Posts Tagged 'Super Mario 64'

“Super Mario Suite” – Super Mario Bros., Super Mario Bros. 3, Super Mario World, Super Mario 64, Super Mario Galaxy e Super Mario Galaxy 2 (Score 2013)

Por Alexei Barros

Algumas das mais obscuras performances orquestrais de game music acontecem nos concertos produzidos pelo jornalista de games Orvar Säfström na Suécia. Sem perfumarias e grandes invenções, são espetáculos com muitos arranjos próprios, como é o caso desta “Super Mario Suite”, executada na apresentação Score de 2013.

O aspecto mais curioso do segmento é o que me parece ser uma completa aleatoriedade da seleção de faixas, misturando músicas da era clássica (nada de Super Mario Bros. 2, como de costume), com a era orquestrada da vertente Galaxy. A parte boa disso é que assim surgem arranjos de composições pouco homenageadas, como a “Underwater” do Super Mario World e a “Fortress” do Super Mario Bros. 3 – não foi desta vez que a “Enemy Battle” e a “Fortress Boss” foram lembradas, contudo. Mas o negócio chega a ser tão bizarro que o arranjo começa pelos temas de encerramento…

Ao menos o início da “Super Mario Galaxy” serve muito bem como peça de abertura, até porque ela começa com a vinheta da tela-título. Só não faz muito sentido a “Ending” do Mario original aparecer logo depois em uma bela participação dos metais e sem nenhuma transição… Com a flauta e depois as cordas, a citada “Underwater” do SMW é reproduzida com toda a beleza que tem direito. Subitamente, surge a lúdica “Title” do mesmo jogo, seguida pela “Opening” do Super Mario 64. Apesar de ser muito icônica, sem a “Main Theme” ela parece não fazer muito sentido aí no meio.

Agora sim com uma boa transição, surge a simpática “Starship Mario” e a “Super Mario Galaxy 2″, que é simplesmente fabulosa. Depois disso, há um trecho sombrio aparentemente de transição (e não arranjo de alguma faixa), com a batida “Underworld”, logo sucedida pela “Castle” do primeiro jogo nas cordas nervosas que dá lugar à “Fortress” do Mario 3 com o peso dos metais e da percussão. Esse trecho é espetacular, o que me faz aumentar a vontade de um dia ouvir uma suíte só com músicas do Super Mario Bros. 3. Meio que do nada, logo chega a “Kinopio’s House” e mais aleatoriamente ainda a “Wind Garden”. Quando parecia acabar por aí, a  Gotheburg Symphony Orchestra toca as rendições de “Underwater” e “Overworld”, que ao menos foi arranjada em uma releitura mais diferente do usual, de maneira bem criativa, algo que pode ser notado na empolgação do maestro Charles Hazlewood. Concluindo esse medley sem muito pé nem cabeça, a “Course Clear” é tocada em um crescendo.

Valeu a iniciativa, mas o arranjo poderia ser muito melhor se focasse em mais músicas ingame além das óbvias do primeiro Mario, já que muitas músicas escolhidas são de tela-título e encerramento.

-“Super Mario Suite”
Originais: “Super Mario Galaxy” (Super Mario Galaxy) ~ “Ending” (Super Mario Bros.) ~ “Underwater” ~ “Title” (Super Mario World) ~ “Opening” (Super Mario 64) ~ “Starship Mario” ~ “Super Mario Galaxy 2″ ~ (Super Mario Galaxy 2) ~ “Underworld” ~ “Castle” (Super Mario Bros.) ~ “Fortress” ~ “Kinopio’s House” (Super Mario Bros. 3) ~ “Wind Garden” (Super Mario Galaxy) ~ “Underwater” ~ “Overworld” ~ “Course Clear” (Super Mario Bros.)

