Archive for the 'Mana' Category



Artwork do dia: O quarteto fantástico da Square na floresta de Secret of Mana


Por Alexei Barros

E se os compositores fossem personagens? De cabeça só me lembro que no Tales of Legendia o Go Shiina serviu de inspiração para um pianista que se apresentava em um bar.

Mesmo bem mais famosos que ele, nunca aconteceu algo parecido (que eu saiba) com Nobuo Uematsu, Hiroki Kikuta, Yasunori Mitsuda ou Yoko Shimomoura. Eis que a revista sueca LEVEL fez um artigo sobre o Symphonic Fantasies e trouxe a simpaticíssima artwork acima que transporta o quarteto fantástico para o mundo de Secret of Mana.

O detalhe dos compositores é bem diminuto no ambiente arbóreo, e ainda assim dá para perceber minúcias como Mitsuda com fones de ouvido e tocando violão ou Uematsu (sem bandana) com um copo de cerveja à mesa (ou melhor, árvore cortada usada como mesa).

Dica do Radical Dreamer.

P.S.: A gravura acima é de autoria do sueco jnkboy, que colabora regularmente para a LEVEL e outras publicações, como a EDGE. Entre no perfil dele no deviantART para conferir outros trabalhos.

[via Facebook]

“Seiken Densetsu: Legend of Mana Piano Quartet” – Legend of Mana (Ensemble Game Classica)

Por Alexei Barros

Vou poupá-lo de qualquer outro comentário sobre o meu desinteresse com Legend of Mana (quem sabe um dia me animo) para me limitar às observações sobre a trilha, a sempre exaltada trilha de Yoko Shimomura que recebeu uma merecida homenagem na mais recente apresentação da Ensemble Game Classica, que nesta performance recebeu o reforço do piano.

É o instrumento quem dita os passos da renomada “Legend of Mana ~Title Theme~”, ora solando, ora com o acompanhamento do trio de cordas. Uma passagem tênue para a emotiva “Nostalgic Song” com o solo de viola – o arranjo lembra a versão “Nostalgic Song ~Ending Theme for Mana’s Story~” e, depois, há uma transição menos refinada para a “Sparkling City Of Ruin”, novamente com ênfase no piano, fechando o afável medley de seis minutos que poderia ser 12, 20…

“Seiken Densetsu: Legend of Mana Piano Quartet”
“Legend of Mana ~Title Theme~”
~ “Nostalgic Song” ~ “Sparkling City Of Ruin”

“Legend of Mana ~Title Theme~” – Legend of Mana (Sinfonia Drammatica)

Por Alexei Barros

Aos poucos o editor do site polonês Gamemusic.pl está subindo no YouTube as gravações do concerto sueco Sinfonia Drammatica, e enfim foi publicada a música que mais aguardava: a “Legend of Mana ~Title Theme~”, considerada por muitos como uma das maiores obras-primas da Yoko Shimomura – e olha que não são poucas. O tema da tela-título de Legend of Mana só havia sido executado anteriormente no A Night in Fantasia 2007: Symphonic Games Edition. Jamais apareceu num concerto japonês.

A original já tinha a utilização de instrumentos reais: o piano de Sanae Hatori e as cordas do Shinozaki Group. No arranjo da Shimomura e orquestração da Natsumi Kameoka para o álbum drammatica, a ênfase no piano da “Legend of Mana ~Title Theme~” é arrefecida em detrimento da implementação de outros grupos da orquestra além das cordas, aparecendo somente em maior destaque na abertura e no desfecho. A grandiosidade adquirida nesta versão com os adicionais dos metais e das madeiras foi reproduzida ao vivo pela Royal Stockholm Philharmonic Orchestra sob a regência de Arnie Roth com absoluta perfeição.

Symphonic Fantasies: as fantasias que se tornam realidade

Symphonic Fantasies
Por Alexei Barros

Era bom demais para ser verdade. Um concerto exclusivo da Square Enix com arranjos 100% inéditos presenciado por quatro dos principais compositores nipônicos que passaram pela empresa na Alemanha. Transmitido para todo o mundo ao vivo via streaming em áudio. Em vídeo. Gratuitamente. Parecia uma fantasia ensandecida demais para ser verdade, e de fato foi no dia 12 de setembro de 2009.

Symphonic FantasiesUm ano antes, em setembro de 2008, a ideia do Symphonic Fantasies foi levada à Square Enix pelo produtor Thomas Boecker, como terceira parte do acordo inicial com o administrador da WDR Radio Orchestra Cologne, Winfried Fechner, para a realização de três concertos de games que fossem únicos e distintos dos outros espetáculos. O primeiro, PROMS That’s sound, that’s rhythm (fevereiro de 2008), que mesclou música erudita com Castlevania, Shenmue, Grand Monster Slam e Final Fantasy VIII serviu mais de teste. Era a primeira vez que a WDR Radio executava game music. O segundo, Symphonic Shades (agosto de 2008), prestou homenagem ao compositor alemão Chris Huelsbeck, e o terceiro, Symphonic Fantasies, ofereceria tributo a uma produtora, Square Enix. O sucesso foi tamanho que um novo concerto já foi anunciado para setembro de 2010. A princípio, o Symphonic Fantasies coincidiria com a Gamescon, que acabou passando para os dias 19 a 23 de agosto, deixando o concerto sem o apoio de um grande evento de games. Nem precisava. Ainda em novembro de 2008 ocorreu a revelação, ainda que vaga, e em janeiro de 2009 a confirmação de que as séries Mana, Chrono, Final Fantasy e Kingdom Hearts seriam as selecionadas, e que três compositores (quatro no final das contas) viriam especialmente para a ocasião.

Surpreende que nunca tenha acontecido um concerto da Square Enix no Japão, apenas com apresentações exclusivas de Dragon Quest e Final Fantasy, que estiveram juntas na série Orchestral Game Concert no início da década de 1990, ironicamente quando Square e Enix eram separadas. Por isso, SaGa raramente aparece. Nunca existiram performances em concertos profissionais de Front Mission, Xenogears e Vagrant Story. Das séries de outros estúdios que a produtora faz a publicação, como Star Ocean e Valkyrie Profile da tri-Ace, e Grandia da Game Arts, idem.

Voltando para a Alemanha, as escolhas do quarteto foram baseadas na popularidade local. Isso explica porque a suíte de Mana ficou restrita à Secret of Mana – Seiken Densetsu 3, como o nome mostra, não teve versão em inglês, e Legend of Mana nem foi lançado na Europa. Chrono Cross também não, é verdade, mas o jogo foi poderoso o bastante para superar qualquer deficiência de localização. E sabe quando Chrono Trigger foi lançado oficialmente na Europa? Em 2009! Só agora, na versão de DS.  Se Final Fantasy por si só justifica uma apresentação própria, estaria lá para sustentar as outras séries que não tem a mesma representatividade. Por mais que Kingdom Hearts, Mana e Chrono sejam conhecidas, sozinhas não garantiriam concertos exclusivos fora do Japão – em termos de público mainstream, não de fartura musical, é claro.

Definidas as séries, me intrigava o porquê das músicas não terem sido anunciadas se não no começo, nos próximos meses após a revelação. Resposta: o formato das suítes. “Esse tipo de abordagem aberta se tornou impossível anunciar as músicas de início – simplesmente porque nós nunca podíamos falar se certas músicas planejadas realmente fariam parte do arranjo ou não”, afirma Thomas Boecker. “Nós queríamos total liberdade – e não nos sentiríamos confortáveis em colocar certas músicas simplesmente porque um anúncio antecipado nos obrigaria a fazê-lo”.

Jonne ValtonenLevando em consideração a maioria das favoritas dos compositores, as faixas foram escolhidas imaginando a ordem em que seriam apresentadas em cada suíte, sempre com espaço para alterações. “Durante o desenvolvimento você percebe que as mudanças fazem sentido – e que a ideia original poderia ter sido boa, mas há soluções melhores”, diz. Para o arranjo e a orquestração das músicas, o produtor escalou o finlandês Jonne Valtonen, que teve seis meses para completar a tarefa de grande responsabilidade, afinal mexeria com algumas das mais geniais composições de game music. Ele fez a maior parte do exaustivo trabalho, e no segmento de Chrono Trigger & Cross e no Encore recebeu o amparo de Roger Wanamo, também da Finlândia.

O principal diferencial das suítes do Symphonic Fantasies é que não foram pensadas como medleys convencionais, que possuem uma sequência lógica em que uma música acaba e inicia a outra. Ao longo da peça há diversas interpretações de uma mesma faixa em diferentes momentos, o que exige muito mais criatividade. As músicas não foram simplesmente amontoadas e socadas para caber o máximo possível em segmentos de 17 minutos, mas sim houve um trabalho em cada faixa, com variações na instrumentação e no ritmo que são muito mais complexos do que a maioria das orquestrações que primam pela literalidade. Tudo isso exige um número de ensaios maior (em torno de 14 dias cheios), que o convencional, e só foi possível porque houve tempo suficiente que normalmente inexistiria, por exemplo, em uma turnê de concertos de games com agenda apertada. Também dependeu muito da qualidade suprema da WDR Radio Orchestra Cologne e do WDR Radio Choir Cologne, que totalizam mais de 120 pessoas (cerca de 80 da orquestra e 40 do coral), em perfeito entrosamento com o experiente maestro Arnie Roth, que considerou o Symphonic Fantasies o concerto mais difícil que regeu.

As cerca de 2000 pessoas que assistiram in loco no Philharmonic Cologne Hall tiveram a oportunidade de pegar autógrafos de Nobuo Uematsu, Yasunori Mitsuda, Yoko Shimomura e Hiroki Kikuta. Não é todo dia que se vê o quarteto reunido, principalmente porque hoje todos não trabalham mais na Square Enix. O vídeo abaixo mostra uma fração da experiência do Symphonic Fantasies antes da apresentação. De acordo com a organização do local, nunca houve tantas pessoas numa sessão de autógrafos, e foi elogiado o comportamento sereno dos fãs, sem quaisquer gritos ou escândalos. Além dos compositores, é possível ver em certo momento, próximo de Uematsu, o diretor da Dog Ear Records, Hiroki Ogawa, conversando com o produtor Thomas Boecker.

Ainda é difícil acreditar que a apresentação preparada com capricho durante tanto tempo foi transmitida pela internet – pude ver na melhor qualidade, de banda larga, sem nenhum tropeço na conexão. Geralmente os concertos de games demoram meses para o lançamento em CD ou DVD, isso quando são lançados. As três câmeras da WDR captaram os instrumentistas e coristas em todos os detalhes, com um senso artístico nos enquadramentos que seria difícil de imaginar que não era um DVD. Tem um errinho aqui, outro acolá, mas, puxa vida, era ao vivo, e se esvaem diante de toda a experiência. Incrível ver os compositores na plateia, em especial Hiroki Kikuta, que nunca havia acompanhado antes uma performance orquestrada de uma música dele, e estava fora dos holofotes, compondo trilhas para jogos hentai dos mais obscuros no ocidente.

Depois da extensa introdução, os comentários após o Hadouken sobre cada suíte com links para a essencial apreciação no Goear (ininterruptamente) e YouTube (dividido). Alerto que quando cito o tempo das músicas me refiro ao contador do Goear.

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“Hometown Domina” – Legend of Mana (Sinfonia Drammatica)

Por Alexei Barros

Como Legend of Mana não fará parte do Symphonic Fantasies – a suíte da série Seiken Densetsu será integralmente de Secret of Mana –, as performances dos quatro segmentos no Sinfonia Drammatica ganharam uma singularidade ainda maior, sobretudo porque, como já salientei anteriormente, o jogo jamais apareceu em um concerto japonês.

Apesar de se chamar “Hometown Domina” no drammatica, referindo-se à afável “Hometown Domina” na trilha original, a peça é entremeada pela simpática “Places of Soul” (no excerto compreendido entre 1:44 a 2:23). A transição foi feita de maneira tão suave que pode passar despercebida. Uma pintura de performance.

“Hometown Domina”

“Hometown Domina” ~ “Places of Soul” ~ “Hometown Domina”

Symphonic Fantasies: três das seleções de Secret of Mana

Por Alexei Barros

Das quatro suítes do Symphonic Fantasies – music from Square Enix, a correspondente à série Mana é a única dedicada a apenas um título, Secret of Mana. Será, portanto, o jogo que contará com a maior quantidade de músicas no concerto alemão, sobretudo se levarmos em conta que há diversas faixas de curta duração e que a suíte terá por volta de 17 minutos. É, depois de 16 anos do lançamento, um tributo merecido à trilha sonora que menos orquestrações recebeu dentre as séries homenageadas na apresentação, Kingdom Hearts, Chrono e Final Fantasy.

Assim que ocorreu a confirmação do Secret of Mana no Symphonic Fantasies, tentei quebrar a cabeça para vislumbrar como soariam arranjadas, levando em consideração o estilo do arranjador Jonne Valtonen, da WDR Radio Orchestra e dos solistas. Mas duas informações me deixaram intrigado, conforme revelou o maestro Arnie Roth. Primeiro, a participação do WDR Radio Choir – a primeira do concerto, ou seja, não haverá coral em Kingdom Hearts –, com versos em latim relacionados com a história escritos por Michael Hauser, o mesmo de “X-Out (Main Theme)” (também em latim) e “R-Type (Main Theme)” (em grego) do Symphonic Shades. Como a trilha é sintetizada e não há à primeira vista timbres que simulem um coro, mal consigo imaginar em quais músicas se encaixaria. Talvez nas sombrias. A outra diz respeito à confirmação de uma faixa que comentei abaixo. Seja como for, de acordo com o produtor Thomas Boecker, a suíte ficou fantástica e é um dos arranjos mais espetaculares que já ouviu. Tanto ele como Valtonen ficaram especialmente orgulhosos com o resultado.

Minha maior dúvida é quanto à adaptação dos timbres graves da trilha original que claramente imitam baixo elétrico – não é apenas ênfase, mas há solos em diversas músicas. Já que não é um instrumento convencional em uma orquestra sinfônica como a WDR Radio Orchestra, fica a dúvida, pois não existe, no meu entendimento, um instrumento acústico que tenha o mesmo peso.

Enfim, três das faixas que serão tocadas no concerto:

“Angel’s Fear”

Secret of ManaApesar de Arnie Roth ter revelado como “Fear of the Heavens”, nome da versão europeia, prefiro manter a nomenclatura japonesa “Angel’s Fear”, que transpassou a série Mana para se tornar uma marca do Hiroki Kikuta – o site pessoal dele chama-se Angel’s Fear. Embora tenha sido orquestrada em duas oportunidades no passado, no Orchestral Game Concert 3 (1993), por Nobuo Kurita, e no Fifth Symphonic Game Music Concert (2007), pelo próprio Jonne Valtonen, a faixa-título era obrigatória pela representatividade. Minha aposta é que a emotiva música abrirá a suíte.

“Into the Thick of It”

Secret of ManaSe a intenção de cada suíte é recriar a experiência de jogo, a “Into the Thick of It” não poderia faltar porque é ouvida na área de exploração do mapa, e durante muito tempo. E como havia comentado antes, talvez não se justificaria uma performance apenas dela, mas no meio do medley trará boas recordações – até projeto os solos de flauta. Quem jogou inevitavelmente a reconhecerá e lembrará dos passeios pelas regiões bucólicas.

“The Oracle”

Secret of ManaEssa é a faixa que havia mencionado na introdução que no jogo ouve-se durante a batalha contra o Dark Licht. É indecifrável, com batidas fortes  da percussão e ruídos bizarros, perturbadora. Não faço a menor ideia de como possa ser orquestrada e ainda assim ficar reconhecível. Indubitavelmente, foi a maior surpresa, e deve ter colocado a criatividade de Valtonen à prova.

