Posts Tagged 'Mistwalker'

Suspeitei desde o princípio: Nobuo Uematsu é o compositor de The Last Story


Por Alexei Barros

Dia 27 de janeiro sai no Japão The Last Story, o primeiro jogo para Nintendo Wii da Mistwalker, o estúdio do Hironobu Sakaguchi. Como é comum nos lançamentos nipônicos, haverá uma edição limitada que inclui um livreto de artworks e a trilha sonora promocional chamada The Last Story: The Premium Soundtrack. Com isso, finalmente veio a público o nome do compositor, mantido em sigilo desde o anúncio do título. Quem? Quem? Nobuo Uematsu.

Nada surpreendente, claro, tendo em vista a amizade dos dois desde Final Fantasy, que foi lembrada em recente entrevista dos bigodudos ao Satoru Iwata. Espero que um dia seja confirmada a localização ocidental do RPG para que o bate-papo receba uma versão em inglês. Aquela época dos meados da década de 1980 e início de 1990 da Square sempre esconde informações curiosas.

Até o momento, são poucos os detalhes a respeito da abordagem das músicas, mas a trilha completa tem por volta de 40 faixas, e pelo que se ouve nas duas amostras liberadas no site oficial e nos trailers, o estilo épico, por vezes emocional e melancólico, me lembrou muito Lost Odyssey. Por último, a pergunta que não quer calar: será que dá tempo de incluir alguma música no Symphonic Odysseys, o concerto tributo ao Uematsu a acontecer em julho de 2011?


[via Nobuooo, SEMO]

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O segundo trailer de The Last Story

Por Alexei Barros

Depois de alguns meses sumido, The Last Story, RPG da bigoduda Mistwalker para Nintendo Wii, teve um o novo trailer divulgado. À época  do primeiro, havia a dúvida acerca do compositor. E ainda hoje persiste em segredo a identidade do autor da trilha. Tem tudo para ser Nobuo Uematsu. Já li Yoko Shimomura. Não faço a menor ideia pelo que se escuta da música orquestrada.

Desta vez o vídeo enfoca mais na história e nos personagens. O visual me lembrou Kingdom Hearts e os cavaleiros em 0:55 tem todo o jeitão Final Fantasy XII.

[via Andria Sang]

The Last Story: a última chance?


Por Alexei Barros

Nem sou daqueles que acham que todo jogo deve necessariamente revolucionar ou trazer uma novidade, o que acaba se tornando uma coisa sem critério diante de tantos lançamentos, mas Hironobu Sakaguchi dá margem para aqueles que dizem que ele está arraigado ao seu passado, apoiando-se em fórmulas e conceitos ultrapassados.

Tudo porque no final de janeiro a Mistwalker havia revelado a existência do RPG The Last Story para Wii. Chamo a atenção para duas coisas. Primeiro, a tremenda falta de criatividade para criar o nome de um jogo – se Lost Odyssey e Final Fantasy já eram parecidos no que se refere a uma jornada grandiosa, agora então a semelhança chega a ser vergonhosa. Seja última, final ou derradeira, me causa completo espanto que uma obra da Mistwalker, criada em 2004 com auxílio financeiro da Microsoft,  tenha como destino o Wii e não o Xbox 360. Se já ficava meio estranho os lançamentos de DS Blue Dragon Plus, Blue Dragon: Awakened Shadow, Away Shuffle Dungeon e ASH: Archaic Sealed Heat (que não deve sair nos EUA), para Wii é muito estranho. Há um concorrente direto, afinal de contas.

Assim que ocorreu a divulgação, também foi aberto o site oficial, que contém o sample de uma música emotiva tocada por um violino. Neste blog dentro da própria página ouve-se outro tema, mais de ambiente, com algumas flautas ocasionais. Ainda não se sabe quem é o compositor. Mas é de conhecimento que é apenas um o autor da trilha. Cogita-se o nome de Nobuo Uematsu, por conta da proximidade desde Final Fantasy e da parceria bigoduda que já vinha na Mistwalker do Blue Dragon e Lost Odyssey. As duas foram ripadas e publicadas no YouTube. Compartilho aqui para o seu conforto.

– “First Theme”

– “Second Theme”

Como de praxe, não me aprofundarei nos detalhes da história e do sistema de combate, mas se você quiser saber mais, em inglês, entre no Andria Sang.com. Os detalhes estão sendo comentados paulatinamente pelo diretor e produtor (ainda anônimos) no blog do jogo.  Ainda não consigo me cativar muito pelo trailer recentemente divulgado (a única coisa que não cheira a mofo no post, pois de resto são notícias de meses atrás).

P.S.: Lembra daquela artwork mostrada pouco depois do cancelamento do Cry On? Não sei se é do The Last Story…

Cartões de Ano Novo gamers 2010: Mistwalker

Por Claudio Prandoni

O cartão de Ano Novo da temporada anterior da Mistwalker já foi dos mais esquisitos. Numa parte o cãozinho maroto Skip super sossegado, na outra o tonto do Sakaguchi fazendo ainda mais papel de bobo.