“Mario Through The Years” – Super Mario Bros., Super Mario Bros. 2, Super Mario Bros. 3, Super Mario 64 e Super Mario Galaxy (Video Games in Concert 2012)

Por Alexei Barros

Tenho falado à exaustão nos últimos anos a respeito do quanto as músicas entre o primeiro Super Mario Bros. e o Super Mario Galaxy costumam ser ignoradas nos arranjos orquestrais. Ultimamente isso tem diminuído, é verdade. Mas um jogo ainda continua sendo deixado de lado: Super Mario Bros. 2. Em uma das muitas entrevistas que o Koji Kondo concedeu recentemente por ocasião de sua participação no Game Awards 2014, ele chegou a dizer até que faria a trilha diferente se soubesse que o jogo seria do Mario – o título que deu origem ao Super Mario Bros. 2 foi o Doki Doki Panic. Mesmo assim, ainda acho que as músicas desse jogo soam muito ao estilo Mario.

Esta performance da Young Classic Sound Orchestra comprova isso. Formada em 2004 pelo maestro Lahnor Adjei, a orquestra mescla jovens instrumentistas com músicos profissionais de diferentes regiões da Alemanha, em um total de cerca de 80 pessoas. Para atrair novos públicos, a YCSO inclui no repertório músicas de filmes e, claro, videogames.

O arranjo assinado por Cody Chavez está longe de ser dos meus sonhos, mas é muito honesto e coerente, com transições relativamente competentes, excluindo a passagem da “Slider” para a “Wind Garden”, na qual há um vazio. Além da bem-vinda presença da “Overworld” do Mario 2, o que me agradou nesse medley foi a participação da bateria, especialmente na “Wind Garden”, já que não há esse instrumento na música original, que é naturalmente orquestrada no Super Mario Galaxy.

Fora isso, vale o post pela gravação profissional do vídeo e áudio (só não entendi muito bem por que as imagens aleatórias do Super Mario 3D Land, que nem sequer foi representado no medley).

– “Mario Through The Years”
Originais: “Overworld” (Super Mario Bros.) ~ “Overworld” (Super Mario Bros. 2) ~ “Athletic” (Super Mario Bros. 3) ~ “Slider” (Super Mario 64) ~ “Wind Garden” (Super Mario Galaxy) ~ “Course Clear” (Super Mario Bros.)

“Super Mario Medley” – Super Mario Bros., Super Mario Bros. 3, Super Mario World e Super Mario 64 (Last Elixir Wind Orchestra)


Por Alexei Barros

Mais um arranjo da banda de sopro japonesa Last Elixir Wind Orchestra, mais seleções sapientes. Não obstante a simplicidade do medley, nota-se um esforço maior em elaborar transições. Abrir com Super Mario Bros. dá a impressão que vai ser uma daquelas performances básicas. Não se engane, é apenas o começo. E mesmo com músicas tão famosas a LEWO consegue proporcionar uma sensação diferente. É o caso da “Overworld” do Mario 1, em que cada tipo de instrumento toca a melodia alternadamente. Depois de um vazio, vem a “Underworld” embalada pelas batidas da bateria. Em seguida, o medley é só alegria: a essencial “Overworld” do Mario 3 surge e acelera para embarcar no ritmo da “Athletic”. A sequência do Super Mario World, cumprida com bom encadeamento, para mim ficou especial por escolher duas faixas que sempre almejei arranjadas após o trio “Title”, “Map 1 (Yoster Island)” e “Overworld”: “Bonus Screen” (perfeita a percussão) e “Map 4 (Native Star)” (que poderia ficar um pouco mais rápida até). Paralelamente é tocada a  “Powerful Mario”, emendando na “Main Theme”, que parece ter sido criada para uma big band, e na “Slider”, que transita para a “Course Clear Fanfare” do Super Mario World com desenvoltura.

“Super Mario Medley”
“Overworld”~ “Underworld” (Super Mario Bros.) ~ “Overworld” ~ “Athletic” (Super Mario Bros. 3) ~ “Title” ~ “Map 1 (Yoster Island)” ~ “Overworld” ~ “Bonus Screen” ~ “Map 4 (Native Star)” ~ (Super Mario World) ~ “Powerful Mario” ~ “Main Theme” ~ “Slider” (Super Mario 64) ~ “Course Clear Fanfare” (Super Mario World)

LEGENDS: à moda antiga dos Marios da velha guarda

Por Alexei Barros

Disse na ocasião e reitero: a “Super Mario Bros. (Retro Suite)” do Symphonic Legends finalmente fez justiça ao legado musical dos jogos antigos do bigode, indo além das obviedades do clássico de 1985. Até na abordagem da aventura original a suíte desviou do lugar-comum ao incluir a “Castle”, que não constava no conhecido, repetido e reprisado “Super Mario Bros.” do Orchestral Game Concert 1.

