Posts Tagged 'Sony'

Play3D

Por Claudio Prandoni

E hoje, vulgo quarta-feira, dia 14 de abril, a Sony mostrou em São Paulo a linha de trecos 3D da empresa. Entre eles, joguinhos tridimensionais para o glorioso PlayStation 3.

Para teste lá, só o fantabuloso e frenético Super Stardust HD – um dos melhores games lançados na PSN até hoje. Logo de cara curti o óculos da Sony: não é desengonçado ou feioso. Pelo contrário, tem até um esquema de evitar a entrada de luzes indesejadas e hastes flexíveis que se ajustam bem ao rosto. Maneiro.

O jogo em si, como tanto pontuavam os sites gringos, é mesmo uma das melhores mostras de tecnologia 3D em games. O jogo ganha uma profundidade que impressiona.

A foto é ruim, mas os óculos são 3D

As nebulosas de Andrômeda lá no fundo ganham volume, as estrelinhas em volta parecem vaga-lumes e o efeito dos pedregulhos caindo perto da sua nave, explosões e coisas do tipo causam aquele movimento de pescoço peristáltico, fazendo você desviar do imaginário.

Adiciona algo à mecânica? Nada. E à experiência? Neste caso sim. Em parte pelo tipo de jogo, em parte pela competência da Sony em implementar o 3D no jogo. Ainda assim, não me ganha. Mantenho e reforço minha opinião sobre 3D, que já falei aqui ó, e dificilmente investiria em uma TV, óculos e tudo o mais para desfrutar da firula visual.

Ainda assim, promete. Mas parece ser uma promessa a longo prazo.

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God of War Tribute: making of do vídeo brasileiro destacado no GameTrailers

Por Claudio Prandoni

Brasileiros novamente aprontando confusões do barulho lá nas longínquas terras estrangeiras de fora do Brasil.

O carioca esperto Marcus dos Santos chacoalhou o balhão fez barulho nesta semana que se passou ao ser contemplado pela turma do GameTrailers com o título de melhor vídeo de usuário da semana!

O vídeo em stop motion – esse que você vê aí acima na íntegra integral – chama-se God of War Tribute e foi criado para competir num concurso que a Sony realizou para descobrir o fã supremo de God of War. Infelizmente, Marcão ficou sabendo da parada há pouco mais de um mês antes do fim das inscrições e teve pouco tempo de trabalhar no projeto. “Terminei a edição 2 dias antes do prazo”, contou ele pra gente.

Mesmo assim, ele não se importa muito, já que numa virada inesperada o vídeo virou hit lá no GT. “Ser reconhecido no GameTrailers é milhões de vezes melhor que ter ganho o concurso”, diz Marcão. “Sempre fui fã da galera do GameTrailers e nunca esperaria estar naquele ‘banner-da-fama’ deles”.

Curioso que só, fui perguntar pro Marcus comofas detalhes do processo de produção do filminho. Após o Hadouken, uma tentativa de making of o mais completa possível, incluindo dezenas de fotos, um vídeo exclusivo de teste de câmera e até indiretamente dicas para quem quiser fazer parecido.

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Diabinho muito louco arma confusões do barulho no game brasileiro Freekscape

Por Claudio Prandoni

O mercado brasileiro de games é muito complicado. Isso em qualquer esfera que você ousar cutucar: imprensa, distribuição, produção…

A lista vai. Ainda assim, mesmo com muita coisa errada por aí e muito, muito longe do ideal, de maneira geral as coisas têm avançado. Há poucos dias tive a chance de visitar e conhecer melhor a galera do estúdio Kidguru, junção dos estúdios Insólita e Abdução.

Atualmente os caras são a única produtora brasileira com licença para desenvolver games para PSP e estão trabalhando duro efetivamente nisso. Mais especificamente, a produtora está nos finalmentes do Freekscape: Escape from Hell, título que integrará a linha PSP Minis, ou seja, disponível apenas para PSP.

Em linhas gerais: é um game de aventura 2,5D, meio à la Pandemonium ou Klonoa, em que os gráficos são tridimensionais, mas a mecânica é o clássico scroll lateral. Para avançar, é necessário utilizar os inimigos, visto que cada um oferece uma habilidade especial. O jogo sai já já nas PSNs da vida e chamo atenção aqui pra ele.

Ali acima com um trailer, aqui abaixo com imagens – incluindo uns wallpapers bacanas – e aqui neste link especificamente a reportagem que fiz mostrando como funciona de forma bem resumida uma produtora de jogos. Ah, e no site oficial tem mais um bocado de coisas, como um tema para o PSP!

Claro, há quem argumente que o resultado é simples demais e coisa e tal, mas acho a iniciativa extremamente digna de aplausos. Trabalhar na área no Brasil não é fácil, ainda mais desenvolvendo para uma das principais plataformas da atualidade e tendo que responder para a Sony sobre a qualidade do seu produto.

Evidentemente os caras não são o único estúdio de alta competência no Brasil, há muitos outros do Oiapoque ao Chuí e coisa e tal. Destaco eles aqui pois foi a galera que tive oportunidade de conhecer recentemente – aliás, valeu!

BONUS ROUND: Sabia que o Freek, personagem principal do game, teve com um de seus principais modeladores 3D o nintenérdico Daniel Oliveira? Se alguém achar feio, puxão de orelha no cara lá!

California Gaming #03: Kratos em português, vi e ouvi… mas será que chega aqui?

Por Claudio Prandoni

Com a iminência olímpica de God of War III, suscita na meninada gamer, entre muitas outras perguntas, a dúvida: vai dar pra jogar em português?

Claro, afinal os Uncharteds tinham tal opção caso adquirisse a versão europeia – que roda normalmente por acá, já que a esmagadora maioria dos games de PS3 não tem trava de região. Só para esclarecer: português de Portugal, com aquele peculiar sotaque, já que é uma edição do game para a Europa.

Na visita que fiz ao estúdio de Santa Monica, eu e o Luiz Siqueira estávamos juntos com um grupo de jornalistas mexicanos (e o Hip Hop Gamer) que eram maioria. Assim, optaram por nos mostrar um novo trecho do game com o idioma configurado para espanhol – tanto legendas quanto dublagem.

Ao final da curtinha exibição, perguntamos se era um disco europeu e se poderíamos ver o jogo rodando em português. Respostas positivas, voltamos à salinha para acompanhar o empolgante início, todinho narrado em português lusitano, em linguajar técnico, o PT-PT.

Em Uncharted confesso que não gostei da dublagem. Sotaque muito carregado, diálogos corridos e truncados, difícil de entender. O mesmo não rolou em God of War III. Ainda que o jeitinho luso seja bem perceptível, o ritmo é cadenciado e fácil de entender. Claro, há algumas expressões pouco familiares aqui e nomenclaturas diferentes – tipo Monto Olimpo, em vez de Monte Olimpo – mas nada que comprometa. Enfim, é o tipo de característica que ajudaria imensamente um grande número de jogadores a aproveitar totalmente o game.

Questionamos o produtor John Hight lá no estúdio sobre a possibilidade de uma versão do jogo chegar ao Brasil com idiomas e dublagens em português, mas ele foi reticente, não confirmando nem negando a possibilidade. Até o momento, a Sony do Brasil e responsáveis da empresa para América Latina têm a mesma posição.

Ah, por fim, infelizmente não deixaram também tirar fotos ou filmas trechos do game rodando em português – tipo de coisa que deve pipocar nos YouTube da vida assim que o jogo sair lá na Europa no final do mês.

PS.: Ói, lá: no site europeu do God of War III dá pra ver algumas coisas em português!

California Gaming #01: Artwork do dia é um pôster do Kratos direto de Santa Monica

Por Claudio Prandoni

Quem acompanha o Hadouken sabe que a gente não é de fazer jabá de nossos trabalhos profissionais, ainda que lidemos com jornalismo de games há algum tempo – desde pouco antes do blog ser criado.

Quem acompanha o UOL Jogos já deve ter percebido que sou redator por lá e, se viu o site nesta última segunda-feira, viu que tive a oportunidade de na última semana de fevereiro visitar os estúdios da Sony em Santa Monica, onde foram produzidos os três episódios principas da série God of War.

Abro um pequeno parênteses para recomendar que vejam ao menos a reportagem que fiz lá no estúdio, um dos trabalhos que mais me orgulho em toda minha carreira profissional. Para assistir, é só clicar aqui ou na imagem aqui mais perto.

Após este Hadouken comercial, o verdadeiro intuito do post. Pensei em fazer como o grande nintenérdico Daniel “Iwata” Oliveira, que relatou todas as importantes emoções que viveu quando foi para a NEX no Panamá em 2008, evento promovido pela Nintendo para mostrar lançamentos da empresa e no qual Dani teve o traseiro chutado e o nome anotado por Reggie, o Fils-Aime.

Porém, me falta a veia narrativa detalhista e o tempo para fazer um trabalho daquela qualidade, então vou optar por posts mais curtinhos relatando impressões, bastidores e outras coisas que eu achar divertidas de compartilhar sobre essa aventura do barulho de um cara muito doido em Los Angeles e nos estúdios da Sony.

Abro hoje com essa arte aí acima, que não é exatamente inédita: trata-se de um pôster promocional para uma série de histórias em quadrinhos de God of War lançada em outubro do ano passado. Sim, é uma foto não lá muito perfeita do pôster, mas preferi mostrar assim em vez de escanear para deixar bem claro que é algo físico, palpável, e porque tem uma origem especial: o artista responsável é Andy Park, que faz ilustrações conceituais para os games de God of War, e foi ele mesmo quem me deu o pôster lá nos estúdios de Santa Monica!

