“Today” – Burnout Revenge (Games in Concert)

Burnout Revenge
Por Alexei Barros

O que eu, que sempre reclamo quando aparece uma música licenciada em um concerto e me chateio quando me falam que a trilha de qualquer FIFA ou GTA é game music, venho fazer com esse post?

Calma. Assim como a série alemã Symphonic Game Music Concert rendia homenagem anualmente ao maior compositor local Chris Huelsbeck, a holandesa Games in Concert traz em todas as edições faixas de compositores dos Países Baixos.

Um dos holandeses mais proeminentes – e não apenas pelas colaborações em game music –, é Tom Holkenborg, mais conhecido pelo cognome Junkie XL. A canção “Today”, que empresta o nome para o quarto álbum, consta nas trilhas de Burnout Revenge e Burnout Legends, e é interpretada por Nathan Mader. Vale ressaltar um detalhe: a primeira aparição se deu nos jogos, visto que os dois títulos saíram em 13 de setembro de 2005 e o CD em 18 de abril em 2006.

Floor JansenPor ser dance, poderia receber o prêmio de escolha mais insólita de um concerto de games já feita. Quem adaptou (Martin Fondse ou Tom Trapp, não tenho a informação precisa) não arranjou a música, e sim REVOLUCIONOU a música. Se eu escrevesse em caixa baixa não conseguiria expressar suficientemente o efeito da releitura.

A guitarra atordoante, as batidas eletrônicas e o vocal masculino são suprimidos em favor de baixo elétrico, bateria física, uma profusão de metais e a voz poderosa da Floor Jansen em uma toada mais pop com pitada jazzística. Devo revelar que a original não está de acordo com o meu gosto. Em contrapartida, a versão da Metropole Orchestra preservou a nata da composição (cerca de dois minutos e meio foram limados) e ficou espetacular, sem deixar de ser reconhecível. Quem me dera se todas as licenciadas fossem tocadas assim.

Infelizmente, o link abaixo é da gravação da plateia, já que esta canção não foi transmitida pelo rádio.

- “Today” (Burnout Revenge, Games in Concert)

“Seiken Densetsu: Legend of Mana Piano Quartet” – Legend of Mana (Ensemble Game Classica)

Por Alexei Barros

Vou poupá-lo de qualquer outro comentário sobre o meu desinteresse com Legend of Mana (quem sabe um dia me animo) para me limitar às observações sobre a trilha, a sempre exaltada trilha de Yoko Shimomura que recebeu uma merecida homenagem na mais recente apresentação da Ensemble Game Classica, que nesta performance recebeu o reforço do piano.

É o instrumento quem dita os passos da renomada “Legend of Mana ~Title Theme~”, ora solando, ora com o acompanhamento do trio de cordas. Uma passagem tênue para a emotiva “Nostalgic Song” com o solo de viola – o arranjo lembra a versão “Nostalgic Song ~Ending Theme for Mana’s Story~” e, depois, há uma transição menos refinada para a “Sparkling City Of Ruin”, novamente com ênfase no piano, fechando o afável medley de seis minutos que poderia ser 12, 20…

“Seiken Densetsu: Legend of Mana Piano Quartet”
“Legend of Mana ~Title Theme~”
~ “Nostalgic Song” ~ “Sparkling City Of Ruin”

“Revenge Of Mr. X” – Streets of Rage 2 (Rigor Mortis)

Por Alexei Barros

Aproveite o momento ímpar, porque performances amadoras de Streets of Rage são incomuns. Não me espanta que tal escolha parta do ousado Rigor Mortis, um dos poucos ocidentais que costumam escapar do óbvio.

Mesmo sem, evidentemente, todas as batidas e o peso da original, a “Revenge Of Mr. X” do Streets of Rage 2 teve a melodia adaptada ao piano de maneira muito convincente e empolgante.  Não há rodeios desnecessários, e o vídeo acaba em pouco mais de um minuto. E me deixa com a vontade de ouvir outras da trilha. Que venha “Under Logic”!

