Arquivo para abril \24\-03:00 2008



Artwork do dia: A redenção de Okami

Por Claudio Prandoni

Em tempos de GTA… Busted!!

Alguém na Capcom descobriu o maluco do agente duplo que inseriu o logo do IGN na capa de Okami para Wii. Após uma sessão de tortura contínua, os quépiconianos obrigaram o indivíduo a se redimir e ele mandou bem.

Quem adquiriu a versão de capa bugada pode acessar um site especial criado especialmente para requisitar uma capinha nova. O bacana é que além da opção tradicional (com a devida correção), há também outras duas lindíssimas alternativas, que dispensam os detalhes burocráticos, transformando a caixa do game numa verdadeira obra de arte. Perfeita para colocar na prateleira.

Se eu pudesse, pegaria a primeira opção – essa aí bonitona logo acima. Aliás, o Fabão, que pra variar me passou a dica para este post, também escolheria a primeira. E você, caro amigo leitor lupino celestial?

Metroid: SR388

Por Claudio Prandoni

Já que a Nintendo se exime de lançar um novo Metroid 2D, o Alexei os fãs colocam a mão na massa. E que competência! Quando será que sai nas lojas pra eu comprar?

No blog do vonrichter, o responsável pelo projeto, é possível baixar uma versão em alta qualidade do vídeo.

E olha que esse não é o único fangame promissor de Metroid sendo feito. Um argentino está criando um fantástico remake de Metroid 2 sobre o qual falo mais numa próxima oportunidade. Dê uma passada lá no blog do hermano – tem até demo jogável!

SSBB Dojo R.I.P.

Por Claudio Prandoni

Conclamo vocês leitores e comentaristas hadoukeiros a apurarem os ouvidos mais uma vez e prestarem atenção ao seu redor. Ouçam com atenção… o silêncio!

Sim. Exatamente. Assim como a mudez absoluta em relação a Super Smash Bros. Brawl imperou absoluta aqui no Final Smash Hadouken assim que o jogo saiu, há mais de uma semana o grito foi calado em escala global.

A missa de sétimo dia já passou, o presunto vestiu o paletó de madeira, bateu as potas e foi dormir com os peixes (se pá tudo ao mesmo tempo) e nós aqui, insensíveis como nunca, nem prestamos nossa homenagem ao fim das atualizações do Smash Bros. DOJO!!, o site oficial da contenda intergaláctica da Nintendo.

A despedida se deu há exatos dez dias por meio de um longo e cativante post de agradecimento do diretor Masahiro Sakurai. Entre alguns dados apregoados (nada tão detalhado como o escalpe escalte Hadouken) ele diz que foram cerca de 300 posts em onze meses, sendo ao mínimo uma atualização todo dia entre segunda e quinta. Disponibilizado em sete idiomas distintos, o blog teve na melhor semana de acessos o absurdo número de 7 150 000 usuários únicos!!!

Alguém aí tem dúvidas de que foi quando revelaram o Sonic?

Enfim, para prestar minhas condolências a este companheiro de aventuras, amigo de todos os dias (afinal, só era amanhã quando o site do Smash estava atualizado!), compilei uma breve lista com os cinco momentos mais marcantes deste quase um ano de DOJO. Imagino se alguém fará uma lista sem a inclusão do Sonic ocupando uma das posições…

 1 – Vídeo do Sonic em SSBB

 

 

 2 – Diálogos hilários de Snake em Shadow Moses Island

 

 

 3 – Inclusão das Masterpieces

 

 

4 – A história completa do Subspace Emissary

 

 

5 – Lista de músicos envolvidos no jogo

 

 

Está aí. Na verdade, dava pra fazer um Top 10 fácil, fácil, mas acho que aí os itens selecionados perdem um pouco do impacto. De qualquer forma, minha lista está completa e o critério que utilizei foi “Quais atualizações me deixaram tão impressionado a ponto de mandar um e-mail para o Alexei perguntando se ele já tinha visto a atualização do site do Smash e reiterando a dúvida ‘Na boa, o que será esse jogo?’

