Posts Tagged 'Dark Souls III'

Orchestral Memories: fragmentos de Dark Souls em um concerto enigmático da Bandai Namco


Por Alexei Barros

No dia 4 de fevereiro – eu sei, quatro meses atrás -, aconteceu no Salle Pleyel em Paris, França, a estreia da série Dark Souls em um concerto oficial, o Orchestral Memories, uma apresentação dedicada às diversas franquias da Bandai Namco.

Eu queria poder falar mais detalhadamente do set list de um espetáculo surpreendente como esse, ainda mais no Ocidente e numa era pós-Press Start, mas as reportagens do evento falharam miseravelmente nesse aspecto, pincelando por cima os jogos (nem sequer as músicas) que apareceram no programa – é isso que acontece quando a apresentação não é realizada no Japão, onde detalham tudo. Por alto, deu para saber que também foram tocados números das séries Tales (que já teve dois concertos próprios recentemente), Soulcalibur, Tekken, God Eater, Pac-Man e Ace Combat (estava louco para ouvir!). Nomes da orquestra, do coral e do maestro são enigmas que eu não consegui desvendar.

Ao menos, um release de imprensa teve a dignidade de detalhar especificamente as faixas executadas da série Dark Souls. O maior destaque e a única, na realidade, orquestrada, é o tema principal “Dark Souls III” assinado pela Yuka Kitamura que toca na tela-título e no menu principal. Mesmo aparecendo tão brevemente no vídeo do fim do post, dá para arrepiar ao ouvir o solo vocal da soprano, reproduzindo com perfeição a performance da cantora Kokia na faixa original.

Embora tenha gostado do pouquíssimo que vi também por escolherem o jogo mais recente da série numa agilidade que lembrou o Press Start, eu me pergunto se a “Firelink Shrine” do primeiro Dark Souls não seria a composição mais apropriada para a estreia orquestrada da série. Mas pode ser uma sensação exclusivamente minha.

De qualquer forma, em uma rara participação em um concerto, Motoi Sakuraba, o principal compositor da série, esteve presente para tocar no piano dois outros temas: “Gwyn, Lord of Cinder” (tema do chefe final de Dark Souls… Isso é um spoiler?) e “Sir Alonne” (tema do chefe que aparece no DLC Memory of the Old Iron King de Dark Souls II).

A primeira, além de ser icônica e belíssima, já é originalmente um solo de piano e obviamente se justifica ser executada dessa forma – ainda mais pelo próprio Sakuraba! Agora a outra… Eu não consegui entender o motivo da escolha para um solo de piano. A música é pomposa e pede orquestra e coral, que de fato estavam disponíveis na ocasião. Fora que chama a atenção terem selecionado uma faixa tão específica de um combate opcional que aparece em um DLC no que é considerado por muitos (eu incluso) o pior jogo da série (o que não é um demérito tão grande, só não está no mesmo nível dos demais).

Dito isso, deixo dois vídeos sobre o concerto. O primeiro, da própria Bandai Namco, mostra declarações de fãs ao som da vinheta de introdução de Pac-Man, seguido pela performance do supracitado tema arrepiante de Dark Souls III. Depois, há rápidos flashes de Motoi Sakuraba ao piano e um pouco de God Eater, Tales, além de Sakuraba e Go Shiina no palco.

Já o segundo, do programa Nyûsu Show, mostra mais cenas do concerto, porém com músicas nas versões originais, não nas que foram tocadas na ocasião. Sakuraba e Shiina foram entrevistados, mas o único senão é o vídeo estar em francês.

Music Concert Summary

Nyûsu Show

[via Gamasutra, FragStorm e Gamergen]

Anúncios

Chikage Games: review de Dark Souls III

Por Alexei Barros

Provavelmente seria apedrejado se falasse isto em público, mas não sou daqueles que acham que séries anuais são o câncer da indústria. Claro, dentro de um bom senso e, acima de tudo, mantendo a qualidade, realmente não consigo encarar como um problema sério. Digo isso porque com os lançamentos de Dark Souls II (2014), Bloodborne (2015) e agora Dark Souls III (2016), a série Souls, contabilizando o spin-off do ano passado, virou praticamente anual.

É incrível como a From Software, com um cronograma apertado, conseguiu se organizar de modo a lançar três jogos desse escopo em tão pouco tempo, enquanto projetos como Final Fantasy XV e The Last Guadian se arrastam no desenvolvimento há pelo menos dez anos. Mais importante: com um nível de excelência ímpar. Mesmo Dark Souls II, que está abaixo dos demais por diversos fatores (chefes genéricos, alguns cenários medianos), é um jogo gigantesco.

Verdade que assim fica difícil estar 100% atualizado com a série – eu ainda estou jogando a DLC The Old Hunters do Bloodborne. Como todo mundo sabe, Dark Souls III foi recentemente lançado e muitos já concluíram ou estão usufruindo de mais uma rodada de ambientes fantásticos e combates épicos do jeito que só a From Software é capaz de fazer. Um desses afortunados é o Edu Baggio, do Chikage Games, canal a qual fui apresentado há poucos dias pelo próprio. O vídeo que destaquei é um review do Dark Souls III, mas ele gravou outros vídeos relacionados do universo Souls/Bloodborne – outro que recomendo é o “9 motivos para jogar a série Souls”, que também aborda a trilha sonora. Como jogador experiente da franquia, o Edu falou sobre as novidades de gameplay e diferenças que o Dark Souls III traz em relação aos predecessores, além de comentários a respeito da parte técnica.


RSS

Twitter

RSS Box art do dia

  • Ocorreu um erro. É provável que o feed esteja indisponível. Tente mais tarde.

Procura-se

Categorias

Arquivos

Parceiros

bannerlateral_sfwebsite bannerlateral_gamehall bannerlateral_cej bannerlateral_girlsofwar bannerlateral_gamerbr

%d blogueiros gostam disto: