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Super Mario Bros. 30th Anniversary Live: o melhor espetáculo da galáxia

Mario 30th_01

O palco recriou os detalhes do cenário de Super Mario Bros., mas as cortinas lembram mais a abertura de Super Mario Bros. 3

Por Alexei Barros

Tenho para mim o Mario & Zelda Big Band Live CD como uma das apresentações mais importantes de game music de todos os tempos, mas ela foi facilmente superada pelo Super Mario Bros. 30th Anniversary Live. Realizado nos dias 20 de setembro em Osaka e 21 do mesmo mês em Tóquio, o espetáculo fez por merecer o legado musical de 30 anos da série e contou com as aparições de Koji Kondo, Shigeru Miyamoto e Takashi Tezuka.

Por que estou tão convicto disso? Normalmente, eu recorro aos sites japoneses para garimpar informações usando o tradutor do Google e dessa vez foi feito até um report em inglês do evento no US Gamer assinado pelo jornalista Jeremy Parish. Pois então, o post nesses moldes já estava praticamente redigido, quando descobri que uma alma caridosa publicou no YouTube uma gravação da plateia do espetáculo em Osaka. Lá fui eu ouvir sem muita expectativa… Resultado: por diversas vezes eu tive que parar o que estava fazendo porque fiquei extasiado com a performance simplesmente alucinante com um humilde registro de qualidade 160 kbps. Essa experiência me fez lembrar o já saudoso Press Start, finalizado neste ano, cujas primeiras edições eu me deliciava com meros bootlegs.

Na incerteza de um lançamento oficial – por favor, Nintendo, o CD de um show desse naipe é uma obrigação! –, eu me empolguei a ponto de querer falar individualmente dos segmentos. No caso de o álbum sair, eu me sinto no dever de revisitar o show e me aprofundar nos comentários.

O Super Mario Bros. 30th Anniversary Live contou com uma big band (banda e metais), formada por instrumentistas japoneses (além do trompetista cubano Luis Valle). Em relação àquela relação inicial de músicos, foi feita uma substituição no violino (Sayaka no lugar de Toshihiro Nakanishi). A banda ainda teve os reforços de Hironori Akiyama (guitarra e banjo) e Tomomi Oda (teclado), que chegou até a cantarolar algumas músicas como veremos adiante.

Super Mario Special Band
Direção musical e teclado: Masanori Sasaji
Baixo: Shingo Tanaka
Bateria: Senri Kawaguchi
Guitarra: Kenji Kitajima
Guitarra e banjo: Hironori Akiyama
Percussão: Asa-Chang
Trompete: Koji Nishimura e Luis Valle
Trombone: Eijiro Nakagawa
Trombone baixo: Katsuhisa Asari
Saxofone: Osamu Yoshida, Takuo Yamamoto e Ryoji Ihara
Violino: Sayaka
Teclado e vocal: Tomomi Oda

Mario 30th_02

A big band parece pequena, mas com instrumentistas dessa qualidade nem precisou ser maior. A performance foi fenomenal

Sobre o programa, agora enfim justifico minha afirmação no parágrafo inicial de que o Super Mario Bros. 30th Anniversary Live supera fácil o Mario & Zelda Big Band Live CD. Embora evidentemente esse espetáculo de agora não tenha Zelda, naquela época (2003) não existia as vertentes Super Mario Galaxy, New Super Mario Bros. e Super Mario 3D Land/World. Além disso, os números referentes a jogos antigos, como Super Mario Bros. 3 e World, são muito melhores e, sim, eles tocaram músicas que anos eu esperava por versões arranjadas. A maior surpresa nesse sentido é, enfim, um medley de Mario Kart que ficou simplesmente fantástico. Talvez eu não sobrevivesse se visse esse segmento ao vivo.

Sem mais enrolações, abaixo as considerações sobre cada número. Subi faixa por faixa no Goear, mas, se você preferir, pode escutar o show continuamente no link do YouTube, que também possui o falatório entre um segmento e outro – se você não entender japonês, não tem muito o que ouvir mesmo.
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Press Start 2015: o fim de uma era

press2015Por Alexei Barros

Pelo excesso de reprises, eu esperava uma despedida um tanto melancólica do Press Start. Mesmo assim, estava no aguardo do tradicional report do concerto no site da Famitsu, que produziu a série japonesa de espetáculos orquestrais. E eu fiquei esperando… esperando… esperando… E nada. Nada de fotos da apresentação também.

O jeito foi me basear nas análises dos blogues japoneses, que sempre se preocupam em detalhar o set list o máximo possível. O concerto foi realizado em duas apresentações no dia 8 de agosto (e eu extrapolando todos os limites da demora para fazer post), com performance da Kanagawa Philharmonic Orchestra no Tokyo Metropolitan Art Space. Pelo menos foi feita uma surpresa bacana no final. Set list e minhas considerações a seguir.

Ato I

01. Final Fantasy VIII: “Liberi Fatali”
02. “Classic Medley 2015 Ver.”
03. Super Mario Bros.: “Overworld” ~ “Underwater” ~ “Underworld” ~ “Overworld”
04. The Legend of Zelda: “Main Theme”
05. Shadow of the Colossus: “Revived Power ~ Battle With the Colossus” ~ “Grotesque Figures ~ Battle With the Colossus~”
06. Ace Combat Zero: The Belkan War: “Zero”
07. Legend of Mana: “Legend of Mana ~Title Theme~” ~ “Colored Earth” ~ “Hometown Domina” ~ “Ruined Sparkling City” ~ “Song of Mana ~Opening Theme~”

Ato II

08. Ore no Shikabane o Koete Yuke: “Flower”
09. Rhythm Heaven: “Ninja”
10. El Shaddai: Ascension of the Metatron: “Theme of El Shaddai” ~ “The Faraway Creation ~ Enoch’s Theme” ~ “Tragic Scream”
11. Xenoblade Chronicles: “Xenoblade” ~ “Gaur Plains” ~ “Mechanical Rhythm” ~ “Riki the Legendary Hero” ~ “Sator, Phosphorescent Land / Night” ~ “Those Who Bear Their Name” ~ “Confrontation with the Enemy”
12. Mother: “Pollyanna (I Believe In You)” ~ “Bein’ Friends” ~ “Eight Melodies”
13. Chrono Trigger/Cross: “A Premonition” ~ “Chrono Trigger” ~ “Wind Scene” ~ “Frog’s Theme” ~ “Decisive Battle with Magus” ~ “Epilogue ~ To Beloved Friends” (Chrono Trigger) ~ “Frozen Flame” ~ “Marbule: Home” ~ “Scars of Time” (Chrono Cross)
14. “Goodbye Medley”:
Press Start 2006
– ICO
– PopoloCrois Story
– Ys I & II
Press Start 2007
– Kingdom Hearts
– Space Invaders
– Super Smash Bros. Brawl
– Sakura Wars
Press Start 2008
– Wild Arms 2
– Spelunker
– Final Fantasy IX
Press Start 2009
– Persona 4
– Okami
– Final Fantasy X
– Kirby’s Dream Land
Press Start 2010
– New Super Mario Bros. Wii
– Muramasa: The Demon Blade
– Famicom Disk System Start-up
Press Start 2011
– 428 ~Fuusasareta Shibuya de~
– Pokémon Red & Blue
– NieR
– Xenogears
Press Start 2012
– Kid Icarus: Uprising
– Final Fantasy XI
– Ihatovo Monogatari
Press Start 2014
– Toukiden
– Final Fantasy XIII
– Super Smash Bros. for Wii U e 3DS

“Liberi Fatali” é uma das reprises mais batidas em concertos da série Final Fantasy, mas nunca tinha sido tocada no Press Start. Aliás, a escolha dessa música do FFVIII foi uma surpresa para mim, porque o Press Start não vinha usando corais em suas apresentações. Acredito que foi usado um coro não muito grande.

– Em relação aos convidados, a soprano Oriko Takahashi mais uma vez cantou a “Zero” de Ace Combat Zero. Mesmo sem ter participado da gravação da trilha original, ela foi a intérprete mais recorrente dessa música fabulosa com toques de flamenco no Press Start.

– A “Song of Mana” teve a voz da australiana Louise Bylund, que morou por diversos anos de sua vida na Suécia e atualmente reside no Japão. Essa mistura garantiu que ela fosse a escolhida para a performance dessa maravilhosa canção, que tem versos em sueco.

– A Lioko Kihara foi outra convidada do espetáculo e, diferentemente das outras duas cantoras, ela também tocou piano ao melhor estilo Angela Aki no segmento de Ore no Shikabane o Koete Yuke.

– Como de praxe, o duo ACE formado por Tomori Kudo (guitarra) e CHiCO (vocal) participou da performance de Xenoblade Chronicles, além da cantora Manami Kiyota.

– O segmento de Mother é o mesmo tocado no Press Start 2010, inclusive com os versos do álbum vocal Mother (1989) escritos pela letrista Linda Henrick (provavelmente um pseudônimo). Na ocasião, a performance contou com a voz da cantora Melody Chubak, que na época tinha 13 anos. Agora com 18, a moça voltou as palcos para cantar no mesmo segmento.

– Além do quinteto que produz o concerto (Taizo Takemoto, Kazushige Nojima, Shogo Sakai, Nobuo Uematsu e Masahiro Sakurai), também estiveram presentes os compositores Keiki Kobayashi e Masato Kouda. A Yoko Shimomura deixou uma mensagem em vídeo.

– Não foi feita nenhuma homenagem musical a Satoru Iwata, mas o desfecho do concerto foi bastante especial. Embora muito provavelmente não seja um segmento com transições elaboradas, o medley final resgata seleções icônicas de todas as edições anteriores do Press Start, com exceção de 2013, ano que foi tomado por reprises. Fantástica a ideia!

– Foi uma satisfação ter acompanhado e feito os posts sobre o Press Start durante esses nove anos, mesmo com tão raros registros oficiais das performances. Mal custo a acreditar que o primeiro post que fiz no Hadouken, lá em 2006, era justamente sobre a primeira edição do concerto a qual fiquei extasiado com uma mera gravação da plateia.

Não existiu outra série de apresentações com um repertório tão diversificado, cheio de seleções únicas e surpreendentes. Claro que tamanha variedade me fez querer mais e é uma pena saber que o Press Start acabou sem tocar músicas de jogos que dificilmente veremos nos demais concertos, como Bayonetta, Eternal Sonata, Panzer Dragoon, Valkyria Chronicles, Front Mission, Dark Souls e tantos outros.

Eu torço fortemente para que se não o próprio Press Start, outra série de concertos japonesa apareça algum dia sem demorar muito – houve um hiato de nove anos entre o Orchestral Game Concert 5 de 1995 e o Press Start 2006, considerando apresentações sinfônicas no Japão que abrangem diversas franquias.

Press Start: vou sentir saudades.

Grato ao Fabão pelos links e também pelas diversas informações e traduções nos posts do Press Start.

Foto tirada no Press Start 2008, com alguns dos maiores nomes japoneses de game music (além de outros desenvolvedores): Noriyuki Iwadare, Nobuo Uematsu, Motoi Sakuraba, Yasunori Mitsuda, Yasunori Mitsuda, Mahito Yokota, Kazushige Nojima, Michiko Naruke, Shogo Sakai, Koichi Sugiyama, Masahiro Sakurai e Koji Kondo

[via sarian198919, mugendai, comdoc5964nijiiroleina 1, 2 e 3]

Super Mario Bros. 25th Anniversary Special Sound Track Press Start Edition: 25 anos em três faixas


Por Alexei Barros

Quando soube da existência do Press Start 2006 o programa chamou a atenção pela ausência de um segmento do Mario, o que muitos poderiam considerar fundamental no set list de um concerto com diversas franquias. Encarava isso como uma virtude, uma prova de desplante, já que tal obrigação muitas vezes fez com que se apelasse para uma performance frívola, como são tão comuns os solos de piano do Mario 1, para jogar seguro e agradar o público.

Ironicamente, todas as edições seguintes incluíram números do Mario, e o primeiro deles, o arranjo de Keiichi Oku “Super Mario Bros.” no Press Start 2007, chega a ser uma piada de tão limitado, com menos de dois minutos de duração, em um exemplo de nostalgia fugaz. Depois a situação melhorou especialmente pela rapidez com que jogos recentes foram adicionados ao repertório. É o que torna especial o Super Mario Bros. 25th Anniversary Special Sound Track Press Start Edition, o terceiro lançamento relacionado à série japonesa de concertos. Os anteriores foram o single Professor Layton Series Soundtrack Premium CD e o álbum Press Start The 5th Anniversary.

Brinde do Super Mario Collection Capture Book e Super Mario Bros. 25th Anniversary Book lançados em um pacote dia 9 de dezembro de 2010, é um CD com três faixas do Mario, com performance da Kanagawa Philharmonic Orchestra no Bunkamura Orchard Hall no Press Start 2008 e no Tokyo Metropolitan Art Space no Press Start 2010, e da Tokyo City Philharmonic Orchestra neste segundo local no Press Start 2009.

Infelizmente, a minha principal reclamação do Press Start The 5th Anniversary persiste: a reverberação exagerada. Isso é muito desanimador, porque se foram lançados dois CDs com mixagem parecida, é o que a produção acha o ideal. Não há perspectiva que possíveis futuros lançamentos do Press Start tratem de corrigir isso. Em compensação, não tenho do que contestar da qualidade dos arranjos.

Quando ao repertório, há de se lamentar mais uma vez que do primeiro Super Mario Bros. há um pulo, ou melhor, um voo de capa até o Super Mario Galaxy, com uma aterrissagem no New Super Mario Bros. Wii. Quanta coisa boa não tem do Super Mario Bros. 2, Super Mario Bros. 3, Super Mario World, Super Mario 64 e Super Mario Sunshine… Da lista dos principais sobra Super Mario Galaxy 2. Se for mantida a tradição de um Mario por Press Start deve ser o candidato com mais potencial a figurar na provável edição 2011.

Mas chega de devaneios. Depois do Hadouken as minhas impressões da trinca de faixas bigodudas.

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Press Start 2010: New Super Mario Bros. Wii, The Legend of Zelda e Metal Gear Solid: Peace Walker

Por Alexei Barros

A mais recente leva de atualizações do programa do Press Start 2010, que acontece no cabalístico dia 11 de setembro com duas apresentações, corrobora aquilo que já disse muitas vezes quando levanto a bola do concerto japonês. Ao mesmo tempo em que tece homenagens aos jogos antigos, o set list é antenado para as novidades. O que dizer quando o título de uma das seleções foi lançado no Japão em 28 de abril de 2010? E o outro em dezembro de 2009?

– New Super Mario Bros. Wii

Mais chocante seria se já tivesse Super Mario Galaxy 2, mas, calma, uma coisa de cada vez – e acredito que 2011 é que virá SMG2. Realmente me pegou de surpresa tal escolha, totalmente inédita – de novo outra vez mais uma vez Super Mario Bros. 1 não, por favor. O que chegou mais perto disso foi a “End Credits” do New Super Mario Bros., só que o de DS, no Fifth Symphonic Game Music Concert (2007), com arranjo do Yuzo Koshiro.

Não entendi muita coisa pelo tradutor do que disse o maestro Taizo Takemoto. Ele se refere a uma interjeição relacionada a um determinado tipo de fase do jogo. Isso mostra que ainda não joguei o New Super Mario Bros. Wii, apesar de ser ferrenho defensor do 2D. Vamos fazer assim, você finge que leu isso aqui, porque quando descobrir atualizo e aviso pelo Twitter. Combinado?

– The Legend of Zelda: “Main Theme”

Quem acompanha o blog há mais tempo há de se lembrar que na véspera do lançamento do Super Smash Bros. Brawl, eu repetia no final de cada post que o Yuzo Koshiro faria um arranjo da “Green Hill Zone” especialmente para o jogo, em estado de absoluto êxtase causado pela confirmação de Sonic como lutador. A campanha foi um fracasso completo (a faixa veio em versão original), mas Koshirão arranjou uma das mais lendárias composições dos games, o tema principal do Zelda, que adquiriu uma roupagem no melhor estilo John Wiliams que ele sabe fazer tão bem.

No texto de revelação, Shogo Sakai relembrou o processo de desenvolvimento do Brawl, quando eles estudavam qual música do universo da Nintendo combinaria melhor com o estilo de cada arranjador. Quando conversaram, o tema do Zelda ainda não havia sido designado para ninguém, então em um encontro com a equipe com Koshirão, partiu dele a iniciativa de arranjá-la. Quando a versão ficou pronta, o looping era de cinco minutos, em contraste com o padrão do Brawl de dois pela duração enxuta das lutas. Não importou, ficou assim mesmo. Sakai terminou enaltecendo a variação de instrumentos nas frases melódicas.