Igualmente daria pra fazer uma listinha com as atualizações mais chatas, enfadonhas e insossas, mas considerando que a maioria delas é explicação de modos de jogos e opções – espécie de tutoriais para os novatos – então dá pra relevar.

Sem mais delongas, valeu ao Masahiro Sakurai e toda a galera que manteve o Smash Bros. DOJO!!! com atualizações cheias de fotos bacanas e o humor ingênuo do Sakurai em tantos idiomas.

See you next Smash?

Artwork do dia: Street Fighter Tribute

Por Claudio Prandoni

Daqui a pouco pagarei honorários fixos ao Fabão para ser meu olheiro oficial de artworks pouco, pouco fantásticas para o blog.

O último pitaco do meninão (que, aliás, reviveu o blog dele! Uhuu!) é este iminente livro de artworks comemorativos aos 20 anos da série Street Fighter – completados na temporada passada, é verdade. Dica a qual ele angariou via blog oficial da Capcom.

Sai no final de agosto e terá capa dura e 280 páginas com ilustrações coloridas dos artistas feras da Udon e outros tantos convidados, incluindo até o Gabe, da webcomic Penny Arcade, e desenhista(s) brasileiro(s) – o site oficial diz que terá artista brazuca, mas não diz quem é.

Quem fizer pré-compra até dia 15 de maio leva totalmente de grátis graça um livro de rascunhos. Se tu tiveres ainda a sorte de morares em território estadunidense ou canadense, além do quitute concorre a um de trinta jogos diferentes da Quépicom Capcom – incluindo Okami para Wii (com logotipo do IGN e tudo).

Na capa, como vocês perceberam, uma profusão de todas as mocinhas oficialmente oficiais da série principal de SF, ou seja, a franquia Alpha/Zero, o original, II e III. Ufa, nada de coxas mastodônticas ou mãos yéticas na nossa amada chinesinha.

Abaixo, as outras seis imagens liberadas de aperitivo.

Objeções a Edgeworth

Por Claudio Prandoni

O futuro aponta o dedo em riste para o lançamento de Gyakuten Kenji, o tal Gyakuten Not Saiban alardeado pela produtora Minae Matsukawa há algum tempo.

Como maestro Alexei expôs no post sobre a apresentação realizada no dia 20 de abril no Japão, com músicas orquestradas da franquia, lá foram revelados detalhes sobre o jogo, já chamado aqui no ocidente informalmente de Miles Edgeworth: Ace Prosecutor (ou Perfect Prosecutor).

Só para frisar, por enquanto a Capcom ainda não garantiu que o game será localizado, mas aposto um Samurai Dog que isso vai acontecer – assim como com o já confirmado, porém pouco elucidado, Gyakuten Saiban 5.

Logo que anunciaram Gyakuten Kenji entrei no modo Fanboy Limit Break Frenzy, cantando aos quatro ventos o quanto a notícia era bacana e o jogo seria fantástico.

Agora que a adrenalina baixou, novos fatos foram apregoados e as informações absorvidas, confesso que estou um bocadinho preocupado com o jogo. Compilei e comentei aqui minhas principais razões e fiz o mesmo com outros argumentos positivos em relação ao título.

Abaixo as listinhas; depois do pulo minha Cross Examination explicação.

PONTOS NEGATIVOS
– Shu Takumi não está envolvido na criação do roteiro
– Rumores dizem que não haverá partes no tribunal
– Provável reciclagem de muitos elementos dos Ace Attorney anteriores – principalmente músicas e gráficos
– Mudança de estilo de jogo

PONTOS POSITIVOS
– Edgeworth jogável
– Dick Gumshoe jogável
– Dick Gumshoe apontando o dedo!
– Nova personagem misteriosa

Continue lendo ‘Objeções a Edgeworth’

Pizza Time! (Snake Eater Edition)

Por Claudio Prandoni

Não, não é um post sobre os fantásticos jogos das Tartarugas Ninja produzidos pela Konami na década de 90. Mas é sobre algo quase tão bacana ou bizarro quanto – a menos que você ache tartarugas mutantes ninja moradoras de esgoto e tuteladas por um rato mutante ninja algo comum.