Semana que vem é a vez de sabermos três das seleções da série Chrono.

[via Symphonic Fantasies, SEMO]

Sombras dramáticas na Suécia

Sinfonia Drammatica
Por Alexei Barros

Foi na Suécia, mas bem que poderia ter sido no Japão. No último 4 de agosto, terça-feira, aconteceu o Sinfonia Drammatica, que combinou oito músicas do concerto/CD Symphonic Shades – Huelsbeck in Concert e oito do álbum drammatica: The Very Best of Yoko Shimomura. Como os dois possuem o conceito de tributo, ambos os compositores, Chris Huelsbeck e Yoko Shimomura, estavam na plateia do suntuoso Konserthuset em Estocolmo, cuja arquitetura externa inspirou o fundo da arte logo embaixo do Turrican desenhada por Hitoshi Ariga.

Ainda que o Symphonic Shades homenageie um alemão, a apresentação já tinha um pé no Japão por conta das participações de Yuzo Koshiro e Takenobu Mitsuyoshi nos arranjos, sem falar que as músicas dele são tão melódicas quanto as trilhas nipônicas.

Sinfonia DrammaticaEncontrei poucos relatos do concerto. Do blog StudioStrawberri me chamou a atenção que a autora elogia o comportamento exemplar do público e a ausência de telão, o que para alguns poderia ser um ponto negativo, e toda a atmosfera erudita da apresentação executada pela Royal Stockholm Philharmonic Orchestra (a mesma do CD de estúdio do Distant Worlds: music from Final Fantasy) e do coral Stockholm Singers sob a regência de Arnie Roth. Stefan Lindgren esteve ao piano – instrumento de suprema importância na interpretação das músicas de ambos os compositores.

Talvez para compensar a ausência de Legend of Mana no Symphonic Fantasies, já que a suíte da série Mana será totalmente dedicada ao Secret of Mana, as quatro faixas do jogo arranjadas para o drammatica foram executadas. Três músicas da série Kingdom Hearts e uma do Live a Live (veja só, um RPG nunca lançado no ocidente) e as mencionadas oito seleções do Symphonic Shades completam o programa.

Para quem não se lembra do set list, com links das originais:

01 “Grand Monster Slam (Opening Fanfare)” [Symphonic Shades]
02 “X-Out (Main Theme)” [Symphonic Shades]
03 “The 13th Anthology” (Kingdom Hearts I, II e Chain of Memories) [drammatica]
04 “The Bird Flies in the Sky, the Fish Swims in the River” (Live a Live) [drammatica]
05 “The Other Promise” (Kingdom Hearts II) [drammatica]
06 “Gem’X (Main Theme)” [Symphonic Shades]
07 “Colored Earth” (Legend of Mana) [drammatica]
08 “Apidya II (Suite)” [Symphonic Shades]
09 “R-Type (Main Theme)” [Symphonic Shades]
10 “Ruined Sparkling City” (Legend of Mana) [drammatica]
11 “Jim Power in »Mutant Planet« (Main Theme)” [Symphonic Shades]
12 “The Great Giana Sisters (Suite)” [Symphonic Shades]
13 “Legend of Mana ~Title Theme~” (Legend of Mana) [drammatica]
14 “Destati” (Kingdom Hearts) [drammatica]
15 “Hometown Domina” (Legend of Mana) [drammatica]
16 “Turrican II – The Final Fight (Renderings: Main Theme)” [Symphonic Shades]
17 “Fantasia alla marcia for piano, chorus and orchestra” (Kingdom Hearts II) [Kingdom Hearts II OST]

Por enquanto, encontrei apenas o vídeo da “The Great Giana Sisters (Suite)” (é possível ver Chris Huelsbeck e Yoko Shimomura agradecendo as palmas duas fileiras atrás de quem gravou), mas espero publicar no futuro todas as oito performances da parte dramática do concerto. Os números referentes ao Symphonic Shades coloquei quando analisei o CD.

[via StudioStrawberri]


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