Posts Tagged 'Kingdom Hearts'



A track list da Piano Collections Kingdom Hearts

Piano Collections Kingdom Hearts
Por Alexei Barros

Depois da gravação do vídeo promocional da Piano Collections Kingdom Hearts, enfim vieram à baila as informações detalhadas do álbum, além da já sabida data de lançamento, 27 de maio de 2009.

Dois arranjadores e dois intérpretes. Sachiko Miyano (arranjo adicional do tema de abertura do RIZ-ZOAWD) e Natsumi Kameoka (Chrono Trigger Orchestra Extra, drammatica, Echoes of War) – confirmando a minha conjectura – adaptaram as músicas para piano, enquanto que Miwa Sato e Hiroyuki “Chopin” Nakayama (arranjador de Final Fantasy III DS, Blue Dragon e Lost Odyssey) tocaram.

Yoko ShimomuraO evento foi presenciado por 50 afortunados indivíduos da Square Enix Members, que tiveram a oportunidade de sabatinar a mestra Yoko Shimomura, e ainda assistir a performance de “Dearly Beloved”, “Working Together” e “The Other Promise”.  Falando nas faixas, finalmente sabemos a relação completa das 12 selecionadas pelos fãs.

Confesso que não sou um profundo conhecedor das trilhas da série Kingdom Hearts, então não tenho restrições quanto às escolhas, a não ser duas ausências. Não há os temas “Hikari” e “Passion” assinados pela Hikaru Utada. Interessante o conceito de sonata no intermédio do CD, com interpretações alternando entre diferentes andamentos. Estranhamente, não encontrei a “The 13th Side” nos álbuns da franquia.

Eis a track list, com os tradicionais links das versões originais:

01 “Dearly Beloved” (Kingdom Hearts)
02 “Traverse Town” (Kingdom Hearts)
03 “Hand in Hand” (Kingdom Hearts)
04 “Missing You” ~ “Namine” (Kingdom Hearts II e Kingdom Hearts: Chain of Memories)

-Sonata on Themes of Kingdom Hearts-
05 1st Mov.: “Sora” – Allegro con brio (Kingdom Hearts II)
06 2nd Mov.: “Kairi” – Andante sostenuto (Kingdom Hearts II)
07 3rd Mov.: “Riku” – Scherzo a Intermezzo (Kingdom Hearts II)
08 Finale : “Working Together” – Allegro vivace (Kingdom Hearts II)

09 “The 13th Side” (?)
10 “Roxas” (Kingdom Hearts II)
11 “The Other Promise” (Kingdom Hearts II -Final Mix-)
12 Concert Paraphrase on “Dearly Beloved” (Kingdom Hearts)

Agradecido ao Fabão pelos detalhes na tradução.

[via Famitsu]

Piano Collections Kingdom Hearts: antes tarde do que nunca


Por Alexei Barros

E antes tarde do que nunca falarei da Piano Collections Kingdom Hearts. Estava no aguardo por maior quantidade de informações, mas aí percebi que dei muita atenção para o bisonho Final Fantasy Remix ano passado. Por favor, nem se compara com esse álbum.

Por mais que a Square Enix seja uma das empresas que mais lança coletâneas no piano de suas séries, como Final Fantasy e Dragon Quest, curioso perceber como jamais Kingdom Hearts teve semelhante tratamento pianístico. Evidente que os fãs trataram de tapar a lacuna em dezenas (quiçá centenas) de performances amadoras no YouTube. O trabalho mais respeitável é a excelente antologia de faixas arranjadas por Josh Barron que o Fabão me apresentou e já lembrou nos comentários no Hadouken. Escute a versão dele da “Hollow Bastion”.

