VGL 2008: Balanço geral da turnê brasileira

Por Alexei Barros

Findada a passagem do Video Games Live no Brasil, hora das considerações sobre o evento. Sim, não assisti (o show não veio a São Paulo e nem me animei de viajar para as outras cidades), mas há diversas reportagens nos blogs e sites brasileiros e os esperados vídeos no YouTube.

Sempre bati na tecla do repertório inconsistente do VGL – em breve voltarei a bater, calma. Nesse ano, entretanto, me chamou a atenção que as análises (leia, entre outras, aqui, aqui e aqui) passaram a criticar problemas que não existiam anteriormente ou não havia reparado: orquestras incompletas e uso de playback. Como não presenciei, não estou habilitado a comentar mais a fundo. Mas começo a ficar preocupado com a qualidade de um espetáculo que se vangloria de realizar cerca de 50 apresentações por ano pelo mundo, e no afã de ser onipresente, faz tudo aparentemente às pressas.

Depois do Hadouken, vamos ao comparativo dos set lists de 2006, 2007 e 2008, ignorando os segmentos interativos e eventuais adições exclusivas de cada cidade. Apesar de os solos de piano estarem listados, não contei como novidade.

VGL 2006 – Rio de Janeiro (12/11) e São Paulo (19/11)

Ato I

01 Classic Arcade Medley
02 Metal Gear Solid
03 Castlevania
04 God of War Montage
05 Civilization IV Medley
06 Tomb Raider
07 The Legend of Zelda
08 “Liberi Fatali” (Final Fantasy VIII)

Ato II

09 “Hikari” (Kingdom Hearts)
10 Sonic the Hedgehog
11 Warcraft Suite
12 Final Fantasy Medley [piano]
13 Advent Rising Suite
14 Super Mario Bros.
15 Super Mario Bros. [piano]
16 “Athletic” (Super Mario World) [piano]
17 “Type A” (Tetris) [piano]
18 Halo Suite
19 “Finish the Fight” (Halo 3)
20 “One-Winged Angel” (Final Fantasy VII)

VGL 2007 – São Paulo (16/09), Rio de Janeiro (23/09) e Brasília (30/09)

Ato I

01 Classic Arcade Medley
02 Metal Gear Solid
03 Sonic the Hedgehog
04 Chrono Cross [piano]
05 “Type A” (Tetris) [piano]
06 “Operation Market Garden” (Medal of Honor: Frontline)
07 Civilization IV Medley
08 Tron Montage
09 “Liberi Fatali” (Final Fantasy VIII)
10 The Legend of Zelda

Ato II

11 “Hikari” (Kingdom Hearts)
12 Beyond Good & Evil
13 Warcraft Suite
14 Final Fantasy Medley [piano]
15 Myst Medley
16 Starcraft II
17 Super Mario Bros.
18 Super Mario Bros. [piano]
19 “Athletic” (Super Mario World) [piano]
20 Halo Suite
21 “Finish the Fight” (Halo 3)
22 “One-Winged Angel” (Final Fantasy VII)

Excluídos: Castlevania, God of War, Tomb Raider e Advent Rising.
Novidades: Medal of Honor, Tron, Beyond Good & Evil, Myst e Starcraft II.

VGL 2008 – Brasília (28/09), Curitiba (02/10) e Rio de Janeiro (05/10)

Ato I

01 Classic Arcade Medley
02 Metal Gear Solid
03 God of War Montage
04 Harry Potter and the Order of the Phoenix
05 Sonic the Hedgehog
06 “Terra’s Theme” (FFVI) [piano]
07 “At Zanarkand” (FFX) [piano]
08 “Scars of Time” (Chrono Cross) [piano]
09 Mass Effect
10 Metroid
11 The Legend of Zelda

Ato II

12 “Hikari” (Kingdom Hearts)
13 Crysis
14 Warcraft Suite
15 Diablo III *
16 Super Mario Bros.
17 Super Mario Bros. [piano]
18 “Type A” (Tetris) [piano]
19 Super Smash Bros. Brawl [piano]
20 Halo Suite
21 Halo 3
22 “Finish the Fight” (Halo 3)
23 “One-Winged Angel” (Final Fantasy VII)
24 Castlevania Rock

* Não executado em Brasília.

