Making of Donkey Kong Country


Por Alexei Barros

Meio relutante eu estava em revelar que, embora tenha jogado bastante na época original de lançamento, somente há poucos dias consegui encerrar toda a trilogia Donkey Kong Country. O primeiro finalizei anteriormente, mas DKC2 e DKC3, por algum motivo bizarro que ainda tento lembrar, não havia superado os chefões finais. Com o sentimento de dever cumprido (ou parcialmente, porque não foi com 101, 102 e 103%), meu veredicto é que o DKC2 é o melhor por ser o mais longo e desafiante, só que o DKC1 segue como favorito. Porém, o DKC3, com elementos de RPG, também tem méritos. É sensacional.

Poderia falar de toda a história por trás do DKC que envolveu a Rare e a Nintendo na década de 1990, da reviravolta na guerra de consoles 16-bits, dos gráficos revolucionários, das versões orquestradas das músicas em concertos… Prefiro externar a minha revolta ao constatar que muitos sites estrangeiros elegem Donkey Kong Country como um game overrated – superestimado no bom português, jogos que não merecem o apreço que recebem. Pode ver:

– The 10 Most Overrated Games: segundo lugar
– 25 Most Overrated Games of All-Time: nono lugar
– Deeko Top Ten List #5 – Top Ten SNES Games: décimo lugar
– Overrated Games: Donkey Kong Country

Com todo o respeito, overrated o escambau! Aliás, ainda bem que nenhum dos toperas o selecionou no Hadoukast #4. Bem verdade que o conceito é altamente subjetivo, mas certas afirmativas me deram asco. Não contente em desdenhar a simplicidade do jogo – o que importa, se é totalmente divertido e carismático? -, a maioria das páginas menospreza aquele que é o maior mérito: o visual. “Plastificado” e outros adjetivos depreciativos foram usados, algo que estou para entender porque na época e até hoje acho os gráficos pré-renderizados transcendentais. Como não ficar pasmo com a tempestade da segunda fase ou daquela nevasca em um estágio posterior? Diria mais, atemporais, diferentemente de muitos dos primeiros jogos 3D que envelheceram tanto que acabaram apodrecendo.

Minha outra revolta é pelo fato de a Nintendo jamais ter continuado a série – por favor, Donkey Konga, Jungle Climber, Jungle Beat e Barrel Blast não contam –, como se precisasse da Rare para isso. Falando nela, inacreditável que a desenvolvedora britânica já revelou que nada impede que um DKC4 seja feito, e só dependeria da Nintendo. Não é perfeito para DS não, que isso.

Por fim, na verdade, a razão de existência do post: o making of  Donkey Kong Country, enviado para a imprensa e para os assinantes da Nintendo Power em 1994. Antes que você se empolgue (ou boceje, se acha overrated), alerto que o vídeo não é tão bom quanto poderia, porque mostra os bastidores da Nintendo of America, quando seria muito mais apropriado entrevistar os produtores da Rare – na verdade, até fizeram, só que por telefone. Também é meio bobo, mas o documentário tem os seus momentos, com direito a uma agressiva campanha de marketing da Nintendo, o que remonta a saudosa batalha 16-bits contra a SEGA.

28 Responses to “Making of Donkey Kong Country”


  1. 1 Rebeca 29/12/2008 às 12:34 am

    Superestimado o escambau mesmo! Que mané visual plastificado o quê, os efeitos, texturas e detalhes eram demais pra época! Além do que você citou (tempestade e nevasca), não nos esqueçamos do maravilhoso efeito de água. Eu babava nas fases submersas, de tão lindas, e a distorção da imagem na tela era muito bem feita. A série DKC é até hoje uma das minhas favoritas. Qual o problema que esse povo vê no conceito subjetivo e enredo simplista? Como se todos os outros games da história fossem altamente complexos. E se for assim, Mario então é a série mais overrated de todos os tempos. ¬¬º

    E sobre você finalizar a série só há pouco tempo, Alexei, antes tarde do que nunca, né?! xD

    Eu lembro que em DKC3 tinha alguma coisa que se você achasse todos desbloqueava um segundo final e terminava o game com 103% ou 105%, acho que eram os Banana Birds se não me engano, e me lembro de ter penado pra achar o último. =)

  2. 2 geraldofigueras 29/12/2008 às 12:46 am

    O povo que fala mal de DKC é o mesmo que deu nota 9.5 pra Mario Sunshine um ano depois ralou o jogo. Ou é gente com falta de convicção ou implicância pura, pois poucos jogos têm tamanha personalidade, parte técnica finíssima e controles tão precisos quanto a série do macacão.

    E concordo, é um absurdo não sair um quarto jogo (64 a parte), mas até onde eu sei o real empecilho se chama Miyamoto. Ele é um tremendo fanfarrão em se tratando de DKC, fala mal pra caramba do jogo (aliás, acho que foi a única vez que vi ele falar mal de um jogo específico). Logo, se o Mago da Nintendo não quer, fica difícil :<

    Ah, e Jungle Beat já deu um gostinho…

    Vou deixar os vídeos pra amanhã, to com sono.

  3. 3 Implante Dentario 29/12/2008 às 1:37 am

    que saudade, eu adorava esse jogo e vcs ?

    Beijos

    Michelle

  4. 4 Platy 29/12/2008 às 1:46 am

    Deu MUITA vontade de jogar um novo depois de brincar na fase do subspace emissary baseada na serie =/

    Realmente ela nao é underated …. PRINCIPALMENTE a trilha sonora … a trilogia (principalmente o 2) tem uma das melhores trilhas de jogos de todos os tempos

    A unica coisa q eu odeio é o fato do donkey kong nao ser jogavel em 2 dos 3 jogos ….q por acaso levam o nome dele =P

  5. 5 Claudio Prandoni 29/12/2008 às 5:42 am

    Realmente, mestre: o making of é bacana, mas perde muito do valor tendo em vista que quase não dão atenção à Rare. Não fosse ela, até hoje a Nintendo estaria relegando o macacão de gravata a trabalhos de segunda categoria.

    Concordo plenamente com o senhor e o tu deve lembrar de longa data o quanto afirmo que DKC 2 é o melhor da série. A variedade de fases é gigante e a presença do mundo secreto é algo de um charme sem tamanho.

    Recordo vagamente de termos usado esse making of de alguma maneira na produção da Continue? Foi isso mesmo? Ou era um making of em texto, que até falava como os produtores da Rare usavam post-its para criar as fases e tal?

    Na espera também por um DKC 4 para DS ou até mesmo WiiWare.

  6. 6 Claudio Prandoni 29/12/2008 às 6:27 am

    Ah, bem lembrado pelo Platy: também acho um absurdo só poder jogar com o Donkey Kong em apenas um dos jogos da trilogia. Ele tinha que aparecer ao menos no DKC3, nem que fosse como secreto.

  7. 7 idiosyncratic idiot 29/12/2008 às 7:21 am

    Engraçado como todo mundo simplesmente ignora o DK64. Ele é muito ruim? Tem pouco a ver com a trilogia original? (pergunto porque nunca joguei).

  8. 8 geraldofigueras 29/12/2008 às 10:03 am

    DK64 é um grande jogo, mas me parece mais um spin off do que parte da série original. Ele é mais um Banjo Kazooie travestido com macacos do que Donkey Kong Country em 3D. E, normal para 90% dos 3Ds lançados para o 64, tem momentos massacrantes de câmera e controle. É top 10 dos jogos que fui até o final e por pouco não pratiquei arremesso de controle.