O despertar da Video Game Orchestra

Video Game Orchestra ~Awakening~Por Alexei Barros

O ano ainda não acabou para os eventos de game music. No dia 5 de dezembro de 2009, sábado, a Video Game Orchestra voltará ao palco do Berklee Performance Center em Boston, EUA, nove meses após a realização da maior apresentação do grupo nesse mesmo local que reuniu 5000 pessoas. O próximo concerto é intitulado ~Awakening~. Clique no cartaz ao lado para vê-lo maior. Muito maior, aliás.

Como naquele espetáculo, será a formação completa da VGO, com quase 100 pessoas – calcule algo em torno de 45 da orquestra, 40 do coral e cinco da banda – conduzidas por Yohei Sato para executar arranjos novos de clássicos como Mario e Final Fantasy, e jogos mais recentes, a exemplo de Metal Gear Solid, God of War e Silent Hill.

O convidado da noite será o compositor Wataru Hokoyama, que regerá uma suíte do Afrika, o que já aconteceu no A Night in Fantasia 2009 e no Video Game Soundtracks GSPO. De acordo com Shota Nakama, fundador e diretor da VGO, diversos estilos de música serão apresentados e o estilo rock sinfônico que caracterizou o grupo foi aprimorado, e a promessa é surpreender os espectadores.

Para estudantes ou pessoas com menos de 18 anos o ingresso à venda antecipadamente no ticketmaster.com é de 10 dólares, e o público em geral paga 15. Se forem comprados no dia da apresentação, saem por 15 e 20 dólares, respectivamente.

[via release]

“Super Mario Bros. Trio String” – Super Mario Bros. (Ensemble Game Classica)

Por Alexei Barros

Estava sentido falta das orquestras e conjuntos pró-amadores japoneses. Fazia tempo que não surgia nada novo. Sempre sinônimos de audácia e criatividade. E como pode isso ser possível com um medley de Super Mario Bros., a trilha mais batida de todas?

Em um momento raro da natureza tão extraordinário quanto um eclipse, foi gravada uma apresentação de um espetáculo nipônico e publicada no Nico Nico Douga. Aqui, trata-se da mais recente, realizada em agosto, do grupo Ensemble Game Classica, o qual cheguei a compartilhar registros do ensaio.

Por ser um trio de cordas formado por violino, viola e violoncelo, a qualidade dos instrumentistas deve ser maior, afinal não há como encobrir os erros como aconteceria numa orquestra. Pelo que escutei, os três são muito bons – que surpresa serem japoneses. O único problema não diz respeito a eles, mas a um ruído de fundo, causado talvez pela câmera, talvez pelo ar condicionado. Não atrapalha tanto.

Em relação ao medley, a intenção foi recriar a experiência de jogo de maneira muito mais detalhada do que o normal. Por exemplo, quando vem a hora da fase 1-2, em vez de partir direto para a “Underworld” (repare nos sons das moedas), o trecho da música no começo do estágio é lembrado e, mais genial, até o efeito do Mario entrando no cano. O que torna esse medley especial, todavia, é a inclusão da “Castle”, o tema do castelo que não apareceu na suíte “Super Mario Bros.”, feita pelo Nobuo Kurita para o Orchestral Game Concert, possivelmente o arranjo definitivo do jogo dada a quantidade gigantesca de vezes em que foi executado. Por isso, até imaginei que a música não pudesse ser traduzida de maneira convincente para as cordas – e se pode para uma trinca de cordas, também pode para uma orquestra completa.

Ainda estou para ver ocidentais amadores com o mesmo talento e inventividade.

