Press Start 2014: Castlevania: Symphony of the Night e Suikoden

Por Alexei Barros

Dando continuidade às atualizações do set list do Press Start 2014, há mais duas novidades, ambas da Konami, ambas de clássicos da era PlayStation. Antes de conferi-las, vale destacar que o site acrescentou uma informação valiosa no número de Smash Bros., a qual eu comentei no post anterior (se não quiser se dar ao trabalho de ver, só para dizer que aparentemente o medley vai se enfocar nas séries cujos personagens vão entrar em combate no jogo, não nas músicas originais).

- Castlevania: Symphony of the Night: “Wood Carving Partita” ~ “Dance of Pales” ~ “Death’s Ballad” ~ “Lost Painting”

ps2014_draculaOpa! Parece uma escolha batida, mas não considero. O Press Start 2007 já havia apresentado o supremo “Castlevania Medley”, o que melhor conseguiu sintetizar o espírito musical da série em sua fase clássica. Esse número conseguiu isso sem incluir nenhuma música do SOTN, portanto natural que o jogo mais famoso da série Castlevania recebesse uma homenagem exclusiva.

A miscelânea vai incluir quatro faixas da obra-prima auditiva da Michiru Yamane, incluindo a obrigatória “Wood Carving Partita”, que foi executada pela primeira vez no concerto alemão Fourth Symphonic Game Music Concert (2006) com a compositora ao cravo. Isso se repetiu no concerto sueco Castlevania The Concert, que, dessas quatro, também tocou (sem a participação da Yamane) a “Dance of Pales” e a “Lost Painting” – se não me equivoco, a “Death’s Ballad” seria a única inédita das escolhidas. Como já esperava, a “Dracula’s Castle”, uma das minhas favoritas, foi ignorada. Pelo menos o Castlevania The Concert não cometeu o mesmo erro.

- Suikoden: “Into a World of Illusions”

ps2014_gensouBem menos empolgante, essa música do RPG do PlayStation já tinha sido tocada no Press Start 2009 e, além disso, também apareceu no álbum Press Start The 5th Anniversary, acabando com toda curiosidade que haveria com o arranjo, por sinal, o mesmo do CD Genso Suikoden Music Collection Produced by Kentaro Haneda. Com tamanha riqueza musical da série, é de se lamentar essa reprise, quando podiam seguir para o Suikoden II, por exemplo.

[via PRESS START]

O alpha de Destiny e o futuro da E3

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Claudio Prandoni

Nada mais oportuno do que um blockbuster de ficção científica para indicar os rumos do maior show de videogames do planeta.

De uns três anos pra cá, a E3 deixou de vez de ser uma fanfarra única para os visitantes in loco para se tornar uma experiência compartilhada pelo mundo todo, começando pelas hypadas conferências pré-evento e culminando em um sem número de transmissões ao vivo de veículos diversos e, principalmente, das próprias produtoras de games.

A Nintendo, por exemplo, na minha opinião, deu show com sua programação Treehouse Live @ E3, em que um dos departamentos internos mais conceituados do braço norteamericano da empresa mostrou à exaustão e contento os principais títulos da Big N na feira – contando, frequentemente, com a presença de figurinhas consagradas, como Eiji Aonuma e o próprio Shigeru Miyamoto.

Destiny, porém, foi diferente. E não digo pela sua proposta, que para mim soa como um amontoado bem pensado de fórmulas de sucesso como Diablo, Halo e Star War.

O lance diferente foi o alpha, exclusivo para PlayStation 4. Anunciado na conferência pré-E3 da Sony, o teste alpha era aberto para todos os jogadores de PS4: era só cadastrar seu login na PSN em um site lá e você recebia bonitinho o código para jogar o alpha, que durou míseros quatro dias e uns quebrados.

Isso que foi legal: poder jogar algo que, a princípio, estaria só lá na feira, em Los Angeles, em algum cubículo apertado (ou não) super disputado por jornalistas e varejistas do mundo inteiro. Eu não, pude conferir tudo com calma, do conforto do lar, explorando tranquilo, no meu próprio ritmo.