  9. 9 Platy 29/12/2008 às 1:05 pm

    Tem tb o fato do donkey kong 64 ter o donkey kong, o diddy e …. mais um monte de amiguinhos genericos que dariam inveja ao sonic =P

    Nem a dixie nem o bebe (eu odeio ele, mas ele ainda tem mais carisma =P) dão as caras em momento algum =P

  10. 10 Wesley Pires 29/12/2008 às 4:48 pm

    Ah, Donkey Kong até hoje faz a minha alegria, pois para mim é um jogo que não enjoa nunca. Donkey Kong revolucionou na epoca, com seus personagens num 3d meio 2d, com cenários absurdos e principalmente o senhor David Wise mostrando a que veio. Este senhor, mostrando todo seu talento no DKC2, no qua eu acho a melhor trilha sonora dos 3 DKC (Stickerbrush Symphony destrói), alem de ser o melhor jogo na minha opinião. E apesar das reclamações, eu acho o DKC3 um excelente jogo. Muitos ficam com comparações em cima do 2, esquecendo do primor que é o 3. Voltando á temática musical, a musica que rola no confronto com o K.Rollenstein é um primor. Emocionante como a musica de chefe deve ser. É uma série que deveria ter sido tratada com mais carinho nesses novos consoles.

  11. 11 Alexei Barros 29/12/2008 às 8:40 pm

    @ Rebeca

    Belíssima lembrança das fases aquáticas, Rebeca. Falando nelas, a relaxante “Aquatic Ambiance” ainda é uma das minhas favoritas de todos os tempos.

    @ Geraldo

    Pois é, foi do Miyamoto que surgiu “Donkey Kong Country prova que os jogadores admitem um gameplay medíocre desde que os gráficos sejam bons”. Essa vai junto para a coleção de pérolas que já tem a “…não acho certo quando alguém quer relaxar e jogar um jogo por poucos minutos, tenha que gastar 30 minutos para pegar somente uma estrela (risos)” sobre o Super Mario Galaxy. Discordo frontalmente do mestre Miya.

    @ Platy

    Sempre faço questão de enaltecer as trilhas sonoras. Mesmo no DKC3, que é menos inspirada, tem umas músicas legais, como o tema de chefe. Acho legal que das principais trilhas de jogos da Nintendo, a trilogia DKC é a única com composições de ocidentais, e isso não impediu que os concertos japoneses tocassem as faixas, levando em conta que raramente isso acontece.

    @ Prandoni Kong / Platy

    Concordo plenamente com o pouco caso com o Donkey Kong. Vendo pela trilogia, o macacão apareceu tanto quanto o Kiddy Kong… Sem dúvidas que é meio bobo, mas acho hilário quando ele bate em um inimigo e fica berrando. =P

    @ Prandoni Kong

    Sim, lembro que você sempre disse que o DKC2 é o melhor. Na verdade, esse making of da Continue é em texto mesmo, e conta os bastidores da Rare e Nintendo. É bem mais substancial que em vídeo.

    @ idiosyncratic idiot / Geraldo

    De fato, esqueci completamente do DK64, perdão pela omissão. Mas deve ser justamente por isso: “Ele é mais um Banjo Kazooie travestido com macacos do que Donkey Kong Country em 3D”.

    E você não sabe como me desanimou com essa frase… :(
    “É top 10 dos jogos que fui até o final e por pouco não pratiquei arremesso de controle”.

    @ Wesley

    Também acho o David Wise genial, uma pena que ele não tenha se destacado posteriormente em outros jogos, porque talento tem de sobra.

    “Voltando á temática musical, a musica que rola no confronto com o K.Rollenstein é um primor”.

    Que música é essa mesmo que não estou lembrado?

  12. 12 geraldofigueras 29/12/2008 às 10:06 pm

    A música em questão é Crocodile Cacophony, maravilhosa. Ficaria espetacular orquestrada.

    E a trilha do DKC3 é realmente menos marcante, mas eu entendo isso como a proposta dela. Como o terceiro capítulo tem um clima mais etéreo, a trilha sonora parece quase ambiental, o que casou bem. Mas é claro, comparando lado a lado fica feio pro DKC3.

    Sobre o DK64, é realmente uma pena o desequilíbrio dele. Tem algumas fases enloquecedores, principalmente as aquáticas e um chefe infernal que envolve plataformas. Mas o jogo tem seu valor, e eu sugiro se dedicar algumas horas pra conhecer um pouco dele.

    Sobre o Miya, incontestável sua genialidade, sou fã dele. Mas não é de se surpreender certos momentos dele. Afinal, foi ele quem criou Wii Music…

  13. 13 geraldofigueras 29/12/2008 às 10:07 pm

    Ah, e não podemos nos esquecer de que o brilhante DK Rap surgiu no DK64 hahahaha

  14. 14 geraldofigueras 29/12/2008 às 10:12 pm

    Mestre Barros, antes de jogar, confira algumas faixas do DK64:

    DK Island
    Troff N Scoff
    K Rool’s Mechanical Island
    Snide’s HQ
    Fungi Forest

    E antes que eu me esqueça: vá atrás da trilha de Braid e World of Goo. Eu agarantcho :D

  15. 15 Alexei Barros 29/12/2008 às 10:40 pm

    Como pude me esquecer da “Crocodile Cacophony (K. Rool’s Theme)” após tanto tempo naquela batalha de chefe? Lembro que a faixa aparece no “Donkey Kong Country 2 Medley” da Orquestra Sinfônica Gamer da Universidade de Maryland

    Sobre a trilha do DKC3, vocês podem não achar grande coisa, mas gosto bastante do tema de chefe “Boss Boggie”.

    Também sou fã do Miyamoto, mas acho que ele tem seus momentos de mediocridade, assim como tantos outros gênios.

    Sobre o DKC64, eu não me sentiria satisfeito em apenas testar, ia querer terminar logo. Mas ajudaria bastante se o jogo fosse lançado no Virtual Console… O DK Rap é bem marcante, só uma pena que a trilha que consegui é do álbum Da Banana Bunch: The Original Donkey Kong 64 Soundtrack, e os nomes das músicas não batem com as que você passou. Estou confuso porque existem dois álbuns com as trilhas do DKC64 além desse. =/

    Braid e World of Goo? Procurarei.

  16. 16 Wesley Pires 29/12/2008 às 10:44 pm

    @Alexei
    Cara, não lembrei o nome, mas peguei um video da fase:
    http://br.youtube.com/watch?v=8EOgMeR5ClA

  17. 17 Alexei Barros 29/12/2008 às 10:52 pm

    Ah, então não era a “Crocodile Cacophony” do DKC2 que você se referia. Achei a original: chama-se “Big Boss Blues”. Muito boa também! Mas ainda gosto mais da “Boss Boggie”. =P

  18. 18 geraldofigueras 29/12/2008 às 11:19 pm

    Boss Boggie é realmente excelente, e a Big Boss Blue também (não lembrava dessa). Preciso baixar a trilha do terceiro.

    Sobre o 64, acho que o que tenho aqui é um rip, não é OST. Vou investigar.

  19. 19 geraldofigueras 29/12/2008 às 11:30 pm

    Ah, recém terminei de ver os documentários. É mais propaganda do que qualquer outra coisa, mas achei bem bacaninha, bem editado pros padrões plásticos americanos.

    Enfim, era pra perguntar sobre o disco lançado com os primeiros cartuchos DKC. Creio que tem uns 5 ou 6 remix de músicas do jogo, certo? Nunca achei ele por ai :(

  20. 20 Alexei Barros 29/12/2008 às 11:39 pm

    Eu achei que você ia reclamar das alfinetadas na SEGA no encerramento. :D

    Disco com remixes? Não estou lembrado. Conseguiria localizá-lo no VGMdb?

  21. 21 geraldofigueras 30/12/2008 às 1:22 am

    Pelo contrário, sempre gostei das alfinetadas de ambas as partes! E convenhamos, DKC é melhor que qualquer coisa do 32X e Sega CD mesmo…

    Desconfio que seja esse aqui:

    http://vgmdb.net/album/1515

    Lembro de ver alguns cartuchos com um adesivo na caixa, que dizia estar incluso um CD bônus (assim como fizeram com o Cuts de Killer Instinct).

  22. 22 Alexei Barros 30/12/2008 às 11:15 am

    É, bons tempos das alfinetadas…

    Realmente não sabia da existência do álbum. Vou tentar encontrar, Geraldo.

