Turnabout Hadouken


Por Alexei Barros

Depois de três ou quatro meses de jogatinas ininterruptas, socos na mesa, dedos na cara, litros e litros de suor, objeções e apresentações, finalmente concluí os quatro anos de Bacharelado em Ciências Jurídicas Ace Attornianas, ou seja, terminei na seqüência Phoenix Wright: Ace Attorney, PW: AC – Justice for All, PW: AC – Trials and Tribulations e Apollo Justice: Ace Attorney.

Antes, o meu conhecimento da série se resumia ao âmbito musical, com os álbuns Gyakuten Saiban Orchestra Album ~Gyakuten Meets Orchestra~ e Gyakuten Saiban Jazz Album ~Gyakuten Meets Jazz Soul~, sabendo que o grande Noriyuki Iwadare era o principal nome por trás dos arranjos. Havia visitado os tribunais o suficiente para escrever reviews curtos dos dois mais recentes e o encanto foi imediato quando vi certo promotor estapeando com altivez o seu vistoso topete e um advogado novato testando os limites de decibéis do grito de OBJECTION!. Queria conhecer a série por completo, de ponta a ponta, do começo ao fim, de Phoenix Wright a Apollo Justice.

Após elogios incessantes dos advogados Prandoni e Geraldo, fui intimado a comparecer ao júri com regularidade. Suponho que só consegui fechar os quatro pela facilidade de poder salvar a qualquer momento e ser muito fácil retomar o fio da meada, além do que as histórias incitam a descobrir o veredicto o mais rápido possível nem que por isso horas de sono e prazos de textos sejam sacrificados.

Foram quatro e poderiam ser oito. Eu não me importaria. A corriqueira crítica da escassez ou ausência completa de novidades sempre que surge uma seqüência – às vezes, cega, infundada e injusta, como se cada jogo lançado tivesse que revolucionar o mundo – não se aplica (ou não se aplicou até agora ao menos) à Ace Attorney. Grosso modo, a fórmula de Trials and Tribulations é idêntica a de Justice for All, que por sua vez introduziu somente a possibilidade de apresentar fotos e a concepção do Psyche-Lock à mecânica do original, mas os meandros são tão bem concatenados que superam qualquer ameaça de tachá-lo de caça-níquel. Evidente que chega uma hora em que se criam certos clichês, como o fato de sempre um caso estar relacionado a outro antigo e a cena do crime não ser aquela que se imaginava a princípio. E os personagens então? Não me lembro de outra série com tantas pessoas engraçadas, carismáticas e memoráveis. Metal Gear Solid tem Fatman ou The Fear como exemplos de mazelas, Final Fantasy, Cat Sith ou Quina Quen, já Ace Attorney não tem figuras inexpressivas.

Poderia então fazer uma seleção dos melhores personagens, diálogos, piadas músicas, piadas, promotores, advogados. Preferi o óbvio: os dez melhores casos. E alerto. Não tem como falar deles sem estragar as surpresas. Escrevo para quem também passou por todas as mesmas trilhas tortuosas da advocacia virtual pela qual fui acometido e, por isso, o texto a seguir está efervescendo em spoilers, apesar de não contar todas as histórias. Não leia caso não tenha terminado. Foco mais nas justificativas por cada escolha.

E que venham logo Gyakuten Kenji e Gyakuten Saiban 5!

HOLD IT!

ATENÇÃO, SPOILERS A SEGUIR

Antes dos dez escolhidos, lamento profundamente que dois tenham ficado de fora: Turnabout Big Top, terceiro do Justice for All, que possui Moe, o palhaço sem graça mais hilário de todos os tempos, o ventríloquo gago Benjamin Woodman e o boneco pilantra Trico; e Turnabout Memories, primeiro do Trials and Tribulations, vulgo o segundo caso da carreira de Mia Fey em que ocorre a devastação capilar de Winston Payne (“M-M-My HAAAAAAAAAAIIIIRRR!! IT-IT-IT’S FLYYYYYIIIIIIIING OOOOOFFFFFFFFFFFFFFFF!! MY BEAUUUUUUUTIFUL HAIR!!”).

