Posts Tagged 'Hiroki Kikuta'

“Secret of Mana Medley” – Secret of Mana (Game Addict’s Music Ensemble 3rd Concert)

Por Alexei Barros

Acabou. Comentário após comentário, post após post… Para cada vez que citava Secret of Mana, eu teimosamente questionava: quando vão orquestrar a “Danger”, o tema que embala as batalhas contra chefes no RPG do Super Nintendo? Enfim a espera se encerrou na apresentação Game Addict’s Music Ensemble 3rd Concert, com a performance da Game Band, uma orquestra pró-amadora (evidentemente) japonesa que já desfilou por aqui algumas poucas vezes.

Como em outras oportunidades, isso é sinônimo de que o arranjo em si não é tão elaborado ou arrojado e mais fiel na emulação de timbres. A primeira constatação sobre a simplicidade da releitura se observa na total ausência de transições, com pausas entre uma faixa e outra. Porém, a seleção de músicas capta a experiência do jogo como um todo, a ponto de não me lastimar por determinadas ausências.

Com o piano e as madeiras, a Game Band começa obviamente pela “Angel’s Fear”, da tela-título. Mas, quando entram as trompas, elas não vêm sozinhas. Junto chega o baixo elétrico, instrumento que eu acho indispensável para qualquer execução de Secret of Mana, uma vez que a maioria das músicas do jogo apresenta linhas de baixo alucinantes.

Em seguida, tenho a primeira morte decretada com a “The Color of the Summer Sky”, um tema animado reproduzido primeiro no saxofone e depois com outros metais, acompanhados pelo xilofone essencial. Passando para a exploração nos gramados verdejantes, a simpática “Into the Thick of It” se destaca pelo violão e a incidência de outros instrumentos. Eis então que…

“Danger”! A performance mostrou que a faixa pode ser plenamente tocada por uma orquestra sem nenhuma perda na empolgação da música – basta escolher os instrumentos certos. Até mesmo o começo, que é um pouco mais repetitivo, ficou perfeito com a guitarra caótica. Mas são os metais que reproduzem a melodia avassaladora, com as incríveis alternações do xilofone e do baixo e guitarra. Morri mais uma vez. Para não cansar, a ideia de mostrar apenas um looping da faixa foi acertada.

Para acalmar o clima, a “Still of the Night” me faz lembrar dos cenários abertos iluminados apenas pelo luar com a parceria do piano e da flauta. Para avisar de que um perigo está por vir, a “The Dark Star” chega com os metais, terminando com mais calmaria. Nem precisava me matar de novo, mas a breve alusão da “Leave Time for Love” me cativou com os metais afiados.

A “Meridian Dance”, a faixa que costuma ser a mais escolhida depois da “Angel’s Fear”, aparece em uma ótima rendição nas madeiras e depois metais. As madeiras, inclusive, são as responsáveis pela reprodução da progressão harmônica, dando lugar para o domínio completo dos metais.

Eu já estava morto desde a “Danger”, mas, como se isso tudo não fosse bastante, a Game Band finaliza com o tema de encerramento “The Second Truth from the Left” para fazer eu me revirar na tumba. O pique jazzístico caiu muito bem aqui, incluindo aquela intermissão com piano, bateria e solo de baixo que aparece do nada na música original, ainda que não perfeitamente reproduzido (especialmente o baixo).

Depois de tantos óbitos, não me resta outra opção senão a de aplaudir como fez o público local. Essa performance merece ser de pé, porque preencheu muitas lacunas e cumpriu vontades que vinham de anos.

“Secret of Mana Medley”

“Angel’s Fear”“The Color of the Summer Sky”“Into the Thick of It”“Danger”“Still of the Night”“The Dark Star”“Leave Time for Love”“Meridian Dance”“The Second Truth from the Left”

Symphonic Fantasies Tokyo: as já conhecidas fantasias sinfônicas em interpretações mais que perfeitas na Terra do Sol Nascente


Por Alexei Barros

Por mais tempo que um indivíduo se dedique a uma determinada obra, sempre há espaço para melhorias. Quem é perfeccionista e vê o que foi feito anos depois, fica com vontade de mexer aqui, retocar ali e até, por que não, começar do zero. Isso em qualquer atividade. Nos videogames, esse aperfeiçoamento vem na forma das atualizações online. Na música e, especialmente, nas músicas orquestrais, o trabalho de aprimoramento é muito maior. Já imaginou ter que imprimir todas as partituras dos instrumentistas de novo? Pelo tempo e dinheiro que se gasta com isso, os polimentos são raros nos concertos de games.