  23. 23 Yure 06/04/2009 às 10:36 am

    Foi nesse jogo que conheci meu herói de infância e herói até hoje: nunca esquecerei o primeiro jogo em que Diddy Kong apareceu! Mantenho o jogo em meu emulador (se é que posso falar isso) por patrimônio, já que o zerei 101% umas cinco vezes. Por ser meu favorito, foi o único em que me importei de completar e não jogo os seus sucessores. Sinto falta da Rareware; ouvi dizer que foi vendida à Microsoft. Bem, ela deve estar mal com aquele 360… A Nintendo fez umas belas homenagens à série no The Subspace Emissary do Super Smash Bros. Brawl. Realmente, um DKC4 não é impossível, mas temo que seja um sonho distante. Parece que a Nintendo tem medo de fazer a continuação sem a Rare. Bem, eles só precisam de imaginação e do David Wise.

  24. 24 Lulavenera 28/10/2009 às 10:37 pm

    Interessante como essa música “Aquatic Ambiance” parece ser unanimidade. Realmente os caras capricharam, sempre achei essa música uma das melhores trilhas dos jogos de todos os tempos! Bem lembrado ae… Eu queria saber de algum site que tivesse o making of de DK e Killer Instinct.

  25. 25 Fred 01/12/2009 às 7:18 pm

    Overrated é o escambau!!!

    Olha tem uma palavra que define bem a origem de tudo isso: INVEJA!

    O Miyamoto tem é inveja do DKC, depois disso ele caiu muito no meu conceito, uma pena como as pessoas podem ser tão sacanas. =/

    Donkey Kong não tem história?
    HAhahahaha… que grande história que Super Mario tem, hein??
    Mesma coisa de sempre, raptam a princesa e etc, sempre.
    A fama de ter jogos sem história é generalizada da Nintendo e não só de DKC. Isso não é motivo pra dizer que o jogo é supervalorizado.
    Em Donkey Kong pelo menos a gente pelo menos sabe porque tem que ficar pegando bananas pra todo lado. Agora no Mario a gente tem que pegar moedas porque ele é um bigodudo ganancioso filho da mãe.
    Huahuahuahauahuahuahua…

    Deixando as brincadeiras de lado, acho os jogos do Mario sensacionais, e jogo até hoje, mas pra mim a série DKC da de dez a zero.
    Tudo isso é inveja sim, porque a Rare teve liberdade pra fazer o jogo como quisesse e fez coisa muito melhor do que era feita pela cúpula dos produtores da Nintendo. Tanto que depois do jogo a Nintendo comprou 25% dos direitos da Rare (tava lendo uma Nintendo World velha uns dias atrás que falava isso).

    Nunca até hoje vi um jogo tão criativo e empolgante como DK.
    As fases são muito variadas, a gente fica em um mesmo ambiente dependendo do “mundo” mas a forma como se deve passar por cada uma dessas fases é completamente diferente. Corremos pela floresta, nadamos, é fase pulando de corda em corda, escorregando no gelo, andando em cima de um carrinho numa mina….

    Quanto ao gameplay…
    contamos com mais de um personagem jogável, sendo que possuem características diferentes e consequentemente movimentos diferentes, mas que se complementam, pra mim é simplesmente perfeito! (principalmente em DKC2)

    Sobre a música nem vou falar nada pra não humilhar. xD

    Olha… pra quem insiste em falar que DKC é supervalorizado só digo uma coisa, é uma pena. Porque por pirraça deixa-se de aproveitar um dos maiores jogos da história.

  26. 26 Fred 01/12/2009 às 7:32 pm

    Foi mal pelo post gigante, tive que desacarregar tudo…
    E desculpem por estar comentando tão atrasado, mas é porque comecei a companhar o blog há pouco.