Devo dizer até, jogar o alpha foi crucial para eu definir pela compra do jogo. No PS4, inclusive, onde eu já estava jogando e vendo que funcionava legal. Até então, confesso que estava em cima do muro, não sendo lá muito fã de FPS e menos ainda de mundos persistentes online – mas bem interessado pelo universo sci-fi e disposto a dar uma chance à Bungie.

Durante a semana da E3 ainda, conversando com meu amigo Pablo Raphael, que estava lá em LA cobrindo a feira, foi muito bacana poder conversar sobre a mesma missão que ambos tínhamos jogado: eu na minha casa e ele no glamour da feira. Experiências e visões diferentes sobre um mesmo conteúdo, resultando, na minha opinião, em conhecimento formado mais completo e diverso sobre um jogo tão esperado.

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Enfim, acho que esse breve alpha aponta uma tendência que deve se tornar mais forte nos próximos anos. Já está consolidada a produção própria de conteúdo por parte das próprias desenvolvedoras. Não foi só a Nintendo: Sony, Microsoft, Square Enix, Konami e outras tantas produziram horas e horas de conteúdo sobre seus próprios jogos.

Claro que todo mundo vai tentar puxar sardinha para os seus jogos e tal, mas não deixa de ser uma oferta de acesso direto às empresas e as mentes responsáveis pelos games em exibição.

Nas próximas E3, chuto (e espero) que aumente bastante também a quantidade de demos, alphas e betas disponíveis para a galera em casa testar e tirar suas próprias opiniões. Afinal, se deu tempo de preparar demos para mostrar lá na feira, em teoria a cada ano é mais fácil de pegar esses arquivos e disponibilizar nas redes online dos consoles e afins. Por que não? Dá até pra fazer algum esquema de a demo parar de funcionar após certa data, tal qual o alpha do Destiny.

Press Start 2014 anunciado com boas novidades na primeira meia dúzia de segmentos

Por Alexei Barros

Estava demorando, mas enfim: pelo nono ano consecutivo será realizado o concerto Press Start no Japão. Em 2014, o espetáculo está agendado para o dia 13 de setembro no Tokyo Metropolitan Art Space, que já recebeu a apresentação em 2009, 2010 e 2013. Com regência de Taizo Takemoto, a performance será da Kanagawa Philharmonic Orchestra, que tocou nas edições de 2008, 2010 e 2011 do Press Start.

Diferente de 2013, que foi um ano repleto de reprises e me forçou a exagerar na embromação dos posts, o Press Start 2014 promete resgatar a maior virtude do concerto: as seleções bastante incomuns de jogos japoneses que, por algum motivo ou outro, jamais apareceriam em apresentações ocidentais. Ao menos a primeira meia dúzia de jogos me deixou uma boa impressão. Vamos a elas.

- Super Smash Bros. (com músicas das séries Super Mario, Donkey Kong, The Legend of Zelda, Metroid, Kirby, Star Fox, Pokémon, Fire Emblem, Kid Icarus, Animal Crossing e Mega Man)

Veja que coisa: exatamente no dia da realização do Press Start 2014, 13 de setembro, a versão de Super Smash Bros. para 3DS vai ser lançada no Japão. Então é provável que a maioria do público esteja travando altos embates com Mario, Sonic, Mega Man e Pac-Man enquanto aguardam pelo início do concerto.

Quanto ao segmento, o Press Start já tem um longo histórico com Super Smash Bros., até porque o criador da série Masahiro Sakurai é um dos responsáveis pela produção. Não dá para se esquecer do impacto do tema de abertura do Super Smash Bros. Brawl tocado em uma versão explosiva no Press Start 2007 (em 2006, a faixa foi executada em uma performance instrumental).

A diferença é que, pelo que entendi, em 2014 será um medley com músicas de toda a série. Além de contar com o vastíssimo repertório musical da Nintendo, a série se caracteriza por ótimas composições originais, como comprovado em um medley fantástico em um show da Nintendo com uma big band que vergonhosamente não publiquei aqui ainda. Mas o “Smash Bros. Great Medley” do Dairantou Smash Brothers DX Orchestra Concert (com faixas do Melee) já deixou uma boa esperança de que o arranjo será bem interessante.

