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Lembrete: Symphonic Legends na quinta-feira, ao vivo, às 15 horas

Por Alexei Barros

Publico cedo antes que seja tarde demais, porque promete: diretamente do Cologne Philharmonic Hall, o concerto Symphonic Legends, que celebrará músicas da Nintendo, será transmitido pela internet em vídeo, ao vivo, às 15 horas no horário de Brasília no próximo dia 23 de setembro. Além das três qualidades 56K/ISDN, DSL e Broadband, é possível conferir somente o áudio do espetáculo, sendo que a qualidade de som é surround 5.1.

Para quem acompanhou o Symphonic Fantasies ano passado deve estar riscando os dias que faltam no calendário, afinal trata-se do sucessor espiritual no que se refere ao conceito de suítes extensas, mas com um pé na récita anterior, o Symphonic Shades, por conta dos números de duração média. A WDR Radio Orchestra Cologne, que participou dos dois concertos e também tocou no álbum drammatica, será regida pelo maestro sueco Niklas Willén. O pianista Benyamin Nuss e o percussionista Rony Barrak igualmente vão colaborar na performance que terá a participação do coral State Choir Latvija.

A seleção de arranjadores oferece uma mescla interessante de ocidente e oriente. De um lado, o alemão Torsten Rasch e os finlandeses Jonne Valtonen e Roger Wanamo, e do outro os japoneses Shiro Hamaguchi, Hayato Matsuo e Masashi Hamauzu (nascido na Alemanha, é verdade, mas de espírito nipônico). Com isso, fico com a sensação que o Symphonic Legends atenderá a diversos paladares do erudito, enfocando em arranjos experimentais, mas também com releituras mais literais, como já adiantado que serão os segmentos de Star Fox, F-Zero (do Hamaguchi) e Pikmin (do Matsuo). As três, além de Super Mario Bros. (a série), Super Mario Galaxy, Super Metroid e Donkey Kong Country prometem exibir a criatividade dos arranjadores no primeiro ato, enquanto que o segundo tem tudo para causar espasmos nos fãs de Zelda com o poema sinfônico de 35 minutos dedicados à série.

O set list completo. Clique no link da faixa de abertura para ver o vídeo.

Primeiro ato

01 – “Fanfare for the Common 8-Bit Hero”
Composição: Jonne Valtonen

02 – Star Fox: “Space Suite”
Composição: Koji Kondo e Hajime Hirasawa
Arranjo: Shiro Hamaguchi

03 – Super Mario Bros.: “Retro Suite”
Composição: Koji Kondo
Arranjo: Roger Wanamo

04 – F-Zero: “Race Suite”
Composição: Yumiko Kanki e Naoto Ishida
Arranjo: Shiro Hamaguchi

05 – Super Metroid: “Samus Aran – Galactic Warrior Suite”
Composição: Kenji Yamamoto e Minako Hamano
Arranjo: Torsten Rasch

06 – Donkey Kong Country: “Aquatic Ambience”
Composição: David Wise
Arranjo: Masashi Hamauzu

07 – Pikmin: “Variation on a World Map Theme”
Composição: Hajime Wakai
Arranjo: Hayato Matsuo

08 – Super Mario Galaxy: “Galactic Suite”
Composição: Koji Kondo e Mahito Yokota
Arranjo: Roger Wanamo

Segundo ato

09 – The Legend of Zelda: “Symphonic Poem”

I. Hyrulian Child
II. Dark Lord
III. Princess of Destiny
IV. Battlefield
V. Hero of Time

Composição: Koji Kondo e Toru Minegishi
Arranjo: Jonne Valtonen

O programa do concerto em PDF está disponível aqui, ao passo que o link da transmissão, no qual você encontra os endereços em streaming disponíveis pode ser conferido aqui.

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O programa do Symphonic Legends


Por Alexei Barros

Quem acompanhou as doses cavalares de revelações do Symphonic Fantasies ano passado há de estranhar que pouco foi dito sobre o set list do Symphonic Legends, o concerto alemão com músicas da Nintendo a acontecer dia 23 de setembro que passará ao vivo em vídeo na internet, e com qualidade de som surround 5.1! (este é o primeiro de muitos pontos de exclamação do post, fica o aviso). Aliás, o link da transmissão você entra aqui, mas fique tranquilo que nas vésperas publicarei um lembrete. Chegou a hora de saber o que cada arranjador fez, ainda que na maioria fico na expectativa quais faixas compreendem as suítes. Como foram divulgados os créditos da composição é possível constatar também que músicas não vão comparecer. E com as informações que o produtor Thomas Boecker concedeu em entrevista ao SEMO é possível vislumbrar as abordagens de cada segmento.

