Posts Tagged 'Shadow of the Colossus'



Novos velhos mundos em primeira pessoa

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Por Claudio Prandoni

Volta e meia o site GamesRadar faz listas das mais variadas. Desta vez eles compilaram uma curtinha, mas bem curiosa e de resultado interessante: jogos clássicos que ficariam fanásticos em primeira pessoa – na opinião deles, claro. Provavelmente indo muito na senda e hype gerado por Mirror’s Edge.

Mais bacanas do que os argumentos são as imagens criadas para representar as idéias explicadas. A lista de games selecionados segue logo abaixo assim como as imagens.

– Pro Evolution Soccer
– Resident Evil
– Street Fighter IV
– Sonic
– Shadow of the Colossus

De todos eles creio que o mais bacana seria o Shadow of the Colossus – só intensificaria ainda mais a imersão – seguido de perto pelo Sonic, se o game fosse feito direito, claro.

E você, amigo leitor penitente? Qual mais gostou? E que jogo gostaria de ver também em primeira pessoa? Em tempos muito longínqüos eu responderia essa pergunta com Metroid, mas graças à Retro Studios posso sorrir sorridente. Escolho então a série Prince of Persia, ainda mais depois do excelente resultado visto em Mirror’s Edge de transpor o parkour – hoje tão patente em PoP – para a perspectiva em primeira pessoa.

The Legend of the Colossus

Por Alexei Barros

Wander e Agro. Link e Epona (hã?). São perceptíveis as semelhanças entre Shadow of the Colossus e Zelda: Twilight Princess nos vídeos de abertura. Vai dizer que você nunca reparou nisso? Para comprovar, um usuário do YouTube interpolou algumas cenas dos dois jogos:

Press Start 2007: o novo Orchestral Game Concert?


Por Alexei Barros

Em 1986, principiava com Dragon Quest Suite os concertos com músicas de jogos no Japão sob a batuta de Koichi Sugiyama. Três anos depois veio Final Fantasy Symphonic Suite, o primeiro de muitos da grife FF. A despeito do pioneirismo dos dois, foi a série Orchestral Game Concert que criou um novo paradigma em apresentações de game music.

Em vez de uma franquia, diversas, incluindo Dragon Quest e Final Fantasy, com ênfase em títulos do Super Nintendo. Pela primeira oportunidade se ouvia o tema do Super Mario Bros. tocado por uma orquestra. Melodias de jogos importantes daquela época também receberam arranjos sinfônicos, tais como The Legend of Zelda, Super Mario World, Yoshi’s Island, Donkey Kong Country, Chrono Trigger, Secret of Mana, Star Fox e Super Metroid. Lá que a ópera “The Dream Oath ‘Maria and Draco” do FFVI foi reproduzida na íntegra, com 23 minutos de duração. No total, cinco apresentações – de 1991 a 1995 –, que inspiraram a criação de outros concertos.

O legado foi herdado por Video Games Live (EUA), PLAY! A Video Game Symphony (EUA), que  organizam espetáculos em vários lugares do mundo, e Symphonic Game Music Concert (Alemanha) e o A Night in Fantasia (Austrália), que realizam uma apresentação por ano. Mas não havia proveniente do Japão de trilhas de empresas diferentes como o Orchestral Game Concert.

Não havia até o ano passado – onze anos depois do último OGC. Eis que surgiu o Press Start ~Symphony of Games~. O repertório estava longe de fazer frente ao OGC em termos de significância, apesar de  ICO, Zone of the Enders 2, Metal Gear Solid 2, OutRun e Zelda.

Pensei que seria uma apresentação única. Estava enganado. Nos dias 17 e 22 de setembro aconteceu em Osaka e Yokohama a edição 2007 do concerto organizado por Nobuo Uematsu, Masahiro Sakurai, Shogo Sakai, Kazushige Nojima e Taizo Takemoto. Os convidados? Yuzo Koshiro e Keiki Kobayashi. E como em 2006, tive a oportunidade de ouvir um bootleg. A qualidade é razoável para ruim, mas o suficiente para ter uma idéia da grandiosidade.

pressstart.jpg

O set list mudou completamente: apenas duas faixas foram reprisadas. Isso sim é renovação. Houve um avanço substancial em relação aos musicistas. No ano passado era apenas a Tokyo City Philharmonic Orchestra e eventuais solistas. Novamente sob a regência de Taizo Takemoto, desta vez formou-se a Press Start Gadget Orchestra, que combina instrumentos de uma orquestra erudita (cordas, metais, madeiras etc.) com a de uma banda (baixo, guitarra, bateria e teclado) – algo que é feito no Brasil pela Orquestra Jazz Sinfônica. Essa combinação permite executar músicas com muito mais impacto e também amplia a gama de melodias que podem ser interpretadas com fidelidade e perfeição. Também estreou um coral.

Minha empolgação foi tanta que preferi comentar cada uma das faixas da apresentação de Yokohama  (e uma exclusiva de Osaka) baseando-se no bootleg.
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