[ATUALIZAÇÃO] Quando escrevi o texto, imaginei que o segmento seria formado por músicas originais da série, mas essa impressão foi por água abaixo com a atualização posterior do site. Pelo que entendi, na verdade o medley vai abranger faixas das séries cujos personagens aparecem no jogo. Em resumo: é mais um pretexto para tocar uma miscelânea com músicas de jogos da Nintendo, o que, no meu entendimento, está se tornando cansativo. Ao menos, o Mega Man dá uma quebrada nessa seleção nintendista.

- Etrian Odyssey: “Labyrinth I – Emerald Woodlands [Dungeon 1F~5F]“ ~ Battle – Initial Strike [Normal Battle - First Part] ~ “Battle – Destruction Begets Decay [Normal Battle - Last Part]“ ~ “Labyrinth V – The Fallen Capital of Shinjuku [Dungeon 21F~25F]“

Finalmente! Do que joguei de Etrian Odyssey, confesso que não consegui gostar das dungeons impiedosas do jogo, mas as trilhas musicais me conquistaram. E não é difícil entender o motivo: Yuzo Koshiro. O texto do site pergunta como as músicas criadas em som FM vão soar com orquestra. Creio que, pela riqueza das melodias, devem ficar majestosas, sublimes. E dois trabalhos permitem ter uma ideia: Live Music by Piano and Strings: Sekaiju no MeiQ I & II Super Arrange Version, álbum arranjado com arranjos para piano e quarteto de cordas, e Shin Sekaiju no Meikyuu Millennium no Shoujo Original Sound Track, trilha do Etrian Odyssey Untold: The Millennium Girl, remake do jogo original que tem performance de instrumentos reais.

Foram selecionadas duas faixas de labirintos e dois temas de batalha do primeiro jogo da série, e fico feliz que entre eles esteja a vigorosa “Battle – Destruction Begets Decay [Normal Battle - Last Part]“. Etrian Odyssey tem tudo para ser um dos melhores segmentos do concerto.

- Toukiden: “Oni Utsu Mono” ~ “March of Heroes” (Toukiden: The Age of Demons) ~ “百鬼隊” ~ “ウタカタ・秋艶” (Toukiden Kiwami)

Confissão: esse jogo de ação da Tecmo Koei para PSP e PS Vita passou longe dos meus radares. É uma novidade completa para mim. O segmento vai incluir duas faixas do Toukiden: The Age of Demons e mais duas do Toukiden Kiwami, versão aprimorada do jogo original com conteúdo adicional programada para sair em 28 de agosto de 2014 no Japão. Por isso, ainda não dá para conhecer as composições do Toukiden Kiwami (e tampouco a tradução dos nomes das faixas, como dá para reparar ali em cima). As músicas do primeiro são magníficas e peço que escute o belo trabalho de Hideki Sakamoto. Como já deu para perceber pelas inclusões do Okami e Muramasa: The Demon Blade em outras edições, nota-se um esforço dos organizadores para incluir segmentos ligados às raízes da música tradicional japonesa, e o Toukiden é mais um dessa linhagem.

- Final Fantasy XIII: “Vanille’s Theme” ~ “Blinded By Light” ~ “Final Fantasy XIII – The Promise”

Vamos relembrar: em todas as suas edições, o Press Start teve um segmento de Final Fantasy, mas sempre baseado em uma composição de autoria de Nobuo Uematsu. Por isso, me causa extrema satisfação ver que o concerto também vai render homenagem a uma das grandes obras-primas de Masashi Hamauzu, repetindo os passos da turnê da Distant Worlds, que também integrou FFXIII no repertório. Se não me falhe a memória, trata-se de um medley inédito, embora me pareça um pouco conservador, preocupado em apresentar as faixas mais icônicas da trilha, o que para um primeiro momento não é nada mal.

- Persona 4: “Poem for the Souls of Everybody” ~ “Reach Out To The Truth” ~ “A Corner of Memory”

Incrível como o RPG lançado em 2008 para PlayStation 2 não sai da boca do povo, não só por conta dos relançamentos (para PS Vita e PlayStation 3), como também por todos os spin-offs que o jogo originou.

Por todo esse sucesso, o segmento, originalmente apresentado no Press Start 2009, vai ser reprisado em 2014. Esse arranjo do “Persona 4″ inclusive foi eternizado no álbum Press Start The 5th Anniversary. O medley se destaca por incluir a  “Reach Out To The Truth” em uma versão instrumental (e sem guitarra), com o naipe de metais reproduzindo a melodia do empolgante tema de batalha.

