Archive for the 'GameCube' Category



Artwork do dia: Link by Ryan Stegman

linkryanstegmancolor.jpg

Por Claudio Prandoni

Fantástica e vibrante artwork do Link (no visual Zelda TP, repare nas proteções do braço e a calça de vaqueiro).

linkryanstegmanpb.jpgO autor? Ryan Stegman, desenhista da Marvel responsável pela HQ gringa Magician: Apprentice, baseada no livro de mesmo nome.

Pena que a versão colorida é tão pequena: renderia um pôster muito bacana. A arte original a lápis e em preto e branco foi vendida recentemente num leilão.

Desta tem uma versão maior, é só clicar nela aqui do lado.

[EDIT] Agora a imagem é grande e bonita e colorida. Muitíssimo obrigado ao Itiro pela dica.

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O melhor remake do melhor Resident Evil

Por Gustavo Hitzschkymansao1.jpg

Vou ter que me desculpar antes mesmo de começar a discorrer, já que lá vem mais um post sobre Resident Evil – vocês podem não se lembrar, mas o jogo foi assunto para bem e para o mal. Há muito tempo, me dei conta de uma coisa: não importa o gênero do game, se tiver alguma coisa a ver com Resident Evil e aquela mansão, vou comprar ou afanar – desconfio até que se lançarem um RTS com o casarão, lá estarei eu para adquiri-lo.

Se o remake para DS foi assunto de rasgados elogios de minha parte no passado, prepare-se, pois a releitura destinada ao GameCube, que chegou ao mercado faz seis anos, em 2002, sofrerá da mesma babação de ovo desenfreada. Entretanto, como sempre, darei um espaço ao meu lado ranzinza a fim de tecer algumas pouquíssimas críticas.

Podem fazer delegacias de polícia, ruas de Raccoon City, laboratório na Europa, vilarejo na Espanha, o raio que for, não tem jeito. Sou fã de Resident Evil 1.Nada, mas nada mesmo, definitivamente, irá superar a ambientação proporcionada pela mansão, guardhouse, porão, subterrâneo e instalações da Umbrella encontrados no RE original. Com uma sensível diferença neste remake: tudo está absurdamente mais sombrio. O casarão está escuro, apavorante, aniquilante, horripilante, cadavericante, terrível, arrepiante. E para aqueles que como eu que acreditavam conhecer os locais, muito cuidado, já que inúmeros objetos mudaram de lugar, puzzles foram substituídos e o fundamental, novos locais foram incorporados.

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The Legend of the Colossus

Por Alexei Barros

Wander e Agro. Link e Epona (hã?). São perceptíveis as semelhanças entre Shadow of the Colossus e Zelda: Twilight Princess nos vídeos de abertura. Vai dizer que você nunca reparou nisso? Para comprovar, um usuário do YouTube interpolou algumas cenas dos dois jogos:

Artwork do dia: Samus Light Suit

samus_in_light_suit_by_torokun.jpg

Por Claudio Prandoni

Mais uma fan art do sensacional ~torokun com a musa mor dos games, Samus Aran (Lara quem?).

A parte ainda mais bacana dessa ilustração é que, além de a moçoila estar usando a estilosa Light Suit, de Metroid Prime 2: Echoes, ela ainda está dando um fora no insosso Master Chief.

Como a imagem está meio pequena, segue abaixo uma ampliação do bilhete que Samus está segurando na mão: um convite de Master Chief para sair.

bilhetemasterchief.jpg

Termina essa luta agora, cabeça de lata!

Artwork do dia: Samus Aran

samus_aran.JPG

Por Claudio Prandoni

A ilustração que destaco hoje é uma fan art de Samus Aran, a charmosa e cativante protagonista da série Metroid. O artista responsável por este belíssimo desenho se identifica no DeviantArt como =transfuse e tem Ivan Flores como nome real.

Na galeria virtual constam também outras ilustrações de Samus, assim como outras heroínas de videogames e mocinhas em geral em posições no mínimo comprometedoras, já que o próprio artista se rotula como um desenhista de hentai.

Uma das poucas figuras que foge deste padrão é a que destaco abaixo que exibe Naked Snake e Eva, ambos de Metal Gear Solid 3. Tipo de ilustração que fica muito melhor em preto e branco do que se estivesse colorida.

snake_and_eva_sketch_by_transfuse.jpg

Artwork do dia: Super Mario Strikers [+ next gen]

mario-strikers_gc.jpg

Por Claudio Prandoni

Dentre as três franquias principais da Nintendo – Mario, Zelda e Metroid – é incontestável que as duas últimas possuem apelo mais forte junto aos públicos adolescentes e adultos. O bigodão do Super Mario, por sua vez, sempre será destinado às criancinhas e jogatinas mais ingênuas.

