Arquivo para março \13\UTC 2007



A última moda em sapatos gamísticos

Por Gustavo Hitzschky

Alguém aí deve se lembrar de um post há alguns meses que abordava um tênis do Mario Bros. Parece que a brincadeira deve ter dado certo, já que a moda obteve outras adesões. Vi ontem no Herói uma nota sobre tamancos, sapatos ou o que quer sejam, nos quais é possível acoplar nada menos do que um Game Boy Color. Hoje, novamente no mesmo site, me deparo com um simpático tênis dedicado à franquia Katamari Damacy, e o Claudio me adiantou que só não irá comprá-los agora mesmo porque já havia reservado os tamaquinhos. Abaixo, as bizarrices.

Atualização: Como me alertou o Claudio, eu havia confundido as versões do Game Boy, mas agora o problema já está resolvido. Valeu, Pranda.

sapatoestranho.jpg

sapatoestranho2.jpg

gbshoe-2.jpg

katamarishoe-1.jpg

Anúncios

ARG Update: Nine Inch Nails e o fim do mundo livre

Por André Sirangelo

[auto-promoção descarada: ON] A partir dos próximos dias todo o mundo civilizado, ou pelo menos a parte dele que lê a EGM Brasil, descobrirá um pouco mais sobre o universo dos Alternate Reality Games e, já que este é meu objeto de estudo & admiração e também o ramo que atualmente paga meu salário, nada mais lógico do que passar a relatar as últimas novidades dos jogos imersivos no Hadouken. [auto-promoção descarada: OFF]

– – –

Lá em cima na lista dos ‘ARGs com potencial’ está uma campanha de divulgação do novo álbum do Nine Inch Nails, Year Zero, que sai em abril. A empreitada ainda não desabrochou num ARG completo, mas já é possível visualizar partes de uma história promissora sobre censura, paranóia e resistência contra um regime totalitário que teria dominado os EUA num futuro próximo. A expectativa é grande também por causa dos rumores de que o jogo é uma produção da 42 Entertainment, o estúdio por trás de I Love Bees e Last Call Poker (os ARGs que acompanharam, respectivamente, Halo 2 e Gun). Pelo menos 9 websites e um vídeo promocional no site oficial da banda estão conectados com a trama, que já toma forma também via números de telefone, e-mail e pendrives deixados em banheiros dos lugares por onde o Nine Inch Nails passa em turnê.

> Os site principal é o http://iamtryingtobelieve.com/
> O assustador vídeo pode ser visto no http://yearzero.nin.com
> Um artigo com mais detalhes e links para o jogo pode ser lido no Omelete – http://www.omelete.com.br/Conteudo.aspx?id=100004322&secao=game

Wii is in da house

Por Gustavo Hitzschky

Ao contrário do que parece, os demais integrantes do Hadouken vivem, ainda que meio trôpegos. De minha parte, justifico a ausência por uma perigosa e constante mescla de preguiça, meu pecado mais corriqueiro, e falta de tempo advinda de compromissos facultativos – ou seja, da faculdade – e trabalhístico (ou trabalhistas?). Porém, definitivamente não é todo dia que uma história como a que estou prestes a contar cruza o nosso caminho, e quando isto acontece, é quase uma obrigação partilhá-la com os fiéis leitores do blog – alguém me disse que já batemos a casa dos cem acessos, o que já é maior do que o número de visitantes únicos da home iG.

Ocorre é que há quase duas semanas, me encontro desconfortavelmente alojado em minha poltrona na redação do iG quando Daniel Trócoli, que também ali trabalha, vira para mim e lança:

– Olha, o Viliegas [Renato, jornalista de games] está vendendo o Wii que ele trouxe dos EUA.

Sabendo da minha vontade de comprar a máquina da Nintendo, Trócoli achou que era uma boa idéia me comunicar de que alguém estava vendendo a criança por mil reais mais barato do que o preço praticado pela Latamel e lacrado na caixa. Minutos mais tarde, começo a conversar com Viliegas e sem muita demora, fechamos o acordo e a forma de pagamento. Isso aconteceu na quarta-feira e, após dois dias, eureka. Wii is in da house.

A partir de então, coisas bizarras começam a suceder. Minha mãe, que jamais teve qualquer intimidade com videogames, passa a se interessar pelo universo. Ou quase. O fato é que ela é imbatível no Wii Sports, pelo menos no boliche. Não sei se isso é motivo para ficar assustado, porém agora dá para entender perfeitamente como Miyamoto opera para atrair um público não-gamer para a sua causa, e como ele próprio teve experiência similar quando a esposa adentrou o mundo dos jogos eletrônicos recentemente. O causo foi relatado durante o discurso do designer na Game Developers Conference deste ano.

Verdade é que, por ora, só tenho Wii Sports. Quando joguei pela primeira vez há alguns meses na casa do meu amigo Bagaço, considerei o tênis o melhor. Entretanto, percebo que minha autêntica vocação é me tornar o Tiger Woods brasileiro da Zona Norte – o golfe é insuperável. O problema com o boliche é a minha mãe mesmo. Não importa onde ela mira, como ela arremessa, o que ela faz – pelo menos nove pinos a mulher derruba. Baseball e boxe são bem meia boca, e meu preparo físico de telespectador de pôquer da ESPN Internacional não me deixa participar mais do que duas lutas.