- Pokémon X e Y: Title Screen ~ “Kalos Region Theme” ~ “Lumiose City” ~ Snowbelle City ~ “The Sun Shines Down”

O Press Start já havia apresentado um medley do Pokémon em 2011, mas, no caso, era reservado a jogos mais clássicos da série. Como o concerto tem mostrado a tendência de tocar segmentos atualizados de jogos da Nintendo (e ignorar sumariamente Metroid e Donkey Kong), agora o espetáculo contará com um medley de cinco músicas do Pokémon X e Y, os bem-sucedidos jogos lançados para Nintendo 3DS. Nesse caso, acredito que a orquestração deve enfim fazer jus aos timbres das belas composições, que no jogo são meramente sintetizadas.

[via PRESS START]

O inacreditável, impensável e inimaginável retorno do espetáculo holandês Games in Concert

Abandonando o telão, o Games in Concert retornou aos palcos com grandes hits dos concertos passados

Por Alexei Barros

Peço desculpas pelo excesso de adjetivos e redundâncias no título, mas não pude me conter ao saber desta bomba: o espetáculo holandês Games in Concert, que dava como morto e enterrado depois de seis anos inativo, voltou aos palcos! O regresso aconteceu em 14 de maio – na verdade eu só soube disso dias depois, se não já teria avisado aqui no blog.

Antes de falar dos detalhes do retorno, vou justificar minha empolgação. O Games in Concert surgiu em 2006 em uma parceria do site Gamer.nl e da NCRV Radio. Em 2007, além do sucessor Games in Concert 2, foi feita uma apresentação extra no festival Lowlands e, por fim, ocorreu o derradeiro Games in Concert 3 em 2008. Apesar de pouco badalado pelo mundo, essa série de concertos sempre foi um sucesso local, com casa cheia em todas as ocasiões. Por isso, achei muito estranho que a série de concertos acabasse assim do nada. Mas, na entrevista ao site Gamer.nl, o atual produtor do Games in Concert, Gert-Jan Blom, esclareceu o motivo: era muito caro para a NCRV Radio produzir o espetáculo e optou por cancelá-lo, tanto que a rádio não esteve envolvida nesse retorno, o que provavelmente vai implicar em uma redução dos gastos de produção. Mas ele disse que há a intenção de voltar a fazer do Games in Concert um concerto anual. Viva!

Agora sem o envolvimento da NCRV Radio, o Games in Concert retornou com a esperança de voltar a fazer apresentações anuais

Para mim, o maior atrativo do Games in Concert é a Metropole Orchestra (ou Metropole Orkest), que mistura instrumentos sinfônicos convencionais de uma orquestra (violinos, flautas, trompetes etc.) com o de uma big band (saxofones, além de baixo elétrico, guitarra e bateria). Se é que é preciso dizer, isso possibilita tocar uma variedade de músicas muito maior do que os concertos convencionais, o que é perfeito para a diversidade de estilos em músicas de games. Não por acaso, a Metropole Orchestra recentemente tocou na trilha original do Mario & Sonic at the Sochi 2014 Olympic Winter Games. Ao vivo, essa mistura funciona tanto quanto em estúdio, apresentando uma sonoridade homogênea. Não é raro ver uma guitarra junto com uma orquestra, mas é um imenso desafio fazer com que ela não atropele os demais instrumentos. Na Metropole Orchestra, as cordas não somem quando a guitarra aparece. Para completar, os arranjos costumam ser competentes e algumas seleções de repertório fogem do convencional.

Isso garantiu performances fantásticas, as quais eu já publiquei aqui há alguns anos: “A Deus” (Grandia II), música cantada em português que nunca apareceu em outro lugar; “Today” (Burnout Revenge), em uma releitura revolucionária; Tetris, que inclui não só a “Type A”, mas também a “Type B”; “Still Alive” (Portal), em um arranjo jazzístico que foi a première da badalada canção; Metroid Prime 2: Echoes, em uma improvável adaptação do tema da tela-título para orquestra; e, especialmente, a faixa que considero a execução mais extraordinária de todas, a “Moon Over the Castle” (Gran Turismo), que apresentou a parte do coral com perfeição e adicionou metais à seção com banda.

