Archive for the 'Indie Games' Category



Closure é o grande vencedor do Indie Game Challenge

Por Gustavo Hitzschky

No dia 10 de fevereiro durante as celebrações da D.I.C.E. Summit 2012 foram anunciados os vencedores do Indie Game Challenge. A lista era composta pelos seguintes jogos:

* Atom Zombie Smasher – Blendo Games
* Closure – Eyebrow Interactive
* Demolition, Inc. – Zeroscale
* Nitronic Rush – Team Nitronic
* Paradox Shift – Paradox Shift
* Symphony – Empty Clip Studios, Inc.
* The Bridge – Ty Talor e Mario Castaneda
* The Dream Machine – Team Dream
* The Fourth Wall – The Fourth Wall Team
* The Swapper – Facepalm Games

O ganhador do prêmio mais importante do evento que levou para casa US$100,000 foi Closure, um puzzle platformer o qual tive a oportunidade de jogar uma versão em flash. Basicamente, o que precisamos fazer em Closure é manipular a luz do ambiente para que cheguemos à saída de cada área. Se uma determinada região não está iluminada, é como se ela não existisse, e caso tentemos passar por ali o personagem fatalmente acaba caindo no nada. Se estiver interessado, veja mais detalhes na pequena entrevista concedida ao site do Indie Game Challenge.

Houve ainda outras premiações divididas em categorias cujos vencedores receberam US$2,500. Lá vão:

– Excelência técnica: Symphony
– Excelência na direção de arte: The Bridge
– Excelência na jogabilidade: The Bridge
– GameStop PC Digital Download Award: Symphony
– Escolha do público: Nitronic Rush

Lamento duas ausências na relação dos destaques: The Dream Machine, um point-and-click sensacional, e The Fourth Wall, projeto de alunos do DigiPen Institute of Technology sobre o qual devo falar aqui em algum momento da minha vida. E não me surpreendi com a escolha do público do jogo de corrida Nitronic Rush (também de estudantes do Digipen) – é um título absolutamente lindo visualmente e muito bem executado em termos de controle, apesar de o gênero não fazer a minha cabeça.

Finalistas do Indie Game Challenge: The Dream Machine

Por Gustavo Hitzschky

Eu não tenho o direito de escrever sobre videogames. Admito. Possuo um vão na minha formação gamística que muitos de vocês considerarão imperdoável, e talvez não lhes tire a razão: jamais cheguei a terminar um adventure clássico point & click – concluí alguns capítulos das incursões mais recentes de Sam & Max, o que pelo menos ameniza um pouco (um pouco) a constatação.

Tudo bem, ainda não foi dessa vez que encarei The Dig, Full Throttle ou Maniac Mansion, mas pelo menos é um point & click. Prosseguindo com as críticas dos jogos finalistas do Indie Game Challenge, me aventurei pelos três capítulos lançados até aqui de The Dream Machine. Vamos lá.

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Finalistas do Indie Game Challenge: The Bridge

Por Gustavo Hitzschky

Vasculhando as trincheiras do blog IndieGames.com, tomei conhecimento de uma premiação intitulada Indie Game Challenge, a qual tem seu vencedor escolhido por meio de votação popular. O grande campeão da vez será revelado no dia 10 de fevereiro como parte das celebrações da D.I.C.E. Summit 2012.

Já que entrei em definitivo no universo dos games indie como você talvez já tenha visto, tratei logo de me informar sobre os finalistas. Muitos nem sequer foram concluídos, mas através de vídeos e de informações fornecidas pelos próprios criadores, dá para ver que vem muita coisa boa por aí. Prometo me esforçar ao máximo para experimentar ao menos alguns deles e compartilhar com vocês as minhas impressões. E é exatamente isso que vou fazer a partir de agora. Porém, antes, segue a relação dos indicados:

* Atom Zombie Smasher – Blendo Games
* Closure – Eyebrow Interactive
* Demolition, Inc. – Zeroscale
* Nitronic Rush – Team Nitronic
* Paradox Shift – Paradox Shift
* Symphony – Empty Clip Studios, Inc.
* The Bridge – Ty Talor e Mario Castaneda
* The Dream Machine – Team Dream
* The Fourth Wall – The Fourth Wall Team
* The Swapper – Facepalm Games

Depois do vórtex dimensional, as minhas impressões sobre uma versão não finalizada de The Bridge.

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De como passei a me aventurar pelos jogos indie

Por Gustavo Hitzschky

É preciso conhecer para criticar, e com “criticar” quero dizer tanto elogiar quanto depreciar. Não posso dizer que um hipotético filme novo do Charlie Kaufman é bom sem tê-lo visto apenas porque até aqui gostei de tudo o que vi e que foi feito por ele. Assim como não tenho condições de afirmar que todos os livros do Paulo Coelho são horríveis, o que parece ser uma prática bem difundida no Brasil quando se trata desse autor. Mas me pergunto: quantas pessoas leram ao menos um livro dele até o final para poder vociferar tão incisivamente contra ele?

Isso não é uma indireta para ninguém – ou talvez seja para mim mesmo. Infelizmente, o preconceito de alguma natureza acaba acometendo a todos em maior ou menor grau em dado ponto da vida. Tudo bem. Não penso que seja fundamental tentar evitá-lo a qualquer custo – o importante é saber se desvencilhar dele.

Pode ser que o termo “preconceito” não seja o mais acurado nesse meu caso específico. Quem sabe “negligência” não fosse melhor? Fato é que durante muito tempo nunca cheguei a dar o mínimo de atenção para os ditos jogos indie, mas fico bem feliz de constatar que isso mudou.

E por que os ignorei? Lembro-me de ter escrito sobre as nossas falhas de formação e a quantidade imensa de games importantes que ainda estava por jogar. Corriji certas lacunas, porém me restam inúmeras. A desculpa seria mais ou menos essa: como me interessar por outro filão do mercado de videogames se precisa me aventurar por tanta coisa do mainstream? E digamos que foi por acaso que acabei mergulhando no mar dos indie para, quem sabe, nunca mais sair dele.

Se tiver paciência, vá para o salto dimensional e leia a minha epopeia indígena.

 

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