“Blinded By Light” – Final Fantasy XIII (Distant Worlds 2010 em Toronto)

Por Alexei Barros

Desde que FFXIII faz parte do programa da turnê Distant Worlds, tornou-se uma obsessão a busca por vídeos de performances do jogo. Finalmente! Devo agradecer aos solidários canadenses, que compartilharam várias gravações no YouTube do concerto realizado dia 27 de novembro, antecipando alguns segmentos que estarão no pacote de um DVD e dois CDs Distant Worlds music from Final Fantasy Returning Home, que registra o espetáculo em Tóquio.

“Blinded By Light”, que estreou nessa apresentação, é justamente a primeira música revelada do FFXIII, no trailer da longínqua E3 2006, e já naquela época contagiava pelo solo de violino no melhor estilo Masashi Hamauzu. Como a faixa não é uma das que foram gravadas na Polônia pela Warsaw Philharmonic Orchestra, mas por um grupo avulso de instrumentistas no Japão que não formam uma orquestra completa, foi feita uma adaptação.

A batida da percussão foi incluída sem a contundência da bateria da original. Aquela guitarra complementar, que se ouve bem ao fundo, se perdeu na interpretação ao vivo. Entretanto, a principal diferença é que a parte que antes era um solo de violino passou a ser feita por todo o naipe de cordas. Ficou diferente, mas igualmente extraordinária.

7 Responses to ““Blinded By Light” – Final Fantasy XIII (Distant Worlds 2010 em Toronto)”


  1. 1 Farley 09/12/2010 às 8:26 am

    Achei interessante, mas pra mim a guitarra e o violino fizeram falta, os dois davam um ar mais agressivo. De qualquer maneira gostei do resultado, ficou bem imponente.

  2. 3 Radical Dreamer 11/12/2010 às 11:08 am

    Achei bom o arranjo, mas dá a impressão de que falta alguma coisa. As nuances do violino, a bateria e a guitarra, ainda que sutil, ausentes, fazem com que o tema perca aquela sensação de frescor dada a variedade. É uma pena que esses intrumentos, os dois últimos, não são incorporados com frequência em concertos de game music; acho justamente que essa diversidade é um dos pontos fortes desse gênero musical.

    • 4 Alexei Barros 11/12/2010 às 11:23 am

      “É uma pena que esses intrumentos, os dois últimos, não são incorporados com frequência em concertos de game music; acho justamente que essa diversidade é um dos pontos fortes desse gênero musical”.

      Tem uma explicação para isso não acontecer com tanta frequência. Por ser tratada acusticamente, em uma sala de concerto os instrumentos da orquestra não são microfonados (para quem assiste in loco, evidentemente) e são ouvidos ao natural. Não sei o quanto muda, mas você poderá tirar a prova no Symphonic Odysseys.^^

      Com isso, a guitarra, por ser um instrumento elétrico, e a bateria, por ser uma percussão que exige isolamento pelos altos decibéis, acabam ficando absurdamente altas em uma sala de concerto e ofuscando a orquestra. Quem me atentou para isso foi o Thomas, e você pode notar que na maioria dos concertos dele não há guitarra e bateria (pelo menos tocada com uma batida de rock, porque no Legends o segmento do Super Metroid usou), como ele recomenda para os arranjadores não usarem esses dois instrumentos. Segundo ele, pela experiência que teve, a mistura funciona muito melhor em um estúdio, onde dá para equilibrar tudo.

      Ainda assim, me incomoda que sempre quando tem guitarras nos concertos de Final Fantasy é pelas raízes rock, por causa dos Black Mages, nunca algo mais pop um jazz como fazia tão bem a Metropole Orchestra nos Games in Concert (e que aconteciam em casas de espetáculo convencionais, não em salas de concerto).

      • 5 Radical Dreamer 11/12/2010 às 11:43 am

        Ah, entendi. Valeu pela explicação! Realmente nos concertos do Thomas Boecker nunca havia percebido uma guitarra ou bateria; pensando bem, fico curioso para ver como Jonne Valtonen arranjará as músicas de Nobuo Uematsu, já que há muitas delas que caem no estilo rock ou pop.

        • 6 Alexei Barros 11/12/2010 às 12:25 pm

          Nos Symphonic recentes não teve de fato, mas na série Symphonic Game Music Concert, no Third SGMC, chegou a ter guitarra (na verdade, uma banda inteira, a -123min.) na “Theme of Laura”. Aliás, foi a primeira vez que a música foi tocada. Pelo que ele me disse, a mistura funcionou bem na ocasião porque foi uma performance bem suave e romântica

          Sobre o que você falou depois, eu também! Gostaria muito de ouvir versões instrumentais dos temas J-pop ou releituras sinfônicas de músicas rock. Já viajo imaginando a “Otherworld”… =P


  1. 1 Distant Worls: music from Final Fantasy Returning Home: casa renovada para os próximos anos « Hadouken Trackback em 21/05/2011 às 2:51 am

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