    Mas de qualquer forma, eu só concordaria se alguém falasse que DKC é overrated se estivesse falando em comparação com a série Donkey Kong Country.
    Porque o segundo jogo é bem melhor e aprimora tudo que podia ter ficado faltando no primeiro, agora temos metas mais bem definidas a cumprir, mcomo colecionasr as moedas de bônus e moedas de DK, sendo que os criadores tiveram a genialidade de colocar mecanismos pra nos avisar quando conseguimos completar esses objetivos nas fases, de forma que sabemos exatament aonde procurar. Além do que agora temos dicas de Cranky Kong sobre como pegar esses extras, e dicas gerais sobre o jogo com Wrinkly.
    A jogabilidade conseguiu melhorar ainda mais com a introdução da Dixie e a possibilidade de um Kong carregar o outro.
    Só que se formos olhar por aí as notas do primeiro jogo são maiores do que as do segundo.

    De qualquer forma essas notas de sites famosos são uma piada porque são muito viesadas, é só dar uma olhada em como os jogos antigos de uma mesma franquia tem nota muito ruim comparados aos novos, mesmo que sem justificativa. Ou então em quão absurdamente as notas dos editores variam tanto em relação á nota do público e da critica, há um viés extremo, o que é inaceitável em termos de jornalismo. ( E acredito que os jornalistas aqui do blog devem compartilhar dessa mesma decepção)

    A grande questão é que nesses sites geralmente uma ou algumas poucas pessoas dão a nota, e isso fica como se fosse a nota do site, então não tem como não haver um viés.
    É uma palhaçada… =/
    Só quando a nota é decidida publicamente que a gente tem algo mais justo.

  27. 27 Alexei Barros 02/12/2009 às 1:28 pm

    Não se preocupe com as proporções do e-mail, Fred, prefiro muito mais comentários aprofundados do que os que não acrescentam nada (claro que nem todos precisam acrescentar dependendo do post).

    Faço das suas palavras as minhas, eu me revolto quando falam que o DKC é supervalorizado. E eu acho que a grande quantidade de nuances que você citou, e com os animais é muito para ser reduzido a “medíocre”.

    Sobre o que você disse de ser overrated em relação à trilogia, eu já vi muitos sites dizendo isso (inclusive alguns que coloquei o link aí em cima), que o DKC levou toda a fama, mas bom mesmo é o DKC2.

    Eu concordo que o DKC2 seja melhor em todos os quesitos (principalmente por ser mais longo e mais difícil), só que o que pegou no caso do DKC foi o impacto causado pelos gráficos. Quando o DKC2 saiu as pessoas já estavam mais acostumadas. Acho que é um pouco da relação que há entre o Sonic 1 e o Sonic 2. E, apesar de reconhecer que o DKC2 é superior, eu ainda reservo o DKC como meu preferido por todas as lembranças que me traz quando jogo.

    “De qualquer forma essas notas de sites famosos são uma piada porque são muito viesadas, é só dar uma olhada em como os jogos antigos de uma mesma franquia tem nota muito ruim comparados aos novos, mesmo que sem justificativa”.

    É complicado isso. Eu me apegava muito à questão das notas há uns tempos, mas acho que nem vale a pena. Nesse caso especificamente porque não dá para comparar a nota de um jogo X com um jogo Y de cinco anos atrás. No meu modo de entender, a nota é dada para a conjuntura da ocasião, como o jogo é avaliado no mercado naquele momento em que é lançado. Por isso acho meio estranho que os sites e revistas deem notas hoje para jogos do Virtual Console.

    Vou um pouco além: muitas pessoas adoram falar que o FFVII tem gráficos quadradões e ridículos. Poxa vida, naquela época era assim mesmo, não tem como comparar o FFVII com o FFXIII nesse quesito.

    “Ou então em quão absurdamente as notas dos editores variam tanto em relação á nota do público e da critica, há um viés extremo, o que é inaceitável em termos de jornalismo. ( E acredito que os jornalistas aqui do blog devem compartilhar dessa mesma decepção).”

    Essa é uma questão ainda mais complexa, que envolve qualidade e popularidade, gostos pessoais, e nem acho tão inaceitável assim. Não vou conseguir me expressar melhor do que o Gustavo nesse review em relação ao tema.


  1. 1 Comerciais gamers: Donkey Kong Country (GBA) « Hadouken Trackback em 01/12/2009 às 8:27 am

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