TAKE THAT:

10 – Reunion, and Turnabout (segundo do PW: AC – Justice for All)

Importante por várias razões: é nele que Phoenix conhece a simpática garotinha Pearl Fey e a sua maquiavélica mãe, Morgan Fey, e se depara pela primeira vez com a impiedosa Franziska von Karma e o indefectível chicote. Como no Turnabout Sisters do primeiro, Phoenix está em um ambiente próximo do assassinato e não chega a presenciar o homicídio. A grande sacada do caso, que você descobre durante o julgamento, é que a enfermeira Mimi Miney aproveitou-se de um acidente automobilístico para trocar de identidade com a sua falecida irmã Ini Miney. Isso só é possível ao reparar em um depoimento dado a um jornal, em que Ini, que todos achavam ser Mimi na ocasião, dissera que havia conseguido se libertar dos destroços saindo pela porta da direita e a irmã, Mimi, que se acreditava ser Ini, ficou presa no banco da esquerda. O problema é que o veículo do desastre era inglês, ou seja, com o banco do motorista na direita, o que foi fundamental para Phoenix perceber quem ela era na verdade. Neste também estreou o “médico” da clínica Hotti, aquela figura banguela abjeta.

09 – Turnabout Serenade (terceiro do Apollo Justice: Ace Attorney)

O caso gira em torno da apresentação da canção “The Guitar’s Serenade”, uma composição do roteirista e diretor de Ace Attorney, Shu Takumi. As melhores partes, a meu ver, são aquelas em que, pela primeira vez na série, o áudio é aproveitado para solucionar contradições graças à mesa de som utilizada por Apollo, permitindo controlar o volume de cada instrumento independentemente. Foi fácil descobrir quem errou na guitarrística “Guilty Love” (ela me lembra Mega Man X), mas confesso que eu me compliquei todo na hora de provar em qual parte o pianista Machi tocou com uma mão para ter a outra livre a fim de atear fogo no violão do promotor e cantor Klavier Gavin. Genial também é a descoberta de que a artista Lamiroir e não Machi, como se supunha, possuía deficiência visual. Ambos são naturais do país fictício, Borginia, cujo idioma no jogo é representado por símbolos (notou que um deles é uma silhueta fazendo o gesto do Hadouken?), o que remete diretamente à língua bizarra de Yorda em ICO.

Por fim, a mácula dessa história reside justamente onde não poderia: na CG da performance da música. Se ela fosse do GBA eu até poderia entender a baixa qualidade, mas estamos falando do DS (o Apollo Justice foi o primeiro capítulo especialmente feito para o portátil de duas telas), que já exibiu cenas em computação gráficas esmeradas, como a Square Enix cansou de mostrar com Final Fantasy III, IV e Crystal Chronicles: Ring of Fates. Animações truncadas e desconjuntadas (Machi tocando piano sem movimentar as mãos é algo constrangedor) e personagens porcamente representados por modelos poligonais esquálidos (o promotor Gavin está quase irreconhecível) só me fazem chegar a conclusão: voltamos aos tempos das CGs do Final Fantasy VII. Mentira. De Resident Evil. Do primeiro… Destoa de tudo.

08 – Turnabout Trump (primeiro do Apollo Justice: Ace Attorney)

Geralmente os casos iniciais são mais simples, para não falar bobos. Mas o Turnabout Trump joga essa maldição para o limbo, dando início a uma nova era que acontece sete anos depois do predecessor. Phoenix Wright abandona o terno e gravata, a advocacia e o bom humor. Agora vestindo um agasalho e uma touca PaPa, é um sujeito taciturno. Virou um pianista que mal sabe tocar o instrumento e excelente jogador de pôquer. Entregou o bastão de protagonista para o novato Apollo Justice, que possui um misterioso bracelete em seu pulso esquerdo. A maior reviravolta, a de que o mentor de Apollo, Kristoph Gavin, não só estava no local do homicídio, como foi o assassino é enriquecida pela maneira como ele matou o misterioso viajante Shadi Smith, com uma garrafada na cabeça depois que a vítima virou a cadeira para trás. Uma história rocambolesca que fará todo o sentido após terminar o jogo… Menção honrosa para a presença de Winston Payne na promotoria, mais calvo ainda do que quando foi visto pela última vez e exibindo seus mullets.

07 – Turnabout Samurai (terceiro do Phoenix Wright: Ace Attorney)

Aqui começou a lenda do Steel Samurai, o guerreiro da Nova Velha Tóquio. Também introduz a verborrágica segurança Wendy Oldbag, o agitado fã do herói Cody Hackins, e o diretor do seriado, Sal Manella, que se comunica em internetês (LOL). Cria-se um mistério em torno da foto da câmera de segurança, que flagrou alguém vestindo a fantasia do Steel Samurai e ainda por cima com a perna machucada para se passar pelo ator do herói, Will Powers, que havia se contundido. Na verdade, esse alguém era a própria vítima Jack Hammer. Enfim, Turnabout Samurai é um clássico.

06 – Turnabout Beginnings (quarto do PW: AC – Trials and Tribulations)

Em forma de flashback, o caso de estréia de Mia Fey e também de Miles Edgeworth serve de prelúdio para o fantástico Bridge to the Turnabout. Impossível não perceber que Edgeworth, ainda novo, está com todos os trejeitos do seu mentor Manfred von Karma. Os braços cruzados, a cabeça baixa e olhos fechados, a negativa com a mão esquerda… Sensacional. Na companhia de Mia, o advogado Diego Armando (Maradona?), muito parecido com certo promotor viciado em café… Aqui, pela primeira vez, também há um outro juiz (a expressão de surpresa dele é impagável), irmão mais novo do costumeiro, que só havia feito uma breve aparição no julgamento do Luke Atmey (Zvarri!) no The Stolen Turnabout. É relativamente breve, já que não há investigação, apenas transcorre na corte. Emociona. Causa impacto e encerra com o trágico suicídio do acusado Terry Fawles.

05 – Farewell, My Turnabout (quarto do PW: AC – Justice for All)

Em todos os casos anteriores, Phoenix sabia ou suspeitava pelo menos que o seu cliente era inocente. A situação aqui é um pouco diferente: ele é obrigado a defender na corte o ator Matt Engarde a pedido de um sujeito que seqüestrou Maya. A reivindicação: Engarde deveria ser declarado livre da culpa em apenas um dia para libertar a jovem azarada. O indivíduo que cometeu o rapto deu um tiro no braço da promotora Franziska para afastá-la do caso, só que no lugar dela, Miles Edgeworth, em retorno triunfal (o jogo diz que ele não aparecia desde Turnabout Goodbyes, mas depois da inclusão de Rise from the Ashes no primeiro capítulo ocorre uma patente incongruência).

A necessidade de apressar o julgamento cria uma tensão em Phoenix, ainda mais depois que descobre que Engarde na verdade era o mandante do crime (a revelação ocorre com Engarde virando o topete para trás, deixando uma cicatriz no olho direito à mostra, e segurando uma taça de vinho que surgiu sabe-se lá de onde) e o seqüestrador, o real assassino. Se Engarde for declarado culpado, Phoenix encontra a verdade, faz o certo, porém Maya não será devolvida, ao passo que se for inocentado, Maya será libertada, só que ele não ficará bem consigo mesmo ao saber que protegeu um criminoso. Nesse dilema surgem passagens engraçadíssimas no momento em que o facínora depõe no tribunal via rádio. Em certo momento, Phoenix pergunta sem maldade alguma ao homicida o quanto cobrava pelo serviço e o juiz acha que ele quer matá-lo. No final, tudo se resolve: Maya é solta e Phoenix perde pela primeira vez.

