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VGO Live at Symphony Hall: a vez dos esquecidos Final Fantasy Tactics, Final Fantasy XII e Grandia

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Por Alexei Barros

Quando fiz o primeiro post sobre a Video Game Orchestra lá em 2009, honestamente não imaginava que eles poderiam chegar tão longe, com a participação na gravação da Lightning Returns: Final Fantasy XIII Original Soundtrack. Não é para qualquer um. Não bastasse isso, a orquestra liderada por Shota Nakama vem protagonizando diversos crossovers com outras produções: em março de 2012, a VGO tocou no Distant Worlds; em fevereiro de 2015, vão tocar na turnê The Legend of Zelda: Symphony of Goddesses; e, em março, no Video Games Live!

Esse fato chama a atenção porque a VGO também possui espetáculos próprios, e a gravação da apresentação realizada em Boston no Boston’s Symphony Hall em outubro de 2012 estava há tempos prometida para sair em CD, com financiamento do Kickstarter. Depois de alguns adiamentos, o álbum Live at Symphony Hall finalmente foi lançado em abril de 2014 e cá estou para comentá-lo com meses de atraso.

No geral, o disco é muito competente na performance, mas vou me limitar a falar apenas de três dos dez segmentos que são os mais incomuns desse lançamento. Não que os outros não sejam bons, pelo contrário. Só que alguns jogos já cansaram pela repetição exaustiva de seus maiores hits, como Chrono Trigger, Portal, God of War, God of War II e Final Fantasy VII. Curiosamente, a página do Kickstarter falava que a “Snake Eater” do Metal Gear Solid 3 estaria no álbum. Acredito que deve haver algum problema em licenciar essa canção, visto que aconteceu a mesma coisa no The Greatest Video Game Music 2 (a música está prometida para o álbum Video Games Live: Level 4, a ser lançado em fevereiro de 2015).

Quanto ao Street Fighter II e Castlevania, ambos os números são tocados somente pela banda. Honestamente, não me empolgaram tanto quanto as faixas orquestradas, talvez pelo excesso de improvisações, mas não dá para negar que são instrumentistas habilidosos.

Vamos enfim aos três famigerados arranjos que mais me agradaram.

05 – “Final Fantasy Tactics Medley”
Originais: “Bland Logo ~ Title Black” ~ “Backborn Story”  ~ “Trisection” ~ “Ovelia’s Worries” (Final Fantasy Tactics) ~ “Sorrow (Liberation Army Version)” ~ “A Moment’s Rest” ~ “Boss Battle” (Final Fantasy XII)
Composição: Hitoshi Sakimoto
Arranjo: David Saulesco

Originalmente intitulado “Sakimoto Medley”, o que já achava impreciso, o medley ganhou um nome mais equivocado ainda porque cita apenas o Final Fantasy Tactics e acoberta a raríssima lembrança de músicas do Final Fantasy XII. Mais apropriado seria “Ivalice Alliance Medley”. Começando pela parte tática, a “Bland Logo ~ Title Black” aflora em toda a sua beleza orquestral com o toque militar característico do Sakimoto. O coral faz a incursão na peça com a “Backborn Story” até as cordas ficarem cada vez mais nervosas com a “Trisection”. O coro então retorna com a “Ovelia’s Worries”. Seguindo para o FFXII, há a “Sorrow (Liberation Army Version)”, nas cordas, e a “A Moment’s Rest”, com a flauta anunciando sua entrada. Duas músicas que são essencialmente de ambiente, mas caíram muito bem no medley. A percussão dá início ao apogeu da miscelânea, a poderosa “Boss Battle” em sua totalidade – no “Battle Medley 2012″ do Final Fantasy Orchestral Album, a segunda parte da faixa não foi aproveitada, e aqui esse trecho ainda tem coral. Só esse final já vale o medley e a rara performance das composições do Hitoshi Sakimoto.

06 – “The End of the World” (Grandia)
Original: “The End of the World”
Composição e arranjo: Noriyuki Iwadare

É com extrema satisfação que ouço com a qualidade que merece a primeira aparição do Grandia original nos concertos, mas não dá deixar de esconder um desapontamento. No espetáculo, foram tocados quatro faixas arranjadas pelo próprio Noriyuki Iwadare, mas apenas duas delas estão no CD. E uma das eliminadas foi justamente a “Battle 1″, que tinha ficado simplesmente excepcional e me deixou estupefato quando vi a gravação amadora… – a outra cortada foi a “Farewell to Sue”.

A “Battle 1″ era a única das selecionadas presente no Grandia Original Soundtracks II, segundo volume da trilha que contém as faixas originalmente sintetizadas no jogo. As outras três estão no primeiro Grandia Original Soundtracks e já são normalmente orquestradas. Falta de tempo no CD não é um problema, pois sobraram 14 minutos no disco. A única explicação que encontrei deve ser para não sobrecarregar a track list com Grandia, mas dada a singularidade do momento não haveria tanto problema.

Enfim falando da “The End of the World”, a música mostra toda a sensibilidade de Iwadare no uso dos violinos, que a VGO consegue reproduzir com maestria no concerto (o arranjo segue os passos da faixa original). É uma bela peça melódica que tem momentos de brilhantismo… Porém, se pudesse escolher ficaria com a “Battle 1″.

07 – “Theme of Grandia” (Grandia)
Original: “Theme of Grandia”
Composição e arranjo: Noriyuki Iwadare

Eis o grande momento que sonhei por anos: uma performance ao vivo de uma das maiores obras-primas de Iwadare, a magnífica “Theme of Grandia”, com todos os instrumentos que ela tem direito (e tudo sendo tocado ao vivo, é claro): bateria, percussão, baixo elétrico e guitarra (que aparece mais ao longo da peça e não só no solo). Assim como a faixa anterior, a partitura é bastante similar ao jogo (só não sei com certeza se é idêntica, porque sempre há sutilezas aqui e ali), com aquele solo de violino genial e, mais adiante, o já citado solo de guitarra. O canal da VGO inclusive publicou a gravação do segmento, o qual reproduzo abaixo. Momento histórico, sem dúvidas.

“Theme of Grandia” – Grandia (Video Game Orchestra ~Live at Boston Symphony Hall~)

Por Alexei Barros

Uma vez que Grandia foi escolhido para integrar o programa do concerto da Video Game Orchestra em Boston de 2012, a “Theme of Grandia”, evidentemente, era uma escolha obrigatória, mesmo que eu tenha ficado mais surpreso pela rendição espetacular da “Battle 1”.

Como comentado no post anterior, o arranjo para a apresentação foi preparado pelo próprio compositor do RPG do Saturn e adaptado para PlayStation, Noriyuki Iwadare, que assistiu à performance in loco. No post do espetáculo no fórum do Soundtrack Central, aliás, eu soube que a homenagem à Grandia foi além do esperado: também estava na plateia a viúva do criador da série e fundador do estúdio Game Arts, Takeshi Miyaji, falecido em 2011 de complicações cirúrgicas realizadas em decorrência de um tumor no cérebro. Bela homenagem póstuma.

Diferentemente da “Battle 1”, originalmente sintetizada, a “Theme of Grandia” já era orquestrada na trilha do jogo, contando também com bateria, baixo elétrico e guitarra – que, na OST, foi tocada pelo talentoso Jun Kajiwara, frequente em diversos álbuns com arranjos da SNK. O mais legal é que a VGO tem todos esses instrumentos normalmente e não depende de subterfúgios duvidosos – falo do repulsivo uso do playback. Por isso, vale a emoção de ouvir essa música de abertura que incorpora o espírito de aventura e descoberta do jogo.

Destaque para o solo de violino de cortar o coração maravilhosamente tocado e, claro, aquele solo de guitarra que o instrumentista fica na ânsia a música toda esperando só para mostrar a que veio. Obrigado, Shota Nakama. Obrigado, VGO.

“Battle 1” – Grandia (Video Game Orchestra ~Live at Boston Symphony Hall~)

Por Alexei Barros

Ouvir de uma vez por todas Grandia em um concerto de games, ainda que em uma gravação amadora do YouTube, é a realização de um sonho. Por que demorou tanto? Mesmo que a série não tenha prosperado, é muita música boa para ser ignorada.

Como disse no outro post, Grandia foi mostrado em um concerto da Video Game Orchestra no Boston’s Symphony Hall. A história contada pelo líder da VGO, Shota Nakama, é que alguns meses atrás ele pediu ao compositor Noriyuki Iwadare para incluir músicas do Grandia na apresentação. Iwadare respondeu: “Ok, eu vou fazer um arranjo para você”.

A informação era de que seria uma suíte de 15 minutos do jogo. Bem, apesar da minha empolgação provocada pela lembrança do RPG da Game Arts, não considero o que vi e ouvi exatamente uma suíte, que seria um segmento com várias faixas tocadas continuamente, com transições entre elas. Na verdade, foram executadas quatro músicas avulsas intercaladas por interrupções. Não dá para dizer que estou completamente decepcionado dado o ineditismo da performance.

Das quatro escolhidas, a que mais me empolgou, pela ordem das seleções, foi a segunda: “Battle 1”, ou seja, o primeiro tema de batalha do jogo (que grande observação essa). É que, com o passar da aventura, a música para os combates normais muda e não fica aquela repetição toda muito recorrente nos Final Fantasies da vida.

Ver uma orquestra dessa envergadura, com guitarra, teclado, baixo, bateria e percussão à sua frente no palco, tocando uma música empolgante como a “Battle 1”… não tem como resistir: eu simplesmente me esqueci do quão espetacular era esse tema de combate. A versão é um pouco diferente da original. Basicamente, em vez do solo de teclado, há um solo de guitarra e o naipe de metais tem uma participação mais incisiva. Só uma pena que a gravação, a de qualidade mais aceitável que encontrei, não permite escutar o baixo elétrico. Mas, felizmente, aquele álbum financiado via Kickstarter conseguiu atingir o valor necessário e Grandia está na track list para podermos ouvir essa maravilha em melhor qualidade (nem que seja um sample).

Próximo concerto da VGO terá quatro convidados japoneses; programa inclui suíte de 15 minutos de Grandia arranjada por Noriyuki Iwadare


Por Alexei Barros

Como faz tempo que não falo da Video Game Orchestra por aqui. Até queria comentar mais, acontece que não encontrava performances diferentes das que já publiquei anteriormente. Nesse meio tempo, a orquestra liderada por Shota Nakama ganhou bastante reconhecimento, chegando, inclusive, a participar do Distant Worlds em Boston em março de 2012, em um crossover outrora inconcebível entre as produções de concertos de games.

Mas em 7 de outubro, no Boston’s Symphony Hall, nos EUA, a VGO promete realizar uma apresentação ainda mais ambiciosa. Kinuyo Yamashita, Hitoshi Sakimoto, Yoko Shimomura e Noriyuki Iwadare estarão na plateia. Este último inclusive preparou um arranjo de 15 minutos de Grandia especialmente para o espetáculo… morri. Eu já estava feliz se fosse só a “Theme of Grandia”… Agora uma suíte? De 15 minutos? (E provavelmente com os temas de batalha?)

Além de Grandia, teremos no set list um número intitulado “Sakimoto Medley”. Sinceramente não sei o que pode vir aí, se as obras mais famosas dele (Final Fantasy XII) ou as mais cult, como Verytex, Gauntlet IV, Radiant Silvergun, Gradius V… Na torcida pela segunda opção. Porque a “Return” ainda ressoa na minha mente…

Completam o programa, entre os segmentos já anunciados: “Bombing Mission” (Final Fantasy VII), Street Fighter II, God of War, “Baba Yetu” (Civilization IV), “Vampire Killer” (Castlevania), Kingdom Hearts, “Snake Eater” (Metal Gear Solid 3), Chrono Trigger e Cross e Final Fantasy VII Suite.

Foi aberta uma campanha via Kickstarter para financiar a gravação parcial do concerto com o custo de 30.000 dólares, mas, faltando 13 dias para encerrar o prazo, o valor ainda não atingiu a metade do necessário. De qualquer jeito, eu já vou ficar mais do que satisfeito de ver um videozinho da suíte de Grandia.