Serão nove números no total: oito na primeira parte e somente um na outra – explico o porquê mais adiante (quero deixar o melhor para o final). O único que é de conhecimento, além da composição original de abertura “Fanfare for the Common 8-Bit Hero”, é uma das maiores obras-primas da história, daquelas que faz você parar de jogar para ouvi-la, a “Aquatic Ambience” do Donkey Kong Country que foi arranjada por ninguém menos do que Masashi Hamauzu! O autor da trilha de Final Fantasy XIII adotou o estilo impressionista, que é a sua direção musical favorita, na peça que terá a participação do pianista Benyamin Nuss. Tem tudo para superar o medley “Water Music” do Orchestral Game Concert 5. Com isso, sabe-se que não haverá Donkey Kong Country 2, por exemplo, e não será desta vez que a “Stickerbrush Symphony (Bramble Blast)” aparecerá em um concerto profissional.

Outro caso similar de parentesco com o OGC, no caso do Orchestral Game Concert 4, será a “Samus Aran – Galactic Warrior Suite”, que possui potencial para suplantar o medley de oito minutos “Super Metroid – Theme ~ Space Warrior Samus Aran’s Theme ~ Big Boss BGM ~ Ending”. O arranjo do alemão Torsten Rasch é experimental, em estilo contemporâneo, bastante sombrio e assustador – o que vai ao encontro do que se encontra no universo de Metroid. Como Kenji Yamamoto e Minako Hamano estão creditados, conclui-se que teremos somente Super Metroid. Devo ser um dos poucos que pensa assim, mas para mim a trilha do Metroid original é muito mais icônica, em decorrência da genialidade de Hirokazu Tanaka. Resultado: a “Depth of Brinstar” do Dairantou Smash Brothers DX Orchestra Concert prevalecerá como o único arranjo para orquestra do Metroid de 1986. E alguma coisa mais recente, da trilogia Prime, só mesmo a “Title” do MP2: Echoes, num arroubo de ousadia do Games in Concert.

Vamos então falar de Mario, o único representado em dois números, ambos arranjados pelo finlandês Roger Wanamo. O primeiro, chamado “Retro Suite”, traz músicas não apenas do Super Mario Bros. original, embora desconheça quais outros Marios – SMB 2 e 3 são os mais injustiçados pelos concertos, não sei bem por quê. Óbvio que a “Overworld” foi usada, e de maneira perspicaz e diferente da que estamos acostumados. O outro, “Galactic Suite”, é enfocado somente no Super Mario Galaxy, em uma jornada galáctica auditiva de oito minutos, com direito a uma surpreendente batalha do Mario e do Bowser em latim entoada pelo coral.

Para completar a primeira parte temos três segmentos dos arranjadores do estúdio Imagine. Fiquei especialmente feliz que Shiro Hamaguchi, que produz obras impolutas, foi escalado para a “Race Suite” de F-Zero, a suíte que aguardo com maior expectativa desde sempre. Como é o quarto item do programa, espero sobreviver para acompanhar o resto do espetáculo. Melhor ainda, Hamaguchi criou também a “Space Suite” de Star Fox, e arrisco dizer que o estilo das músicas e do arranjador foram feitos um para o outro. Sobrou Hayato Matsuo, pela primeira vez em um concerto do Thomas Boecker, que é o autor da “Variation on a World Map Theme” do Pikmin, jogo que corresponde à escolha mais inusitada do programa.

Disse que deixaria o melhor para o fim, e então lá vai. Jonne Valtonen esteve ocupado somente com Zelda. Por quê? Você achava muito os 18 minutos das suítes do Symphonic Fantasies? Pois segure-se na cadeira porque será um poema sinfônico de inacreditáveis 35 minutos! Dividido em cinco movimentos (descritos abaixo), narrará a transformação do infante Link em adulto, passando pelas agruras e sofrimentos do herói. Espere por reminiscências da era romântica à moda de Richard Strauss e Piotr Ilitch Tchaikovsky e elementos contemporâneos nos momentos de agonia. Além de Koji Kondo, Toru Minegishi está creditado, ele que participou das trilhas de Majora’s Mask, The Wind Waker, Twilight Princess e Phantom Hourglass. Lembro de duas ocasiões em que foi usado o conceito de poema sinfônico, ou seja, de uma obra musical baseada em um poema, ideia ou texto literário em game music: a Symphonic Poem ”Forbidden Prelude” (Drakengard 2) e, claro, a Symphonic Poem “Hope” (Final Fantasy XII). Nem de longe chegam a tamanha duração. Especialmente este número mostra que o Symphonic Legends privilegiará muito mais a liberdade artística, algo que, nem de longe, outros concertos de games sonharam em fazer.

