Archive Page 2



Comic mischief

Por André Sirangelo

Já queria jogar Wario Land, mas esse vídeo destruidor me fez querer ainda mais:
http://www.youtube.com/experiencewii

Final Fantasy ao vivo no Brasil

Por André Sirangelo

Calma lá que não tem nada a ver com a série da Square Enix. Se você ouviu o Hadoukast #01 sabe que o violinista Owen Pallett já colaborou com Arcade Fire e Pet Shop Boys, gravou um disco em homenagem ao RPG Dungeons & Dragons, é co-autor da trilha do filme The Box, do mesmo diretor de Donnie Darko, e batizou seu projeto solo de Final Fantasy, em homenagem aos games. Mais ultranerd, impossível.

Misturando música erudita com baladinhas indie e videogames (ouça “Hey Dad!”, que começa com um trecho de uma música de Super Mario Bros. 3), Final Fantasy, a banda-de-um-homem-só, vem ao Brasil para 4 shows, em Porto Alegre (que já foi), SP e Recife. Dizem que a apresentação dele é totalmente peculiar e imperdível. Confira o calendário abaixo e não deixe de visitar o MySpace do rapaz.

17 set 2008 20:00
w/ COLLEEN – Projeto Solitude II – Cordas Contemporâneas at SESC Santana São Paulo
18 set 2008 20:00
W/ COLLEEN – Projeto Solitude II – Cordas Contemporâneas – SESC Santana São Paulo
20 set 2008 20:00
NO AR COQUETEL MOLOTOV – Teatro da UFPE Recife

Artwork do dia: games retrô, cenários reais

Por André Sirangelo

Dei de cara com essas imagens no FFFFOUND! e já saquei que não vou ver nada mais legal do que isso a semana toda. Devem ter rodado vários blogs de games por aí, mas eu nunca tinha visto.

Tem muito mais, vai lá ver!

Jogos no iPhone, jogos em todo lugar

Photobucket

Por André Sirangelo

Com a chegada do iPhone 3G esta semana e o lançamento do sistema operacional Android, do Google, ainda este ano, começa a se desenhar um futuro em que todo mundo vai ter a internet e um GPS no bolso. Isso é revolucionário em tantos níveis que nem se o blog fosse só sobre isso o assunto se esgotaria. Mas tem um lado interessante da questão que talvez não esteja sendo comentado o suficiente por aí: jogos.

Lá no meu outro blog eu falo bastante de ARGs e big games – experiências que transformam o mundo real em jogo. O desafio nos últimos tempos parecia ser descobrir como esses gêneros poderiam evoluir e para onde isso tudo estaria indo. Com internet rápida, Google Maps, GPS e um sistema operacional aberto no celular (no caso do Android e também do Symbian, da Nokia, que certamente vão botar pressão na Apple para facilitar o desenvolvimento e distribuição de aplicativos), parece que ARGs e big games são uma parte minúscula de algo muito maior, que começa a tomar forma enquanto o mundo real aos poucos se transforma em uma nova plataforma de jogo.

Continue lendo ‘Jogos no iPhone, jogos em todo lugar’

“Não são mais brincadeira”

Por André Sirangelo

Domingo a Folha de S. Paulo publicou um perfil do Shigeru Miyamoto, traduzido do New York Times, e aproveitou para emendar com a manchete “Setor de games já movimenta cerca de US$ 350 mi no país”, trazendo dados bem interessantes da Abragames sobre o perfil do jogador brasileiro (segundo a matéria, 42% dos gamers vivem em SP, 23% têm entre 20 e 24 anos e a divisão de classe social é bem equilibrada, com 41% na classe AB e 42% na classe C.).

Mas não deu para conter uma risada com o jeito como o repórter da Folha resolveu começar o texto:

Videogame não é negócio de criança. A brincadeira, que pode acontecer tanto na televisão quanto na tela de um computador ou celular, já faz girar uma indústria que movimenta no país anualmente US$ 250 milhões, sem contar os US$ 100 milhões estimados em vendas pelo mercado paralelo, aquele que traz ao Brasil produtos importados sem pagar impostos.

Tudo bem, é o caderno Dinheiro, o cara precisa explicar para o meu avô, mas mesmo assim esse parágrafo ficou bem duvidoso. Fora que o coitado do Milton Beck, gerente de entretenimento eletrônico da Microsoft, virou “Milton Becki”, e o perfil do Miyamoto ganhou o seguinte trecho na tradução:

E, com base no Wii e no sistema de games DS, que se seguram na mão, a Nintendo tornou-se uma das maiores empresas do Japão.

Hmmm, tem algo errado com esse “que se seguram na mão”, não? Talvez porque o original handheld não tenha exatamente esse sentido… (jeez)

Ok, nada disso é imperdoável, mas eu achei curioso mesmo assim. O que eu queria mesmo destacar era uma matéria da Exame, publicada no fim de maio, que me surpreendeu em alto grau. Elegante, o texto destacou o efeito de blockbusters como GTA IV sobre a economia e a cultura de massa, e não precisou se sair com frases do tipo “a brincadeira acontece…” para explicar o assunto para os executivos. Pelo contrário, a repórter começa o texto lançando um “Os videogames, definitivamente, não são mais brincadeira”. Acho que não veríamos uma reportagem assim 2 anos atrás.

Relembrando Metal Gear Solid 2 (em defesa do Raiden)

< Contém spoilers de MGS2! >

Por André Sirangelo

Eu admiro Metal Gear Solid 2: Sons of Liberty por um motivo simples: foi o meu primeiro Metal Gear. Fui jogar MGS1 algum tempo depois, no GameCube, e de MGS3 eu estou apanhando neste exato momento. Mas foi por Sons of Liberty que eu comecei, e foi a experiência cinematográfica de MGS2 que me fez prestar atenção de fato no potencial narrativo dos games — e no mundo insano criado pelo Hideo Kojima.

Passando pelas cutscenes e as conversas de codec, uma porrada atrás da outra, às vezes era impossível não pensar de onde ele tira tudo aquilo. O homem NÃO PÁRA.

Continue lendo ‘Relembrando Metal Gear Solid 2 (em defesa do Raiden)’

I choose you!

(Sira achou no FFFFOUND!)


RSS

Procura-se

Categorias

Arquivos

Parceiros

bannerlateral_sfwebsite bannerlateral_gamehall bannerlateral_cej

%d blogueiros gostam disto: