realizado em dezembro de 2010, mas o que chama a atenção no vídeo do post é a inexistência de acompanhamento instrumental.

Seeholzer transformou o acelerado rock “Escape from the City” originalmente cantado por Tony Harnell e Ted Poley em uma música para coral. Na performance, a música foi entoada por 22 coristas, sendo seis sopranos, oito contraltos, cinco tenores e três baixos. Enquanto os homens fazem os sons onomatopeicos, as mulheres alternam entre a letra e os efeitos, por assim dizer, criando uma sensação absolutamente diferente da composição do Jun Senoue. O resultado é sensacional e surpreendente. Falando especificamente da canção escolhida e do estilo adotado, não conta muito a potência das vozes; caso fosse uma música pomposa talvez escancararia o fato de serem estudantes e em número relativamente pequeno. O que importa é a afinação, e dá para perceber como todos foram muito competentes e sincronizados.

O VGMC também gravou um breve vídeo do Pokémon, mas não me agradou tanto quanto este por ser 100% cantado com onomatopeias, como as originais são todas instrumentais. Mas imagino o que não fariam com uma “Let’s Go Away” da vida…

Intencionalmente ou não, a imagem está fora de foco, mostrando em dado momento a fileira detrás do coral com umas tomadas meio bisonhas. A título de curiosidade, a moça loira na extrema esquerda do vídeo é a Julia Seeholzer.

Sonic the Hedgehog 4: o vazamento da trilha sonora


Por Alexei Barros

Eu planejava publicar um post para cada sample publicado no site oficial do Sonic 4, mas a Sega não tapou os buracos desde a última reforma. Resultado: todas as músicas do Episode 1 vazaram sem a menor explicação. Foi proposital? Um acidente? Nem faço ideia. A trilha brotou na página do Soundcloud do usuário bigthecat, e até foi apagada tempos depois. Não a tempo de evitar que se proliferasse pela Internet. A julgar pelo estilo e pela batida de percussão à la Mega Drive da “Splash Hill Zone Act 1″, as faixas que escaparam pelos encanamentos furados são verdadeiras (se isso acontecesse ontem alguém poderia desconfiar).

Pelos nomes é possível constatar que cada zona do Sonic 4 é constituída por três atos, como a Metropolis Zone do Sonic 2, e que cada ato possui um tema diferente a exemplo do Sonic 3, com a diferença que não são apenas variações, mas composições diferentes de vibração similar.

Além disso, os nomes das faixas e algumas melodias escancaram a tentativa de criar um elo com elementos famosos do Sonic no passado. Evidente que a trilogia de temas da Casino Street remete à memorável “Casino Night Zone” do Sonic 2, ao passo que ao ouvir o tom psicodélico da “Special Stage” já vislumbro peixes nadando e pássaros voando em um cenário alucinógeno como na “Special Stage” do Sonic 1.

Apesar de tudo, não sei se por rabugência, má vontade ou saudosismo desenfreado, não consegui me empolgar muito não, prevalecendo a impressão inicial da primeira música revelada. Não irei comentar faixa por faixa, porém disponibilizo os links para o Goear aí embaixo, isso se você já não tiver baixado toda a trilha.

- “Splash Hill Zone Act 2”
- “Splash Hill Zone Act 3”
- “Casino Street Zone Act 1”

- “Casino Street Zone Act 2”
- “Casino Street Zone Act 3”
- “Lost Labyrinth Zone Act 1”
- “Lost Labyrinth Zone Act 2”
- “Lost Labyrinth Zone Act 3”
- “Mad Gear Act Zone 1”
- “Mad Gear Act Zone 2”
- “Mad Gear Act Zone 3”
- “Boss Music 1”
- “Boss Music 2”
- “Invincibility”
- “Special Stage”
- “Final Zone”
- “Staff Roll”

[via GoNintendo]

Sonic the Hedgehog 4: “Splash Hill Zone Act 1″


Por Alexei Barros

Em tempo… para o retorno às origens de Sonic the Hedgehog 4 se completar  o Masato Nakamura tinha que compor a trilha. Pelo jeito, alguma coisa séria aconteceu depois do Sonic 2 para o baixista do Dreams Come True desaparecer dos games – os dois primeiros da série foram as suas únicas contribuições para jogos. Pela sequência vem aquele batalhão de compositores do Sonic 3 que inclui até, comprovadamente, Michael Jackson, embora não esteja creditado, e no time de som da Sega desponta o nome de Jun Senoue, que também é um dos principais responsáveis pelas trilhas dos jogos 3D que costumam dividir opiniões e ser questionadas se adequam à identidade primordial do personagem.

Pois ele é o escolhido para o Sonic 4 não para fazer músicas com instrumentos reais, muito menos cantadas, mas como se fossem do Mega Drive, inclusive imitando os timbres do chip de som do videogame – independentemente da qualidade das composições, sempre achei a qualidade de áudio do Mega muito inferior ao do SNES.

Isso fica explícito no primeiro sample disponibilizado no site oficial do jogo (aparentemente, haverá mais três para serem liberadas), que corresponde à fase inicial Splash Hill Zone – não tem como não se lembrar da “Splash Wave”. É uma música alegre, animada, mas a mim não me causa a mesma comoção, até hoje, isso que não joguei exatamente na época de lançamento, de quando ouço a “Green Hill Zone”, “Emerald Hill Zone” e um pouco menos a “Angel Island Zone Act 1”, cotejando entre os temas de primeira fase.

