Posts Tagged 'PSP'

Those crazy freaky Brazilians @ GDC 2010


Por Claudio Prandoni

Pesquei no twitter: lembra dos caras brasileiros que falei outro dia aqui, responsáveis pela produção do Freekscape para PSP?

Pois bem, os diretores do estúdio – Daniel e Winston, da esquerda pra direita – estão lá na GDC, em São Francisco, nos EUA, e foram flagrados no estande da Sony, onde o Freekscape está sendo exibido junto com outros títulos da linha PSP Minis.

Legal, né?

Aliás, jogo rápido: um dos produtores do game, o Flávio Meibach, comentou no post anterior sobre o jogo e confirmou que o Freek rodará também no PlayStation 3 por ser um título da linha PSP Minis.

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Diabinho muito louco arma confusões do barulho no game brasileiro Freekscape

Por Claudio Prandoni

O mercado brasileiro de games é muito complicado. Isso em qualquer esfera que você ousar cutucar: imprensa, distribuição, produção…

A lista vai. Ainda assim, mesmo com muita coisa errada por aí e muito, muito longe do ideal, de maneira geral as coisas têm avançado. Há poucos dias tive a chance de visitar e conhecer melhor a galera do estúdio Kidguru, junção dos estúdios Insólita e Abdução.

Atualmente os caras são a única produtora brasileira com licença para desenvolver games para PSP e estão trabalhando duro efetivamente nisso. Mais especificamente, a produtora está nos finalmentes do Freekscape: Escape from Hell, título que integrará a linha PSP Minis, ou seja, disponível apenas para PSP.

Em linhas gerais: é um game de aventura 2,5D, meio à la Pandemonium ou Klonoa, em que os gráficos são tridimensionais, mas a mecânica é o clássico scroll lateral. Para avançar, é necessário utilizar os inimigos, visto que cada um oferece uma habilidade especial. O jogo sai já já nas PSNs da vida e chamo atenção aqui pra ele.

Ali acima com um trailer, aqui abaixo com imagens – incluindo uns wallpapers bacanas – e aqui neste link especificamente a reportagem que fiz mostrando como funciona de forma bem resumida uma produtora de jogos. Ah, e no site oficial tem mais um bocado de coisas, como um tema para o PSP!

Claro, há quem argumente que o resultado é simples demais e coisa e tal, mas acho a iniciativa extremamente digna de aplausos. Trabalhar na área no Brasil não é fácil, ainda mais desenvolvendo para uma das principais plataformas da atualidade e tendo que responder para a Sony sobre a qualidade do seu produto.

Evidentemente os caras não são o único estúdio de alta competência no Brasil, há muitos outros do Oiapoque ao Chuí e coisa e tal. Destaco eles aqui pois foi a galera que tive oportunidade de conhecer recentemente – aliás, valeu!

BONUS ROUND: Sabia que o Freek, personagem principal do game, teve com um de seus principais modeladores 3D o nintenérdico Daniel Oliveira? Se alguém achar feio, puxão de orelha no cara lá!

Gran Turismo Original Sound Collection: o show particular de Masanori Mine

Por Alexei Barros

Depois do Gran Turismo 2 devo reconhecer que me tornei um apreciador exclusivo das músicas da série, nem tanto dos jogos. Não vou dizer que sou fascinado por completo por jogos de corrida, mas eu gosto e joguei bastante os dois primeiros da série para PlayStation, e infelizmente não pude me dedicar ao GT3 e 4 no PS2 como mereciam. Mas sempre acompanhei as trilhas, afinal foram as responsáveis por conhecer o T-Square, e me tornar apreciador da banda.

Quando saiu a Gran Turismo Original Sound Collection, referente ao Gran Turismo de PSP, como de praxe, fiquei na expectativa pelas faixas do Andoh, mas a participação dele foi bem modesta. O tema da série foi dividido em dois: a “Moon Over The Castle (2009 Remix Version)”, que é praticamente idêntica à “Moon Over the Castle” do primeiro GT, e “Moon Over The Castle (Orchestra Version)”, que mais parece uma versão estendida da abertura erudita da “Moon Over The Castle ~Orchestral Version~” do GT4.

Esperava por Masahiro Andoh e acabei fascinado pelas músicas de Masanori Mine. Entre diversas faixas eletrônicas, com todo o respeito, chatas para caramba de outros músicos, as três composições dele sobressaem em um espetáculo guitarrístico. Consegui apurar poucas informações sobre este compositor de penteado extravagante. Aparentemente, suas colaborações em games se resumem aos álbuns da série Angelique, conforme o VGMdb me deixou descobrir. Atualmente, integra a banda Olive Sunday como guitarrista e vocalista, o que não deixa de ser curioso, uma vez que a trinca é totalmente instrumental.

São tão boas que merecem ser comentadas individualmente, ainda que de maneira breve. E espero que Mine de alguma forma também participe da trilha de Gran Turismo 5.

“over the horizon”

A introdução eletrônica me deu a impressão de que seria acometido por uma repetição exacerbada, quando a guitarra irrompe entoando uma melodia incrivelmente cativante. Bateria e baixo a seguem, mas sem tirar o brilho da guitarra, e os efeitos eletrônicos servem mais como complemento no fim das contas.

“colorful monochrome”

A minha preferida das três. Logo de início a guitarra abre a faixa em acompanhamento do baixo e bateria, mas na sequência, mais uma vez, reproduz mais uma melodia criativa e empolgante. Ainda há um interlúdio eletrônico, e a guitarra solo retorna aos poucos até dominar a música por completo.

“planet tension”

Nesta a abertura é feita pela bateria, mas, para variar, a guitarra é a estrela principal desta música que mais lembra o estilo fusion recorrente na série.  É a protagonista, porém o baixo elétrico também faz uma pequena intervenção antes do solo de guitarra.

Um toque de online em FF Dissidia

shantotto

Por Claudio Prandoni

Mais rápido do que uma bala, grito aterrorizante, mestre Fabão nos traz direto de sites japoneses uma nova novidade novíssima de Final Fantasy Dissidia: o game contará com ao menos um personagem de Final Fantasy XI! Isso, aquele online que quase ninguém jogou por aqui.

Trata-se de Shantotto, um NPC do game da raça Tarutaru que é um Black Mage (a profissão, não a banda). Não foi apregoado se ele terá uma contraparte malvada, assim como todos os outros heróis, mas eu duvido. Boto mais fé de que ele esteja lá apenas como um adentro adendo, um extra simpático e tal.

Faço coro agora a maestro Santana em relação à inclusão de Shantotto: “…torna ainda mais ultrajante o fato de não ter ninguém (ainda) do FFXII!”. Acredito que ainda vão acabar revelando alguém do FF XII – personagens minimamente carismáticos e conhecidos não faltam – e bem que até a simpática da Lightning, do iminente FF XIII, poderia aparecer!


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