04 – Turnabout Succession (quarto do Apollo Justice: Ace Attorney)

Em resumo, explica a dúvida que fica no ar desde o início do Apollo Justice: por que Phoenix Wright perdeu o emblema e o direito de exercer a sua profissão sete anos atrás? Antes de responder a pergunta, vem à tona a morte do pintor Drew Misham, que teria sido envenenado pela sua própria filha, Vera, uma ocorrência que está totalmente relacionada com o infortúnio do passado. O ápice do caso, como não poderia deixar de ser, é o fabuloso flashback que narra o fatídico caso que comprometeu a carreira de Phoenix. Com isso, retornam as maravilhosas músicas do primeiro jogo e até mesmo os gráficos de GBA, além de alguns personagens (estava com saudades do Detetive Gumshoe e me surpreendi com a aparição do policial maluco Mike Meekins, vindo diretamente do Rise from the Ashes). A resposta: Phoenix apresentou ao juiz uma evidência forjada sem saber disso. Passeando pelo passado e presente (o jogo não explana como isso é possível) e desbaratando fechaduras psíquicas com a Magatama, Phoenix descobre que tudo não passava de uma arapuca de Kristoph Gavin, em represália por ter sido dispensado por seu cliente após perder uma partida de pôquer – o tal cliente havia chamado Phoenix em seu lugar. Fica a pergunta: se a razão para ele parar de advogar não foi culpa sua, por que a abolição não foi revista?

Entretanto, minha maior decepção é a implementação do júri popular, que poderia ser uma novidade importante. Desperdício de potencial completo. Nem para mostrar quem eram as pessoas escolhidas (com exceção da última, que era a Lamiroir)… Deveriam ser mostrados personagens antigos, novos, alguém. Ah, também senti um certo déjà vu na disputa pelo legado de Magnifi Gramarye, tema semelhante do conflito central do clã Fey na trilogia Phoenix Wright.

03 – Turnabout Goodbyes (quarto do Phoenix Wright: Ace Attorney)

Um nome: Manfred von Karma. A única vez em que aparece o promotor que nunca havia perdido um caso em 40 anos de carreira. Seu grito de OBJECTION! é o mais assustador de todos, tanto é que o juiz se intimida com as solicitações e estalos dos dedos. No banco dos réus, Miles Edgeworth, outrora adversário de Phoenix nos casos Turnabout Sisters e Turnabout Samurai e discípulo do próprio von Karma. Por que afinal Phoenix vai defender Edgeworth? Um fantástico flashback não-jogável explica que os dois e o tapado Larry Butz estudavam na mesma escola e eram amigos de infância. Phoenix foi inspirado por Edgeworth quando todos o acusaram de ter roubado o dinheiro do seu colega, enquanto ele, mesmo sendo a vítima, disse que não poderiam incriminá-lo pois não havia prova.

A animação do início do caso mostra ser impossível Edgeworth não ter cometido o assassinato de Robert Hammond. Os dois estavam sozinhos em um barco no meio do Lago Gourd. Edgeworth é visto com uma arma na mão, dois tiros são ouvidos e Hammond é morto. No desenrolar dos fatos, surge o incidente DL-6, em que Edgeworth acreditava ter matado o seu próprio pai Gregory com um tiro em um elevador, ao tentar apartar uma briga dele com o Yanni Yogi. Na verdade, era von Karma que o havia matado apenas porque, por culpa de Gregory, ele havia recebido a única penalidade em sua trajetória. Impagável quando o papagaio Polly é chamado para testemunhar e, após dois grasnidos, o juiz diz que é o depoimento mais sucinto que ele já viu.

02 – Bridge to the Turnabout (quinto do PW: AC – Trials and Tribulations)

Encerramento incrível da dinastia Phoenix Wright na série com uma sucessão de reviravoltas, perdoe-me o clichê, de tirar o fôlego. Após Phoenix ter despencado nas águas e ficar enfermo, entrega o emblema e a Magatama a Edgeworth, que aceita o pedido de defender a moça Iris do assassinato da escritora Elise Deauxnim sem titubear – seria em retribuição pelo Turnabout Goodbyes? Como Godot quer enfrentar Phoenix e somente o advogado de cabelo espetado, ele se afasta. Sem promotor para confrontar Edgeworth, não há como ter julgamento… Quando se ouve um chicote. Franziska von Karma surge do nada para resolver o problema. E durante essa primeira parte dá para ficar bastante otimista com Gyakuten Kenji, já que Edgeworth investiga o acontecimento na companhia do Detetive Gumshoe – não sei o que fizeram aqui, mas nesse caso em especial, Gumshoe está ainda mais engraçado, com piadas a torto e a direito sobre a dieta de macarrão instantâneo e o salário ridículo. Ao mostrar a Magatama para o detetive, chega a colocá-la na boca e engasga, achando ser um doce. Hilário! Quando Phoenix se recupera, ele retoma o posto e Godot também. Talvez seja a história com o maior número de referências a casos pregressos: Turnabout Sisters e Turnabout Goodbyes do primeiro, Reunion, and Turnabout do segundo, e Turnabout Memories e Turnabout Beginnings do terceiro. Explica todas as intrigas do clã Fey e também a verdade por trás de Godot, que no fim das contas é o verdadeiro homicida. Perceber que só ele poderia ser o assassino pelo fato de não enxergar o vermelho em fundo branco é um dos pontos altos do caso.

01 – Rise from the Ashes (quinto do Phoenix Wright: Ace Attorney)

Por mais que o elenco de Bridge to the Turnabout seja imbatível, nenhum outro caso dos sucessores me transmitiu a sensação de magnitude de Rise from the Ashes – curiosamente o único da série sem o vocábulo “Turnabout” no título. A quantidade de provas chega a ocupar três ou quatro [cinco, na verdade, como o Geraldo me lembrou] páginas do inventário em três acontecimentos interligados (dois deles acontecem concomitantemente) no maior caso em termos de duração. Novos personagens tão bons quanto os antigos são inseridos, como os detetives Jake Marshall e Angel Starr, o policial Mike Meekins, o chefe de polícia Damon Gant e as irmãs Lana e Ema Skye, que em apenas um caso conseguiu ser tão engraçada (para mim até mais) do que a Maya em três jogos na companhia de Phoenix. Os novos recursos são implementados soberbamente, acrescentando elementos detetivescos à advocacia como o Luminol para achar manchas de sangue (ao ver o líquido azul após a reação química o Detetive Gumshoe achou que era o sangue de um alienígena…), o pó de alumínio para encontrar impressões digitais (aquela parte do almoxarifado é muito bem bolada) e a opção emprestada de Resident Evil de inspecionar os itens mais detalhadamente. A simples atitude de Damon não querer testemunhar (ele usufrui essa regalia por conta do cargo que ocupa) tem graves conseqüências no futuro, assim como a opção de Phoenix de guardar a prova definitiva para o momento certo.

13 Responses to “Turnabout Hadouken”


  1. 1 Fabio Bracht 14/06/2008 às 3:59 pm

    OBJECTION, ALEXEI!!

    Como tu faz um post desses antes que eu termine os jogos?! Agora cá estou, morto de vontade de ler, e não posso. Guardei o texto com uma estrelinha no meu Google Reader, juntamente com o “Objectivism in BioShock”, do Kotaku, para ler quando puder.

    HOWEVER!

    Assim que eu conseguir largar The World Ends With You, estarei de volta aos tribunais, dessa vez para ficar.