- “Splash Hill Zone Act 1″

[via SEMO]

“It Doesn’t Matter” – Sonic Adventure 2 (ΞSONICΞ)

Por Alexei Barros

Em abril deste ano publiquei uma série de cinco vídeos do pianista ΞSONICΞ, ora com luvas, ora sem luvas, mas sempre com performances estupendas no piano de músicas do Sonic, com ênfase na fase recente em que prepondera o rock pesado da Crush 40.

De lá para cá ele só gravou um vídeo novo no Nico Nico Douga em agosto, que compartilho antes tarde do que nunca. Desta vez sem mostrar as mãos, com a performance ilustrada por artes conceituais, ΞSONICΞ mais uma vez adapta para o piano uma canção, a “It Doesn’t Matter”, com a voz de Tony Harnell. Apesar da original não fazer a minha cabeça, me impressiona como ele consegue traduzir a melodia perfeitamente, deixando a música reconhecível. Para mim ficou até melhor.

“Escape from the City” – Sonic Adventure 2 (ΞSONICΞ)

Por Alexei Barros

O pianista ΞSONICΞ tirou as luvas e escolheu mais uma música do Sonic, só que da fase mais recente, liderada por Jun Senoue. “Escape from the City”, do primeiro estágio do Sonic Adventure 2, foi transformada em um solo de piano pelas habilidosas mãos do instrumentista, que soube transmitir a melodia com desenvoltura.

Show da Crush 40 na TGS 2008

Por Alexei Barros

A Crush 40 não participou do Hyper Game Music Event 2008, em compensação fez um show aberto para o público na Tokyo Game Show 2008. Isso significa que a apresentação pôde ser publicada integralmente no YouTube sem o menor problema. Na verdade, não a banda inteira, somente os dois integrantes principais: Jun Senoue na guitarra e Johnny Gioeli  no vocal. O resto tudo com playback…

Devo confessar que não sou fã número 1 de rock cantado da Crush 40 – aprecio muito mais os arranjos instrumentais do Senoue, como “Angel Island Zone” (Sonic 3 – Super Smash Bros. Brawl) e “Splash Wave J. Arrange Ver.” (OutRun) –, mas tenho certeza que Prandoni 40 gostará de ver as performances de “Sonic Heroes” (Sonic Heroes) e “Live & Learn” (Sonic Adventure 2), entre outras.

Obrigado ao Fabão por ter passado os vídeos.

“Sonic Heroes” – Sonic Heroes (Jun Senoue & Takenobu Mitsuyoshi)

Por Alexei Barros

Graças à compaixão do Fabão, me cadastrei meses atrás no Nico Nico Douga, vulgo o YouTube de olhos puxados. O problema é que o cadastramento, todo em japonês, é obrigatório para assistir aos vídeos. Contudo, consegui descobrir uma forma de colocá-los no site ocidental para compartilhar os tesouros perdidos do outro lado do mundo.

Como, por exemplo, a performance histórica abaixo. No violão, Jun Senoue, da Crush 40. No vocal, Takenobu Mitsuyoshi, da H. Jamais vi os dois juntos, apesar de ambos trabalharem na SEGA, sem bem que um reside nos EUA e o outro no Japão. O Mitsuyoshi pouco tem a ver com o maltratado ouriço. Descobri enquanto escrevia, entretanto, que ele fez o back vocal em algumas faixas do ultrajante Sonic the Hedgehog (2006).

De qualquer forma, é uma versão acústica de “Sonic Heroes”, originalmente cantada por Johnny Gioeli, e que havia recebido um arranjo nesse estilo no Sonic Team Unplugged Live 2004. No final, eles cantam parabéns ao Sonic, mas não compreendi quantos anos de aniversário foram comemorados na ocasião.

Sabe o que faltava para a performance supersônica ficar perfeita? Se unissem à dupla Masato Nakamura no baixo e Yuzo Koshiro no piano e de preferência com uma música da velha guarda.

Jun Senoue joins the Brawl!

junsenoue1.jpg

Por Alexei Barros

Passou perto. Já comentei em dois posts anteriores (aqui e aqui) que o Yuzo Koshiro fará o arranjo da Green Hill Zone no Smash Brawl. A atualização de hoje do site oficial traz, pela primeira vez, uma música do Sonic, só que não é do Koshiro e também não é o tema principal do ouriço. Decepção? De jeito nenhum – e nada impede que meu devaneio se corrobore posteriormente.

Assim como Hip Tanaka não constava na relação inicial de músicos, o nome de Jun Senoue apareceu do nada. Guitarrista da banda Crush 40, é o autor de “Live and Learn” (a canção do trailer que anunciou a entrada de Sonic em Brawl) e participou das trilhas de Sonic Adventure, Sonic Adventure 2, Sonic Heroes, Shadow the Hedgehog e Sonic the Hedgehog (2006). Enfim, Senoue é o principal responsável pelo J-Rock que caracterizou os jogos recentes do Sonic.

Para Brawl Senoue arranjou o caribenho tema de “Angel Island Zone”, a fase inicial do Sonic the Hedgehog 3, imprimindo o seu verniz guitarrístico. Esse foi o primeiro da série sem Masato Nakamura (Sonic 1 e 2) e trazia como compositor…Michael Jackson? Veja o documentário abaixo se nunca ouviu falar dessa história curiosa. A faixa escolhida não faz parte da relação de músicas suspeitas, mas vai saber quem a compôs? Se não foi o próprio Michael, pode ser alguém desses aí: Brad Buxer, Bobby Brooks, Darryl Ross, Geoff Grace, Doug Grigsby III e Scirocco – os músicos que figuram nos créditos do jogo e que já colaboraram de alguma forma com ele.


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