Creio que esta artwork acima do Super Mario Strikers de GameCube é o mais próximo que veremos de um Super Mario radical. Durante muito tempo ela foi meu wallpaper no PC do trabalho. Curioso que ela une duas paixões praticamente unânimes dos toperas aqui do Hadouken: videogame + futebol (exceção feita ao Sirangelo apenas, creio eu).

O legal é que o estúdio Next Level manterá o estilo visual em Mario Strikers Charged, versão para Wii deste apenas mediano jogo de futebol com a turma do mascote da Big N. Abaixo você vê uma artwork deste futuro jogo.

mario-strikers_wii_small.jpg

Ok. O estilo visual é realmente bacana, com esse traço forte e meio rabiscado e tal, mas acho que aqui exageraram na radicalidade da parada. Essas armadura com ombreiras e tal, sem contar a bola hi-tech que mais parece a Samus em modo Morphing Ball.

Enfim, pena que o jogo em si não é com esse visual. Sou fã confesso de cel-shading e acho que Mario Strikers ficaria muito mais atraente se lançasse mão desta técnica.

O tesouro quase perdido de Zelda

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Por Claudio Prandoni

Dois fatos inegáveis do mundo dos videogames.

1 – A Princesa Peach sempre será eventualmente seqüestrada pelo Bowser (ou algum outro vilão sem o mesmo carisma da tartaruga mutante chifruda) para que possamos curtir mais uma aventura do Super Mario.

2 – O Japão sempre recebe as coisas mais legais relacionadas a videogames.

A atração nipônica de hoje aqui no Hadouken é um documentário oficial sobre a série Zelda. Isso mesmo, um vídeo produzido pela própria Nintendo – em parceria com a Limited e a Enterbrain! Entertainment sobre a série mais badalada da empresa no momento.

Lançado originalmente em fita VHS no ano 2000, o vídeo foi turbinado e lançado em DVD em 2002 com algumas entrevistas mais e referências ao futuro episódio: Wind Waker.

O conteúdo da produção é surpreendente, mesmo levando-se em conta o padrão Big N de qualidade. Todos os games da série produzidos pela própria Nintendo são abordados aqui (ou seja, aquelas aberrações do Philips CD-I são, felizmente, ignoradas por completo aqui). Falam até do obscuro BS The Legend of Zelda Kodai No Sekiban (algo como Antigos Tabletes de Pedra), lançado apenas para o BS-X do Super Famicom, um aparelho que era conectado embaixo do videogame e fazia o download de jogos via satélite.

Membros das equipes originais de produção são entrevistados. Até mesmo pessoal da Flagship, que fez a série Oracles e Minish Cap, para Game Boy Color e Game Boy Advance – o estúdio é patrocinado por Nintendo, Sega e Capcom e foi fundado por Yoshiki Okamoto, simplesmente criador de Street Fighter. 

O design visual do vídeo é simples, porém bonito e funcional e no final ainda há uma mega entrevista com Shigeru Miyamoto. Melhor ainda depois do final e dos créditos há uma bizarríssima propaganda-videoclipe japonesa para The Legend of Zelda: A Link to the Past, do SNES, em que Link, Zelda, Moblins e outros monstrengos dançam música pop japonesa. Tudo muito bem coreografado, claro, e ainda com direito a uma extasiante aparição de um Ganon gigante feito de borracha no final (se quiser evitar o empecilho de adiantar o documentário até o final, sugiro clicar na janelinha aí embaixo.

O documentário inteiro dura cerca de 1 hora e 20 minutos e hoje em dia é super raro de ser encontrado em formato físico. Graças ao pessoal do excelentíssimo site The Hylia, é possível contemplar a obra via Internet. Contudo, não há legendas ou mesmo dublagem do vídeo, o que priva nós pobres ocidentais de usufruir completamente desta riqueza. Por este motivo também a equipe do The Hylia decidiu disponibilizar o documentário completo, para que assim possa vir a estimular mais pessoas a legendarem-no, assim como eles mesmos estão se empenhando.

Como eu não manjo nada de japonês, tento compensar levando adiante o vídeo e a idéia do The Hylia. Na janela logo abaixo você pode conferir na íntegra o documentário.


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