Excluídos: “Liberi Fatali” (FFVIII), Medal of Honor, Tron, Beyond Good & Evil, Myst, Starcraft II e Civilization IV.
Novidades: Harry Potter, Mass Effect, Metroid, Crysis, Diablo III e Halo 3.

– A renovação no repertório foi anunciada como uma das principais novidades, a ponto de 50% das músicas serem inéditas no Brasil; 50% deveria representar um ato totalmente novo (algo em torno de dez faixas), não somente seis: Harry Potter, Mass Effect, Metroid, Crysis, Halo 3 e Diablo III. Pior ainda foi o público de Brasília, onde esse último segmento nem foi executado por problemas técnicos… Falando nisso, se alguém que viu no Rio de Janeiro ou Curitiba me disser em que momento do show apareceu Diablo III, agradeceria imensamente, pois não consegui encontrar a informação. Obrigado pela informação, Orakio Rob!

– Quando escrevi o lembrete, cogitei as inserções não confirmadas de Command & Conquer: Red Alert, Conan, Lair, Jade Empire e BioShock, baseado no que vi no YouTube das apresentações pelo mundo. Ainda tento entender por que causa, razão, motivo ou circunstância BioShock não foi tocado, uma vez que o jogo e da música são fabulosos;

– Não entendi a razão para o Michael Goluck Gluck tocar praticamente as mesmas músicas do Martin Leung nos anos anteriores. O Piano Squall deveria mostrar o seu incrível “Final Fantasy Battle Medley”, que é bem diferente, quiçá melhor que o do Leung;

– O mesmo que venho dizendo há tanto tempo: é explícita a preferência pelos jogos ocidentais recentes. Metroid é um caso raríssimo: game japonês e clássico. Do que adianta sonhar com Street Fighter II – talvez a sugestão mais unânime de todas –, se nunca o VGL vai tocar? Quem vai fazer o arranjo? Digo isso porque os segmentos de Mario, Zelda e Metroid são baseados em orquestrações antigas, todas feitas para a série Orchestral Game Concert (1991-1995) no Japão. Não há arranjos novos e exclusivos para games antigos;

– Lembro, com o risco de ser repetitivo, que o Video Games Live não é o único concerto de game music do planeta.  Compreensível que seja o mais famoso, afinal o show veio ao Brasil três vezes e bateu a marca de 2000 vídeos no YouTube, enquanto os outros mal tem registros públicos na Internet, e nem tem gravações oficiais à venda. Mas me sinto na obrigação de relembrar os principais espetáculos que volta e meia falo aqui para mapear os concertos e mostrar o mundo que há além do VGL:

+ A Night in Fantasia (Austrália): com edições na Oceania de 2003 a 2007, não passava no início de um concerto de Final Fantasy e músicas de animes. Com o tempo, a Orquestra Sinfônica Eminence incorporou outros jogos, como Shadow of the Colossus, Ace Combat 5, Legend of Mana, Tales of Legendia e Xenosaga: Episode I. Foi o primeiro a tocar Symphonic Poem “Hope” (FFXII) [link da original]. Hoje, a equipe liderada pelo violinista Hiroaki Yura participa das trilhas sonoras originais dos jogos, como Soulcalibur IV e Valkyria Chronicles;

+ Press Start ~Symphony of Games~ (Japão): a meu ver, o melhor de todos por conta da ousadia – não à toa é o único com categoria própria. Possui uma equipe de arranjadores talentosos que produzem orquestrações exclusivas de jogos que injustamente não foram aproveitados pelos outros concertos: Romancing Saga, Zone of the Enders: 2nd Runnder, Ys, ICO, LocoRoco, Wild Arms, Baten Kaitos, Professor Layton, Mega Man 2, Samurai Shodown… O primeiro e até agora único a tocar Super Smash Bros. Brawl;