Para 2010, o ex-Mr. Final Fantasy arrebenta a boca do balão e opta por uma abordagem tosca de brinquedo. Novamente o companheiro canino se faz presente, mas Sakaguchi-san Ctrl+C, Ctrl+V copia e cola o próprio rosto e um matreiro bonequinho de LEGO surfando numa toalha azul da cor do mar.

Orakio Rob e outros retronautas do Gagá Games que me desculpe, mas atualmente Hironobu Sakaguchi é o verdadeiro gagá do mundo dos joguinhos eletrônicos.

Não bastasse o pouco ortodoxo cartão de Ano Novo, ainda temos estas fotos do game designer celebrando a virada de ano – todas elas publicadas no site oficial do estúdio.

Artwork do dia: novo projeto da Mistwalker

Mistwalker
Por Alexei Barros

Veja só que coisa. As notícias auditivas têm sido tão parcas nos últimos dias que fui obrigado a raptar a série de artworks prandoniana. Uma coisa ou outra sai, mas nada muito maduro o suficiente para justificar um post.

A arte aí em cima, belíssima, cheia de minúcias, advém do novo jogo da Mistwalker que Hironobu Sakaguchi havia prometido após o cancelamento de Cry On. O autor dela é Kimihiko Fujisaka, o mesmo designer de personagens do Cry On e da série Drakengard. Por isso, será que o projeto está sendo feito pela cavia? E como o nome da imagem é BB001s.jpg, teria algo a ver com a Brownie Brown, que co-desenvolveu Blue Dragon Plus? Por enquanto são elucubrações.

Cá entre nós, não faria mais sentindo a Mistwalker dar continuidade ao Cry On em vez de aparentemente jogar quatro anos de trabalho e 8,5 milhões no lixo e investir em uma nova produção?

Grato ao Fabão pela notícia e pelas especulações.

Vamos todos chorar: Cry On cancelado

Cry OnPor Alexei Barros

Que me desculpe o histórico de sucesso de Hironobu Sakaguchi: a Mistwalker, até o momento, é uma fraude. Jogos que gozam de tecnologia de ponta, porém, em sua essência, são antiquados e retrógrados. Nomes importantes sozinhos não seguram a excelência de uma obra. Confesso que não sou gabaritado para discorrer com mais profundidade porque joguei algumas horas de Lost Odyssey. Mas faço as minhas palavras do Fabão quando republicou as suas análises de Blue Dragon e ASH: Archaic Sealed Heat. Ainda estou para conferir AWAY Shuffle Dungeon do DS, que saiu em 30 de outubro e parece que ninguém deu muita bola. Descobri a existência esses dias.

O mais novo capítulo de infortúnios que assolam Sakaguchi desde o hediondo Final Fantasy Spirits Within é o cancelamento do RPG de ação para Xbox 360, Cry On. Como em todos os projetos anteriores, o bigodão ex-Square fez questão de elevar a expectativa nas alturas com a declaração “Quero que esse jogo faça você chorar a cada 15 minutos”, em entrevista a EGM, publicada na edição 65 na versão brasileira.

SallyChorar é o que farão os jogadores que o esperavam desde 2005 (!), quando foi anunciado com design de personagens de Kimihiko Fujisaka (Drakengard 2), trilha musical de Nobuo Uematsu e direção do próprio Hironobu Sakaguchi. A princípio, a Mistwalker desenvolveria o jogo com a Cavia (série Drakengard), mas em 2007 foi repassado para a Artoon (Blue Dragon, AWAY Shuffle Dungeon e Yoshi’s Island DS) – talvez aí que degringolou de vez. De acordo com o release de imprensa, “a AQ Interactive decidiu cancelar o projeto após analisar o atual ambiente de mercado e previsões para o futuro. Pedimos desculpas pelo incômodo a quem esperava este lançamento”. Onde está toda a confiança que Sakaguchi expressou em suas afirmativas?

O fato é que somente artes conceituais e bocado da história foram revelados em três anos. O enredo seria assim: Sally, a protagonista, possui a habilidade de carregar o golem Bogle que, além de se comunicar na língua dos humanos, eventualmente pode se agigantar, tornando-se um colosso, para ajudá-la a superar obstáculos tais como árvores ou montanhas. Tinha algo de ICO e, evidente, de Shadow of the Colossus. Duas obras de Fumito Ueda, mestre em evocar sentimentos nos jogadores, que se não fazem chorar a cada 15 minutos, possuem momentos lacrimejantes.

Espero que da próxima vez Hironobu Sakaguchi se certifique que conseguirá finalizar o projeto antes de falar qualquer coisa. E minha maior dúvida: será que Uematsu chegou a completar alguma música? O que vai fazer com as composições?

Obrigado ao Fabão por ter passado a má notícia.

Cry On

[via Famitsu, Finalboss e Gamersyde ]


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