Fora as performances que não foram compartilhadas, como “The Best Is Yet To Come” (Metal Gear Solid), tema de encerramento que jamais apareceu em outro concerto, e a  “Theme of Laura” (Silent Hill 2), que, apesar de manjada, teve a melodia tocada por um saxofone e não uma guitarra na original, além das faixas cujas gravações foram apagadas do YouTube: “Good Egg Galaxy” (Super Mario Galaxy) e  “Main Theme” (Mafia). Minha fascinação pela Metropole Orchestra me levou a procurar por outras performances da orquestra sem relação com games, aumentando minha admiração por esses holandeses (tema, quem sabe, para outro post).

Tendo enfim explicado os detalhes, falemos do retorno. Conduzido pelo maestro Jules Buckley, o concerto deste ano aconteceu no Royal Theatre Carré em Amsterdã e contou também com a participação do PA’dam Choir, que já apareceu nas edições dos anos anteriores. Pelas gravações, notei que a parte de show foi bastante simplificada, e o telão foi excluído. Por decisão do produtor Gert-Jan Blom, que afirma na entrevista não ser um jogador de videogame, isso aconteceu porque ele acredita que a imagem dos games já está na mente dos jogadores e prefere que a música fale por si própria. Sábias palavras.

O nome da edição 2014 – Games in Concert: The Greatest Hits –, mostra que a ideia era mais para comemorar a volta à atividade do que propriamente apresentar grandes novidades. Isso se traduziu, devo confessar, em um set list manjado e ultrapassado, com músicas que já foram mais chamativas. O único segmento inédito é a  “Main Theme” do L.A. Noire, que inclusive teve um trecho do ensaio publicado no YouTube.

De todo modo, espero que uma apresentação mais pé no chão como essa os dê tempo para as apresentações mais ousadas de antigamente, com, por exemplo, o próprio Mario & Sonic at the Sochi 2014 Olympic Winter Games ou então Mario Kart 8, que tal? Eles seriam capazes de tocar qualquer uma das faixas na trilha.

Infelizmente, fui incapaz de encontrar algum report que informasse exatamente a ordem das músicas tocadas no programa (no Japão, isso nunca aconteceria), o que me causa espécie. O set list divulgado no Gamer.nl antes do concerto está apenas em ordem alfabética e ainda por cima incompleto. Por isso, vou me limitar a informar somente a lista de faixas executadas (com os links para as originais) e em que ocasião elas já foram mostradas na série Games in Concert. Provavelmente ainda publicarei vídeos dos segmentos mais interessantes que não mostrei por aqui.

- Battlefield 1942: “Main Theme” (Games in Concert)
– BioShock: “Welcome to Rapture” (Games in Concert 3)
– Bubble Bobble: “Theme” (Games in Concert 3)
– Command & Conquer: Red Alert 3 : “Hell March 3″ (Games in Concert 3)
– Donkey Kong Country: “Theme” (Games in Concert 3)
– Final Fantasy VII: “One Winged Angel” (Games in Concert)
– God of War: “Revenge and Redemption” [“The Great Sword Bridge of Athena” ~ “The Vengeful Spartan”] (Games in Concert)
– Halo: “Halo” (Games in Concert)
– Hitman: Blood Money: “Main Title” (Games in Concert 2)
– Killzone: “Helghast March” (Games in Concert 2)
– L.A. Noire: “Main Theme” (inédita)
– Metal Gear Solid 2: “Main Theme” (Games in Concert 2)
– Shadow of the Colossus: “The Opened Way ~Battle With the Colossus~” (Games in Concert 2)
– Super Mario Bros.: “String Quartet Medley” [“Overworld” ~ “Underwater” ~ “Underworld” ~ “Overworld”] (Games in Concert 1 e 2)
– Super Mario Galaxy: “Good Egg Galaxy” (Games in Concert 3)
– The Legend of Zelda: “Overworld” (Games in Concert 2)
– World of Warcraft: “Main Title ~ Legends of Azeroth” (Games in Concert)

[via Gamer.nl (set list, entrevista, report)]

Final Symphony chega à Finlândia; estreia versão em inglês do site da Spielemusikkonzerte

Por Alexei Barros

Em março deste ano fiz um post sobre a inauguração do site da Spielemusikkonzerte, que é atualizado com novidades dos concertos produzidos na Alemanha. Até então, a página estava disponível apenas em alemão. Quem não compreende esse idioma até podia se virar utilizando a tradução automática do Google para inglês, mas também não era o ideal.

