Finalistas do Indie Game Challenge: The Bridge

Por Gustavo Hitzschky

Vasculhando as trincheiras do blog IndieGames.com, tomei conhecimento de uma premiação intitulada Indie Game Challenge, a qual tem seu vencedor escolhido por meio de votação popular. O grande campeão da vez será revelado no dia 10 de fevereiro como parte das celebrações da D.I.C.E. Summit 2012.

Já que entrei em definitivo no universo dos games indie como você talvez já tenha visto, tratei logo de me informar sobre os finalistas. Muitos nem sequer foram concluídos, mas através de vídeos e de informações fornecidas pelos próprios criadores, dá para ver que vem muita coisa boa por aí. Prometo me esforçar ao máximo para experimentar ao menos alguns deles e compartilhar com vocês as minhas impressões. E é exatamente isso que vou fazer a partir de agora. Porém, antes, segue a relação dos indicados:

* Atom Zombie Smasher – Blendo Games
* Closure – Eyebrow Interactive
* Demolition, Inc. – Zeroscale
* Nitronic Rush – Team Nitronic
* Paradox Shift – Paradox Shift
* Symphony – Empty Clip Studios, Inc.
* The Bridge – Ty Talor e Mario Castaneda
* The Dream Machine – Team Dream
* The Fourth Wall – The Fourth Wall Team
* The Swapper – Facepalm Games

Depois do vórtex dimensional, as minhas impressões sobre uma versão não finalizada de The Bridge.

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De como passei a me aventurar pelos jogos indie

Por Gustavo Hitzschky

É preciso conhecer para criticar, e com “criticar” quero dizer tanto elogiar quanto depreciar. Não posso dizer que um hipotético filme novo do Charlie Kaufman é bom sem tê-lo visto apenas porque até aqui gostei de tudo o que vi e que foi feito por ele. Assim como não tenho condições de afirmar que todos os livros do Paulo Coelho são horríveis, o que parece ser uma prática bem difundida no Brasil quando se trata desse autor. Mas me pergunto: quantas pessoas leram ao menos um livro dele até o final para poder vociferar tão incisivamente contra ele?

Isso não é uma indireta para ninguém – ou talvez seja para mim mesmo. Infelizmente, o preconceito de alguma natureza acaba acometendo a todos em maior ou menor grau em dado ponto da vida. Tudo bem. Não penso que seja fundamental tentar evitá-lo a qualquer custo – o importante é saber se desvencilhar dele.

Pode ser que o termo “preconceito” não seja o mais acurado nesse meu caso específico. Quem sabe “negligência” não fosse melhor? Fato é que durante muito tempo nunca cheguei a dar o mínimo de atenção para os ditos jogos indie, mas fico bem feliz de constatar que isso mudou.

E por que os ignorei? Lembro-me de ter escrito sobre as nossas falhas de formação e a quantidade imensa de games importantes que ainda estava por jogar. Corriji certas lacunas, porém me restam inúmeras. A desculpa seria mais ou menos essa: como me interessar por outro filão do mercado de videogames se precisa me aventurar por tanta coisa do mainstream? E digamos que foi por acaso que acabei mergulhando no mar dos indie para, quem sabe, nunca mais sair dele.

Se tiver paciência, vá para o salto dimensional e leia a minha epopeia indígena.

 

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Symphonic Fantasies no Japão: supremo como sempre e com uma inédita e impensável batalha musical entre Kefka e Sephiroth


Por Alexei Barros

Mal começou o ano e já temos concertos de games. Ou melhor, o Japão tem: nos dias 7 e 8 de janeiro o Tokyo Bunka Kaikan sediou a apresentação do Symphonic Fantasies, espetáculo originalmente executado em Colônia, na Alemanha, em 2009, em tributo às séries Kingdom Hearts, Chrono e Final Fantasy, além de Secret of Mana. Como comentado antes, Tokyo Philharmonic Orchestra e Tokyo Philharmonic Chorus realizaram a performance sob a batuta do maestro Eckehard Stier.

No primeiro dia, somente Hiroki Kikuta e Yasunori Mitsuda puderam comparecer, mas Yoko Shimomura e Nobuo Uematsu prepararam cartas lidas pela anfitriã aos fãs explicando por que não puderam comparecer e que gostariam muito. No outro dia, porém, Yoko Shimomura também apareceu. Além deles, Roger Wanamo e Jonne Valtonen, os arranjadores finlandeses, estiveram presentes e subiram ao palco.

