Spore: a última fronteira…

Por Claudio Prandoni

Post com cara de “Meu querido diário…”, mas quero compartilhar minha perplexidão e orgulho com os amigos leitores. Hoje finalmente cheguei à fase espacial do Spore – mais por relapsidão e falta de dedicação do que exatamente pelo jogo ser complicado ou demorado, pelo contrário.

Exploro o infinito e além com o bólido interestelar logo acima, a máquina perfeita para transpassar a última fronteira. Aliás, é justamente sobre isso que quero comentar: a aparente imensidão sem fim. A surpresa foi imensa ao contemplar a quantidade absurda de pontinhos luminosos, cada um representando uma galáxia cheia de planetas, luas, sóis e cometas. Tá certo que não há muito a fazer além de explorar, analisar e capturar animais e plantas alienígenas e negociar com outras civilizações.

De qualquer maneira, enfim encarar na íntegra a sensação de criar um bicho desde sua fase celular e acompanhá-lo até esta nova etapa foi algo impressionante. Se fez valer a espera de mais ou menos 8 anos e se faz jus a todo o hype eu já não sei, mas que é bacana isso é.

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