Posts Tagged 'Sonic the Hedgehog'

“Sonic Medley” – Sonic the Hedgehog e Sonic the Hedgehog 2 (Joystick 4.0)

Por Alexei Barros

Além de desatualizado, também estou ficando desatento: aconteceu nos dias 16 e 17 de março o concerto Joystick 4.0 na Suécia e só soube dias desses. Já publiquei gravações das edições anteriores que impressionaram com orquestras grandiosas, com uma qualidade desproporcional à obscuridade da apresentação.

Pelo pouco que vi, alguns arranjos são os mesmos dos anos passados, mas há novos. E um dos novos é justamente de um personagem, digamos, maltratado pela Sega, de fama avassaladora no Brasil (eu arriscaria dizer maior que na Europa): o Sonic. E como o arranjo se sai comparado com a obra-prima “Sonic the Hedgehog: Staff Credits” do Richard Jacques para o VGL e o excelente trabalho da “Sonic the Hedgehog” do Yuzo Koshiro para o Play! A Video Game Symphony?

Para mim, não supera ambos, apesar de também incorporar músicas do Sonic 2. O maior problema é encarar esse medley como o representante definitivo de Sonic em um concerto com outras séries. Se fosse em uma apresentação exclusivamente dedicada ao Sonic, não haveria crítica em relação ao que considero o maior pecado: como ignorar a “Green Hill Zone”? E, por tabela, também omitir a “Emerald Hill Zone”? Mas vamos em frente.

Na abertura, a “Title” do Sonic 1 é reproduzida maravilhosamente nos metais, com as flautas fazendo breves intervenções. O belo excerto mostra que a partitura não é uma reprodução exata da sintetizada, mas uma verdadeira releitura orquestral. Após a explosão dos tímpanos, as cordas estupendas ensaiam aos poucos a entrada da “Final Zone”, e logo os metais graves avisam a chegada do Dr. Robotnik com a “Boss” do Sonic 1. De maneira apropriada, a peça emenda na “Boss” do Sonic 2! Está aí uma coisa que eu queria ouvir orquestrada há muito tempo. O clarinete e depois o oboé entoam essa melodia que remonta típicos ritmos russos, e os metais mais espalhafatosos combinam com a figura pitoresca do vilão. Na onda dessa pompa, com a glória dos tímpanos e dos metais, surge a majestosa “Wing Fortress Zone”. Terminando o medley muito bem, volta o Sonic 1 com a “Staff Credits”.

As transições são ótimas, o arranjo é muito bom, mas não consigo ouvir a performance e elegê-la como representante da identidade musical da série em sua totalidade. Se sobrou pompa, faltaram temas mais animados que combinaram tão bem com as trombetas jazzísticas no arranjo do Richard Jacques.

P.S.: O comecinho da peça está cortado, mas é o único vídeo disponível no YouTube desta performance até o momento.

“Sonic Medley”

“Title” ~ “Final Zone”“Boss” (Sonic the Hedgehog) ~ “Boss”“Wing Fortress Zone” (Sonic the Hedgehog 2) ~ “Staff Credits” (Sonic the Hedgehog)

As sinfonias sintetizadas que quase enganam

Por Alexei Barros

Eu sempre tive certa repulsa às músicas sintetizadas que emulam orquestras pelo artificialismo dos timbres. Apenas um Yuzo Koshiro – e olhe lá – consegue utilizar timbres verdadeiramente convincentes que deixam na dúvida se a gravação foi reproduzida por dezenas de instrumentistas ou simulada por computador – dúvida que é elucidada, na medida do possível, ao ver créditos ou não dos musicistas no encarte ou no próprio jogo.

Mas mudo meu conceito neste post. Nesse terreno de diversidade de conteúdo que é o YouTube, há arranjadores amadores, se é que já não viraram profissionais, que mostraram a excelência de versões sinfônicas sintetizadas. Se não nos enganam por completo, matam a avidez por arranjos de músicas que dificilmente entrariam em concertos. E, caso fossem escolhidas, demorariam muito pela natureza obscura de alguns jogos.

Em vez de redigir um post para cada arranjo, preferi concentrar todos os interessantes que encontrei em um, porque, apesar de tudo, uma versão sintetizada não tem o mesmo peso de uma verdadeira. Mas nada impede que, se surgirem outras, eu faça um post no estilo daquela série Músicas que não faltam… ah, deixa pra lá.

Alex Kidd in Miracle World – “Alex Kidd (Main Theme)”

Alex Kidd é um jogo meio ingrato para aparecer em concertos, porque é o tipo de título antigo que apareceria no Press Start, isso se o Master System não fosse uma pulga perto do colosso Famicom no Japão.

Blake Robinson, nome que você lerá muitas vezes neste post, fez uma versão bem curta do tema principal imitando uma orquestra. Só que ele não se deu por feliz e colocou um coro de crianças virtual. Combinou perfeitamente.

DuckTales – “The Moon”

“The Moon” é uma das faixas mais incríveis não só do NES, não só da Capcom, de toda a geração inteira 8-bit. Mas quem mandou fazer uma música tão boa em um jogo licenciado? Isso talvez poderia trazer alguma dificuldade na hora de a composição entrar em um concerto… ou não.

A vontade de ouvir a “The Moon” orquestrada é tanta que existem cerca de cinco ou seis arranjos orquestrais diferentes, mas, até que me convençam o contrário, este é o melhor de todos, com um bom jogo de pizzicatos edulcorados por um piano incidental.

Golden Axe II – “Boss (Stage 1-3)”

Ouvi antes o arranjo e fiquei espantado como, orquestrada, a música ganhou uma nova dimensão. A escolha dos metais para reproduzir a melodia é adequada, e é incrível que os trompetes simulados soem tão bem.

Mario Paint – “BGM 1″

Se nem todos os jogos da série principal do Mario foram lembrados nos concertos, o que dirá os títulos de outros gêneros que levam a assinatura bigoduda. Mario Paint é um desses e, convenhamos, com Hirokazu Tanaka envolvido na composição, não tem por que dar errado um arranjo desse tipo. Ah, se o Orchestral Game Concert tivesse mais dez edições…

Mario Party – “The Stolen Star”

Mario Party nem é, a meu ver, o jogo do Mario não canônico de maior expressão, mas tem algo interessante na composição na autoria desta trilha: é do Yasunori Mitsuda. O dia em que fizerem um concerto de tributo a ele, um arranjo competente como este daria uma bela variada em meio aos Chronos e Xenos.

Metal Gear: “Operation Intrude N313″ ~ “Theme of Tara” ~ “Red Alert”

Com toda a fama da vertente Solid, muitos podem estranhar que existe vida na série Metal Gear antes de 1998. E mais: que há músicas boas dos primeiros jogos da era MSX2. Este arranjo consegue transmitir a tensão e o nervosismo da missão de Snake, em uma tradução muito fiel para orquestra sintetizada das faixas originais. O autor do feito é o brasileiro André Colares, que já fez trilhas pra curtas e peças de teatro e almeja entrar na área de games. Se você curtiu, não deixe de entrar no canal do rapaz para ouvir composições originais. E eu se fosse você também pediria que ele fizesse mais arranjos de músicas de games.

Sonic the Hedgehog – “Final Zone”

O arranjo “Sonic the Hedgehog: Staff Credits” do Richard Jacques para o Video Games Live tem todas as músicas das zonas do Sonic 1, certo? Todas, menos a “Final Zone”. Assim como no Alex Kidd, Blake Robinson colocou timbres de coral, mas aqui no caso adulto mesmo. E mais uma vez foi uma escolha certeira. Deu um clima meio Super Mario Galaxy, não?

Sonic the Hedgehog 4: Episode I – “Splash Hill Zone Act 1”

Há um longo caminho (Sonic 2, Sonic 3…) até chegarmos às versões orquestradas do Sonic 4, mas o Blake Robinson já deu uma palhinha de como ficaria o tema da fase inicial do Episode I, provavelmente o melhor do jogo. Só deixaria num andamento mais rápido.

Streets of Rage 2 – “Back to The Industry”

A dificuldade para achar arranjos orquestrais de Streets of Rage não está no papel. Claro, não é uma tarefa fácil pela característica dançante das músicas. O arranjador ubergrau conseguiu extrair uma sinfonia da “Back to The Industry”, rendendo uma bela peça orquestral e sem descaracterizar a faixa. Nem está entre as minhas favoritas a original, mas se ele fizesse o mesmo com outras do Koshirão…

Se você conhecer outros arranjos do tipo, sinta-se à vontade para se manifestar nos comentários. Quem sabe eu não me anime a fazer uma segunda parte.

Agradeço secretamente o espião Rafael Fernandes pela indicação do canal do Blake Robinson.

Vinte anos depois, as trilhas originais de Sonic e Sonic 2 em CD

Por Alexei Barros

A celebração dos 20 anos de Sonic parecia indolente no setor musical? Não é o caixão (no bom sentido, uma coletânea digo) da série que muitos fãs almejam, mas é um belo começo: pela primeira vez, as trilhas completas de Sonic the Hedgehog (1991) e Sonic the Hedgehog 2 (1992) vão ser lançadas em CD. O anúncio se deu em uma mensagem em vídeo do compositor Masato Nakamura no evento comemorativo do personagem. A festa, que teve bolo de aniversário e tudo mais, contou com a presença, entre outros nomes, da trinca de criadores do Sonic: Naoto Oshima, Yuji Naka e Hirokazu Yasuhara, sendo que os três não trabalham na Sega atualmente.

Ainda não há uma data específica de lançamento para a Sonic the Hedgehog 1&2 Soundtrack – apenas foi divulgado que sairá no verão japonês, que acaba em agosto –, tampouco número de catálogo e a capa. Os poucos detalhes que foram divulgados são animadores. Além das trilhas originais do Mega Drive em sua totalidade, o álbum trará as faixas das fitas demo de Nakamura e músicas bônus. A minha torcida é que entre os extras estejam, por exemplo, os temas das zonas descartadas do Sonic 2. Composições naquela época de inspiração máxima do Masato Nakamura. Não que tenha decaído, mas foi o seu último trabalho para jogos, visto que, depois disso, sua participação na série se limitou como compositor original do remix do artista Akon da “Sweet Sweet Sweet (’06 Akon Mix)”, tema de encerramento do Sonic the Hedgehog (2006) baseado na “Ending” do Sonic the Hedgehog 2. Nakamura, para quem não sabe, toca baixo elétrico no duo J-pop Dreams Come True que forma com a cantora Miwa Yoshida.

Aproveitando a oportunidade ímpar, tendo em vista as raras vezes em que abordo as trilhas de Sonic por aqui, uma curiosidade aparentemente não muito comentada: algumas músicas do Sonic serviram de base para canções do DCT. Abaixo, ouça-as, separadamente, e a mistura entre as duas versões que comprova a similaridade das melodias harmonizando os andamentos outrora diferentes das sintetizadas e das músicas cantadas.

- “Green Hill Zone” (Sonic the Hedgehog)
– “Marry Me” (Sing or Die, 1997)

- “Star Light Zone” (Sonic the Hedgehog)
- “Kusuriyubi No Kesshin” (Million Kisses, 1991)

- “Labyrinth Zone” (Sonic the Hedgehog)
– “Kessen Wa Kinyoubi” (The Swinging Star, 1992)

- “Chemical Plant Zone” (Sonic the Hedgehog 2) 
– “Dou Yatte Wasureyou” (Love Unlimited, 1996)

- “Final Boss” (Sonic the Hedgehog 2)
– “Yasashii Kiss O Shite” (Diamond King, 2004)

- “Ending” (Sonic the Hedgehog 2)
– “Sweet Sweet Sweet” (The Swinging Star, 1992)

Comparação

[via Famitsu; imagens do evento no Gamer e Game Watch]

Video Games Live: Level 2: seria ótimo se ainda estivéssemos em 2006


Por Alexei Barros

Mais de dois anos depois do Video Games Live: Volume One, lançado em julho de 2008, sai a sequência, sem os atrasos e aparentemente livre das controvérsias. Continuação? Sete números já tinham sido registrados no primeiro álbum, sendo que outros cinco estariam quando o CD era nomeado Video Games Live: Greatest Hits – Volume One, e acabaram ficando de fora por problemas de licenciamento, o que obrigou a remoção do “Greatest Hits” do título. Fica para mais do mesmo.

Gravado dia 1 de abril em Nova Orleans, EUA, no Pontchartrain Center com performance da The Louisiana Philharmonic Orchestra e de um coral sem nome de 34 vozes, o Video Games Live: Level 2 é o álbum que melhor sintetiza o repertório mainstream do show. Os principais hits estão presentes, com exceção, eu diria de Kingdom Hearts, que seria o ápice da redundância, pois segue a partitura original e já apareceu no VGL: Volume One, e do Metal Gear Solid, uma ausência compreensível pela acusação de plágio, pois a própria Konami abandonou a música. Mesmo assim, é uma track list que seria interessante para 2005 ou 2006. Hoje não tem a mesma graça.

Se o VGL: Volume One possuía somente três números de jogos japoneses e oito ocidentais, no Level 2 ficou mais equilibrado: nove nipônicos e sete americanos. Falta variedade, todavia. Desses sete, três são da Blizzard, e dois da mesma franquia, Warcraft. É de se elogiar a façanha de licenciar as músicas da Nintendo no CD, ainda que não faça tanta diferença assim no fim das contas, já que os dois arranjos orquestrados foram lançados anteriormente no Orchestral Game Concert. Diferentemente do que se supunha, não é tão complicado assim licenciar Final Fantasy em um álbum com faixas de outras produtoras, e o que facilitou neste caso é o fato de o arranjo da “One-Winged Angel” ser próprio do VGL, por mais parecido que possa ser com as outras versões. Isso não aconteceu no PLAY! A Video Game Symphony Live! porque a turnê concorrente usa as partituras dos concertos oficiais da série, que pertencem à Square Enix. Quanto ao Chrono Trigger, a inclusão agora se tornou possível porque a marca foi registrada por ocasião da transmissão em vídeo do Symphonic Fantasies. Tudo isso é para se empolgar não com o VGL, mas com as portas que se abrem para os CDs de outras produções.

Aquela crítica de o VGL: Volume One ter somente três das 11 faixas gravadas ao vivo, levando em consideração o “Live” do nome do espetáculo, e o restante em estúdio eu retiro. A tão proclamada “emoção de um show de rock” na descrição do Video Games Live pode ser sentida muito bem, até demais no VGL: Level 2. Como disse quando os samples foram liberados, os gritos não chegam ao nível da torcida brasileira (não consigo chamar de plateia espectadores que torcem para um personagem ganhar uma luta), mas aparecem em todos os números, exceção aos solos de piano. Antes, durante e depois das performances.

Eu disse show? Nos segmentos com guitarra, baixo elétrico e bateria – estes dois últimos são de verdade, não playback como na maioria das apresentações –, em especial Mega Man, Castlevania e Final Fantasy VII, a orquestra não pode ser ouvida em sua plenitude por conta do conflito de instrumentos de sonoridade forte e baixa. Não há uma homogeneidade como na Metropole Orchestra da série holandesa Games in Concert em que guitarra, baixo e bateria atuam como instrumentos da orquestra, não uma parte alheia ao restante. Falei do baixo. Tocado pelo próprio contrabaixista da orquestra, David Anderson, o baixo elétrico só aparece quando a guitarra toca, nos  arranjos com pendor para o rock. Ridículo! Como se o baixo só combinasse com o gênero. Não acabou aqui a minha indignação sobre esse tópico como você verá nos segmentos de Chrono e Sonic.

Mesmo quando não está acompanhada da banda, a mixagem não proporciona uma experiência sinfônica que torna as performances orquestradas tão especiais, que é de testemunhar dezenas de instrumentistas reproduzindo a música. Chega a ser irônico que nas declarações em vídeo Jack Wall e Tommy Tallarico salientam que muitos pais os agradeceram porque graças ao Video Games Live seus filhos viram uma orquestra pela primeira vez, e que isso normalmente não aconteceria se não fossem tocadas músicas de videogame. Como se o VGL fosse um baita concerto.

Após o Hadouken, comento cada uma das 16 faixas do Video Games Live: Level 2, e espero fazer isso pela última vez de determinados números. Agora não tem mais aquela desculpa de que as gravações amadoras são horrendas e o YouTube piora a qualidade.

Vale lembrar que a versão digital possui ainda Mass Effect e Myst, e o DVD e Blu-ray contam com os dois além do “Classic Arcade Medley” (em versão depenada, somente com Pong, “Cavalgada das Valquírias”, Dragon’s Lair e Tetris), “Sweet Emotion” (Guitar Hero: Aerosmith) e “Tetris Solo Piano Medley”. Em compensação, em vídeo não tem nada da Nintendo e nem da Square Enix, menos Chrono Cross.
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“His World ~ Theme of Sonic the Hedgehog” – Sonic the Hedgehog (ΞSONICΞ)

Por Alexei Barros

Dando continuidade às performances no piano do Sonic, ΞSONICΞ pegou a canção “His World ~ Theme of Sonic the Hedgehog”, composta por Tomoya Ohtani, com a voz de Matty Lewis e o rap de Ali Tabatabaee, para o hediondo Sonic the Hedgehog do PlayStation 3 e Xbox 360. Aquela caca.

Para variar um pouco, o pianista captou bem a melodia da música, mesmo tendo a faixa tantos elementos: cordas, guitarra, bateria, baixo e os supracitados dois vocais. Depois do início melancólico a faixa cresce aos poucos até afluir ao ápice. Pena que seja diminuta a performance, ainda que ele tenha evitado as repetições.

Comerciais gamers: Mario x Sonic

Por Alexei Barros

Bem verdade que Mario & Sonic at the Olympic Winter Games é o terceiro jogo com o bigodão e o espinhoso, mas sempre me arrepia vê-los juntos por conta da nostálgica disputa da era 16-bits.

Para aumentar ainda mais a saudade, separei dois comerciais que ilustram a rivalidade da época, com dois comerciais agressivos da lépida SEGA criticando a vagarosidade da Nintendo:

Super Mario World lerdo x Sonic the Hedgehog veloz

Calhambeque do Super Mario Kart x Dragster do Sonic

Novos velhos mundos em primeira pessoa

me

Por Claudio Prandoni

Volta e meia o site GamesRadar faz listas das mais variadas. Desta vez eles compilaram uma curtinha, mas bem curiosa e de resultado interessante: jogos clássicos que ficariam fanásticos em primeira pessoa – na opinião deles, claro. Provavelmente indo muito na senda e hype gerado por Mirror’s Edge.

Mais bacanas do que os argumentos são as imagens criadas para representar as idéias explicadas. A lista de games selecionados segue logo abaixo assim como as imagens.

- Pro Evolution Soccer
– Resident Evil
– Street Fighter IV
– Sonic
– Shadow of the Colossus

De todos eles creio que o mais bacana seria o Shadow of the Colossus – só intensificaria ainda mais a imersão – seguido de perto pelo Sonic, se o game fosse feito direito, claro.

E você, amigo leitor penitente? Qual mais gostou? E que jogo gostaria de ver também em primeira pessoa? Em tempos muito longínqüos eu responderia essa pergunta com Metroid, mas graças à Retro Studios posso sorrir sorridente. Escolho então a série Prince of Persia, ainda mais depois do excelente resultado visto em Mirror’s Edge de transpor o parkour – hoje tão patente em PoP – para a perspectiva em primeira pessoa.


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