Outro dia fui à casa do Gustavo comer pizza e não achei. Deparei com uma caixa vazia de pizza logo assim que cheguei.

Tal situação não ocorreu, mas se a caixa em questão fosse tão bacana como a da foto acima eu nem me importaria. Veja, veja, até que está bem aproveitável: um maluco no eBay está vendendo o tal artigo (atualmente o lance está em absurdos 26 dólares, sendo no mínimo mais dez de frete). Trata-se de uma caixa toda temática do então iminente Metal Gear Solid 3: Snake Eater, com a bela arte da capa do game estampada oe acompanhada de frases inspiradoras e notas altas de reviews de publicações gringas. Foi item promocional de uma provável cadeia de pizzarias a qual não consegui identificar.

Um dos grandes atrativos é que a embalagem jamais foi usada para entregar pizzas mesmo, ou seja, está limpinha sem gordura ou tecos de queijo derretido.

Tá certo que é só propaganda barata e meio boba até, mas, na boa, eu não me importaria nem um pouco de um dia o mercado brasileiro de games chegar a esse ponto.

Mais fotinhos da caixa de papelão do Naked Snake (sacou? caixa de papelão, Snake… rá!) logo abaixo:

 

Pra não perder a viagem, uma musiquinha sobre pizza das santas tartarugas.

Falhas de formação

Por Gustavo Hitzschky

Confesse, tem sempre algum filme, uma música ou jogo que está na boca de todo mundo e você jamais assistiu/ouviu/jogou. Sei que é difícil admitir tal fato em certas ocasiões e para certas pessoas, pois sabemos que a reação pode ser violenta, ou pelo menos desconcertante. “Ah, não acredito que você nunca viu Laranja Mecânica!” “O quê? Maniac Mansion há de ser um dos maiores clássicos dos videogames, como assim…”

Eu, por exemplo, tenho um amigo (não, “amigo” é exagero, é no máximo, estourando, um conhecido que tive o desprazer de ter em meu convívio durante uns dois anos) que sempre se revoltava quando dizia que nunca tinha experimentado tal jogo lançado para alguma plataforma obscura ou computador obsoleto. Ele, um aristocratazinho escroto, desde criança e sempre financiado por papai, possuía acesso irrestrito à tecnologia de ponta através das épocas, e por isso conhece todos os títulos do mundo – é o que alega, ou quase isso.

Pelejas particulares de lado, passemos à questão que o post coloca. É inegável que temos nossas falhas de formação quando o assunto é videogame. Por motivos diversos – desinteresse, estávamos ocupados com outra série, não joguei porque não gosto e vice-versa – franquias consagradas passaram despercebidas por nossos irrequietos e apressados olhos. No entanto, em tempos de emulação, nunca é tarde para consertar as mancadas. Portanto, dou um summon evoco a comunidade Hadouken para responder o seguinte questionamento: Quais são as suas falhas gamísticas de formação?

Começarei comigo mesmo, se me dão licença. Acredito que umas das vaciladas mais graves é Castlevania. Digo isto porque o único que terminei foi o Super IV do SNES, e agora estou jogando o retrato no DS, apesar de querer mesmo a sinfonia que desembarcou na Sony. Outras duas séries nas quais sou uma fraude total são Megaman e Metroid, para a exasperação de meu amigo Pranda. Acredito ainda que mestre Sira, que não vejo desde que fui ao batizado de sua filha caçula há dois anos, vai ficar feliz em saber que estou arrumando outra falha de formação, já que baixei o primeiro Monkey Island há pouco.

E vocês, ilustres, quais franquias jogaram pouco, muito pouco, tripa seca quase nada ou absolutamente nada? E por quê? Não precisa ter vergonha, ‘cause you’re not alone. E quem tripudiar de alguém aqui vai se ver com o Alexei, só pra avisar.


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