A minha, a sua, a nossa maior dúvida é saber se a apresentação foi a mesma da executada três anos antes. No que se refere às quatro suítes, basicamente sim, mantendo a mesma seleção de faixas. Com a palavra, o produtor Thomas Boecker: “De maneira geral, nós fizemos muitas melhorias pequenas, como transições aperfeiçoadas etc. No entanto, como dito, são todas pequenas – incluindo partes mais difíceis para o Benyamin Nuss em Kingdom Hearts”. Importante salientar que retocar arranjos prontos não é uma coisa tão fácil de fazer. Já se deu conta de que todas as partituras dos instrumentistas precisam ser reimpressas?

Mas, meu amigo, o melhor ficou mesmo para o final, com o perdão do clichê. O “Encore (Final Boss Suite)” de 2009, o qual era arranjado pelo Jonne Valtonen com auxílio de Roger Wanamo, era um medley com um formato mais tradicional que as suítes executadas, com um tema da batalha final de cada série representada: “Destati” (Kingdom Hearts), “Meridian Dance” (Secret of Mana), “Lavos’ Theme” (Chrono Trigger) e “One-Winged Angel” (Final Fantasy VII), esta entremeada por um solo de percussão de Rony Barrak. Esqueça isso!

“Em relação ao Encore, foi um arranjo completamente novo. ‘Destati’ foi aumentada um pouco, e teve as participações de Rony Barrak e Benyamin Nuss”, afirma Boecker. Além disso e da “Meridian Dance”, a “Lavos’ Theme” foi substituída pela “World Revolution”. “[O arranjo] foi feito pelo Roger Wanamo, então agora todas as transições estão suaves, e há um monte de diferentes melodias sobrepostas de novo. O grande final é uma batalha musical entre Kefka e Sephiroth”. Com isso, a “Kefka” e a “Dancing Mad” foram adicionadas. Agora me responda: o que deve ter sido esse arranjo?

[via Dengeki, 4Gamer.net, Famitsu]

Troca-Cartas é de graça e mais legal que muito jogo do 3DS

Por Claudio Prandoni

Finalmente, já beirando um ano de vida, o Nintendo 3DS começa a engrenar. Em especial, a lojinha online eShop tem despontado como celeiro de grandes talentos exclusivos, a exemplo de Mighty Switch Force.

Dentre essas estrelas há um diamante bruto lá, que poucos ainda deram chance: o Troca-Cartas.

Basicamente, é um aplicativo para troca de mensagens com amigos via internet ou StreetPass (aquela funcionalidade em que os 3DS trocam informações ao passar perto um do outro). O bacana é que quanto mais você usa mais funções ele habilita, como anexar fotos em 3D, gravações de áudio e até um pincel para desenhar em 3D.

É besta? É. Mas também é engraçadinho e, no mínimo, serve para finalmente compartilhar as fotos tridimensionais que o portátil permite capturar. Além do mais, também é algo que explora de maneira a combinação única de características do 3DS, forçando a galera a desenhar, escrever com a mão e coisa e tal.

Ah, e o melhor de tudo: como o título do post diz, é um software gratuito para o portátil! De brinde, ainda tem uma mascote simpática e serelepe, a tal da Nikki – que já até ganhou Mii oficial da Nintendo lá no Japão. Caso queira, é só escanear o código QR aí abaixo – que, infelizmente, vem só com o nome dela em japonês e não dá para mudar.


Enfim, já tenho trocado algumas caricaturas, fotos e coisas do tipo com alguns colegas de 3DS.

Caso queira participar da parada e também mostrar o seu talento, pode me adicionar lá no Nintendo 3DS: meu Friend Code 0430-8310-7459.

Rhythm Heaven no Wii: peço apenas que… jogue!

Por Claudio Prandoni

O Wii praticamente deu adeus a este plano terreno com boa dose de dignidade com The Legend of Zelda: Skyward Sword.

Por mais que o presidente da Nintendo of America, você sabe, o Tio Reggienaldo, insista que em 2012 ainda veremos tipo assim um montão de coisas bacanas, convenhamos: ou são títulos que já saíram em outras regiões, como o excelente Xenoblade, ou continuações que poucos se importam, a exemplo de Mario Party 9.

Contudo, tal qual um espírito zombeteiro, o Wii parece reservar ainda algumas pegadinhas no seu arsenal, como esse sensacional Rhythm Heaven Fever.

Jogou o de DS? Então sabe que estou falando da mais pura maluquice musical, agora levada para as telonas das TVs e com um maroto multiplayer para até duas pessoas.