- “Super Mario Bros. Trio String”
“Overworld” ~ “Invincible” ~ “Overworld” ~ “Course Clear” ~ “Underworld Entrance” ~ “Underworld” ~ “Underwater” ~ “Overworld” ~ “Castle” ~ “World Clear” ~ “Game Over”

Projeto de DKC2 do OCRemix terá a participação de três compositores profissionais – incluindo o autor da trilha original

Donkey Kong Country 2
Por Alexei Barros

Não é novidade – se não sabia, fique sabendo – que não sou fã número 1 dos arranjos do OverClocked Remix por questão de gosto musical (não me apetecem as experimentações muito cabeludas), mas devo reconhecer (seria tolice ignorar) que a comunidade de fãs conseguiu feitos incríveis. O primeiro, até onde eu sei, é a versão  da “Terra’s Theme” intitulada “Squaresoft Variation”, preparada pelo Jeremy Soule (Secret of Evermore, Guild Wars, The Elder Scrolls IV: Oblivion e outros).

O segundo, e a maior façanha de todas, foi o trabalho das releituras do Super Street Fighter II Turbo HD Remix. Eles não lançaram digitalmente apenas um álbum de remixes, e sim fizeram a trilha que está no remake. A próxima realização (talvez até tenham acontecido outras que desconheça) é a participação de três compositores de jogos da Rare no Serious Monkey Business, ainda sem data de lançamento definida, que cobrirá as músicas do Donkey Kong Country 2.

São eles: Grant Kirkhope (Banjo-Kazooie, Grabbed by the Ghoulies), Robin Beanland (Killer Instinct 2, Conker’s Bad Fur Day) e, mais admirável, David Wise, o compositor original do jogo e criador de obras-primas como “Aquatic Ambiance” (DKC) e “Stickerbush Symphony (Bramble Blast)” (DKC2). Farei questão de ouvir.

[via OSV]

O que jogar com o tempo que se tem

Por Gustavo Hitzschkytempo

Faz tempo que não escrevo aqui no Hadouken, fato. Porém hoje li um post muito interessante que me motivou a tecer no blog alguns comentários e oferecer quem sabe um outro ponto de vista sobre o assunto, que já antecipo não contar com um lado certo e um errado, pois se trata de opinião.

A Suzana Bueno, que posta no blog dos nossos comparsas Continue, discorre sobre a falta de paciência e tempo que vem experimentando com jogos mais longos, aqueles que porventura demoram a engatar, e diz que tem optado por games que trazem uma diversão mais rápida e total desde os primeiros minutos – por favor, leiam o texto na íntegra porque ficou bem bacana e para ver toda a argumentação.

Vou tentar não ser muito prolixo, e no entanto gostaria de fazer um preâmbulo antes de abordar o tema em si. Para quem não sabe, depois de me formar em jornalismo comecei a fazer Letras, e agora estou estudando os contos do Machado de Assis com o professor Alcides Villaça, mestre dos mestres. No conto “A cartomante”, Machado, entre outras coisas, fala também, ainda que de forma velada, da dificuldade de contar estórias já no século 19, antevendo uma tendência que dominaria a literatura do século seguinte. Isso porque o mundo moderno e a lógica acelerada das modificações tornam praticamente impossível a existência e o relato de algum fato relevante, especialmente pela sucessão frenética de acontecimentos.

Continue lendo ‘O que jogar com o tempo que se tem’

Confirmada segunda coletânea de piano de Kingdom Hearts

Piano Collections Kingdom Hearts / Field & Battle
Por Alexei Barros

Foi mais rápido do que imaginava: depois da Piano Collections Kingdom Hearts ter saído em maio de 2009, a Square Enix já anunciou o segundo volume intitulado Piano Collections Kingdom Hearts / Field & Battle, que não vai demorar muito para ser lançado: 13 de janeiro. Custará 2500 ienes (47 reais numa conversão que ignora taxas), com o número de catálogo SQEX-10177. Gostei da capa com as escadarias pianísticas.