Sabendo disso, não haveria muito sentido em fazer grandes alterações para o LEGENDS, dia 1º de junho de 2011. Roger Wanamo quis proporcionar para o público algo novo, nunca ouvido antes, mesmo que conhecessem todas as versões. “No começo, eu procurei por bons temas que não tinham sido inclusos em outros arranjos. Há um monte deles, por isso não foi difícil encontrar um adequado para a suíte”, afirma. “No final, eu não incluí nenhuma das faixas que normalmente são apresentadas em arranjos do Super Mario, exceto, claro, o único tema que não pode ser ignorado quando se fala das músicas da série.”

A única mudança da “Retro Suite” foi para melhor: uma leve refinada, levando em consideração também que a partitura foi adaptada para a Royal Stockholm Philharmonic Orchestra, que estará representada por cerca de 90 instrumentistas (a WDR Radio Orchestra, do Symphonic Legends, tinha 80 musicistas).

[via Facebook]

Symphonic Legends: o melhor presente de aniversário para uma produtora lendária


Por Alexei Barros

A Nintendo é paradoxal. Ao mesmo tempo em que a abrangência se manifesta ao atingir novos horizontes nesta geração com o Nintendo Wii, a restrição com as músicas é imensa. Por conta da baixa vendagem dos álbuns nos últimos anos, os lançamentos das trilhas originais são escassos e das arranjadas inexistentes. Quando ocorrem, visam a promover o jogo, não as composições, como os CDs promocionais da Club Nintendo. Se um concerto obtém a licença para executar faixas de direitos autorais da produtora e cria novos arranjos, a performance não pode acontecer sem prévia aprovação das partituras. Tal cuidado se justifica pela supremacia das franquias da Nintendo, é claro, e pelo que as trilhas representam no imaginário gamer, com melodias incrustadas na memória graças ao vasto repertório musical criado por muitos compositores geniais em quase 30 anos.

A Nintendo foi introduzida aos concertos na série Orchestral Game Concert (1991-1995), citada tantas vezes por aqui não por acaso, porque exerce influência até hoje. Os tempos eram outros, e as cinco apresentações foram publicadas em CD. Depois disso, arranjos inéditos surgiram com maior visibilidade nas séries Symphonic Game Music Concert (2003-2007) e Press Start (de 2006 em diante), a primeira sem álbuns oficias e a outra sem nada da Nintendo no primeiro disco, Press Start The 5th Anniversary. Fora esses, alguns casos raros no Games in Concert e PLAY! A Video Game Symphony. A única iniciativa recente que gerou um álbum foi o Dairantou Smash Brothers DX Orchestra Concert (2002), concerto com músicas orquestradas do Super Smash Bros. Melee, ou seja, com muitas franquias da produtora.

Toda esta introdução para dizer que: sendo a Nintendo tão restrita e as músicas tão raras em apresentações, parece uma lenda que uma récita caprichada como o Symphonic Legends – music from Nintendo tenha ficado à livre apreciação no dia 23 de setembro de 2010, data em que a produtora completou 121 anos de fundação. E que presente de aniversário!

Ainda sem nome e nem temática, o concerto foi anunciado previamente em 24 de setembro de 2009 para exatamente um ano depois, graças à excelente recepção do Symphonic Fantasies. A data foi antecipada para o dia 23 de setembro, e o nome revelado: Symphonic Legends. Em março deste ano ocorreu a confirmação de que a Nintendo seria a homenageada. Detalhe: antes que as pessoas soubessem disso, 90% dos ingressos estavam esgotados. Posteriormente, foi comunicado que o formato seria uma mescla das inovações implementadas pelos concertos antecessores, trazendo arranjadores convidados de primeiríssimo nível, para mais tarde sabermos que jogo cada um foi incumbido.