Expectativas nas alturas para o dia 23 de setembro, às 15 horas, pela performance da WDR Radio Orchestra Cologne e do State Choir Latvija, que estarão sob a batuta do Niklas Willén no Cologne Philharmonic Hall. Nem dá para imaginar que será possível ver tudo isso ao vivo.

O tão falado set list:

Primeiro ato

01 – “Fanfare for the Common 8-Bit Hero”
Composição: Jonne Valtonen

02 – Star Fox: “Space Suite”
Composição: Koji Kondo e Hajime Hirasawa
Arranjo: Shiro Hamaguchi

03 – Super Mario Bros.: “Retro Suite”
Composição: Koji Kondo
Arranjo: Roger Wanamo

04 – F-Zero: “Race Suite”
Composição: Yumiko Kanki e Naoto Ishida
Arranjo: Shiro Hamaguchi

05 – Super Metroid: “Samus Aran – Galactic Warrior Suite”
Composição: Kenji Yamamoto e Minako Hamano
Arranjo: Torsten Rasch

06 – Donkey Kong Country: “Aquatic Ambience”
Composição: David Wise
Arranjo: Masashi Hamauzu

07 – Pikmin: “Variation on a World Map Theme”
Composição: Hajime Wakai
Arranjo: Hayato Matsuo

08 – Super Mario Galaxy: “Galactic Suite”
Composição: Koji Kondo e Mahito Yokota
Arranjo: Roger Wanamo

Segundo ato

09 – The Legend of Zelda: “Symphonic Poem”

I. Hyrulian Child
II. Dark Lord
III. Princess of Destiny
IV. Battlefield
V. Hero of Time

Composição: Koji Kondo e Toru Minegishi
Arranjo: Jonne Valtonen

Aos interessados, o PDF do programa pode ser baixado aqui.

[via SEMO]

Artwork do dia: Samus por iwaisan

Por Claudio Prandoni

Ah, Samus.

Sempre loira. Sempre misteriosa. Sempre solitária. Sempre uma das figuras femininas mais marcantes da Nintendo. A Zelda até é bacana – principalmente como Sheik em Ocarina of Time e partindo pra briga no Twilight Princess – mas a loira-mor da Big N é mesmo Samus, acima até da princesinha Peach.

Em breve matamos saudades de novo da guria espacial no muito promissor Metroid: Other M, lá no dia 31 de agosto. Enquanto a contagem regressiva não acaba, uma arte lindona aí do nipônico artista iwaisan, lá do deviantART – que tem muitas outras bonitas artes baseadas em games lá na galeria dele.

Abaixo, o trailer mais recente do game de Wii para nos deixar com água na boca.

Symphonic Legends será transmitido ao vivo em vídeo!


Por Alexei Barros

Quase um ano depois de ter acompanhado pela Internet o Symphonic Fantasies no momento em que tudo acontecia, na Alemanha, e de ver determinados shows, você sabe quais, ao vivo, no Brasil, digo sem medo que é uma experiência muito mais recompensadora assistir a um concerto transcendental na tela do computador do que uma apresentação mambembe in loco.

Foi uma situação tão singular que pensei que jamais se repetiria. Sensação que aumentou ao saber que o sucessor,Symphonic Legends, seria voltado às músicas da Nintendo, uma produtora que o que possui de trilhas sensacionais tem de draconiana, mais até do que a Square Enix no que tange aos direitos autorais das composições. “Por isso, não vou esperar pelo lançamento do CD e não sei se haverá a tradicional transmissão pelo rádio ou em vídeo como nos anos anteriores. Vamos aguardar”, eu disse.

Apesar do meu imenso ceticismo, que beirava o desânimo, faço o pedido para que reserve o dia 23 de setembro, quinta-feira, porque nessa data o Symphonic Legends também será transmitido em vídeo! Sei que o horário não é exatamente perfeito, dados os infindáveis compromissos que nos ocupam durante a semana e além, mas o concerto acontecerá por aqui às 15 horas, já que na Alemanha se dará às 20 horas. Confira pelo 24 Time Zones.