Aparentemente, em setembro de 2009 a Yoko Shimomura não sabia de nada, conforme disse na entrevista ao SEMO feita na Alemanha em decorrência do Symphonic Fantasies. “Depende da demanda dos fãs, depois que eles ouvirem o primeiro volume. Mas se eu tiver a oportunidade de lançar o segundo volume, o que vocês sugeririam?”, perguntou a mestra. “Mais temas de batalhas!”, respondeu um dos integrantes do time de entrevistadores. “Vou levar isso em conta!”, disse ela. E levou mesmo pelo que se nota pelo nome do CD.

Ainda é desconhecida a track list. Durante a TGS 2009 foi distribuído o disco Square Enix Music Sampler CD Vol.4, com amostras de futuros lançamentos da produtora, e uma das faixas aludia ao segundo volume de coletâneas no piano de Kingdom Hearts – por sinal, foi o primeiro vestígio do álbum. Parte da mesma música se ouve no site oficial, e você pode escutá-la inteiramente no link do Goear abaixo. É um arranjo de dois minutos da “Sinister Sundown” do Kingdom Hearts II. O intérprete é desconhecido.

- “Sinister Sundown (Take 0)”

Para variar um pouco, grato ao Fabão pela dica via Twitter.

Distant Worlds: turnê fará a estreia mundial de Final Fantasy XIV

Final Fantasy XIV
Por Alexei Barros

Quando a turnê Distant Worlds: music from Final Fantasy foi revelada em 2007 minha empolgação beirava o zero. No entanto, aos poucos, o produtor executivo, diretor musical e maestro Arnie Roth e o Nobuo Uematsu estão deixando a excursão mundial cada vez mais interessante.

A apresentação em Chicago, EUA, marcada para o dia 12 de dezembro, já estava anotada na minha agenda porque marcará os debutes de “Dancing Mad” e “J-E-N-O-V-A” com arranjos do próprio Arnie Roth. Aliás, olha o que ele deixou escapar em recente entrevista ao site polonês GameMusic.net: “Nobuo Uematsu está me instigando a fazer um terceiro [arranjo], no entanto. Ele quer também a “Clash on a Big Bridge”, mas vamos ver (risos)”. Bom saber que se os fãs não a escolhem, Uematsu faz uma força para que seja orquestrada. Com certeza a vontade aumentou depois de ver o arranjo do Jonne Valtonen da música na suíte “Fantasy IV (Final Fantasy)” (09:18 a 11:17) do Symphonic Fantasies.

Não bastassem as duas novidades e a possibilidade de uma terceira, foi revelado que será executada uma música nunca antes ouvida (por isso, suponho que não é o tema do trailer da E3 2009 e nem o da TGS 2009) do MMORPG Final Fantasy XIV. Não faço ideia quem seja o arranjador, se o Shiro Hamaguchi, como foi no passado, ou o Hiroyuki Nakayama, como tem sido nos trabalhos recentes – o mais provável.

Repete o que aconteceu com os temas de Blue Dragon e Lost Odyssey tocados no PLAY! A Video Game Symphony antes de os jogos chegarem ao mercado e da “Kiss Me Good-Bye” do Voices: music from Final Fantasy, executada um mês antes (fevereiro de 2006) de Final Fantasy XII sair no Japão (março de 2006). Falando no PLAY!, a orquestra e o local serão os mesmos do espetáculo de debute em 2006: a Chicagoland Pops Orchestra no Rosemont Theatre. O Elmhurst College Concert Choir também acompanhará a performance, que ainda terá as participações da banda Chicago Mages e da cantora Susan Calloway. Mais de 100 pessoas estarão no palco.

Mas sou chato e vou ver o lado ruim: só por que o Nobuo Uematsu voltou para o papel de compositor em FFXIV vão pular as músicas do FFXII (fora a “Kiss Me Good-Bye”) e do FFXIII? Imaginava que o fato de uma faixa não ser dele automaticamente excluía a possibilidade de aparecer na turnê Distant Worlds. Não necessariamente. “Estamos pensando se podemos trazer mais compositores. Só tivemos músicas do Nobuo Uematsu até agora, mas não esgotamos o seu catálogo ainda. As pessoas ainda querem mais dele”, diz Arnie Roth na mesma entrevista supracitada. “Mas você tem razão, há muitos outros compositores ligados à franquia Final Fantasy. Trabalhei com alguns deles anteriormente, em outros concertos. (…) Não estou tentando dizer ‘não’ para os outros”.

Não poderia concordar mais.

[via Distant Worlds]

A canção-tema e as quatro novas músicas do site oficial de Final Fantasy XIII

Final Fantasy XIII

Por Alexei Barros

As novidades da parte musical de Final Fantasy XIII não param de aparecer em decorrência da iminência do lançamento do jogo. A expectativa só aumenta…

Em recente nota em seu blog, o compositor Masashi Hamauzu revelou que a trilha sonora conta com performance da Warsaw National Philharmonic Orchestra, que tem um currículo considerável de jogos japoneses, como Suikoden II, Ominusha 3, Ace Combat V: The Unsung War, Phantasy Star Universe e Ragnarok Online II. Além da popularidade entre compositores nipônicos, Hamauzu comentou que a orquestra polonesa foi usada em doramas (novelas) e animes, e se especializou nas músicas de Karol Szymanowski.

No que se refere à gravação, os engenheiros e o maestro compreenderam rapidamente o que os japoneses ambicionavam, e o regente achou as músicas empolgantes e muito intensas.  Yoshihisa Hirano (Dirge of Cerberus), que cuidou da orquestração, disse que a gravação não foi muito fácil. De volta ao Japão, os responsáveis pela trilha ficaram satisfeitos com o resultado. O trabalho principal está cumprido, mas falta Hamauzu definir as ordens das faixas, o que é uma tarefa complexa dado o grande volume de músicas, e escrever as liner notes do álbum que sai dia 27 de janeiro.

Ademais, o site oficial trouxe quatro novas composições (os nomes abaixo não são os oficiais), devidamente separadas e comentadas abaixo. Também já é possível ouvir a versão completa da canção-tema com a voz da Sayuri Sugawara.

- “Kimi ga iru kara”

O single Kimi ga iru kara só sairá no dia 2 de dezembro, mas uma figura solidária ripou a faixa de uma transmissão de rádio, e um usuário do fórum do SEMO tratou de avisar a boa notícia. Para completar, o Fabão não se contentou em transcrever a letra da canção para o alfabeto romano, como a verteu para português no Gamer Lifestyle.

Genérica é um termo forte, porém achei a canção apenas OK. É uma balada J-pop à moda de Nobuo Uematsu, só que a composição foi feita pelo Masashi Hamauzu, que poderia ter ousado um pouco mais – se bem que ele deve ter sido impelido pelos produtores a escrever uma música nos moldes dos temas anteriores.

- “Battle Theme (Piano & Strings)”

Lembra-se do “Battle Theme”? Das conhecidas, é uma das músicas mais marcantes até agora, que ficou sublime nessa versão mais tranquila, salientando as notas no piano e a singeleza das cordas. Se o álbum Vielen Dank tivesse faixas do FFXIII o arranjo ficaria muito perto disso.

- “Valliant”

Uma música que remete ao estilo característico do Hayato Matsuo, com ênfase na percussão ditando o compasso da orquestra. Transmite tensão, nervosismo.

- “Patriotic (Variation)”

Minimalista a princípio, a faixa começa de fato a partir de 1:30, com as cordas majestosas reproduzindo uma melodia lindíssima, até o minimalismo retomar a música.

- “Chocobo Theme”

Por favor me responda: o que é esse tema do Chocobo? Não sei nem se a composição será creditada ao Nobuo Uematsu, porque é uma injustiça dar somente o crédito de arranjo ao Hamauzu. Ele simplesmente reinventou a música. Guiada por uma levada jazzística ainda mais inspirada que a “Brass de Chocobo” do Final Fantasy X, a percussão e os trompetes soam maravilhosos. A melhor versão da faixa dos Chocobos.

Extremamente grato ao Fabão pela tradução das informações.

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