Dois japoneses, dois alemães, dois finlandeses. Compositor de trilhas de animes como One Piece e Ah! My Goddess, Shiro Hamaguchi é conhecido nos videogames pelos principais arranjos de Final Fantasy nos concertos recentes da série. Hayato Matsuo, um dos discípulos de Koichi Sugiyama e compositor de Ogre Battle, orquestrou os temas de abertura e encerramento de Final Fantasy XII, entre outros arranjos, como do Shenmue Orchestra Version. Ambos do estúdio Imagine, recentemente participaram do Monster Hunter 5th Anniversary Orchestra Concert e do A Night in Fantasia 2009.

Nascido em Munique, Masashi Hamauzu, compositor de jogos como Unlimited SaGa, Sigma Harmonics e Final Fantasy XIII, foi a maior surpresa entre os convidados, já que é raro vê-lo arranjar músicas que não são de autoria dele, e quando aconteceram foram para solos de piano, não orquestrados. Também da Alemanha, mas da cidade de Dresden, Torsten Rasch é um compositor de música erudita contemporânea que morou 15 anos no Japão criando trilhas de filmes. No mundo dos games, fez um arranjo para o obscuro álbum Psychic Detective Series – The Best (1991) e mais recentemente a releitura para piano da “A Place to Call Home” do Benyamin Nuss Plays Uematsu.

Da Finlândia, Jonne Valtonen, o principal arranjador do Symphonic Shades e Symphonic Fantasies, desta vez dedicou-se exclusivamente ao poema sinfônico de Zelda. Por último, o conterrâneo Roger Wanamo, o mais jovem dos seis, tendo nascido em 1981, que foi quem mais me impressionou. Sua inventividade pôde ser mostrada já na “Fantasy III: Chrono Trigger/Chrono Cross”, em que foi coarranjador, com o uso constante de polifonias, transições fluidas e minúcias que exigem muita atenção para serem percebidas. Desta vez, Wanamo se superou com os dois segmentos de Mario, o que não é pouca coisa pelas composições serem do Koji Kondo, e pelo Encore, que é um emaranhado de faixas de diversos jogos da Nintendo.

Arranjadores de grande envergadura pedem por intérpretes igualmente competentes. O maestro sueco Niklas Willén conduziu mais de 125 pessoas: cerca de 80 integrantes da WDR Radio Orchestra, e mais 45 do coral State Choir Latvija. Como de praxe, Benyamin Nuss no piano e Rony Barrak na percussão foram os instrumentistas-solo. Diferentemente dos anos anteriores, não houve convidados japoneses para autógrafos, não que isso faça muita diferença para quem não esteve no Cologne Philharmonic Hall.

A ideia do produtor Thomas Boecker era apresentar as músicas da Nintendo com arranjos criativos. Para tal, foi dada total liberdade aos arranjadores. “É interessante ver como eles usaram essa liberdade. Porque há um momento em que é melhor trabalhar de maneira fiel à música original, e há um momento em que você pode introduzir diversas ideias próprias”, afirmou ao SEMO. Sou favorável à iniciativa de arranjos orquestrados que tragam uma nova ideia, desde que as músicas ainda possam ser reconhecidas. E isso aconteceu? É o que veremos adiante.

Antes de comentar individualmente segmento, vale destacar a escolha de jogos do repertório. Levando em conta que o Press Start é o único na atualidade a tocar arranjos novos da Nintendo, o programa do Symphonic Legends é uma benção pelas novidades, visto que Star Fox, F-Zero, Pikmin, Donkey Kong e Metroid jamais foram executados na série japonesa (Star Fox não em um segmento exclusivo). Há quem tenha sentido falta de outras franquias, como Fire Emblem, Mother, Kirby e Pokémon. Além de serem necessárias mais algumas horas de apresentação para poder incluir tudo, nem todas são populares na Europa, leve isso em conta. Dentre as ausências, só lamentei que Hirokazu Tanaka não fora representado pela importância que tem na história musical da Nintendo, ainda que a maioria dos jogos 8-bits seja difícil de imaginar com um número próprio.