Como faz tempo que não falo do Symphonic Legends, permita-me relembrar alguns detalhes. Performance da WDR Radio Orchestra Cologne e do State Choir Latvija sob regência do sueco Niklas Willén, e as participações especiais do pianista Benyamin Nuss e do percussionista Rony Barrak no Cologne Philharmonic Hall, o mesmo palco do Symphonic Fantasies. O formato foi definido como uma mistura do Symphonic Shades e do Symphonic Fantasies, ou seja, espere tanto por músicas avulsas como suítes. Como de praxe, Jonne Valtonen é o arranjador principal, aliás, ele também compôs a fanfarra de abertura “Fanfare for the Common 8-bit Hero”, e há uma trinca de arranjadores convidados japoneses do mais elevado gabarito: Shiro Hamaguchi, Hayato Matsuo e Masashi Hamauzu. Para não se esquecer de Roger Wanamo e Torsten Rasch.

Quanto ao repertório, se sabia que o quinteto Mario, Zelda, Donkey Kong, Metroid e F-Zero seriam os representantes nintendistas. Há o reforço de mais duas séries: Star Fox e Pikmin, que considero uma imensa surpresa. Primeiro, porque é uma série que começou no GameCube, ou seja é mais nova das homenageadas, e parou por aí, considerando que no Wii foi apenas o relançamento do primeiro como parte da linha New Play Control!. Parece uma escolha do Press Start, que sempre integra no repertório títulos recentes da Nintendo, acontece que Pikmin é um completo ineditismo até para os concertos japoneses. Star Fox, por sua vez, é mais recorrente nos espetáculos, tendo a “Theme of Star Fox” figurado no Orchestral Game Concert 3, e “Planet Corneria” ePlanet Venom” (esta do Star Fox 64) no Dairantou Smash Brothers DX Orchestra Concert. Além disso, sendo mais específico, é certeza que haverá Donkey Kong Country e Super Mario Galaxy, conforme informado pelo produtor Thomas Boecker. Porém, por mais que aprecie as trilhas de todas séries, acredito que é F-Zero que vai alterar grandemente os meus batimentos cardíacos naquela promissora tarde.

Nintendo Super Stars!, por Sergio Borges

 

Por Claudio Prandoni

Quando me perguntam as coisas que mais gosto em fazer um blog, costumo dizer que uma das melhores é o contato direto com os leitores.

É incrível a capacidade de fazer bons amigos e gerar boas conversas e discussões que um blog propicia. Dentre as muitas amizades descobertas e colecionadas por aqui no Hadouken está o leitor-artista-multimídia Sergio Borges, que começou lá atrás com uma saraivada de desenhos e já nos presenteou com artes de Street Fighter, incluindo uma bem festiva.

O cara agora se aventura por outras praias, dando vez à meninada esperta da Nintendo. Não feliz em criar uma arte sensacional com os principais heróis da Big N, Sergião fez até um vídeo lindo, destacando cada um deles. Isso, esse aí acima.

Além disso tudo, ele ainda fez algumas artes alternativas e wallpapers em vários tamanhos, a saber: 1024×768, 1280×1024, 1600×1200 e 1680×1050. Alta definição e widescreen FTW total!

Parabéns ao Sergião pela competência e bom pra gente, que ganha essas ilustrações bacanas para apreciar.

Symphonic Legends será enfocado na Nintendo

Por Alexei Barros

No momento em que o sucessor da ilustre estirpe de concertos Symphonic Shades e Symphonic Fantasies foi apregoado lá no dia 24 de setembro de 2009, quando ainda nem nome tinha, eu disse: “Mas que seria fantástico um concerto só (…) da Nintendo (já imaginou suítes de Mario, Zelda, Metroid e Donkey Kong?), seria”. Então em dezembro o título foi revelado, Symphonic Legends, e hoje finalmente se confirmou em entrevista feita pelo SEMO com o administrador da WDR Radio Orchestra, Winfried Fechner,  que a apresentação que ocorrerá dia 23 de setembro de 2010 em Colônia, Alemanha, será, como cogitava, inteiramente voltada para a Grande N. Até antes do público saber disso, 90% dos ingressos foram vendidos.