Sorte a minha e azar dos demais que tenho amigos que têm Wii – minha vítima preferencial é o Bagaço mesmo, que já arranjou WarioWare: Smooth Moves, Twilight Princess e Rayman Ravin Rabbids (Alexei, sinta-se no direito de tecer qualquer tipo de comentário sobre este último, você está em seu blog). Pobre Prandoni, que tem um belo acervo de títulos para GameCube e sofrerá com insistentes súplicas de Hitzman para emprestar jogos do naipe de Metroid Prime, vários Residents, Eternal Darkness, Wind Waker…

Infelizmente, a redação do Hadouken (que bela denominação) não teve ainda oportunidade de se divertir conjuntamente com o Wii, e adianto que isso será bem difícil. Basicamente, o motivo é que o Wii não sairá aqui de casa tão cedo, logo, duvido muito que a parte da elite do blog, a saber, Prandoni, Sira e Sensei Barros, se desloquem até a periferia para testá-lo. O convite está feito.

Let the games begin.

Koji Kondo na VGL

kojikondovlggdc07.JPG

Por Claudio Prandoni

Ráááá!

Esta é uma ocasião rara. Um post sobre game music, tendo a Video Games Live como assunto principal e o autor não é o Alexei.Esta imagem acima é de um vídeo é da apresentação de ontem da Video Games Live logo após o término da Game Developers Conference, que aconteceu entre os dias 5 e 9 em São Francisco.

O excerto mostra ninguém menos que Koji Kondo, compositor responsável pela maioria das trilhas das franquias Mario, Zelda, Starfox e outras da Nintendo, tocando no piano algumas das próprias crias exibidas no Super Mario Bros. original.

Vale lembrar que esta edição da VGL contou também com Martin Leung realizando um medley inédito (não sei ao certo de que músicas), um medley de trilhas de adventures da Lucas Arts feito pelos próprios compositores delas e outros tantos quitutes.

Infelizmente não pude linkar diretamente o vídeo aqui na página porque o WordPress não é compatível com o site Gamevideos. Então, para acompanhar Koji Kondo no piano vou lhe pedir a gentileza de clicar aqui.

Conforme outros vídeos desta VGL forem saindo vou colocando eles – ou os links – aqui. Se eu não colocar com o certeza o Alexei o fará.

Primeiro de abril adiantaço da EGM gringa

mushroom-kingdom-hearts_mini.jpg

Por Claudio Prandoni

Muita pena que já vi a notícia no excelente Wii-Brasil sabendo que era uma piada de primeiro de abril senão teria ficado muito em dúvida se era verdade ou não.

Tradicionalmente, toda edição de abril da EGM norte-americana vem com alguma notícia falsa e absurdamente legal em homenagem ao dia da mentira.

Foi lá que nasceu o boato de que era possível enfrentar Sheng Long em Street Fighter II (e também no III que, aliás, a Ação Games à época acreditou e colocou como se fosse um fato confirmado) e também o boato de que Twilight Princess viria acompanhado de um remake de Wind Waker com gráficos de TP. Eu achava que o boato de jogar com Akuma em Resident Evil 2 (cuidado com a irritante musiquinha festiva ao abrir este link) também era da EGM, mas após breve pesquisa descobri que não é, mas também não sei quem propalou…

Neste ano a traquinagem da publicação é esta que você vê acima e em detalhes clicando na miniatura abaixo, pra conferir a página na íntegra.

mushroom-kingdom-hearts.jpg

Segundo o texto, a Square Enix anunciou Mushroom Kingdom Hearts exclusivamente para Wii. Continuação da franquia que une elementos dos universos Disney e Final Fantasy, desta vez entrariam na jogada também personagens da Nintendo. Seriam no total 41 heróis (ou vilões, sei lá) da empresa de Kyoto – mas na verdade este algarismo faz referência ao mês de abril e ao dia um, vulgo o Dia da Mentira.

Obviamente, isso é bom demais pra ser verdade e já foi desmentido como sendo lorota.

Pena.

Caso rolasse mesmo aposto que seria tão bom que eu compraria três cópias: uma para mim, outra para dar a alguém que eu goste muito e outra para preservar para futuras gerações poderem contemplar esta obra.

Artwork do dia: Sonic com boné do Mario

happymariosonic7qv.JPG

Por Claudio Prandoni

Dando continuidade à série acidental de ilustrações envolvendo os dois principais heróis da geração 16-bits, coloco hoje uma inusitadíssima imagem em que o ouriço azul-cobalto veste o chapéu do Mario em comemoração aos 20 anos do mascote bigodudo da Nintendo.

Pelo que pesquisei, a arte foi feita pelo próprio Yuji Naka, ou ao menos criada por ele.

Este desenho estampava uma camiseta de uma série comemorativa à data festiva. As outras também eram feitas por game designers ou artistas. Cada uma era vendida a absurdos 35 dólares e mesmo assim todas se esgotaram.

Num post de um blog britânico sobre games você pode conferir os desenhos das outras camisetas. Depois desse do Sonic, o mais bacana disparado é o da camiseta elaborada por Kazutoshi Iida, game designer responsável pelo obscuro Doshin the Giant, do 64DD e também GameCube.

Artwork do dia: Mario X Sonic

mariokingofgaming.jpg

Por Claudio Prandoni

Genial fan art de um cara que se auto intitula Atariboy e que tem um site com várias outras imagens – não necessariamente sobre games.

Segundo ele, a idéia do desenho é exprimir a vitória do Mario na geração 16-bits como mascote que se deu melhor na clássica contenda entre eles.

Achei muito bem sacada a idéia de usar o GC como uma caixa de surpresa de onde sai o Sonic já que realmente foi um marco quando os jogos do ouriço começaram a ser lançados em plataformas Nintendo. Quase uma heresia para os seguistas das antigas.


RSS

Procura-se

Categorias

Arquivos

Parceiros

bannerlateral_sfwebsite bannerlateral_gamehall bannerlateral_cej
Anúncios

%d blogueiros gostam disto: