Arquivo para março \25\-03:00 2008



LEMBRETE PROMOÇÃO: Brindes Nintendo do torneio de SSBB

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Por Claudio Prandoni

Ainda dá tempo de participar da gloriosíssima primeira promoção do Hadouken. Amanhã de noite divulgarei os três vencedores que estarão ganhando ganharão um dos três prêmios em jogo.

Relembrando, a parada é a seguinte (dando load no Ctrl+C, Ctrl+V do post original):

“…prêmio para as respostas mais criativas/engraçadas à seguinte pergunta:

“Que personagem third-party você gostaria que tivesse em Super Smash Bros. Brawl e como seria o Final Smash dele?”

Algumas instruções:
– Para participar basta postar a resposta nos comentários ou mandar um e-mail para o endereço na aba Contato, bloghadouken [arroba] gmail [ponto] com
– Só será aceita uma resposta por pessoa
– As pessoas devem residir em um dos estados que compõem a República Federativa do Brasil (sorry, dudes)
– O resultado será divulgado daqui a exatamente uma semana (ou assim espero). A saber: dia 26 de março de 2008
– Como aquele par de meias que sua tia lhe dá no aniversário, “o presente é simples, mas é de coração”
– Não serão aceitas respostas com palavrões, ofensas e outros vocábulos de baixo calão. Pelo contrário, na presença deles chamaremos o Ninja Gaiden para ceifá-los impiedosamente com a foice que ele roubou da Morte do Castlevania após matá-la (e cuspir na cara dela)”

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É isso. Já temos aqui algumas respostas excelentes, mas vai que surge uma boa surpresa de madrugada…

Novo chapéu para o Kirby #02

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Por Claudio Prandoni

O dia ainda não acabou. A segunda-feira perdura por mais alguns minutos e dá pra eu cumprir aqui minha promessa de semana passada: colocar no ar mais um Kirby tosco de minha autoria.

Nesta semana… Kirby Bob Dylan!

Entre álbuns de música eletrônica, Oasis e Game Music (a maioria indicados pelo Alexei) tenho ouvido muito Bob Dylan. Muito mesmo. Culpa do psicodélico Não Estou Lá (I’m Not There), filme que estreou recentemente e narra de maneira pouco ortodoxa parte da vida do artista.

Achei fantástico. Incluindo a trilha sonora.
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Da OST parti para os discos do cara e agora estou chafurdando nas velharias roqueiras experimentais de Dylan na década de 60. Ballad of a Thin Man é sensacional.

Enfim, chega. Não é dos meus favoritos, mas ei-lo. Kirby Bob Dylan.

Artwork do dia: A Atari ainda existe (ou ao menos existiu)

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Por Claudio Prandoni

Talvez vocês já tenham visto em outros blogs, mas eu repito: estão sendo veiculadas na Nova Zelândia três propagandas impressas a fim de lembrar as pessoas da existência do Atari. Ou de que um dia ele existiu. Ah, e que tinha jogos esportivos.

Algo assim…

Fato é que na verdade tais peças são direcionadas originalmente a Alexei Barros, ferrenho combatente do legado da Atari.

Numa tentativa de obter o perdão, carinho e afeto do mestre, a Atari contratou a tal agência de publicidade Republic. Apesar da genialidade dos trabalhos, os executivos da empresa consideraram que seria afronta demais ao maestro e decidiram realocá-los.

Fato é que no atual mundo globalizado tais ações não passam despercebidas.

Apesar de inúteis, achei as propagandas bacanas.

O Alexei não vê o menor objetivo.

Crisis Core: FF VII continua causando

Por Claudio Prandoni

Só pra manter o hype. Acima o terceiro episódio de trailers do game. Summons, Zack, a frenética trilha de batalha de FF VII e mini-spoilers – que na verdade não comprometem muito.

Abaixo, uma das CGs mais fantásticas do game. Mini-spoilers também, mas valem o sacrifício.

Arrisco dizer que as cenas de computação gráfica do Crisis Core estão melhores que do FF VII: Advent Children

Fotos e vídeo do novo Sonic vazam; Sonic Team encontra a salvação

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Por Claudio Prandoni

Talvez vocês se lembrem que há pouco tempo a Sega registrou uma nova patente. Sonic Unleashed dizia a tal marca e, apesar de nenhuma outra informação atrelada, todo o mundo sabia que se tratava de um novo jogo ouriço para consoles caseiros.

O medo era que a Sega continuasse demonstrando apreço por esmurrar o prego e fizesse uma porcaria digital fotorrealista com relacionamentos interespécimes como o Sonic the Hedgehog para PS3 e X360 – já vi até por aí gente chamando de Sonic the Disaster; perfeito.

Contudo, ultimamente o Sonic Team tem demonstrado competência que remete aos tempos de outrora, vide NiGHTS: Journey of Dreams, Sonic Rush Adventure e Sonic Riders: Zero Gravity (tudo bem, este último é um gosto exótico meu).

Sonic Unleashed parece ter potencial para ser a cartada final do estúdio rumo à re-consolidação.

Caíram na rede (de maneira não oficial) imagens e um vídeo de gameplay jogabilidade.

O vídeo? FAN-TÁS-TI-CO. Ponto.

Se você já o assistiu acima há de concordar comigo (sei que o PH vai).