Mas, quando o Symphonic Fantasies, originalmente executado em 2009 na Colônia, Alemanha, é frequentemente exaltado – “absoluto” e “impoluto” foram adjetivos frequentes quando me referi ao concerto e depois ao álbum publicado em 2010 –, logo você vai imaginar que a produção do espetáculo se acostumará com os elogios, repousando na confortável zona de conforto das reprises idênticas à primeira apresentação. Porém, nada disso aconteceu quando o Symphonic Fantasies foi mostrado em Tóquio em janeiro de 2012, récita esta registrada no álbum Symphonic Fantasies Tokyo, lançado em 11 de junho deste ano.

O impacto causado pelo Symphonic Fantasies foi muito grande há três anos. De uma só vez, o concerto revolucionou nas suítes gigantes (de cerca de 18 minutos), na transmissão em vídeo ao vivo para todo o mundo e na qualidade impecável da performance. Dessa forma, foram feitos convites para apresentações em outros países, e o próprio Nobuo Uematsu sugeriu levar o Symphonic Fantasies ao Japão. Mas, para chegar nesse nível, foram necessários 14 dias cheios de ensaios. Ter todo esse tempo livre nas agendas de orquestras pelo mundo não é comum.

Enquanto isso, graças ao êxito do Symphonic Fantasies, aconteceram mais dois concertos-tributo em Colônia: o Symphonic Legends, em homenagem à Nintendo, em 2010, e o Symphonic Odysseys, em reverência ao Nobuo Uematsu, em 2011. Ainda no ano passado aconteceu o LEGENDS, uma revisão do Symphonic Legends na Suécia que serviu para o produtor Thomas Boecker tirar a conclusão de que seria possível ter a mesma qualidade apresentada na Alemanha com apenas dois dias de ensaio. “A experiência em Estocolmo com LEGENDS me mostrou que, se as partituras forem bem-feitas e os músicos estiverem motivados e forem bons, vai funcionar”, disse antes da realização do Symphonic Fantasies em Tóquio. Além disso, os arranjos foram ajustados para otimizar a performance. “Quanto mais conhecimento o arranjador tiver, ele pode encontrar soluções para fazer soar bem sem ser MUITO difícil de tocar. Então é isso que vamos fazer. O tempo que vamos ganhar dessa forma será gasto para fazer soar ainda mais emocionante, mais bonito.”

Com isso, Boecker decidiu investir em 2012 no Symphonic Fantasies em Tóquio, no décimo ano consecutivo em que ele produz concertos de games, chegando ao país onde tudo começou. O primeiro dessa dezena, o First Symphonic Game Music Concert, em 2003, foi também primeiro espetáculo de game music fora do Japão. Para tanto, ele contratou a Tokyo Philharmonic Orchestra, a mais antiga orquestra de música erudita nipônica (formada em 1901), e o Tokyo Philharmonic Chorus, ambos recorrentes em álbuns e récitas de jogos eletrônicos. Benyamin Nuss no piano e Rony Barrak na darbuka voltaram ao palco e, no lugar do norte-americano Arnie Roth, o alemão Eckehard Stier assumiu a regência. Foram realizadas apresentações nos dias 7 e 8 de janeiro no Tokyo Bunka Kaikan, o mesmo local do Dairantou Smash Brothers DX Orchestra Concert. No primeiro dia, estiveram presentes Hiroki Kikuta (Secret of Mana) e Yasunori Mitsuda (Chrono Trigger e Cross) e, no outro, além dos dois, a mestra Yoko Shimomura (Kingdom Hearts). Para completar o quarteto de compositores da Square que haviam comparecido ao espetáculo em Colônia, só ficou faltando mesmo o Nobuo Uematsu.

Como o Symphonic Fantasies original já tinha sido lançado em CD na Europa e no Japão, não seria de esperar que a versão mostrada em Tóquio também fosse. Eis que inesperadamente em maio de 2012 o álbum Symphonic Fantasies Tokyo foi anunciado e em junho foi lançado – por enquanto, somente com publicação no continente europeu.

