Arquivo para janeiro \24\-03:00 2010



Cabeças explodem no jardim da loucura, digo, diário em vídeo de NMH2

Por Claudio Prandoni

O hype continua por No More Heroes 2, claro, ainda mais agora na semana em que o jogo sai de maneira propriamente dita e prática.

Que tal conhecer um pouco mais sbre a tresloucada aventura por meio da mente alucinógena do dançante Suda51?

Apesar de estar todo com áudio em inglês – e sem legendas nem nada do tipo para ajudar – o diário em vídeo acima traz informações o bastante e de uma maneira bem peculiar, com todas aquelas comparações de banheiro que o Suda adora fazer, referências a cultura pop, uma mocinha bonitinha a tiracolo, montagens psicodélicas e coisa e tal.

Se isso não for o suficiente,fica o apelo: a cabeça do Suda explode! E é bem no comecinho, então dá pra você ver e ficar feliz sem esperar demais.

Aliás, penso eu cá com meus botões: até que será um ano feliz para as exclusividades hardcore no Wii. Nesta semana já temos No More Heroes 2 e Tatsunoko vs. Capcom. O ano ainda promete Metroid: Other M, Super Mario Galaxy 2, um novo Zelda, Monster Hunter 3, Epic Mickey, Sin & Punishment 2 e Zangeki no Reginleiv. Quem sabe até Earthbound não apareça no Virtual Console – e ainda incite a Big N crie vergonha na cara e lance oficialmente o Mother 3 por aqui.

Isso sem contar algumas coisas multiplataforma, que vou preferir jogar no PlayStation 3, mas não deixam de aparecer no branquinho, como Prince of Persia: The Forgotten Sands.

E você, o que mais espera?

O mestre das bizarrices

Por Alexei Barros

Volta e meia os topeiras do Hadouken se chamam de mestres, mas quem é mestre de fato é Toshiyuki Takahashi. Melhor, Master Takahashi. Funcionário da Hudson, ficou famoso ao atingir por conseguir apertar o botão por 16 vezes em um segundo no shmup Star Soldier. Ele acabou ficando tão notório que acabou virando um personagem no jogo Adventure Island. É quase como um Chuck Norris oriental.

Takahashi ganhou uma coletânea própria intitulada Master Takahashi’s Song Collection ~16 Rensha 20th Anniversary~. Não será mais a única. Logo mais, no dia 27 de janeiro sai o álbum LEGEND OF GAME MASTER -the 16 shot-, com os arranjos de vários artistas doujin, incluindo o grupo IOSYS, especializado no fenômeno Touhou. O disco traz arranjos vocais de nove jogos diferentes da Hudson da era 8-bits, a saber, Star Soldier, Hudson’s Adventure Island, Bomberman, Challenger, Robowarrior, Ninja Hattori-kun, Milon’s Secret Castle, Lode Runner e Starship Hector. Tenho a alegria de dizer que conheço muito bem o Bomberman e o Lode Runner porque ambos constavam no meu saudoso cartucho múltiplo 42.

Não é o estilo de releitura que me agrade, mas vale a curiosidade. Confira os samples dos remixes:

Vá se preparando para o pior. Agora veja o vídeo promocional do álbum.

Já se preparou? A dose de bizarrice do próximo vídeo é nociva, porque se eu somasse todas as esquisitices da categoria Comerciais gamers do ano passado talvez não chegaria à metade do total deste que mostra uma prévia da quarta faixa do álbum. Fica o alerta caso você se espante com coisas fora do padrão, tais como um careca vestido de amarelo sem o menor senso do ridículo e dançarinas havaianas-japonesas (?).

[via Tiny Cartride, Denpa no Sekai]

“Dancing Mad” – Final Fantasy VI (Distant Worlds 2009 em Chicago)

Por Alexei Barros

Conforme o Twitter do Distant Worlds não me deixa mentir, o maestro Arnie Roth já está na Suécia para a gravação do Distant Worlds II com a participação da competente Royal Stockholm Philharmonic Orchestra. O que se pode esperar é que a “Dancing Mad”, que debutou na turnê no espetáculo em Chicago, aparecerá na track list.

Até que enfim, convenhamos. Como devo ter dito muitas vezes, é impressionante constatar que o tema do combate derradeiro do Final Fantasy VI tenha demorado 12 anos para ser orquestrado, tendo estreado no Fourth Symphonic Game Music Concert (2006). Aliás, injusto chamarem de “world premiere”, sendo que a faixa fora arranjada anteriormente e reprisada muitas vezes no PLAY! A Video Game Symphony. E levou mais três anos para entrar no repertório de um concerto exclusivo da série.

Como a “Dancing Mad” é uma música muito extensa, de 17 minutos, com algumas repetições, o arranjo do Fourth SGMC feito pelo maestro Adam Klemens preservou a nata da composição. Esta versão é essencialmente a mesma, com a diferença que o solo de órgão foi minorado. Inclusive achei que acabou ficando um vácuo (repare em 5:32) no excerto que antecede a retomada triunfante do coral. Mais ainda é uma releitura de alto nível para uma excelentíssima composição.

Cante e Dance com Suda51 + Cloud clone em NMH2

Por Claudio Prandoni

Estamos muito, muito perto do lançamento de No More Heroes 2. Meio que sem querer querendo, o game designer Goichi Suda voltará a receber luzes dos holofotes midiáticos e aproveitar isso para promover a nova aventura de Travis Touchdown e disparar um bocado de saborosas declarações nonsense regadas a cultura pop. Tipo um Hideo Kojima mais divertido.