Apesar de utilizar gráficos tridimensionais, o jogo apresenta seqüências 2D, isso mesmo, plataforma side-scroller ou como você preferir chamar. Enfim, Sonic como Sonic tem de ser.

Altíssima velocidade, molas de coeficiente elástico exagerado, espetos traiçoeiros… Está tudo lá em glória 3D e velocidade digna do ouriço.

Depois até aparece um excerto de movimentação livre que me lembrou o apenas razoável (ou nem tanto) Sonic and the Secret Rings. Progressão vertical desviando (aparentemente) apenas para os lados.

Sobre as imagens. Diz a boca pequena que Sonic Unleashed terá versões para Wii, Xbox 360 e PlayStation 3. Para mim as fotos atestam que Unleashed deve ser apenas para PS3 e X360 – duvido muito que o Wii consiga reproduzir aquele visual com tamanha velocidade sem engasgos.

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Ao que tudo indica, o supersônico azul-cobalto vai novamente desbravar ambientes inspirados em locações reais. Eu aposto na África. Desertos, florestas (cuja combinação resulta em algo parecido com as savanas), tendas e casinhas com telas coloridas e, claro, a Árvore da Vida do Rei Leão.

O HUD apresenta elementos novos, sendo que o mais bacana na minha opinião é o medidor de velocidade (aliás, demorou). Ah, creio que estas screenshots também são spoilers, mas enfim, história nunca foi o forte do Sonic. Quem quer roteiro envolvente e elaborado joga Final Fantasy (menos o FF VIII).

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PS: O Sonic Team insiste em ser ele mesmo. Repare a quebra de polígonos grotesca na foto abaixo.

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PS2: Fiquei empolgado com o Sonic Unleashed, mas antes dele eu já estava empolgado com o Sonic Chronicles: The Dark Brotherhood. Isso, o tal do Sonic RPG.

PS3: O Gustavo comprará dia 12 de junho. Invasão ao reduto hitzschkyano confirmada.

O jogo do Lost é muito chato

Por André Sirangelo

Lost Via Domus Parecia uma boa idéia: um jogo ambientado na ilha mais misteriosa da TV, criado pela Ubisoft em parceria com a Disney, supervisionado pelos roteiristas da série. Lost já é um videogame mesmo, nada mais natural do que lançarem um episódio jogável da série. Mas minhas primeiras impressões de Lost: Via Domus não são nada boas.

Não é nem por causa da premissa batida: um sobrevivente do vôo 815 com amnésia até faz sentido, já que os flashbacks acabam sendo igualmente relevantes para você e para o personagem. Mas a história não empolga, a jogabilidade é ruim de doer, a música é irritante e as missões são chatas e repetitivas. Chega a ser patético o mecanismo de engatilhar os flashbacks através de um minigame de tirar fotos. Uma cena que fica passando repetidamente até você acertar o maldito foco e enquadramento? Que diabos?! Até Pokémon Snap era mais legal do que isso. Sem falar nos puzzles… Quantos quebra-cabeças com fusíveis alguém pode aguentar?

E outra, não sei se era essa a intenção, mas quem não assistiu a pelo menos 2 temporadas e meia de Lost não vai entender absolutamente nada do que está acontecendo. Ou seja, para não viu a série, o jogo é tudo menos uma porta de entrada. E para quem já viu, é uma decepção sem fim.

Ficar coletando papaias para trocar com o Sawyer? Fala sério. Esse jogo faz até o The Sims 2: Histórias de Náufrago parecer uma obra prima.

P.S.: Desabafos brachtianos: depois da lindeza dos menus de Assassin’s Creed, a Ubisoft me sai com esse lixo de interface? Não consigo prestar atenção nos diálogos porque minha atenção é sempre desviada pela tipografia porca que eles usam nas legendas (e nos menus) do jogo. Que coisa lamentável.

Mestre Pranda faz inveja no Joystiq e é copiado

Por Gustavo Hitzschky

Vejam vocês como os blogs gringos estão cada vez mais se baseando no Hadouken para atrair a atenção dos leitores. Não fosse suficiente a ocasião em que maestro Barros foi vergonhosamente copiado pelo Kotaku, agora é a vez do Joystiq se inspirar nesta mui humilde página.

A vítima da vez é mestre Claudio Prandoni, cuja benevolência e retidão de caráter criaram uma promoção em que serão distribuídos um pôster, boné e chaveiro. Como você já deve ter lido, a idéia é nomear um personagem que deveria estar em Super Smash Bros. Brawl e dizer como seria seu Final Smash.

Apenas dois dias após o post supracitado, sem qualquer pudor na cara imunda ou medo por plágio, o Joystiq irá sortear um jogo Super Smash Bros. Brawl. Para tanto, basta escolher um personagem que você acha que deveria estar no título, além de cumprir outras exigências. A fim de desviar a atenção do Hadouken, a galera do Joystiq vai divulgar o resultado em 26 de março, exatamente no mesmo dia em que você conhecerá o ganhador da nossa promoção aqui neste espaço.

Não precisa falar mais nada. Jamais esperaria que o Joystiq fizesse tal sacanagem com a gente. Dizem por aí que eles ficaram com tanta inveja do Hadouken que, em vez de dar brindes mais simples como os nossos, resolveram apelar e vão dar logo um jogo, e que jogo. Prova cabal de que, no universo gamístico, nada se cria, tudo se transforma.


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