+ Symphonic Game Music Concert (Alemanha): realizado de 2003 a 2007 antes da Games Convention, é um concerto eclético, que mescla jogos norte-americanos, europeus e japoneses. Produzido por Thomas Boecker, ocasionalmente tem arranjos do Yuzo Koshiro, como “End Credits” (New Super Mario Bros.), “Actraiser Medley” e “The Revenge of Shinobi Suite”. Foi o primeiro a executar a “Dancing Mad” (FFVI) em versão orquestrada;

+ PLAY! A Video Game Symphony (mundo): tem proposta parecida com a do VGL, pois faz apresentações em diversos locais do planeta, porém com a diferença fundamental que é muito mais um concerto do que um show. Foi o primeiro a integrar Super Mario Galaxy no repertório, que ainda possui Shenmue, Chrono Trigger & Cross, Shadow of the Colossus, Silent Hill 2, Mario, Zelda, Kingdom Hearts, Sonic the Hedgehog, Blue Dragon, Lost Odyssey… Eventualmente os arranjos do Symphonic Game Music Concert são aproveitados. Só falta fazer visita ao Brasil.

17 Responses to “VGL 2008: Balanço geral da turnê brasileira”


  1. 1 Orakio Rob 07/10/2008 às 9:44 pm

    Gostei do post. Fui ao Video Games Live no Rio e gostei bastante. Diablo III entrou depois de World of Warcraft.

    Eu postei sobre o VGL 2008 lá no meu blog (http://gazetadealgol.com.br/gagagames/?p=567), mas não tive a intenção de fazer uma análise aprofundada como a sua. Na verdade, decidi me focar no fator nostalgia mesmo, que é o mote do meu blog. Gostei porque o show despertou várias emoções em mim, mas se fosse para falar da parte técnica, acho que concordaria com boa parte do que você escreveu.

    Só uma observação sobre os outros concertos que você citou: não é de se admirar que não sejam badalados por aqui. Eu mesmo, que amo gamemusic, só soube que eles existiam pelo Hadouken. Não há vídeos, se não me engano não há discos, e aí fica complicado. Acredito que eles sejam bem melhores que o VGL, só pelo setlist já se nota, mas não acho justo compararmos esses espetáculos. Justamente para ser mais popular e poder alcançar um público maior, o VGL precisa abrir mão de certas coisas, o que leva aos problemas que você citou de orquestras incompletas, por exemplo. Os outros são maravilhosos, mas jamais vão correr mundo. Vão ser para sempre privilégio de japoneses e europeus.

    Bom… você acredita em reencarnação? :-)

  2. 2 Alexei Barros 07/10/2008 às 10:42 pm

    Opa, Orakio, como já comentei com você, falou em nostalgia, falou comigo! Uma pena que o quesito nostálgico seja tão pontual no VGL como os segmentos que você bem apontou no texto. Para mim, “Classic Arcade Medley” e Sonic (uma obra-prima), são os pontos altos das velharias, mas lamento que acabe nisso.

    “Justamente para ser mais popular e poder alcançar um público maior, o VGL precisa abrir mão de certas coisas, o que leva aos problemas que você citou de orquestras incompletas, por exemplo”.

    Orakio, você tem razão, chega até a ser injusto comparar. O problema é que o VGL falha nesses pormenores (como a ausência do BioShock) e poderia ser melhor com o que oferece, a começar por uma maior variação nas músicas de piano.

    Sobre os outros concertos, todos sofrem com os problemas de direitos autorais. Do Press Start não há vídeos nem registros oficiais, mas se você clicar na categoria é possível ouvir gravações amadoras de todas as faixas das apresentações de 2006 e 2007, caso ainda não tenha ouvido. Sinceramente, não há outro espetáculo que defina melhor o significado da palavra “nostalgia”. Do A Night in Fantasia há alguns vídeos no YouTube e do Symphonic Game Music Concert tinha, porém foram apagados. Já do PLAY! A Video Game Symphony, haverá o CD e o DVD, anunciados para esse ano ainda. E não acho impossível de o concerto vir ao menos uma vez no Brasil, pois já passaram por vários países pelo mundo.

  3. 3 Eric 07/10/2008 às 10:50 pm

    O PLAY! poderia muito bem vir ao Brasil, realmente. Eles já fizeram várias turnês mundiais. Agora, meu sonho mesmo é ver a Eminence tocando The Opened Way ~ Battle With Colossus ao vivo.

  4. 4 Alexei Barros 07/10/2008 às 10:52 pm

    Nem que tenhamos que viajar para a Austrália, Eric! :D Isso que no A Night in Fantasia 2007 tocaram três músicas seguidas do Shadow.

  5. 5 Orakio Rob 07/10/2008 às 11:08 pm

    “E não acho impossível de o concerto vir ao menos uma vez no Brasil”

    De repente o sucesso do VGL por aqui ajuda. Quando o VGL veio pela primeira vez, pensei que ia perder dinheiro, achei um ato insano dos organizadores, mas felizmente eu estava enganado e deu certo. Acho que a vinda anual do VGL ao Brasil mostra que podemos ser incluídos nesse circuito, e pode acabar contribuindo para a vinda de outros espetáculos. Vamos torcer.

  6. 6 Alexei Barros 07/10/2008 às 11:28 pm

    Assino embaixo, Orakio. Fazer um concerto de game music no Brasil não é mais uma loucura como se podia imaginar há alguns anos.

  7. 7 Ryunoken 07/10/2008 às 11:37 pm

    Belo post, Alexei. Muito esclarecedor como sempre. E obrigado pelo link. Agora, as observações e perguntas:

    Bati nessa tecla lá nos meus posts: Quando será que vem outro concerto para o Brasil? E, pensando nisso, acabei indo mais longe: Seria possível o surgimento de um espetáculo Brasileiro nesse sentido?

    Acho que é uma ótima bandeira pra ser levantada pelos blogs. Pode começar uma coisa simples, já que envolve muita coisa: Infra-Estrutura, patrocínio, organização… Vejamos: Poderíamos começar com uma festa-show ou evento “a la convenção de fãs”, com alguns stands de patrocinadores, lojas, algumas atrações, e as inevitáveis competições de Guitar Hero e maquinas de Pump pra entrar no clima musical… De início, como participantes, me vem a cabeça o MegaDriver, o 8 bits Instrumental e o Lucas, que tocou violão na VGL passada. Poderíamos tentar também amealhar algum convidado internacional, mesmo que amador (ou semi-profissional). Que fosse da américa latina mesmo. Alguém aí tem mais alguma idéia mais modesta para um começo?

    Minha segunda constatação: O Brasil pode ter, sim, espaço para concertos com menos cara de evento, como me parece ser o A Night in a Fantasia… porém, acho que o que faria mais sucesso aqui mesmo são esses eventos multimídia, com participação do público, segmentos interativos…

    Como são esses outros eventos? Qual você acha que faria mais sucesso por aqui? Qual se aproxima mais de um recital normal, e qual se parece mais com o que conhecemos na VGL? Acha válido uma enxurrada de e-mails demonstrando o interesse dos brasileiros para os organizadores?

    Afinal, empresas como a Yamato, responsável pela Animefriends, consegue trazer anualmente alguns artistas do japão para cantar os temas de animes por aqui. Acredito que algo pode ser feito.

    Escrevi meio rápido, revisei meio rápido também. Espero não ter sido muito confuso.

  8. 8 Alexei Barros 08/10/2008 às 12:07 am

    Magina, Ryunoken, vamos por partes:

    – Como disse acima, dos que citei, apenas o PLAY! A Video Game Symphony é viável. Quem sabe eles não se animam com mensagens, se bem que não adianta nada sem patrocínio. Os outros três fazem somente performance locais. Viajando bastante, talvez o Distant Worlds – music from Final Fantasy, que tem os mesmos organizadores do PLAY! e iniciou uma tímida turnê mundial;

    – Um show 100% brasileiro com bandas de fãs da maneira que você descreveu não acho impossível. De certa forma aconteceu no Arena Gamer Experience 2006 em São Paulo, inclusive com o MegaDriver, e se não me falhe a memória já ocorreu em outros estados brasileiros eventos similares. Agora um concerto organizado inteiramente no Brasil, com orquestra, coral, participação dos compositores japas e tudo mais, como diria o Geraldo, é mais fácil a Sega fabricar um novo console…

    – Como não vi nenhum desses ao vivo, não posso dizer com precisão, mas pelas diversas impressões que li em sites gringos, o Symphonic Game Music Concert e o A Night in Fantasia são concertos eruditos mesmo, e não shows. Difícil dizer qual o estilo de apresentação que o brasileiro gosta mais, mas a minha hipótese é à la VGL.

    – E acho que o Press Start eu acredito que faria mais sucesso porque a cultura gamística brasileira está muito relacionada com a japonesa, e o repertório seria mais condizente com o público local: em vez de Halo, Advent Rising, Myst e Mass Effect, aposto que as pessoas se empolgariam muito mais com jogos como Wild Arms, Mega Man 2, Chrono Trigger e Super Mario Galaxy.

  9. 9 Farley 08/10/2008 às 8:57 am

    Não tenho muito o que adicionar, o post está bem completo mesmo. Só reforço o fato de ser uma pena que composições ocidentais sejam preferidas, como o Alexei falou em um dos comentários composições de jogos japoneses seriam mais interessantes pro pessoal do Brasil.

  10. 10 geraldofigueras 08/10/2008 às 10:06 am

    Uma pena que o VGL já tá ficando batido, três anos seguidos com o repertório extremamente parecido. Ainda assim, é um modelo que agrada aos brasileiros (o pessoal fica empolgadaço com luzinhas piscando). E sim, mais jogos japoneses no repertório!

    E por favor, Harry Potter é livro ou filme, não jogo. Vão tocar Bioshock, po!

    Ou aproveitando a presença ilustre do Orakio, vão tocar um Dungeon Medley de Phantasy Star po!

  11. 11 Lucas Patricio 08/10/2008 às 10:32 am

    Michael Gluck, gostei desse cara XD

  12. 12 Alexei Barros 08/10/2008 às 10:46 am

    @ Patrício

    Não por menos, ele faz propaganda de graça para o blog! :D

    @ Farley

    Confesso a você que as músicas desses jogos da Blizzard representados no VGL (Starcraft II, Diablo III e Warcraft) não me apetecem, mas não nego que são extremamente populares por aqui, e por isso o público se empolga bastante. Mas respeito. Agora esses segmentos bizarros, como Tron, Harry Potter… =/

    @ Geraldo

    “o pessoal fica empolgadaço com luzinhas piscando” HAHAHAHAHAHA!!!!

    Justamente por conta da renovação limitada no repertório, tenho percebido que, no geral, quem vai pela primeira vez no VGL acha fantástico (como eu achei em 2006, apesar de já sentir a falta de várias músicas), na segunda a falta de novidades sobressai e na terceira as falhas começam a ficar em relevo.

    “Dungeon Medley”… Imagino que você se refere ao Phantasy Star Collection: Sound Collection I? É fantástico! E isso que não conheço a série. E gosto ainda mais da melodia envolvente do “Field Medley”. Não estranhe se Phantasy Star surgir nos próximos Press Start. :D

  13. 13 Hunterpiro 09/10/2008 às 4:27 pm

    Show de bola!! Deve ter sido fantástico!!!

    Agora por favor, será que poderiam dar uma forcinha para tentar trazer a VGL para a capital de Santa Catarina, Florianópolis?

    Acho que é só fazer um pouco mais de barulho AQUI.

  14. 14 Eric 09/10/2008 às 9:34 pm

    @ Geraldo

    WTF Phantasy Star Dungeon Medley OMFG!!1!!!!111! o.O


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