[via Kickstarter]

Kid Icarus: Uprising: Koshirão, Mitsuda, Sakuraba, Iwadare e Masafumi Takada são os compositores; ouça os primeiros samples


Por Alexei Barros

Eu sou fervorosamente favorável ao retorno de séries estimadas que estão há anos em letargia. Fico satisfeito com o regresso. Foi assim na E3 2010 com o anúncio de Kid Icarus: Uprising, terceiro jogo da franquia da Nintendo que possuía apenas dois jogos, o primeiro para NES (1987) e a continuação, Kid Icarus: Of Myths and Monsters, para Game Boy (1991). Como se não bastasse no mesmo evento ter sido anunciado Donkey Kong Country Returns.

Mas, se DKC Returns saiu para Wii em 2010, eu confesso ter desanimado ao saber que Uprising seria para 3DS. Nada contra o aparelho, é que eu pensei: “Com tanta coisa para jogar para DS ainda, por que eu compraria JÁ outro portátil?”. Claro que o descaso seria temporário. Temporário até sair o Professor Layton vs. Ace Attorney eu imaginava.

Nem acompanhava com muito afinco as novidades e vídeos de Kid Icarus: Uprising pela expectativa mediana. Daí notei que o meu desdém era descabido quando vi que: 1) O jogo tirou 40/40 da Famitsu. Certo que a nota máxima da revista ficou um pouco banalizada, mas muitos títulos AAA não gozaram da mesma avaliação; 2) Revelam os compositores da trilha, simplesmente: Yuzo Koshiro, Masafumi Takada, Motoi Sakuraba, Noriyuki Iwadare e Yasunori Mitsuda. Só isso. Os três últimos são mestres dos RPGs – fizeram as trilhas de Star Ocean, Grandia e Chrono Trigger, respectivamente. Takada acompanhou a loucura de Goichi Suda em jogos como killer7 e No More Heroes antes de virar freelancer e Koshirão não preciso dizer quem é.

Masahiro Sakurai, o líder da Project Sora, desenvolvedora do Uprising, realmente tem um cuidado especial com as músicas de suas produções. Não é de se estranhar que ele seja um dos responsáveis da série de concertos Press Start, que, aliás, tocou Kid Icarus em 2011, e tenha angariado 36 compositores para os arranjos da trilha de Super Smash Bros. Brawl.

Para criar expectativa, ele inclusive havia avisado que o compositor do Uprising trabalhou no jogo de (luta? Ou gênero indefinido?) de 2008. Isso dava margem para a participação de Hirokazu Tanaka, que criou, para variar, músicas soberbas no jogo original, tal como em Metroid.

Mesmo sem ele, como reclamar com um quinteto desses? O melhor é que o site oficial do jogo é bem generoso: até agora são sete faixas, e as amostras podem ser ouvidas na íntegra. Acompanhe na ordem.

As duas primeiras possuem um viés sinfônico (não arriscaria dizer que foram gravadas por uma orquestra de fato), e a segunda, do Koshirão, tem timbres de coral. A terceira, de novo do Sakuraba, tem potencial para ser uma nova “Gerudo Valley”, com um violão estilo flamenco simplesmente magnífico. Para quem reclama da mesmice Sakurabística no rock progressivo, aí está a resposta.

O Sakuraba volta a roubar a cena na quarta, com reminiscências do tema “Underworld” do Hip Tanaka que é a música-chave da série. Essas cordas ficaram uma pintura, e depois são reforçadas por uma guitarra alucinante. Guitarra? De novo na quinta, em uma promissoríssima faixa do Yasunori Mitsuda. Na sexta temos a pompa dos melhores tempos de Noriyuki Iwadare em Grandia – para você ver o nível do negócio. Do Masafumi Takada pode se esperar tudo. Tudo menos um solo de violino acompanhado por percussão, retomando o flamenco da terceira.

Abaixo os links diretos para as faixas, levando em conta que esses nomes não são as traduções oficiais.

01 – “Main Theme” (Motoi Sakuraba)
02 – “Magna Theme” (Yuzo Koshiro)
03 – “Black Pit Theme” (Motoi Sakuraba)
04 – “Chapter 4 Air Battle” (Motoi Sakuraba)
05 – “Boss Battle” (Yasunori Mitsuda)
06 – “Star Pirate Theme” (Noriyuki Iwadare)
07 – “Practice Room” (Masafumi Takada)

Com todo o respeito ao Final Fantasy XIII-2, já temos a trilha do ano?

[ATUALIZAÇÃO] Antes que eu ousasse reclamar do lançamento do álbum, a Nintendo anunciou a Shin Hikari Shinwa Palutena no Kagami Music Selection, que pode ser trocada na Club Nintendo nipônica por 400 pontos (ou 250 se você morar no Japão e tiver comprado o Uprising). Ou seja, não dependeremos dos ripadores do YouTube desta vez.

[via Andria Sang, My Nintendo News]

Um raro e excepcional EP com arranjos de Grandia II


Por Alexei Barros

Se já foi um acontecimento do ano (de 2007) a aparição da “A Deus” do Grandia II em um concerto de games, o que dirá um EP amador com músicas do RPG da Game Arts? De um aficionado ocidental, ainda por cima – é algo muito incomum. E de muita qualidade.

Não surpreende que a inusitada ação não ocorreu por meios normais – dos arranjadores e/ou instrumentistas serem fãs do jogo, por exemplo. Em março de 2011, no evento MAGfest, foi promovido um leilão entre os participantes a fim de arrecadar dinheiro para ajudar as vítimas dos terremotos no Japão. O vencedor tinha o direito de escolher uma música para que fosse arranjada. (Aliás, uma iniciativa similar foi feita por ocasião das chuvas torrenciais no Rio de Janeiro, não é mesmo Gagá / Cosmonal?). Por sorte, o ganhador escolheu Grandia II e sugeriu algumas músicas para Grant “Stemage” Henry, que ficou conhecido pelo trabalho na série de álbuns Metroid Metal. Então Stemage arranjou quatro faixas e lançou dia 14 de outubro o Frets of Valmar: Grandia II no Bandcamp. Todas as músicas podem ser ouvidas inteiras e em qualquer momento gratuitamente. Para baixá-las, você define um preço, e todo o valor é redirecionado à Cruz Vermelha Japonesa.

Não comentarei as faixas muito minuciosamente, mas os links para cada uma estão aí no fim do post, acompanhados das originais. A primeira que ouvi foi o tema de combate, que contava com uma guitarra real totalmente alucinante. O Stemage conseguiu melhorar o que já era incrível com a guitarra base e a guitarra solo. É a minha favorita do EP. A mencionada “A Deus” ganhou uma versão instrumental lembrando a “Distant Worlds” do Black Mages: uma canção que originou um arranjo acústico, mais calmo e com violões. “Dangerous Zone” tem um vocal metal, que, felizmente (para mim, falo pelo meu gosto) aparece muito pouco. A música é permeada por solos dos integrantes da banda Arm Cannon e do Chunkstyle. Para fechar, a “Purification of Darkness ~ Battle with the Parts” recebeu uma bela atualização, na tradução da sinfonia sintetizada para um show de guitarras.

01 – “A Deus”
Original: “A Deus”

02 – “FIGHT!”
Original: “FIGHT!! Ver.1″

03 – “Dangerous Zone (featuring Arm Cannon and Chunkstyle)”
Original: “Dangerous Zone”

04 – “Purification of Darkness”
Original: “Purification of Darkness ~ Battle with the Parts”

Gyakuten Kenji 2: o trailer da TGS 2010

Por Alexei Barros

Qualquer espirro da Capcom de Ace Attorney é digno de atenção, quanto mais o primeiro trailer do recém-revelado Gyakuten Kenji 2. Em termos de história e jogabilidade, nada de muito novo em relação ao que já se sabia, a não ser por uma ou outra aparição de certos personagens, e pela amostragem em movimento do sistema que envolve peças de xadrez e ajudará Edgeworth a solucionar os casos.

O destaque é o tema alucinante assinado por Noriyuki Iwadare, com direito a um solo de guitarra incidental (0:42) no melhor estilo Grandia e um interlúdio misterioso (1:09). Lembra do tema do trailer do Gyakuten Kenji na Tokyo Game Show 2008? Foi orquestrado no arranjo “Testimony – Lying Coldly Full Orchestra Arrange” do pacote promocional Gyakuten Kenji Orchestra & Video Album. Espero que o mesmo aconteça com este tema da sequência.


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