Nunca jogou? Faça um favor a si mesmo e dê um chance, seja no Wii, no DS ou mesmo no GBA, se tiveres as manhas de descolar o Rhythm Tengoku, que saiu só no Japão (e tem, aliás, até uma versão para fliperamas por lá!).

Este para Wii saiu na terra do Sol Nascente em julho de 2011, mas por aqui só aporta por volta de fevereiro.

Gyakuten Saiban Sound Box e o medo de encarar Apollo Justice

Por Alexei Barros

Eu tenho a forte impressão que a Capcom não sabe que rumo seguir com a série Ace Attorney. Depois que o arco Phoenix Wright foi fechado em três jogos, tudo levava a crer que Apollo Justice seria o sucessor como representante da série, o que fica claro em sua participação no We Love Golf.

Só que, em vez de fazer o Gyakuten Saiban 5, a Capcom lançou os spin-offs Ace Attorney Investigations: Miles Edgeworth e Gyakuten Kenji 2, este sem planos de localização. Parece que a produtora fica com o receio de querer dar continuidade à trama, voltando àquele período da história da primeira trinca da série com elenco insuperável.

Prova disso é que Professor Layton vs. Ace Attorney terá as aparições de Maya Fey e Phoenix Wright, advogado que fez a incursão nas lutas de Ultimate Marvel vs. Capcom 3 depois daquela desculpa esfarrapada do Tatsunoko vs. Capcom – mais inexplicável é a aparição não ter originado nenhum post por aqui.

Outro acontecimento que embasa essa impressão é a caixa Gyakuten Saiban Sound Box, prevista para 8 de fevereiro com número de catálogo CPCA-10249~51 ao preço de 3990 ienes. Os três CDs trarão simplesmente as músicas dos relançamentos preguiçosos para WiiWare dos três primeiros jogos da série. Poderia ser uma caixa muito mais ambiciosa e tal. O único consolo é que os álbuns Gyakuten Saiban + Gyakuten Saiban 2 Original Soundtrack e Gyakuten Saiban 3 Original Soundtrack traziam as faixas correspondentes à edição original do Game Boy Advance. Somente o primeiro jogo teve o álbum com as versões de DS, Gyakuten Saiban Yomigaeru Gyakuten Original Soundtrack, que também inclui as faixas adicionais do quinto caso implementado no DS. O Justice for All e o Trials and Tribulations jamais tiveram lançadas em CD as músicas de DS, que são, grosso modo, as que se ouve no WiiWare.

[via TinyCartridge]

Skyward Sword: o passado é conclusão em um Zelda que é bom, mas não é o melhor

Por Claudio Prandoni

Legend of Zelda: Skyward Sword é, sem sombra de dúvidas ou falsa humildade, o melhor jogo para Wii em 2011. Pudera, praticamente não tem competição: a Nintendona pisou feio no tomate nesta temporada e gastou mais tempo patinando com o 3DS e esqueceu do videogame branquinho.

Em minha opinião, porém, não se trata do melhor Zelda de todos os tempos, como pintaram a Edge, a Famitsu e um bocado de publicações a reboque pelo resto do mundo. De fato, não acho nem que seja um dos três melhores episódios desta longeva e sensacional franquia, mas ainda assim é um título decisivo, fulminante, que sintetiza o legado de 25 anos, celebrados nesta temporada e sela o destino da grife: daqui em diante tudo vai ser diferente.

Mais do que isso, PRECISA ser diferente.

Caso você não tenha jogado ainda e esteja preocupado com spoilers, vai na fé: nesta primeira parte vou procurar fazer minha análise sem entrar em detalhes que estraguem a brincadeira. Depois do salto interdimensional, porém (que será bem sinalizado, prometo), descasco sem dó a cebola, o que ajudará também a ilustrar minha tese de como Zelda: Skyward Sword fecha a conta, passa a régua e fecha uma longa cadeia de ciclos e tradições. Vamos lá!

Skyward Sword não renova, mas inova de monte nos controles. Zelda sempre foi sobre a experiência de interagir e mudar o mundo com suas ações e ferramentas, algo vivenciado de forma única e íntima por aqui.

Com o poder do MotionPlus e a experiência de cinco anos de estripulias com o Wii Remote, a Nintendo concebeu uma experiência ímpar: quase tudo que o jogador faz é feito igualzinho pelo herói Link e versa-vice. O golpe da espada é o mesmo balanço do jogador com o controle. Jogar a bomba ou rolar como bola de boliche? Tudo uma questão de escolha de movimento.