Enquanto a data não chega de verdade verdadeira, vamos conferir o amigão Suda51 pagando mico com a grande vergonha alheia que é o tal do Just Dance, da Ubisoft para o Wii. Acredite ou não, o jogo está fazendo o maior sucesso na Inglaterra.

Como bom apreciador da cultura ocidental – do melhor ao pior – Suda mostra desenvoltura, ou coisa parecida, em “U Can’t Touch This”, do MC Hammer, e ainda se diz fã de hardcore techno (!?).

Em tempo, fuxicando algumas imagens de No More Heroes: Desperate Struggle encontrei referências ao inigualável Cloud Strife no game, mais especificamente como um dos assassinos que Travis. O cara é loiro, tem cabelo espetado de maneira similar ao herói de FF VII, a camisa dele é de textura similar e há até vários penduricalhos ao estilo Tetsuya Nomura e uma espada laser com cabo igual à da Buster Sword – e formato luminoso também parelho.

Aliás, chuto eu que ele também faz referência a Squall Leonhart e sua Gunblade com essa exagerada pistola cheia de tambores de balas. Confere?

Olhaí embaixo, revivendo o meme das imagens do IGN.

Riesa TV – reportagem sobre o Super Mario Galaxy – A Musical Adventure

Por Alexei Barros

Um jogo que para mim provoca um efeito catártico de nostalgia é Super Mario Bros. 3. Qualquer faixa que ouvir vou reconhecer e me lembrar. Pois então, o Super Mario Bros. 3 do século XXI é Super Mario Galaxy (até mesmo pela presença da  “Attack! Koopa’s Fleet”). O poder do personagem permanece inabalado depois de mais de 20 anos.

Como prova disso é a declaração do afortunado infante alemão que assistiu ao concerto pedagógico Super Mario Galaxy – A Musical Adventure na reportagem da Riesa TV. Ele diz que reconheceu todas as músicas, menos a “Drip Drop Galaxy”, que ouviu pela primeira vez na hora. Mais incrível, gostou mais dos arranjos ao vivo do que das versões originais do jogo. Essa uma reação parece ser comum entre as crianças que acompanharam a performance e se extasiavam toda vez que o apresentador Mike Zaka mencionava “Super Mario”.

Até o momento o Super Mario Galaxy – Musical Adventure é um sucesso porque se cogita fazer mais apresentações além das seis normais nos próximos meses dependendo da disponibilidade das casas de concerto. Também é estudada a possibilidade de torná-lo fixo no programa de concertos escolares. Como as crianças germânicas são sortudas.

O vídeo está todo em alemão, mas mesmo quem não conhece o idioma é possível ter uma ideia geral do espetáculo: melhor do que ver somente fotos. Clicando na imagem você será redirecionado para o site da Riesa TV.


Grato ao Thomas Boecker pelas informações e pelo link da reportagem.

E mais outros dois samples de Sekaiju no MeiQ³


Por Alexei Barros

Alguém me diga que haverá um álbum Super Arrange Version do Sekaiju no MeiQ³. Com participação da [H.] como no Sekaiju  no MeiQ², por favor. Porque o quarto sample liberado no site oficial retomou a minha empolgação da primeira amostra: uma música animada, grudenta, que a mim combinaria com um arranjo jazz fusion. Também saiu a quinta, e esta tem toda a cara de tema de tela-título, com a abertura à la Actraiser.

Ouça, enfim:

“Music 04”
“Music 05”

[via Sekaiju no Meikyuu III]

Masashi Hamauzu sai da Square Enix

Por Alexei Barros

Já está virando epidemia. Vamos fazer uma recapitulação das saídas de compositores em 2009: Michiru Yamane e Akira Yamaoka se retiraram da Konami, Tetsuya Shibata (com participações nas séries Devil May Cry e Monster Hunter) e Shusaku Uchiyama (Mega Man 8, Resident Evil 2) deixaram a Capcom e Junya Nakano (Final Fantasy X) se demitiu da Square Enix.

O mais novo integrante da lista de egressos e primeiro de 2010 era ninguém menos do que o principal compositor da produtora nos tempos mais recentes, o alemão Masashi Hamauzu, conforme se especulava desde o ano passado. A sua evasão sucede o lançamento de Final Fantasy XIII, justamente o que tem tudo para ser a sua obra máxima, e a pouco mais de uma semana do lançamento da trilha sonora. O motivo não foi revelado.

Sinceramente? Ainda que um acontecimento desse cause comoção, não vejo mudanças profundas tanto para a Square Enix como para ele. Digo isso pelo que aconteceu com Nobuo Uematsu, Yasunori Mitsuda, Yoko Shimomura, Hitoshi Sakimoto, Kenichiro Fukui, Hiroki Kikuta… em todos esses casos, a relação entre compositor e produtora permaneceu a mesma, ou seja, Uematsu continua compondo para a série Final Fantasy, Sakimoto para FF Tactics, Shimomura prossegue com Kingdom Hearts e Mana e por aí vai. Por isso, não vejo por que não um novo álbum no estilo do Vielen Dank no futuro.

Coincidentemente, hoje saiu no site oficial da OST a primeira parte dos comentários em vídeo dele o qual fiz questão de transportar para o YouTube. A segunda parte chega daqui a uma semana e a última no dia 3 de fevereiro. Não entendi nada do que ele falou em japonês (como fizeram falta aquelas legendas em coreano), só consegui destacar um “Dragon Quest” em 0:28.

Grato ao Fabão pela dica do vídeo via Twitter.

[via SEMO, FFXIII OST]


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