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Misto de clássico e moderno, Exvius é o melhor Final Fantasy pra celular

Por Claudio Prandoni

Não é um Final Fantasy ~à moda antiga~, mas é de longe o que mais tenho jogado nos últimos tempos – ao menos, claro, até a chegada do boy bandístico Final Fantasy XV.

Exvius já tinha me chamado a atenção durante a E3 2015, quando brilhou de forma tímida, mas cheia de personalidade, dentre a enxurrada de FFs divulgados pela Square Enix na feira.

Em meio a tantos RPGs tridimensionais ainda um tanto quanto desengonçados, Exvius exibia vistosos gráficos 2D, como uma versão turbinada da geração 16-bits, e uma história sem firulas, cheia de cristais protetores, caras malvados de armadura e tal.

No final do ano passado, em um rolê MUITO legal pelo Japão, consegui baixar a versão nipônica do game pro meu celular Android e já fui conhecendo melhor.

Pouco depois, na primeira metade deste ano, ele saiu em teste em alguns países, tipo a Suécia, e pude provar um pouco mais, já agora na versão ocidental.

Por baixo da historinha, rola um ‘gacha’ japonês de raiz, gratuito com itens pra comprar com dinheiro de verdade e vários bonequinhos pra colecionar sendo, claro, os heróis clássicos de Final Fantasy os mais bacanas e cobiçados.

Durante a E3 o jogo foi disponibilizado de vez pelo globo terrestre, incluindo nosso Brasil -sil-sil, e apesar de não contar com legendas em português – shame on you, Squenix – dá pra jogar numa boa.

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Equipe unida e entrosada, sempre em busca dos três pontos (de XP)

Além da trama rolam vários eventos e atividades diferentes pra interagir, evoluir bonequinhos e coletar itens e equipamentos. Digo mais: rolam até algumas summons, com breves CGzinhas impressionantes de ver na telinha do smartphone/tablet.

 

De fato, o fluxo de atividades é tão variado e amigável que dá pra se divertir muito e montar uma equipe de respeito sem gastar dinheiro de verdade.

No momento, por exemplo, tenho um time titular com a dupla Rain e Lasswell (protagonistas de Exvius) acompanhados de Sabin e Terra (FFVI) e Kain (FFIV). No ‘banco’ tenho Cecil versão paladino na minha frente em Edron (FFIV), Fran, Vaan e Penelo (FFXII), Vivi (FFIX), Rydia S2 (FFIV) e um punhadão de ilustres desconhecidos que debutaram no próprio Exvius.

Por ora, aqui no ocidente não há bonequinios de FFVII, VIII e XIII. Meu palpite é que antes de Cloud, Squall e Lightning darem as caras veremos o príncipe Noctis e outros ferinhas do XV aparecendo.

ffexvius

E saiu o jogo de surfe do cara do Final Fantasy

ImagemPor Claudio Prandoni

Desde que o bigodón Hironobu Sakaguchi saiu da Square Enix para fundar a Mistwalker tenho grandes expectativas pelos projetos do cara.

Tá certo que faz tempo que ele não lida diretamente com Final Fantasy, mas sendo o criador da série e tudo mais, é difícil dissociar ele da marca.

Os Blue Dragon foram ok, mas pareceram mais do mesmo naquela vibe Dragon Quest. Lost Odyssey foi na linha Final Fantasy X e desperdiçou grande potencial dos flashbacks de Kain colocando tudo em (ótimos) textos, em vez de CGs ou trechos jogáveis.

The Last Story é outro esquema, é um jogo que realmente repensa o JRPG e não fossem os fatos de sair apenas para o Wii e em um estágio tão terminal da vida do bichinho ganharia muito mais atenção.

Por isso mesmo fiquei com as anteninhas de vinil afinadas para checar o Party Wave, primeiro jogo de Sakaguchi-san para o iOS e ainda por cima de uma de suas grandes paixões: o surfe! Não à toa, há anos que ele vive no Havaí, pegando altas ondas e pá.

Party Wave saiu nesta semana para iPod, iPhone e iPad. E ainda não me decidi se curti tanto. Por um lado, é um jogo de carisma grande e contagiante, com figuras coloridos, trilha sonora relaxante e até um simpático alien invadindo as ondas. Nada de enredos mirabolantes, apenas sol e curtição ou coisa do tipo.

Por outro, é um jogo que parece mostrar que os produtores japoneses mais das antigas ainda não sacaram muito bem qualé dos jogos mobile. A mecânica simples e repetitiva de guiar surfistas para a onda e depois realizar manobras encontra fim nela mesma e na busca por pontuações mais altas.

Numa época em que títulos como Jetpack Joyride, Temple Run e dezenas de dezenas de outros mostram como revigorar mecânicas repetitivas com power ups e evoluções de nível e habilidades, fica a impressão de que Party Wave chega incompleto, simplório demais pela ingenuidade.

Ainda assim, é um título bonito e perfeito para partidas rápidas que não pesa muito no bolso – sai por 2 dólares. Quem sabe até, tio Sakaguchi não lança aí uns updates com novos modos de partida e outras coisas do tipo para renovar a brincadeira.

A seguir, a Mistwalker já está trabalhando em Blade Guardian e, pelo que entendi, mais quatro jogos para iOS. Quem sabe já não vejamos avanços nestes próximos.

Infinity Blade II: o jogo mobile que me deixou ansioso

Por Claudio Prandoni

Nunca imaginei que esse dia fosse chegar, mas calhou: estou bem no hype do Infinity Blade II, game que chega dia 1º de dezembro para iOS, vulgo iPod/iPad/iPhone.

Não que seja – teve alguns outros que fiquei bem curioso, como Jetpack Joyride, a conversão de Final Fantasy Tactics, Shadow Gun e até o recente Superman -, mas Infinity Blade II é o primeiro pelo qual realmente quero saber mais e mais e vejo os trailers com empolgação.

A natureza cíclica do jogo é de se criticar, obrigando o jogador a refazer trajetos conhecidos com alterações mínimas de percurso e inimigos cada vez mais fortes, mas ainda considero o primeiro episódio a fusão perfeita de jogabilidades casual e hardcore em um game para telas de toque.

O jeitão Punch-Out!! de ser propicia lutas rápidas, mas que acumulam experiência e outras quinquilharias que garantem a experiência duradoura e recompensadora.

Enfim, estou bem curioso para saber como a intrigante história do God King e os Deathless e a espada muito louca Infinity Blade progride – assim como ver as mudanças no sistema de batalha. Já tem esse trailer de história bem revelador, com comentários de alguns produtores.

Em tempo, no trailer comentam de um livro e tal, que é o Infinity Blade: Awakening, escrito por Brandon Sanderson, que faz a ponte entre o primeiro e o segundo jogo. Já li alguns capítulos e confesso que estou bem impressionado com a maneira que tiraram do chapéu uma história cheia de lendas e mitos, tudo baseado em um joguete para celular.

Para fechar: recentemente Infinity Blade fez sua primeira incursão oficial no mundo da game music com o lançamento da trilha sonora no iTunes. De autoria de Josh Aker, o álbum traz faixas dos dois games – e o que já saiu em 2010 e o que ainda vai sair.

Separei de exemplo aqui a música que embala o confronto contra o verdadeiro chefão final:

Final Fantasy Tactics para iOS me dá nova chance e vontade de – finalmente – terminar o jogo

Por Claudio Prandoni

Lembro até hoje de quando joguei Final Fantasy Tactics pela primeira vez. Meio no embalo de Final Fantasy VII – que me fez comprar um PSone – dei chance pro Tactics, sobre o qual eu não tinha a menor ideia do que se tratava.

Recordo com carinho do quanto me marcou a linda música do vídeo de demonstração, que só ficou ainda mais bacana no remake para PSP, que ganhou o subtítulo War of the Lions. É essa mesmíssima versão, que tem cenas animais em anime, que chegou há poucos dias para iOS – vulgo iPhone, iPod e iPad.

Fica aqui um segredo: nunca terminei FFT. Por duas vezes joguei e travei no momento em que o Wiegraf enfrenta sozinho o protagonista Ramza e depois vira um monstro-ovelha feioso. Dizem que essa versão pra iOS é meio chatinha de jogar pelos botões e letrinhas pequenas, mas vou estar tentando dar uma chance mesmo assim.

Enquanto isso, que tal curtir essa lindíssima abertura aí no vídeo acima?


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