Manejar um chicote, girar artefatos, tocar uma harpa. Tudo é feito tal qual o herói na tela e isso gera uma satisfação enorme. Pessoalmente, associo muitos dos momentos marcantes do game a uma memória como a música do momento, a roupa que estou vestindo ou coisa do tipo. Skyward Sword consegue criar uma relação sem igual, em que a memória é exatamente igual – ou quase, vá lá – daquilo que o herói faz na tela.

Mas fico triste em dizer que para por aí a grande novidade brilhante de Skyward Sword. De resto é a mesma boa e velha fórmula de Legend of Zelda que, apesar de boa, já está velha e mostra sinais de idade. O game até tenta mascarar um pouco isso com uma engenhosa série de vai-e-vens por três áreas distintas que, sempre acometidas por novidades, mudam e transformam o desafio. Prova de game design inteligente e tal, mas confesso que fiquei de saco cheio e senti falta de maior variedade. O que era para ser uma verdadeira jornada épica acaba virando a maior treta do bairro, com Link fazendo pequenas quests de um lado para o outro.

Por outro lado, os controles também pecam com alguns excessos, como nos momentos de controlar um pássaro como meio de transporte ou nadar. Nestas ocasiões o uso do sensor de movimento do Wii Remote fica tão intuitivo quanto usá-lo como volante em Mario Kart, mas vem ao custo da precisão que acostumamos a ter nos direcionais e alavancas dos controles. Talvez, a inclusão da opção de escolha de controle em alguns momentos pudesse ter resolvido o problema.

Ainda há outros velhos clichês que teimam em não evoluir: a verborragia absoluta durante toda a aventura, com personagens entoando explicação atrás da explicação (às vezes até para coisas que você já sabe fazer!) e um sem número de diálogos vazios que só fazem aumentar o tempo de jogo – e nada mais. O visual parece sofrer crise de identidade também, ficando num meio termo do estilo realista de Twilight Princess, mas com o colorido absoluto à la desenho animado de Wind Waker. Na dúvida entre um e outro, ficou no meio do caminho e não me agradou. Prefiro a convicção sombria e exótica do Twilight ou a animação vibrante de Wind Waker.

Enfim, de maneira geral, Skyward Sword soa como um remake de uma velha e agradável experiência: tudo soa muito familiar, a sucessão de fatos é pra lá de previsível, mas com controles bem mais bacanas e uma ou outra firula inútil – como os sistemas de upgrades de armas e criação de poções, os quais não usei em nenhum momento para terminar o game.

Bom, paro por aqui de destilar minha tristeza e agonia com Skyward Sword. Vale o bordão: não é um jogo ruim, pelo contrário, é uma excelente produção. Contudo, frente a outros peso-pesados como Ocarina of Time, A Link to the Past, Twilight Princess e Wind Waker faltou feijão para este aqui fazer mais bonito e marcar mais época.

Daqui em diante vou entrar em spoilers super spoilerentos que podem zoar totalmente sua experiência caso você leia sem querer. Então, se você já terminou Skyward Sword ou não se importar em saber mais sobre sua história vá em frente – caso contrário marque aí na sua agenda para ler o resto do post depois que zerar o jogo!

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Data de lançamento e track list do Piano Opera Final Fantasy I/II/III

Por Alexei Barros

Numa boa, às vésperas de 2012, quem ainda aguenta coletâneas com músicas antigas de Final Fantasy? Eu! Porque mais uma está chegando.

Quem comprou um CD na Na Tokyo Game Show 2011 recebia de brinde o Square Enix Music Sampler CD 2011 Vol.6. Como de costume, esses discos bônus adiantam os próximos lançamentos da Square Enix e nesse chamou a atenção a oitava faixa, de nome “The Rebel Army” from Piano Collections Final Fantasy I-II-III (temporary).

E, enfim, temos a confirmação. Abandonando o nome “Piano Collections”, adotado desde o FFIV, a nova velha compilação se chama Piano Opera Final Fantasy I/II/III, tapando a lacuna de três episódios que nunca tiveram uma antologia do tipo (tirando os spin-offs, somente FFXII e FFXIV não possuem também). Sabe se lá o que “Piano Opera” quer dizer de diferente. O número de catálogo é o SQEX-10302, e o preço de 2800 ienes. O lançamento ainda vai demorar um pouco, só em 29 de fevereiro de 2012. Arranjador e pianista: Hiroyuki Nakayama, o mesmo das duas coletâneas de piano de Kingdom Hearts e que participou do Pia-Com II.

Você sabe que tenho o péssimo hábito de mencionar aleatoriamente faixas memoráveis que ouço e são pouco reverenciadas. Parece que, quanto maior o meu apreço por essas, menor as chances de as músicas serem lembradas. Ao menos uma! Por ocasião do Symphonic Odysseys – aliás, o CD do concerto sai hoje no Japão –, eu senti que a “Magician’s Tower” do FFII combinaria com a suíte tocada pelo Benyamin Nuss. Estará no álbum, é a oitava faixa. Mas a “Dungeon” do FFI nem a pau. De resto, a track list me parece um pouco previsível. Certamente os medleys dos temas de batalha e dos temas de cidade são os mais promissores para mim. Coloco os links originais para facilitar:

No site oficial é possível ouvir um sample da “Prelude”. Creio que até o lançamento devem liberar muitas amostras mais.

01 “Prelude” ~ “Opening” (Final Fantasy)
02 “Main Theme” (Final Fantasy)
03 “Town Medley” ["Town" ~ "Town" ~ "My Home Town"] (Final Fantasy I/II/III)
04 “Gurgu Volcano” (Final Fantasy)
05 “Matoya’s Cave” (Final Fantasy)
06 “Main Theme” (Final Fantasy II)
07 “Rebel Army Theme” (Final Fantasy II)
08 “Magician’s Tower” (Final Fantasy II)
09 “Battle Medley” ["Battle Scene" ~ "Battle 1" ~ "Battle 1"] (Final Fantasy I/II/III)
10 “The Boundless Ocean” (Final Fantasy III)
11 “Crystal Cave” (Final Fantasy III)
12 “Eternal Wind” (Final Fantasy III)
13 “This is the Last Battle” (Final Fantasy III)

[via Piano Opera Final Fantasy I/II/III]

Guenta que é penta: 5 anos de Hadouken nas interwebz

ImagemPor Claudio Prandoni

Não esquecemos nem deixamos pra lá – apenas sabe, quando, sei lá, calhou de não ter um PC com interwebz por perto, faltou planejamento e pans.

Mas de maneira alguma esquecemos do aniversário do Hadouken, pouco convenientemente celebrado no dia 24 de dezembro.

Além do mais, não poderíamos esquecer de uma ocasião tão importante: meia décadada de blog!

Quem diria. Eu certamente não esperaria tanto. Claro, repetindo a ladainha de anos anteriores, nesta temporada o blog não foi tão frenético como no começo de carreira, mas, principalmente, graças ao Alexei, não deixou de ter atualizações com uma frequência marota e acabou virando, de vez, uma referência no ramo da game music, por conta da paixão e competência do maestro – que até travou um intenso debate com ninguém menos que Tommy “VGL” Tallarico nos comentários de um post antigo!

Gostaria de agradecer imensamente a todos que prestigiam este cantinho já quase idoso da internet blogueira de games no Brasil. Meus profundos agradecimentos a leitores novos e antigos, a todos aqueles que nos ajudaram e ajudam neste longo percurso e, claro, fica o convite para continuar acompanhando os Toperas pela temporada 2012, que promete – ou não – trazer novas emoções.

Até lá!

Cartões de Natal gamers 2011: dois Sonics e uma coletânea em álbum

Por Claudio Prandoni

Neste ano – infelizmente, assim como em 2010 – não sobrou tempo livre para me dedicar à quase tradicional coleta de cartões gamers de natal aqui no Hadouken.

Ainda assim, dei um empurrãozinho para os meus comparsas lá no UOL Jogos, que compilaram um álbum bacana com os principais cartões do ano passado (como esse da LucasArts, que abre o post) e alguns deste ano corrente também.

De nossa parte, contamos mais uma vez com o grande talento e boa vontade do desenhista Sérgio Borges, que fez esse lindíssimo cabeçalho estrelado pelos dois Sonics do momento, o gordo e o magro, do Sonic Generations, um dos jogos mais surpreendentes de 2011.

Valeu, Sergião!

Quer surpreender alguém com uma celebração natalina e de joguinho? Corre lá que ainda dá tempo de pegar algum bacana – ou até mandar um vídeo, como a Nintendo fez nesta temporada, aí abaixo.

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  • @thalesnm Gostei! Tenho mais vontade de jogar que o RE5 (que nem joguei ainda =(). Espero que tenha algum puzzle em meio àquela ação toda... 1 day ago
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