Archive for the 'Ação/aventura' Category



Diabinho muito louco arma confusões do barulho no game brasileiro Freekscape

Por Claudio Prandoni

O mercado brasileiro de games é muito complicado. Isso em qualquer esfera que você ousar cutucar: imprensa, distribuição, produção…

A lista vai. Ainda assim, mesmo com muita coisa errada por aí e muito, muito longe do ideal, de maneira geral as coisas têm avançado. Há poucos dias tive a chance de visitar e conhecer melhor a galera do estúdio Kidguru, junção dos estúdios Insólita e Abdução.

Atualmente os caras são a única produtora brasileira com licença para desenvolver games para PSP e estão trabalhando duro efetivamente nisso. Mais especificamente, a produtora está nos finalmentes do Freekscape: Escape from Hell, título que integrará a linha PSP Minis, ou seja, disponível apenas para PSP.

Em linhas gerais: é um game de aventura 2,5D, meio à la Pandemonium ou Klonoa, em que os gráficos são tridimensionais, mas a mecânica é o clássico scroll lateral. Para avançar, é necessário utilizar os inimigos, visto que cada um oferece uma habilidade especial. O jogo sai já já nas PSNs da vida e chamo atenção aqui pra ele.

Ali acima com um trailer, aqui abaixo com imagens – incluindo uns wallpapers bacanas – e aqui neste link especificamente a reportagem que fiz mostrando como funciona de forma bem resumida uma produtora de jogos. Ah, e no site oficial tem mais um bocado de coisas, como um tema para o PSP!

Claro, há quem argumente que o resultado é simples demais e coisa e tal, mas acho a iniciativa extremamente digna de aplausos. Trabalhar na área no Brasil não é fácil, ainda mais desenvolvendo para uma das principais plataformas da atualidade e tendo que responder para a Sony sobre a qualidade do seu produto.

Evidentemente os caras não são o único estúdio de alta competência no Brasil, há muitos outros do Oiapoque ao Chuí e coisa e tal. Destaco eles aqui pois foi a galera que tive oportunidade de conhecer recentemente – aliás, valeu!

BONUS ROUND: Sabia que o Freek, personagem principal do game, teve com um de seus principais modeladores 3D o nintenérdico Daniel Oliveira? Se alguém achar feio, puxão de orelha no cara lá!

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Pelo bem do universo, não pode ser fake

Por Gustavo Hitzschky

Mestre Pranda acaba de mandar a mim e ao maestro um e-mail com um vídeo do suposto próximo game do Team ICO, intitulado até então Project Trico. Fake? De repente até é. Mas pensar que pode se tratar de fato do novo jogo dos caras é algo que extrapola os limites da emoção.

Preparem-se para o pior: filme de Shadow of the Colossus pode estar a caminho

Por Gustavo Hitzschky79747_shadow_colossus1

Ainda quero acreditar que a informação se trata de uma piada atrasada e de mau gosto de primeiro de abril. Mas, de acordo com o site da Variety, a Sony Pictures está preparando um longa baseado em Shadow of the Colossus. Porém, isso não é o mais assustador.

O filme seria escrito por Justin Marks, o mesmo de Street Fighter: The Legend of Chun-Li, ao passo que a produção ficaria sob a responsabilidade de Kevin Misher (A intérprete). A julgar pela toupeirice do roteirista, dá para ter uma leve ideia de como exterminar uma obra de arte incontestável.

Sinceramente fico até sem forças para comentar um absurdo desses. Repito, me animaria descobrir que tudo não passou de uma brincadeira. Se eu fosse o Team ICO, trataria de sabotar rapidamente essa afronta.

Releitura da Chapeuzinho Vermelho no PC

The_PathPor Gustavo Hitzschky

Os contos de fada chamaram a minha atenção recentemente quando entrei no curso de Letras e descobri que havia uma matéria optativa que abordava a Literatura Infantil. Segundo alguns alunos, um dos professores que ministram a matéria, um monstro do qual não me lembro o nome, fala sobre o que há por trás deles, analisando-os sob uma perspectiva mais adulta e nada inocente do que estamos acostumados, do que conhecemos quando éramos crianças. E agora as aulas vão ser realizadas na tela do PC. Ou quase isso.

Dando uma olhada despretensiosa por sítios de videogame, tomei conhecimento de The Path, jogo que nos deixa escolher entre seis irmãs com a incumbência de visitar a avó doente que vive na floresta. As moçoilas, partindo da cidade, têm nomes relacionados à cor vermelha em uma alusão mais do que evidente à famigerada Chapeuzinho. O site classifica The Path como um título curto de horror e traz a informação de que não há puzzles no jogo, entre outras bizarrices.

“Tha Path é criado com acessibilidade em mente. Não há relógios batendo ou monstros para derrotar. Quebra-cabeças difíceis jamais impedirão seu progresso. A maioria das atividades no jogo é inteiramente opcional e voluntária. O jogador tem toda a liberdade do mundo para explorar e experimentar. The Path é um jogo lento”, diz um parágrafo do site, em tradução livre.

O jogo da Tale of Tales vai estar disponível a partir do dia 18 de março por 9,99 doletas e pode ser baixado por meio do Steam e do Direct2Drive, segundo consta no Finalboss. Tem até um preview em português listado na parte de notícias feito pelo Acid Rain.

The Path me pareceu esdrúxulo, bizarro, diferente, assustador e literário.Acho que é o suficiente para me interessar – pode ser que esteja a caminho a inauguração do gênero Psychologial Fairy Tale Thriller Horror.

Cartões de Natal gamers 2008: Tecmo

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Por Claudio Prandoni

Curioso como diversos estúdios praticamente desconhecidos têm mandado cartões de Natal. Desta vez não, contemplamos você, amigo leitor, com a mensagem de boas festas da Tecmo, que privilegiou a bola quadrada oval do futebol americano nostálgico de Tecmo Bowl: Kick Off, do DS.

Estranho e meio fora do temas, mas convenhamos: dificilmente seria possível fazer algo decente e para toda a família com Ninja Gaiden ou Dead or Alive.

Muitíssimo obrigado à menina guerreira Carlinha Rodrigues pelo suporte na procura e coleta dos cartões de Natal gamers.

Shinji Mikami ouve o Hadoukast; acha que RE5 será uma porcaria

shinji_mikami1Por Gustavo Hitzschky

[estou vivo]

Claudio Braddock deu a letra, vi e comprovei: Shinji Mikami é mais um de nossos ilustres leitores/ouvintes. Se vocês escutaram a nossa última versão do Hadoukast deve se lembrar do momento em que eu afirmei que Resident Evil 6 teria de apresentar um novo viés, iniciado pela quarta empreitada, a fim de dar prosseguimento à série, uma vez que mais um título em que praticamente só se atira seria um convite ao suicídio.

Ontem, mestre Pranda me mandou um e-mail com uma nota do Kotaku sobre declarações de Mikami, o produtor original de Resident Evil, acerca de RE5. Lá, ele diz que o jogo vai deixá-lo estressado por não ter sido de sua autoria, e que se ele vir algo que o desagrade, ficará irritado.

Até aí, tudo bem. Foi então que li há algumas horas no FinalBoss uma outra frase de Mikami. O senhor é definitivo ao ser perguntado sobre as semelhanças do 4 com o 5, com aspas do FB: “Eu acho que Resident Evil 5 não precisa mudar a série, mas Resident Evil 6 terá que reinventar a franquia criando um novo modelo de jogo ou então não conseguirão seguir em frente”.

Desde já, agradeço a Mikami-san o acesso ao Hadouken e peço que continue prestigiando o blog. Algumas palavras em japonês para que ele se sinta mais em casa. Arigato no kure wa watashi blog Hadouken kindes ka. Algo como “Valeu pela visita ao humilde blog dos toperas, o Hadouken”, de acordo com o Fabão.

Mirror’s Edge @ PC: fisicamente avançado

Por Claudio Prandoni

Repararam como parei aqui de encher o saco falar sobre Mirror’s Edge? O motivo é simples: finalmente estou com as mãos na game, correndo pelas paredes azuis, arrombando portas vermelhas e caindo muitas vezes, muitas mesmo, de maduro que nem jaca no chão em tentativas frustradas de fugir de um helicóptero malvado ou policiais fanfarrões.

Enfim, qual não foi minha surpresa ao ver hoje de manhã cedo esse trailer da versão para PC de Mirror’s Edge que, aparentemente, não terá conteúdo extra gritante tal qual fases extras ou movimentos novos, mas contará com firulas gráficas de fazer inveja.

A edição para computadores usufruirá da engine física PhysX da Nvidia para simular sensacionais efeitos de partícula e materiais meticulosamente exibidos no vídeo. São respingos de água formando uma espécie de neblina, estilhaços de vidro se esfarelando, tecidos voando ao relento e se rasgando com tiros. Fiquei verdadeiramente embasbacado e até certo ponto chateado de não ter tais regalias no meu suposto onipotente PlayStation 3.

Vou sonhar com um possível futuro patch para download, mas já sei que não vai rolar.

Aproveitando o ensejo, a atualização de hoje da PSN trouxe exatamente a música tema de Mirror’s Edge para download, e propicio logo abaixo a oportunidade de você, leitor hadoukeiro, ouvir e baixá-la também – não sei se na Live o quitute também foi disponibilizado.

Mirror’s Edge – Main Theme


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