Konami Medley Second Moviment – (FCB 10th Anniversary Live)

Por Alexei Barros

Nesta segunda parte desse passeio pela história musical da Konami promovido pela Famicom Band, temos mais um exemplo da diversidade de jogos que a produtora tinha na era 8-bit.

Depois de uma rápida passagem pela fanfarra do eterno Road Fighter, a maior parte do medley se concentra no The Goonies e The Goonies II, jogos que, muito antes do GoldenEye 007, mostravam que era possível, sim, ter boas adaptações de filmes. O tema “The Goonies ‘R’ Good Enough” da Cyndi Lauper que recebeu uma inacreditável versão sintetizada nos jogos, ganhou uma nova cara nos instrumentos de sopro da FCB. E, como sempre digo, é sensacional quando canções pop são orquestradas. Para completar, temos também Ganbare Goemon! Karakuri Douchuu, segundo jogo da série Mystical Ninja que não saiu no Ocidente, e não podia faltar também um pouco de Castlevania, o primeiro.


0:10 – Road Fighter (ロードファイター)


0:13 – The Goonies (グーニーズ)

1:59 – The Goonies II (グーニーズ2)

3:11 – Ganbare Goemon! Karakuri Douchuu (がんばれゴエモン!からくり道中)

4:10 – Castlevania (悪魔城ドラキュラ)

“Konami Medley Second Movement”

“Super Mario Kart Medley” – Super Mario Kart (Meine Meinung)

Por Alexei Barros

O grupo acústico Meine Meinung já havia conquistado meu respeito com um ótimo medley de temas de combate de Chrono Trigger. Como eu disse na ocasião, não é muito minha praia arranjos acústicos assim, então para eu, cabeça-dura que sou, ter gostado é porque os caras são bons mesmo.

Mas, agora, este medley do Super Mario Kart… é coisa de gênio. É incrível como as músicas originais da Soyo Oka parecem ter sido feitas para tocar no violão, o que me dei conta disso nesse vídeo. Exemplo: “Mario Circuit”. Com dois violões e um contrabaixo, eles passaram por esse e outros temas das pistas do jogo do Super Nintendo, com direito à reprodução do som do semáforo e dos karts nesses instrumentos! E também devo fazer uma menção especial à “Ghost Valley”, que ficou simplesmente absurda!

Salvo uns errinhos que tive a impressão de serem cometidos na “Main Theme”, o medley é digno de aplausos efusivos, e já prevejo fortes emoções para o pessoal acústico do Violão de 8 bits.

- “Super Mario Kart Medley”

“Main Theme” ~ “Choose Your Driver” ~ “Race Fanfare” ~ “Mario Circuit” ~ “New Record” ~ “Toad’s Ranks” ~ “Race Fanfare” ~ “Ghost Valley”“New Record” ~ “Yoshi’s Ranks” ~ “Race Fanfare” ~ “Koopa Beach” ~ “New Record” ~ “Koopa Troopa’s Ranks” ~ “Race Fanfare” ~ “Bowser’s Castle”“New Record” ~ “Donkey Kong Jr.’s Ranks” ~ “Race Fanfare” ~ “Rainbow Road”“New Record” ~ “Mario’s Ranks” ~ “Tournament Win”

Konami Medley First Movement – (FCB 10th Anniversary Live)

Konami_logoPor Alexei Barros

Desde a primeira vez que vi a Famicom Band há inacreditáveis quatro anos, virei um admirador da orquestra pró-amadora pela devoção aos jogos antigos, qualidade musical e criatividade, com performances cênicas que são deliciosamente trash e arrancam gargalhadas. O último vídeo aqui publicado da FCB data de 2010 – quase três anos sem Famicom Band não dá. De tempos em tempos, eu entrava na página deles no Nico Nico Douga e nada de atualizações. Até que dia desses dei uma procurada de rotina e me deparo com nada menos do que… um medley colossal de jogos da Konami para Famicom dividido em seis movimentos. Boa parte desses títulos fez parte da minha infância (primeiro no MSX e depois no NES), e foi um deleite reconhecer músicas marcantes. Também apareceu muita coisa que desconheço (muita mesmo; vergonhoso de minha parte) e ainda vou averiguar melhor. Publicarei os movimentos em posts avulsos.

Neste primeiro, temos cinco jogos – três eu joguei nos tempos idos do 8-bit e os demais conheci depois, então o saldo de nostalgia foi além da conta. Já que nas performances da Famicom Band conta mais as representações lúdicas dos jogos do que a experiência musical, não tentarei esmiuçar cada detalhe do medley, até porque é muito mais gratificante ser surpreendido pelo vídeo do que ler o texto. De qualquer forma, caso você não seja familiar com os títulos, eu listei os jogos com os vídeos de gameplay, assim como os momentos em que eles aparecem ao longo da miscelânea.

0:17 – Gradius (グラディウス)

2:34 – Yie Ar Kung-Fu (イー・アル・カンフー)

3:22 – Antarctic Adventure (けっきょく南極大冒険)

4:06 – Track & Field (ハイパーオリンピック)

5:07 – TwinBee (ツインビー)

- “Konami Medley First Movement”

A revelação de Donkey Kong Country: Tropical Freeze e o retorno de David Wise à composição


Por Alexei Barros

Eu me lembro do choque que foi o anúncio do regresso de Donkey Kong Country na E3 2010… Por mais que houvesse outros jogos do gorila de gravata vermelha nos anos 2000, eu era órfão da trilogia DKC que abrilhantou o SNES de 1994 a 1996. DKC Returns veio para Wii em 2010 e pude constatar (mesmo com algum tempo de atraso) o talento da Retro Studios em manter a essência da trinca de jogos criados pela Rare.

Três anos depois, sem aquela tradicional apresentação gigante realizada pelas fabricantes de consoles, a Nintendo revelou a nova sequência em sua conferência online Nintendo Direct comandada pelo presidente da empresa, Satoru Iwata. Eu disse nova? Não sei se era porque estava meio por fora ou se a edição do vídeo não fez por merecer as novidades, quando o jogo foi apresentado, eu imaginei que, por qualquer motivo, eles ainda estavam falando do Donkey Kong Country Returns 3D, versão do supracitado jogo para 3DS lançada em maio de 2013.

Só fui me ligar que era um jogo novo quando o Donkey Kong entrou na água, uma vez que não havia seções subaquáticas no DKC Returns, diferentemente da trilogia original 16-bit. Sei que é toperice minha, mas eu achei os dois jogos, o DKC Returns e o recém-anunciado Donkey Kong Country: Tropical Freeze, também desenvolvido pela Retro Studios, muito parecidos visualmente. A mim, à primeira vista, não pareceu haver aquele frescor de continuações como Super Mario Galaxy 2 e o próprio Donkey Kong Country 2. Isso que eu não tenho nada contra continuações (desde que elas respeitem o bom senso). Outra novidade foi a inclusão de Dixie Kong como personagem auxiliar de Donkey Kong, além do Diddy. Tudo leva a crer que o jogo manterá a ideia de deixar um símio ajudante nas costas, da mesma maneira que no primeiro DKC Returns.

Mas a melhor novidade foi revelada depois da Nintendo Direct, no estande da produtora na E3, com a confirmação de David Wise como compositor do jogo. Na época de sua revelação, o DKC Returns teve o nome de Kenji Yamamoto anunciado para esse cargo, mas os créditos também deram os nomes de Minako Hamano, Masaru Tajima, Shinji Ushiroda e Daisuke Matsuoka, sem especificações de funções. Nem mesmo o encarte do álbum da trilha sonora Donkey Kong Returns Original Sound Track permite saber quem são os compositores e os arranjadores. Seja como for, nem de longe, nem mesmo utilizando músicas antigas arranjadas, a trilha do Returns causou o impacto das trilhas do DKC 16-bit. Eles já deveriam tê-lo chamado na ocasião, já que Wise saiu da Rare e nada impediria que ele voltasse de onde nunca deveria ter saído. DKC sem David Wise é Mario sem Koji Kondo ou Chrono sem Yasunori Mitsuda. Agora, com o regresso de Wise a um jogo que lembra os seus bons tempos da Rare, a história é totalmente diferente e já sonho com composições novas do nível de “Aquatic Ambiance” e “Stickerbush Symphony”.

[ATUALIZAÇÃO] A Nintendo também liberou um vídeo com declarações do produtor Kensuke Tanabe, falando mais sobre as novidades do jogo. Além da Dixie e do Diddy, haverá um terceiro personagem secundário ainda não revelado.

[via GoNintendo, WiiClube]

Omega Catastrophe: o melhor álbum de fãs com músicas da Sega já lançado

Omega Catastrophe
Por Alexei Barros

Você sabe, há tempos bato na tecla de que as bandas de fãs japonesas são melhores que as ocidentais. Com o passar dos tempos, essa tecla ficou amarelada, empoeirada e engordurada. Mesmo completamente imunda, volto a repetir: as bandas de fãs japonesas são melhores que as ocidentais. Agora há mais um álbum para mostrar essa discrepância. Omega Catastrophe, que traz algo incomum no meio doujin: músicas da Sega.

Japonês que é japonês costuma ser nintendista. Sem se delongar muito com explicações, como já falei no post anterior sobre o concerto de Phantasy Star, o Sega Mark III (como o Master System ficou lá conhecido) perdeu feio para o Famicom e, na geração seguinte, o Mega Drive acabou ficando atrás até do PC Engine. Ironicamente, o Saturn se deu bem no Japão, mas talvez já fosse tarde demais. Isso sem contar os arcades da Sega sob a liderança magistral do Yu Suzuki, é claro, máquinas de grande sucesso no arquipélago japonês. Não quero dizer que o Japão não gosta da Sega, não é isso, só que, em linhas gerais, a maioria dos álbuns doujin pega músicas da Squaresoft e jogos da Nintendo, ficando atrás somente do fenômeno Touhou Project.

Fora desses padrões temos o Omega Catastrophe, mais um álbum do selo doujin Dangerous Mezashi Cat. Eu já os conhecia desde o CD Megalomania (com músicas do Mega Man), imaginando que fosse uma obra única. Quando fui ver eles já tinham lançado mais de uma dezena de discos. Dos que ouvi, todos são recomendadíssimos pelos arranjos focados na guitarra (com um timbre afiado) que se fazem passar por profissionais, coisa que raramente ou quase nunca acontece com bandas ocidentais. Na minha torpe opinião, evidentemente. Apesar de o trabalho doujin ser quase inexistente nas homenagens à Sega, há boas referências profissionais: S.S.T. Band e [H.]. O que é mais incrível: falando como fã das duas, afirmo sem medo que em alguns momentos os arranjos conseguem suplantar versões que considerava imbatíveis. Sério, seriíssimo. Os arranjos, aliás, são feitos por diferentes nomes desconhecidos neste lado do mundo, e há somente um guitarrista que atende pela alcunha Namihei.

O foco do Omega Catastrophe é de jogos de Mega Drive e não apenas títulos da Sega como veremos a seguir. Só não encare isso como uma obra que procura arranjar os maiores medalhões do 16-bit da Sega porque há algumas ausências fortes, como as séries Sonic, Golden Axe, Streets of Rage, Shining Force e por aí vai.

Depois do Hadouken, minha visita por todas as faixas, algumas de maneira mais sucinta que o normal.
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Phantasy Star Series 25th Anniversary: o dia em que a fantasia foi escrita com “ph”


Por Alexei Barros

Em dezembro de 2012, Final Fantasy completou 25 anos de existência. De 2002 para cá, houve pelo menos um concerto a cada dois anos dedicado à série. Também em dezembro de 2012, Phantasy Star celebrou o aniversário de 25 anos. Apresentações musicais até então? Nenhuma. Se colocarmos as duas séries em uma balança, fica difícil de comparar por pesos-pesados como Square e Nobuo Uematsu, mas enfim a Sega se mexeu e encerrou a espera no dia 30 de março, dois dias depois muitos fãs não acreditariam e achariam uma mentira – como eu demorei para fazer o post. Nesse dia, aconteceu o Phantasy Star Series 25th Anniversary.

Foram duas apresentações no Hibiya Kokaido em Tóquio, Japão, com a performance da Tokyo Philharmonic Orchestra regida por Masamichi Amano. Pelas fotos, achei a arquitetura do Hibiya Kokaido, que possui 2000 assentos, extremamente humilde e simples. Em contrapartida, um gigantesco telão com as imagens dos jogos da série tratou de melhorar a aparência no quesito show.

Agora, vamos ao que interessa: o set list. O que vinha causando mais apreensão nos fãs da série é o quanto da tetralogia inicial tomaria do programa. Fazendo uma rápida observação, a estima que os brasileiros têm hoje pelo Master System não equivale no Japão, onde o console equivalente Sega Mark III foi pulverizado pela liderança avassaladora do Famicom (o NES por aqui). Sendo assim, já considero uma vitória saber que melodias do primeiro Phantasy Star apareceram no “Phantasy Star Medley for Sympathy 2013”. De resto, foi um festival de músicas da vertente Phantasy Star Online que guarda sim boas composições, mas sem o mesmo impacto nostálgico evidentemente.

Para quebrar um pouco dessa erudição sinfônica, alguns números foram tocados sem orquestra, apenas por uma banda (pelas fotos, não me pareceram ser os integrantes da [H.]) formada por baixo, guitarra e keytar tocada pelo Hideaki Kobayashi, o compositor do Phantasy Star Online. Nos vocais, a cantora Annette Marie Cotrill, que participou de episódios recentes, e o carismático e imbatível Takenobu Mitsuyoshi. Ele ainda se deu ao direito de interpretar a “Burning Hearts ~Angel~” com essa formação de instrumentos – poxa vida, todo tema estilo tokusatsu que se preze deveria ter um naipe de metais acompanhando.

Aliás, o que Burning Rangers tem a ver com Phantasy Star? Nad… opa, ambos têm a participação de Yuji Naka. Mesmo há anos não trabalhando mais na Sega, o YU2 subiu ao palco. No sentido de homenagear figuras históricas, o concerto foi muito especial. Eu tenho a impressão que por algum motivo, a criadora Rieko Kodama não esteve por lá, mas a apresentação contou com as milagrosas e raríssimas aparições dos compositores veteranos Tokuhiko “Bo” Uwabo (Phantasy Star I e II) e Izuho “Ippo” Numata (Phantasy Star III) – foto acima. Depois de muito tempo longe dos holofotes, o Bo deu as caras no Facebook, ajudando a minimizar o mistério que havia em torno dele. Mas o caso da Ippo foi mais sério. Por muito tempo, houve quem acreditasse que esse era apenas um pseudônimo do Ippo Yamada, compositor de jogos recentes do Mega Man. Isso mesmo: nem se sabia se era “ele” ou “ela” ou se a pessoa existia mesmo. É a primeira foto que vejo dela.

Quando chego nesse trecho do texto, geralmente digo “agora é hora de aguardar pelo CD”, “não espere pelo CD”… A boa notícia é que a gravação do concerto já foi anunciada em CD, com lançamento marcado para setembro de 2013. Não chegou a ser anunciado um DVD, mas o Jorge, amigo do Orakio “O Gagá” Rob que mora no Japão e afortunadamente assistiu ao concerto, disse que viu câmeras e avisos de que o público poderia aparecer no vídeo. Então ainda há uma esperança.


Abaixo, o set list. Ficarei devendo os links para as faixas originais. Por desconhecer as trilhas, ficou difícil identificar as músicas.
01 – Fanfare
02 – Phantasy Star Medley for Sympathy 2013
03 – Phantasy Star Online OPENING THEME ~The whole new world~
04 – Can still see the light ~Phantasy Star Online ENDING THEME~
05 – “IDOLA” have the immortal feather & the divine blade Medley
06 – World with me ~Phantasy Star Online EPISODE2 ENDING THEME~
07 – “LET THE WINDS BLOW” – Theme of Phantasy Star Online Episode III-
08 – Underworld -equilibrium-
09 – Phantasy Star Zero
10 – たいせつなもの
11 – Save This World – Orchestra Version -
12 – Save This World – νMIX – (Hideaki Kobayashi com
Annette Marie Cotrill)
13 – Living Universe (Hideaki Kobayashi com
Annette Marie Cotrill)
14 – Go Infinity (Hideaki Kobayashi com
Takenobu Mitsuyoshi)
15 – Burning Hearts (Hideaki Kobayashi com
Takenobu Mitsuyoshi)
16 – Ignite Infinity (Hideaki Kobayashi com
Annette Marie Cotrill)
17 – Title – PSO2 -
18 – Stage Medley – PSO2 -
19 – Dark Ragne
20 – Big Varder & Quartz Dragon Medley
21 – Falz Arm & Dark Falz Elder Medley
22 – For Brighter Day – Orchestra Version -

Números 1 a 11, 17 a 22 tiveram a performance da Tokyo Philharmonic Orchestra com regência do Masamichi Amano.

Peço desculpas pela incrível demora não só ao Gagá, que me passou algumas informações aqui compartilhadas, como outros fãs desta série muito estimada que conheço, infelizmente, só de nome.

[via Game Watch, 4Gamer.net e Famitsu]

Final Symphony: report in loco do concerto alemão com Final Fantasy VI, VII e X


Por Alexei Barros

Não, eu não ia passar batido, claro: no sábado passado, dia 11 de maio, foi apresentado na Alemanha o Final Symphony, o novo concerto com a mesma turma da série Symphonic e que tanto já mencionei aqui: Thomas Boecker, Jonne Valtonen, Roger Wanamo, Benyamin Nuss etc.

Desta vez, porém, a apresentação não teve a performance da WDR Radio Orchestra, que tocou diferentes programas de games de 2008 a 2012. A simples presença dessa orquestra garantia que o concerto sempre fosse transmitido ao vivo – o que até então era um ineditismo – não só pelo rádio, como em algumas ocasiões em vídeo também. Neste ano, o espetáculo foi executado pela Sinfonieorchester Wuppertal, curiosamente sem a companhia de nenhum coral como nas outras oportunidades.

Com isso, o privilégio de ouvir as músicas em interpretações sinfônicas ficou restrito aos espectadores da apresentação, privilégio que coube ao Luiz “Radical Dreamer” Macedo, frequente comentarista aqui no blog (os posts é que não são tão mais frequentes). O Luiz já havia assistido in loco, em Colônia, ao Symphonic Odysseys em 2011 e, se vocês se lembrarem bem, ainda descolou autógrafos do Nobuo Uematsu em três CDs. Agora, aproveitando o intercâmbio na França, ele repetiu a dose e esteve presente no concerto na cidade de Wuppertal, no que acredito ter sido uma experiência ímpar, porque sei da admiração dele pelo Masashi Hamauzu. A novidade é que o Luiz escreveu um report da experiência para compartilhar no Hadouken!

Para não deixar os leitores apenas na vontade, eu disponibilizo logo aqui no começo o set list completo do Final Symphony, com links para uma gravação amadora compartilhada pela internet de ótima qualidade que permite ter uma bela noção do que foi o espetáculo. Como faço com os meus reports à distância, também linkei as músicas originais que o Luiz mencionou ao longo da análise.

Ato I

01 – “Fantasy Overture: Circle Within a Circle Within a Circle”
02 – “Final Fantasy VI Symphonic Poem (Born with the Gift of Magic)”
03A  – “Final Fantasy X Piano Concerto: I. Zanarkand”
03B – “Final Fantasy X Piano Concerto: II. Inori”
03C – “Final Fantasy X Piano Concerto: III. III. Kessen”

Ato II

04A – “Final Fantasy VII: Symphony in Three Movements: I. Nibelheim Incident”
04B – “Final Fantasy VII: Symphony in Three Movements: II. Words Drowned by Fireworks”
04C – “Final Fantasy VII: Symphony in Three Movements: III. The Planet’s Crisis”
05 – “Encore I: Final Fantasy VII”
06 – “Encore II: Final Fantasy VI”
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