Sim, o cara mesmo, esse aí da foto abaixo, clicada pelo Luiz Siqueira, lá da Editora Europa. Ah, e o cara ao lado dele é o empolgadíssimo Hip Hop Gamer – sério mesmo! Emt tempo: olha lá na ilustração o autógrafo do Andy Park pouco acima da carecona malvada do Kratos.

Claro, se preferir dá pra ver a arte um pouco mais definida aqui no IGN, mas aí tem de suportar o antigo meme das marcas d’água do site gringo lá.

Nos próximos dias, mais anedotas californianas.

ApocalyPS3: eu não fui

Por Claudio Prandoni

E hoje foi dia de ApocalyPS3, o famigerado evento que tornou milhares (milhões?) de PS3s inúteis pelo mundo para fazer aquilo que eles mais foram projetados para: jogar joguinhos.

Meio que poucas horas antes da meia noite um monte de consoles começaram a dar o tal tilt e aí começou o comichão crescente pela Internet. Relatos pontuais, relatos coincidentes, fóruns se enchendo de gente paparicando dos quatro cantos do planeta, a Sony quietinha sem saber o que dizer. O dia raiou por aqui e a Sony falou que talvez quem sabe poderia estar sendo algo tipo nos Play 3 gordinhos.

Mais umas horinhas passaram, um monte de vítimas relatando suas tragédias, começam as comparações com as temidas 3RL, luzinhas de Natal vermelhas que denotam quando seu Xbox 360 ativou o sistema de autodestruição que vem embutido de brinde. Daí a Sony diz que descobriu o problema, que é um defeito no relógio de pulso do PS3 e tal, e que se você não quiser perder seus troféus de mentirinha não pode ligar o videogame.

Ok, aí eu concordo que foi o ponto mais crítico: a empresa vira e fala “ei, gente, não usem o videogame que a gente fez, ok? Deixa a gente arrumar e depois cês voltam a brincar”. Medidas drásticas de uma gigante da tecnologia, coisa que assusta mesmo. Daí, menos de seis horas depois, tudo volta ao normal.

Nesse ínterim de menos de 24 horas rolou chamada na capa de no mínimo três grandes portais da Internet, o apresentador do programa de esportes do maior canal de TV do país cogitou uma reportagem sobre a pane, isso sem contar as dezenas centenas milhares trilhares de twitts, e-mails, montagens em GIF e outras coisas tirando sarro do sistema estável, seguro e de fácil manutenção do PS3.

Será que era para tudo isso?

E nesse ponto questiono todo mundo; jogadores, mídia e a Sony, com essa sugestão drástica de “não ligue seu PS3 por 24 horas”.

Do meu lado, o tal ApocalyPS3 veio e foi embora e nem tive muita chance de ligar o PS3 nesse meio tempo. Quando liguei ele agora há pouco, um bocadinho depois das 22h, tudo funcionou normalmente, inclusive mandando o calendário se acertar automaticamente pela Internet.

Acho que perco um pouco a linha de raciocínio por aqui (foi tudo tão rápido que acho que nem deu pra elaborar demais), mas vale lembrar que hoje também foi segunda-feira, que imagino não ser um dia exatamente tão intenso para jogatinas digitais. Eu sei, não justifica, nem atenua o erro, mas será que não dava pra dar um tempo pra Sony arrumar a cagada? Será mesmo necessário já ir apontando o dedo e descendo o cacete na fabricante?

Enfim, fico pensando se todo esse auê era mesmo necessário e não seria mais construtivo tratar o assunto de outra maneira. Ou talvez essa bagunça toda seja mesmo essencial, ou quem sabe até isso é efeito da Internet e as maneiras velozes e acessíveis que ela oferece para as pessoas se comunicarem.

De minha parte, acho que pode ser menos bagunça, mas posso estar viajando.

Console na puberdade: PlayStation comemora aniversário de 15 anos

Por Claudio Prandoni

Hoje é dia de baile de debutante para a Sony: o primeiro PlayStation completa 15 aninhos de existência no Japão. Isso depois de conturbadas idas e vindas com a Nintendo que resultaram até num controle-filhote-híbrido-bastardo.

Lembro que adquiri o console apenas em 1998, graças à minha sede por RPGs que o Nintendo 64 infelizmente não conseguia comprar. Na época já abocanhei a versão do aparelho com o primeiro modelo do DualShock e o maravilhoso Final Fantasy VII. E a partir daí se desfiou uma longa estrada com vários J-RPGs degustados pelas manhãs de sábado e afins.

Para celebrar a data especial, a Sony lançou um site com uma linha do tempo interativa e bacana da família PlayStation. E logo na entrada do site você vê esse logo bacanudo aí acima, que relembra os aparelhos e seus vários periféricos – tem até os patinhos das demos técnicas e a porcaria do Pocket Station, que eu só queria ter para jogar os minigames do Final Fantasy VIII… e nunca joguei!


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