A principal diferença é que, enquanto o álbum do Symphonic Fantasies original condensava todo o concerto em um CD e deixava o segmento do bis para lançamento digital, o álbum do Symphonic Fantasies Tokyo cobre o espetáculo na íntegra, forçando a divisão do programa em dois discos. O primeiro, com a abertura e as suítes de Kingdom Hearts e Secret of Mana; o outro com as suítes de Chrono e Final Fantasy e o novo bis.

O encarte, com 20 páginas repletas de fotos das apresentações e perfis dos envolvidos, possui agora um prefácio assinado pelo Masashi Hamauzu, que não teve músicas executadas no concerto, mas vem se tornando cada vez mais frequente nas produções do Thomas Boecker. Aliás, só de ver o nome dele, já me deu vontade de que fosse feita uma suíte da série SaGa – obscura no ocidente, mas popular no Japão –, com os seus trabalhos no SaGa Frontier II e especialmente no Unlimited Saga. Mas essa vontade fica para uma próxima. Outra decisão que achei acertada foi a adoção do inglês no texto, dada a universalidade do idioma, visto que, no álbum gravado na Alemanha, a edição japonesa estava escrita na língua local e, na europeia, em alemão. O único ponto um pouco chato disso é a dificuldade de retirar o encarte da caixa do álbum, porque ficou bastante justo, no limite. Se você conseguiu tirar uma vez, é provável que não vai querer fazer isso de novo com medo de estragar o papel.

Uma grande vantagem do Symphonic Fantasies Tokyo em relação ao Symphonic Fantasies é justamente o fato de o concerto ter sido gravado no Japão. Como dito aqui tantas vezes, o público nipônico é extremamente acanhado e, verdade seja dita, educado. Uma plateia inteligente, que respeita a performance e quer apreciá-la, quer fazer valer o ingresso. Durante os dois CDs não há um pio sequer da plateia e nem mesmo aplausos ao final da execução de cada número, o que dá ao Symphonic Fantasies Tokyo a impressão de ter sido gravado em estúdio tamanho o silêncio. No CD do Symphonic Fantasies dá para ouvir, durante a execução do tema dos Chocobos, um “woow” proferido por um fã tresloucado. Hoje, esse cara deve estar muito por feliz por ter o grito eternizado e arranhado a perfeição da performance. Aqui não há nada disso, muito felizmente. Por isso… viva os japoneses!

Já adianto que, excetuando o Encore, todo o resto da seleção de músicas arranjadas é similar ao primeiro Symphonic Fantasies. Mesmo que continue achando que algumas faixas poderiam entrar (nada vai me tirar da cabeça que fez muita falta a “Danger” no Secret of Mana e talvez mais alguma música animada do jogo), não vou repetir tudo o que já falei. É tudo uma questão de comparações. Se na ocasião do concerto eu confrontei os arranjos orquestrais com as originais e no review do álbum coloquei frente a frente os arranjos da mixagem do CD com a versão transmitida, o cotejo agora será entre os dois álbuns. As novidades do Symphonic Fantasies Tokyo estão nas entrelinhas, nas interpretações, nas sutilezas, portanto vamos revisitar aos poucos, com calma, as histórias contadas pelas suítes no palco do concerto realizado na Terra do Sol Nascente.

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“Meridian Dance” – Secret of Mana (Game Music Laboratory Tokyo 2nd [unplugged])

Por Alexei Barros

Ao terminar Secret of Mana, você acabará ouvindo muito mais vezes a “Danger”, que toca na batalha contra os chefes, do que a “Meridian Dance”, que aparece somente no combate final. Óbvio. Mas isso não está relacionado à popularidade, porque, pelo que acompanho nos comentários, a “Meridian Dance” parece ser muito mais elogiada que a “Danger”. Isso acontece em muitos outros casos também, mas é só uma constatação, porque prefiro a “Danger”.

Por isso, não é de estranhar que no Game Music Laboratory Tokyo 2nd [unplugged] tenham tocado, além da “Danger”, a “Meridian Dance”, visto que o violinista Hiroaki Yura, acompanhado por outro violino, piano, baixo e bateria já tinha executado a “Meridian Dance” na apresentação Passion (2007) na Austrália. A maior vantagem em relação à nova versão é que dá para ouvir muito bem o baixo elétrico, coisa que não era possível no outro por ser uma gravação da plateia com muita ambiência.