Dia desses enfim o site ganhou a prometida versão em inglês. Nela é possível ler, por exemplo, depoimentos sobre a apresentação do  Final Symphony no Japão no dia 4 de maio. Inclusive o espetáculo teve uma receptibilidade sem precedentes em se tratando de concertos de games no Japão, a ponto de a sempre acanhada plateia nipônica aplaudir de pé. Outro post interessante é um artigo do Masashi Hamauzu em que ele comenta a respeito da abordagem criativa dos arranjos nos concertos alemães e como ele apoia essa visão.

Falando no Final Symphony, o concerto está se afirmando como uma turnê, e o próximo país a ser agraciado pelo repertório com músicas do FFVI, VI e X é a Finlândia, no dia 12 de setembro de 2014. Essa apresentação tem um significado especial para a equipe do Spielemusikkonzerte, porque os dois principais arranjadores, Jonne Valtonen e Roger Wanamo, são finlandeses. Mais do que isso, o espetáculo acontecerá na cidade natal de Valtonen, Tampere, onde ele e Wanamo estudaram composição erudita pela primeira vez. A orquestra escolhida é a Tampere Philharmonic Orchestra, e o pianista será Mischa Cheung, integrante do grupo Spark que vai tocar no Symphonic Legends – Featuring music from The Legend of Zelda series.

[via Spielemusikkonzerte]

Artwork do dia: Supergiant Bros.

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Por Claudio Prandoni

Nesta semana saiu pra PC e PS4 o Transistor, segundo jogo do estúdio Supergiant e um sucessor à altura do carisma e qualidade geral de Bastion – lá de 2011.

Bonito e intrigante, cativa pelo esmero na arte e parte sonora, tanto nas músicas quanto na voz de Logan Cunningham, que fez o papel do onipresente narrador em Bastion e agora volta como a voz da consciência da espada Transistor.

Confesso que o narrador de Bastion me agradou mais, especialmente porque a espada de Transistor parece falar demais e em momentos desnecessários – mas ainda não terminei o jogo, então se pá posso mudar de ideia até lá.

Toda essa historinha ae é só pra chamar a atenção pra fofinha arte que o estúdio Supergiant divulgou justamente pra celebrar o lançamento de Bastion: a protagonista mudinha Red, munida de Bastion, confraternizando com seu irmãozão, o também mudo Kid. Já sabe o esquema: clica na imagem pra ver ela maior e usar (ou não, né) como wallpaper.

Abaixo, um trailer bonitão do Transistor pra dar um gostinho do game:

Yoshitaka Amano homenageia a arte de Child of Light – e vice-versa

Por Claudio Prandoni

Nos últimos tempos venho jogando o excelente Child of Light no PS4 e lembrei deste belíssimo vídeo aí acima: ninguém menos que o mestre Yoshitaka Amano criando sua versão para a princesinha Aurora e o louco mundo de magia do RPG de ação e fantasia da Ubisoft.

Nada mais apropriado. Ainda que, compreensivelmente, o trailer não cite que o cara “só” é um dos principais responsáveis pela arte da franquia Final Fantasy – desde os tempos mais primórdios da série o Yoshitaka tá aí -, Child of Light é declaradamente uma homenagem aos JRPGs moleques, de raíz.

Essa arte lindona aí ilustra um pôster que acompanha a edição especial do game. Mesmo vendido apenas via download, em alguns países é possível encontrar essa caixinha que traz o tal pôster, um livretinho de arte, um chaveiro do ~vaga-lume~ Igniculus e, claro, o jogo em si, disponibilizado em código para resgate.

Uma homenagem muito bacana da Ubisoft em um jogo que transborda charme e carisma – inclusive em português, já que a equipe de localização se entregou ao trabalho de traduzir para português todos os diálogos preservando as rimas singelas do game em seu idioma original.

Abaixo você pode apreciar a arte na íntegra e é só clicar nela para vê-la em tamanho ainda maior.

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