Infelizmente, o streaming de vídeo não funcionou na hora do concerto conforme prometido anteriormente, e acabou restrito aos residentes na Alemanha. Mas todo o espetáculo pôde ser conferido de qualquer parte do mundo pelo rádio ao vivo, o que me trouxe boas lembranças do Symphonic Shades em 2008. Poucas horas depois sete dos dez segmentos podiam (e ainda podem) ser vistos no YouTube.

Depois do Hadouken muito mais sobre o Symphonic Legends, com links para os vídeos do YouTube e do Goear (a referência para quando mencionar a numeração de trechos específicos). Sobre o poema sinfônico do Zelda, ficarei devendo as faixas originais detalhadas (algumas foram citadas no texto), já que há muitos temas sobrepostos e variações, o que dificultou a listagem precisa.
Continue lendo ‘Symphonic Legends: o melhor presente de aniversário para uma produtora lendária’

“Super Mario Bros. Suite” – Super Mario Bros., Super Mario Bros. 3, Super Mario World e Super Mario 64 (PLAY! 2007 em Estocolmo)


Por Alexei Barros

Tudo o que se refere à “The Legend of Zelda Suite” se aplica a este medley do Mario: arranjo do Jonne Valtonen, apresentação do PLAY! A Video Game Symphony em 2007 na Suécia, performance plena da Royal Stockholm Philharmonic Orchestra, melhor do que a versão do VGL, também não está no CD e por aí vai. A diferença é que no Symphonic Legends os dois segmentos do Mario ficarão sob os cuidados do conterrâneo de Valtonen, o finlandês Roger Wanamo.

A sequência inicial do Super Mario remete ao arranjo “Super Mario Bros.” do Orchestral Game Concert, com a bem-vinda adição de faixas dos demais jogos da série que, infelizmente, ignora o Super Mario Bros. 2. A seleção chega a ser curiosa, porque no meu modo de entender a “Title” (Super Mario World), apesar de muito simpática, e a  “World 8 Map”, que surge meio que aleatoriamente, ficam atrás de outras músicas mais marcantes. Além disso, a “Main Theme” (Super Mario 64) é executada somente nas madeiras e nos violinos. Embora tenha ficado rebuscada, eu sempre a imaginei e preferi, por pura questão de gosto, com todos os metais que tem direito, como na versão do Mario & Zelda Big Band Live. E quando ouvi continuei a lamentar por ausências como “Fortress Boss” (SMB3) ou então a “Castle” (SMW). Ainda fico na expectativa de um arranjo definitivo, se é que isso é possível com tantas músicas memoráveis.

“Super Mario Bros. Suite”
“Overworld” ~ “Underwater” ~ “Underworld” (Super Mario Bros.) ~ “Title” (Super Mario World) ~ “Main Theme” (Super Mario 64) ~ “World 8 Map” (Super Mario Bros. 3) ~ “Overworld” ~ “Course Clear” (Super Mario Bros.)

Nintendo apela; recria fase de Super Mario 64 em Mario Galaxy 2

Por Claudio Prandoni

Vou xingar muito no Twitter. Sério, Nintendo. Não precisa mais ficar bombando o hype de Super Mario Galaxy 2.

Todos os jogos 3D do gorducho são fantásticos, o primeiro SMG não foi exceção – muito pelo contrário – e desde que vocês anunciaram essa continuação na E3 2009 eu já tinha me decidido por comprar ela assim que saísse.

Mesmo assim você apela: primeiro com aquele comercial Disneylândico, agora com esse pequeno teaser em vídeo aí que recria uma das primeiras fases do Super Mario 64. Poxa, aí pegou forte na emoção. Fiquei me sentindo de novo como o moleque de 11 anos me atrapalhando todo com a tal alavanca analógica – e me divertindo horrores com isso.

Muito grato ao leitor-artista Platy pela dica do vídeo!


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