    TAKE THAT!!

  2. 2 Mauri Link 14/06/2008 às 4:30 pm

    Congratulations Alexei!!!
    Agora só falta o Bracht e o Jack Thompson terminarem a série!

  3. 3 geraldofigueras 14/06/2008 às 4:49 pm

    Geralmente, listas, tops e coisas do gênero sempre são discutíveis. Mas esse top 10 ai…concordo 100%.

    Alexei, te agradeço pelo texto. Faz um belo apanhado da série, resgatou alguns fatos que já havia esquecido, e me deixou mais empolgado pra jogar toda a série novamente em espanhol.

    Toma ya!

  4. 4 Alexei Barros 14/06/2008 às 5:03 pm

    @ Bracht

    Poxa, mas se eu fosse esperar todo mundo terminar aí esqueceria de alguns detalhes importantes e até lá já sairia o Gyakuten Kenji e o Gyakuten Saiban 5… :D

    @ Mauri Link

    hahahahuahua! Valeu! Vixe, creio que o Jack Thopson acharia o jogo violento demais… :D

    @ Geraldo

    Caramba, estou surpreso! Não esperava que concordasse 100%! Achei que viria com algum OBJECTION!, afinal como você disse Top 10 são sempre discutíveis.

    Olha que dava para comentar muito mais. Nem falei das músicas, outros detalhes da jogabilidade e não cheguei a explicar totalmente algumas histórias. Agora para jogar em espanhol ainda vai demorar um bocado… :D

    Valeu!

  5. 5 Marcus Oliveira 15/06/2008 às 7:14 pm

    Eu estou ainda no começo do quarto ano de graduação, mas concordo com maioria da lista, com um único OBJECTIOM: Colocaria “Farewell, my turnabout” pelo menos em segundo lugar.
    Acho que tô enrolando pra terminar AJ por que não tenho perspectivas do que fazer depois que acaba-lo =p

  6. 6 Alexei Barros 15/06/2008 às 10:40 pm

    Ah, estava demorando para aparecer um OBJECTION!

    Haha, eu sei que aconteceu a mesma coisa com o Geraldo. Comigo nem tanto porque fiquei muito curioso para ver como era o último caso do Apollo Justice. Resultado: nada de tribunal nos próximos meses até aparecer o Gyakuten Kenji… :(

  7. 7 Lucas 23/07/2009 às 12:05 am

    Toda vez que termino um caso, volto nesse post pra ver o que você tem a dizer sobre ele (já que nem rola ler antes de terminar, né! hahahaha). Excelente post! Agora, tenho uma dúvida… o que acontece entre PW: T&T e Apollo Justice? Achei que terminando o T&T descobriria, mas pelo visto vou ter que jogar o Apollo logo…

    Abraços!

  8. 8 Alexei Barros 23/07/2009 às 12:47 am

    Legal que o post não ficou às moscas e ainda tem gente conferindo! =P

    Coincidentemente, Lucas, eu estava com a mesma expectativa que você quando terminei o Trials and Tribulations. Como o Apollo Justice se passa sete anos depois, muita coisa ocorre, e parte dos acontecimentos são relembrados nesse jogo. Porém, acho que outros fatos serão revelados no Ace Attorney Investigations: Miles Edgeworth, que acontece antes e depois do T&T.


  1. 1 De volta à corte « Hadouken Trackback em 04/07/2008 às 6:23 pm
  2. 2 Meme: As Mentes Criativas da Indústria « Hadouken Trackback em 09/07/2008 às 12:37 am
  3. 3 Top 30 – Personagens da série Ace Attorney « Hadouken Trackback em 17/07/2008 às 4:42 pm
  4. 4 Artwork do dia: Quem Koreano. Ken? « Hadouken Trackback em 08/10/2008 às 2:45 am
  5. 5 Antecipando as investigações « Hadouken Trackback em 12/06/2009 às 4:41 pm

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