Como rememorado no site, será a terceira vez que Press Start toca Zelda. Nas duas outras, em 2006 e 2007, foi executado o “The Legend of Zelda Medley 2006”, que não só inclui o tema, como faz homenagens a The Link to the Past e Ocarina of Time. Retrocesso? Seria inaceitável se fosse o mastigado ao cubo “Legend of Zelda Theme” do Toshiyuki Watanabe do Orchestral Game Concert,  mas é do Yuzo Koshiro. Está perdoado.

– Metal Gear Solid: Peace Walker:  “Heavens Divide”

Quem diria que do tema principal do Metal Gear Solid 2 no Press Start 2006, a série de concertos pularia a “Snake Eater” (Metal Gear Solid 3) – verdade seja dita, não empolga muito a versão japonesa, que perdeu todo o pique James Bond da americana – ou então qualquer uma do Metal Gear Solid 4 direto para a canção-tema do episódio para PSP. O que mostra o quanto a música composta e arranjada pelo Akihiro Honda é espetacular.

A cantora australiana Donna Burke, que já coleciona participações em diversos jogos, como Tales of Legendia, The Last Remnant, God Eater e até mesmo OutRun 2, inclusive a interpretou ao vivo no evento de lançamento do Peace Walker no Japão, com instrumentação similar à versão em estúdio, com teclado, baixo elétrico, violão, bateria e conjunto de cordas. Milagrosamente, a apresentação foi gravada. Vergonhosamente, não a publiquei. Faço agora. A diferença principal para o Press Start é que será uma orquestra completa, como comentado por Masahiro Sakurai no depoimento repleto de referências ao jogo, não apenas alguns violinos. Também não apostaria no teclado e no baixo. Mas a Donna Burke, que é quem mais importa, estará lá no dia do concerto.

Set list até o momento:

01 – Chrono Trigger & Cross
02 – NES Medley
03 – Muramasa: The Demon Blade
04 – Mother

[via PRESS START]

Artwork do dia: New Super Mario Bros. Wii retro-style

Por Claudio Prandoni

Lembra da era pré-Super Mario 64 no universo dos jogos do bigodudo? Pois bem, até então os manuais vinham recheados de ilustrações das diversas ações dos personagens. Todas bem coloridas, expressivas e bem feitas.

Com o advento da era 64-bits tudo mudou e os mesmos manuais passaram a apresentar as artes tridimensionais do herói e trupe. No começo até eram variadas, depois escassearam, focando mais em reaproveitar artes já feitas. Uma pena. Aliás, aumento o escopo da crítica: em termos visuais, acho todos os manuais ocidentais de hoje em dia uma porcaria de tão sem graças que são.

Enfim, e se o New Super Mario Bros. Wii tivesse arte promocional aos moldes antigos da era 16-bits?

É exatamente isso o que fez o desenhista norte-americano Michael Julius, com essa ilustração lindona em preto-e-branco aí acima.

O cara ainda tem outras artes gamers mais na galeria digital dele no deviantART.

It’s a-me, Ezio!

Por Claudio Prandoni

Final de ano, pilha de responsabilidades, avalanche de jogos, panetone, luzes de natal e o simpático calor do verão.

Junto com tudo isso, vai findando a lista de games mais esperados por estes Toperas que vos escrevem. De minha parte, hoje saiu o penúltimo game mais hypado, vulgo Assassin’s Creed II. O outro é o tal do Final Fantasy Crystal Chronicles: Crystal Bearers, que já saiu no Japão e só dia 26 de dezembro dá as caras aqui no ocidente.

Não bastasse toda a expectativa que eu já estava pela nova produção da Ubisoft, os caras ainda dão um jeitinho sutil de embarcar na fama e glória do Super Mario – que mal está de ego inflado também pelo New Super Mario Bros. Wii.

Em certo ponto da jornada, o herói Ezio reencontra com o tio, que protagoniza a hilária cena do vídeo logo acima.

Penso eu na origem da homenagem: o tio Super Mario está por aí há tanto tempo – míseros 25 anos – que muito provavelmente os game designers de hoje em dia são a molecada que lá atrás já curtia os games do encanador.

Homenagem sutil, mas de coração. Curti.


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