Textos categorizados 'Fire Emblem'

Comerciais gamers: a ópera de Fire Emblem

Por Alexei Barros

Somente com o remake Fire Emblem: Shadow Dragon para DS que o ocidente pode conhecer o primeiro episódio desta série que um dia conseguirei dar o devido valor. O original saiu em 1990 para Famicom – mal dá para imaginar que a franquia completará 20 anos em 2010.

Na propaganda referente a esse jogo, que praticamente remonta uma ópera (repare no maestro ali embaixo), chamarei a atenção para a música, porque a versão desse comercial inspirou o arranjo do Super Smash Bros. Brawl que o Shogo Sakai fez da “Fire Emblem Theme”, cantado pela soprano Oriko Takahashi e pelo tenor Ken Nishikiori, os mesmos do “Super Smash Bros. Brawl: Main Theme”. Mais fantástico é que essa versão da Fire Emblem Theme” foi tocada no Press Start 2007 pela dupla original de vocalistas, com o aditivo de baixo elétrico e bateria.

Artwork do dia: Eirika cruzando os Alpes

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Por Claudio Prandoni

511px-Napoleon4Tenho o Fire Emblem: Path of Radiance (nome bonito, não?) do GameCube e mal consegui me aventurar.

No Shadow Dragon, de DS, fui bem adiante, mas a apaixonante e intrincada elegância do sistema de combate passaram a consumir do meu dia mais do que eu podia oferecer.

Fica aqui a homenagem e lembrança na forma desta artwork com a princesa Eirika, que por sua vez reverencia a pintura Napoleão cruzando os Alpes, de autoria do pintor francês Jacques-Louis David (essa aqui do lado, ó).

Press Start 2007: o novo Orchestral Game Concert?


Por Alexei Barros

Em 1986, principiava com Dragon Quest Suite os concertos com músicas de jogos no Japão sob a batuta de Koichi Sugiyama. Três anos depois veio Final Fantasy Symphonic Suite, o primeiro de muitos da grife FF. A despeito do pioneirismo dos dois, foi a série Orchestral Game Concert que criou um novo paradigma em apresentações de game music.

Em vez de uma franquia, diversas, incluindo Dragon Quest e Final Fantasy, com ênfase em títulos do Super Nintendo. Pela primeira oportunidade se ouvia o tema do Super Mario Bros. tocado por uma orquestra. Melodias de jogos importantes daquela época também receberam arranjos sinfônicos, tais como The Legend of Zelda, Super Mario World, Yoshi’s Island, Donkey Kong Country, Chrono Trigger, Secret of Mana, Star Fox e Super Metroid. Lá que a ópera “The Dream Oath ‘Maria and Draco” do FFVI foi reproduzida na íntegra, com 23 minutos de duração. No total, cinco apresentações – de 1991 a 1995 –, que inspiraram a criação de outros concertos.

O legado foi herdado por Video Games Live (EUA), PLAY! A Video Game Symphony (EUA), que  organizam espetáculos em vários lugares do mundo, e Symphonic Game Music Concert (Alemanha) e o A Night in Fantasia (Austrália), que realizam uma apresentação por ano. Mas não havia proveniente do Japão de trilhas de empresas diferentes como o Orchestral Game Concert.

Não havia até o ano passado – onze anos depois do último OGC. Eis que surgiu o Press Start ~ Symphony of Games ~. O repertório estava longe de fazer frente ao OGC em termos de significância, apesar de  ICO, Zone of the Enders 2, Metal Gear Solid 2, OutRun e Zelda.

Pensei que seria uma apresentação única. Estava enganado. Nos dias 17 e 22 de setembro aconteceu em Osaka e Yokohama a edição 2007 do concerto organizado por Nobuo Uematsu, Masahiro Sakurai, Shogo Sakai, Kazushige Nojima e Taizo Takemoto. Os convidados? Yuzo Koshiro e Keiki Kobayashi. E como em 2006, tive a oportunidade de ouvir um bootleg. A qualidade é razoável para ruim, mas o suficiente para ter uma idéia da grandiosidade.

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O set list mudou completamente: apenas duas faixas foram reprisadas. Isso sim é renovação. Houve um avanço substancial em relação aos musicistas. No ano passado era apenas a Tokyo City Philharmonic Orchestra e eventuais solistas. Novamente sob a regência de Taizo Takemoto, desta vez formou-se a Press Start Gadget Orchestra, que combina instrumentos de uma orquestra erudita (cordas, metais, madeiras etc.) com a de uma banda (baixo, guitarra, bateria e teclado) – algo que é feito no Brasil pela Orquestra Jazz Sinfônica. Essa combinação permite executar músicas com muito mais impacto e também amplia a gama de melodias que podem ser interpretadas com fidelidade e perfeição. Também estreou um coral.

Minha empolgação foi tanta que preferi comentar cada uma das faixas da apresentação de Yokohama  (e uma exclusiva de Osaka) baseando-se no bootleg.
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