Depois de tanto tempo, enfim a Square Enix fará o CD no piano. As músicas do Piano Collections Kingdom Hearts foram selecionadas por uma votação dos fãs ano passado no Square Enix Members, mas a relação completa ainda não foi divulgada. Uma música está confirmada, totalmente obrigatória, afinal de contas é praticamente um solo de piano, a “Dearly Beloved”, que pode ser ouvida no site oficial. Arranjador? Intérprete? Ainda não se sabe. Será lançado dia 27 de maio, com número de catálogo SQEX-10144.

Na página também chegou a ser veiculada uma mensagem da Yoko Shimomura – é a primeira vez que vejo a mestra em vídeo –, comentando acerca do projeto.

[via SEMO]

Kingdom Hearts Mobile: Sora Avatar Static Arts é fofo e dá medo

kingdom_hearts_avatar_shop

Por Claudio Prandoni

Via de regra os brinquedos da série Kingdom Hearts são alguns dos mais bonitos e legais que a Square Enix coloca no mercado. Com este aqui não é diferente, apesar do estilo bem distinto.

Esta versão do Sora é baseada no serviço Kingdom Hearts Mobile, exclusivo para celulares no Japão e que permite aos usuários criarem avatares baseados nos personagens do RPG mix cultural da Squenix.

Acho muito fofinho e um bocado assustador também – graças, ironicamente, ao excesso de fofura inexpressiva!

Já está em pré-venda e chega ao mercado no mês de junho pelo proibitivo preço de 109 dólares – aliás, preços salgados estão virando mania na casa de Final Fantasy!

Symphonic Fantasies será dedicado à Square Enix


Por Alexei Barros

O concerto alemão Symphonic Fantasies foi anunciado dia 5 de novembro, mas era desconhecida a sua temática. Quando o SEMO disse que teria relação com a Square Enix, logo imaginei um tributo à produtora. Não deu outra. A récita enfocará a gigante dos RPGs, mais precisamente as séries Final Fantasy, Chrono, Kingdom Hearts e Mana / Seiken Densetsu. A data: 12 de setembro, em um sábado.

Basicamente, a equipe responsável é a mesma do aclamado Symphonic Shades, incluindo o produtor Thomas Boecker, que em setembro de 2008 viajou para o Japão e assegurou a realização do concerto com a Square Enix – aliás, também aproveitou a viagem para assistir ao Press Start ~Symphony of Games~ 2008. Sob a batuta de Arnie Roth, estarão a WDR Radio Orchestra, o WDR Radio Choir, o percussionista Rony Barrak e o pianista Benyamin Nuss. Todos os arranjos serão inéditos e ficarão aos cuidados de Jonne Valtonen, que terá seis meses para finalizar o trabalho.

Cologne Philharmonic HallO palco do imponente Cologne Philharmonic Hall comportará aproximadamente 120 profissionais executando mais de 70 minutos de música para cerca de 2000 pessoas. A presença de três compositores relacionados à Square Enix foi confirmada, mas a identidade deles ainda é mantida em sigilo. Meus palpites: Nobuo Uematsu, Yasunori Mitsuda e Yoko Shimomura. Não foi revelado o CD ou até mesmo o DVD, mas aumenta a possibilidade do lançamento da gravação pelo fato de todos os jogos serem da Square Enix.

O repertório ainda está em aberto, em fase de pesquisa e discussão, com consulta dos compositores originais. Conta muito também a preferência dos fãs e como as faixas funcionam no contexto de um concerto.  Além disso, a intenção é fazer com que não só jogadores gostem da performance, mas não-jogadores também se maravilhem com a alta qualidade das músicas. Em outras palavras, difundir game music para todos os tipos de público.

A riqueza auditiva das quatro séries selecionadas é transbordante. Seria possível fazer um concerto de umas três, quatro horas de duração. Se só de Final Fantasy há uma infinidade de apresentações exclusivas, o que dirá na companhia das outras três de peso. E, teoricamente, qualquer música dentre o quarteto de franquias poderá ser executada. Por isso, sonho com FFXII ou até mesmo FFXIII. Imagine então se tivesse a metade Enix, como Dragon Quest? Ou então a parte tri-Ace, como Star Ocean e Valkyrie Profile? Ou ainda Game Arts, com Grandia? Até gostaria de SaGa, mas sei que é obscura demais, e a qualidade dos jogos geralmente não condiz com as músicas.

Como será uma ocasião praticamente única, com arranjos 100% inéditos, afinal a maioria dos concertos se limita a reciclar versões prontas, não posso deixar de externar minhas principais fantasias sinfônicas – se falasse de todas, o post teria o dobro do tamanho – para o concerto depois do Hadouken. Privilegio as músicas antigas em detrimento das naturalmente orquestradas.

[via SEMO]

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Press Start 2007: o novo Orchestral Game Concert?


Por Alexei Barros

Em 1986, principiava com Dragon Quest Suite os concertos com músicas de jogos no Japão sob a batuta de Koichi Sugiyama. Três anos depois veio Final Fantasy Symphonic Suite, o primeiro de muitos da grife FF. A despeito do pioneirismo dos dois, foi a série Orchestral Game Concert que criou um novo paradigma em apresentações de game music.

Em vez de uma franquia, diversas, incluindo Dragon Quest e Final Fantasy, com ênfase em títulos do Super Nintendo. Pela primeira oportunidade se ouvia o tema do Super Mario Bros. tocado por uma orquestra. Melodias de jogos importantes daquela época também receberam arranjos sinfônicos, tais como The Legend of Zelda, Super Mario World, Yoshi’s Island, Donkey Kong Country, Chrono Trigger, Secret of Mana, Star Fox e Super Metroid. Lá que a ópera “The Dream Oath ‘Maria and Draco” do FFVI foi reproduzida na íntegra, com 23 minutos de duração. No total, cinco apresentações – de 1991 a 1995 –, que inspiraram a criação de outros concertos.

O legado foi herdado por Video Games Live (EUA), PLAY! A Video Game Symphony (EUA), que  organizam espetáculos em vários lugares do mundo, e Symphonic Game Music Concert (Alemanha) e o A Night in Fantasia (Austrália), que realizam uma apresentação por ano. Mas não havia proveniente do Japão de trilhas de empresas diferentes como o Orchestral Game Concert.

Não havia até o ano passado – onze anos depois do último OGC. Eis que surgiu o Press Start ~Symphony of Games~. O repertório estava longe de fazer frente ao OGC em termos de significância, apesar de  ICO, Zone of the Enders 2, Metal Gear Solid 2, OutRun e Zelda.

Pensei que seria uma apresentação única. Estava enganado. Nos dias 17 e 22 de setembro aconteceu em Osaka e Yokohama a edição 2007 do concerto organizado por Nobuo Uematsu, Masahiro Sakurai, Shogo Sakai, Kazushige Nojima e Taizo Takemoto. Os convidados? Yuzo Koshiro e Keiki Kobayashi. E como em 2006, tive a oportunidade de ouvir um bootleg. A qualidade é razoável para ruim, mas o suficiente para ter uma idéia da grandiosidade.

pressstart.jpg

O set list mudou completamente: apenas duas faixas foram reprisadas. Isso sim é renovação. Houve um avanço substancial em relação aos musicistas. No ano passado era apenas a Tokyo City Philharmonic Orchestra e eventuais solistas. Novamente sob a regência de Taizo Takemoto, desta vez formou-se a Press Start Gadget Orchestra, que combina instrumentos de uma orquestra erudita (cordas, metais, madeiras etc.) com a de uma banda (baixo, guitarra, bateria e teclado) – algo que é feito no Brasil pela Orquestra Jazz Sinfônica. Essa combinação permite executar músicas com muito mais impacto e também amplia a gama de melodias que podem ser interpretadas com fidelidade e perfeição. Também estreou um coral.

Minha empolgação foi tanta que preferi comentar cada uma das faixas da apresentação de Yokohama  (e uma exclusiva de Osaka) baseando-se no bootleg.
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