Não era nenhuma loucura pensar nisso porque faz tempo que o produtor Thomas Boecker mostra grande apreço pela Nintendo, seja pelas récitas educativas Second Chamber Music Game Concert (2006) e Super Mario Galaxy – A Musical Adventure (2010) ou pelos diversos segmentos da produtora na extinta série Symphonic Game Music Concert: “The Great Sea” (The Legend of Zelda: The Wind Waker) no First (2003), “Super Mario Bros. Medley” no Second (2004), “Donkey Kong Arcade Suite” no Third (2005), “The Legend of Zelda Theme” no Fourth (2006) e “End Credits” (New Super Mario Bros.) no Fifth (2007). Se o Symphonic Fantasies era uma iniciativa inédita no conceito de tributo à Square Enix, vale lembrar que já aconteceu um espetáculo da Nintendo, o Dairantou Smash Brothers DX Orchestra Concert em 2002. Na teoria era um concerto com as músicas do Super Smash Bros. Melee,  na prática nada mais era do que uma apresentação que passeava por vários clássicos da Big N. Não um concerto, mas se abrirmos o leque para outros estilos também vamos esbarrar no antológico Mario & Zelda Big Band Live.

Nada mais foi dito em relação ao que se sabia, a não ser por um pitaco do Fechner sobre algumas das franquias contempladas: Super Mario Bros., Donkey Kong, Metroid, F-Zero e The Legend of Zelda. Determinadas eram esperadas, agora… F-ZERO??? Morri. Sempre achei as músicas pouco valorizadas. O jogo passou completamente ignorado na série Orchestral Game Concert, que revisitou diversos títulos da Nintendo, porque pelo ano em que foi lançado, 1991, deveria ter aparecido. Curioso como teve até a “Special Tracks” do Stunt Race FX, também de corrida, também com músicas ótimas, e não F-Zero. Em todo esse tempo a única vez em que figurou em concerto foi no próprio Dairantou Smash Brothers DX Orchestra Concert com um trechinho da “Big Blue” (5:09 a 6:33) no “Smash Bros. Great Medley”. Aviso: se ouvir a “Mute City” orquestrada é capaz que não sobreviva.

Estou na dúvida em relação a  Star Fox, Fire Emblem, Mother, Pokémon, Pilotwings, Kirby e mesmo Super Smash Bros. Brawl. Se despontariam muito tranquilamente em um concerto japonês, a exemplo do que de fato aconteceu no passado com o Press Start e o OGC, não sei em uma apresentação alemã, voltada primariamente para o público europeu, porque a popularidade de certas franquias foi prejudicada pela localização deficiente.

Além disso, não esperarei muito por jogos da velha guarda da Nintendo, como Kid Icarus, Ice Climber, Dr. Mario, Wrecking Crew, Mach Rider, Balloon Fight, Punch-Out!!, Urban Champion, Duck Hunt, mas o que espero, com todo gosto, é que o quarteto lendário Mario-Zelda-Metroid-Donkey Kong seja homenageado além das óbvias “Overworld” do Mario e Zelda. É claro que por ser um concerto-tributo os temas mais conhecidos vão e devem ser relembrados, mas a mim é um imperativo que músicas esquecidas finalmente brilhem com todo o esplendor em um concerto profissional, como, por exemplo, “Castle” (Super Mario World), “Dark Mountain Forest” (The Legend of Zelda: A Link to the Past) e “Stickerbrush Symphony (Bramble Blast)” (Donkey Kong Country 2).

O único ponto negativo, por mais paradoxal que  possa parecer, é que o Symphonic Legends é um concerto com músicas da Nintendo. De uns tempos para cá, a produtora tem se mostrado uma das mais restritas em tudo que se refere à game music. Por exemplo, a Nintendo precisa aprovar todas as partituras dos arranjos antes da execução, o que não é anormal para uma produtora que possui grifes poderosas a bem da verdade. O que me revolta é que a Nintendo não permite qualquer lançamento da gravação de concertos, seja com músicas só dela ou com outras produtoras, ao menos foi o que disse o produtor do PLAY! Jason Michael Paul em entrevista ao SEMO. Por isso, não vou esperar pelo lançamento do CD e não sei se haverá a tradicional transmissão pelo rádio ou em vídeo como nos anos anteriores. Vamos aguardar.

Em breve o SEMO publicará a segunda parte da entrevista com o Winfried Fechner, e serão reveladas informações sobre os arranjadores convidados do Symphonic Legends, detalhes do concerto da WDR de 2011 e novidades do CD do Symphonic Fantasies, que demorou para ser anunciado. Até lá pretendo formular melhor a minha wishlist, e compartilhá-la no vindouro post.

[via SEMO]

Feliz Páscoa gamer da Nintendo!

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Por Claudio Prandoni

Atrasado, mas ainda em tempo.

A Samus Aran ovinho ficou simplesmente sensacional!


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