Mas… não gostei de três coisas. Dispensável o uso da keytar nesta performance, dialogando com o violino – melhor seria se fosse com a guitarra ou mesmo outro violino. E outra: os solos alternados cairiam melhor na segunda vez em que a banda repetisse a faixa, não logo de cara, para preservar toda a maravilhosa alternância melódica da música. O ponto em que escolheram para terminar ficou estranho. Em compensação, a reprodução da progressão harmônica no violino (a partir de 0:52 no vídeo) é digna de louvor, ainda que o Hiroaki Yura tenha errado um pouco no final deste trecho.

Durante os aplusos, os compositores Kenji Ito e Hiroki Kikuta, o autor desta faixa, sobem ao palco.

“Danger” – Secret of Mana (Game Music Laboratory Tokyo 2nd [unplugged])

Por Alexei Barros

Pela raridade com que a “Danger” aparece nas miscelâneas de Secret of Mana, pensei que fosse um dos poucos fãs do alucinante tema de batalha com chefes. Percebi que não estava sozinho quando foi eleita a 139ª na votação das 700 melhores faixas de games de acordo com os japoneses. A terceira colocada do total de cinco músicas do Secret of Mana que apareceram na relação: atrás de “Prophecy” (67ª) e “Meridian Dance” (86ª) e à frente de “Angel’s Fear”(164ª) e “Into the Thick of It” (205ª).

Mais satisfeito fiquei com o arranjo tocado no show Game Music Laboratory Tokyo 2nd [unplugged], realizado no dia 6 de fevereiro de 2011 e que só não mencionei antes porque não seria conveniente falar do evento se não houvesse vídeos. Felizmente, há. De tudo. Nem tudo é tão interessante; muitos solos de teclado manjados do Final Fantasy VII.

Pela gravação e depois pesquisando, reconheci alguns dos instrumentistas do grupo, aparentemente batizado de kikutaband pela hashtag proliferada no Twitter: Hiroaki Yura, o spalla da Eminence Symphony Orchestra, no violino; Akifumi Tada, arranjador do estúdio Imagine na keytar; Jem Harding no teclado; e Ko Omura na bateria. Ainda teve baixista e guitarrista, os quais não consegui descobrir quem são. Pela formação, com violino no meio de uma banda normal, já se esperaria alguma coisa parecida com a jdk Band; diferentemente da atual banda da Falcom, a guitarra é relegada ao segundo plano.

Com o violino em destaque, esta versão ganha pontos em ousadia, afinal é muito mais difícil tocar a sucessão frenética de acordes da “Danger” neste instrumento do que em uma guitarra, por exemplo. A introdução, que é um bocado repetitiva, é feita convincentemente no violino, mas, na hora do trecho dissonante, a impressão é que a sequência precisou ser simplificada. Na virada da música, o violino fica em relevo mais do que nunca, no ponto alto da performance, parando logo em seguida para o solos de teclado e guitarra (embora o timbre da sintetizada claramente simule um baixo elétrico). O violino retoma a melodia para encerrar o primeiro looping com o teclado em evidência. Na repetição da introdução o baixo se solta mais. Já que a intenção era imitar a original, a batida da bateria poderia ser mais rápida e menos forte no meu entendimento. Todavia, de modo geral, o resultado ficou esplendoroso, dada a complexidade da composição. E, com isso, eu me pergunto se um dia a “Danger” será totalmente orquestrada…

A árvore genealógica da série Mana em 20 discos

Por Alexei Barros

A mania de lançar caixas e mais caixas da Sega caiu nas graças da Square Enix. Em 2009, foi lançado o SaGa Series 20th Anniversary Original Soundtrack -Premium Box- com 20 CDs e, desta vez, será a série Seiken Densetsu/Mana que vai comemorar 20 anos de existência com um produto similar. Sei que a coletânea foi anunciada alguns meses atrás, mas só há pouco foram divulgadas as imagens. Atento para o detalhe das fotos da antologia, que não pode ser chamada de box, visto que é uma espécie de estojão que guarda os discos.

Com número de catálogo SQEX-10249~68, o Seiken Densetsu Music Complete Works contará com 19 CDs e um DVD ao preço de 21000 ienes (o que hoje equivaleria a 418 reais, ignorando impostos e outras taxas). Todas as trilhas sonoras originais estão inclusas: Seiken Densetsu, Secret of Mana, Seiken Densetsu 3, Legend of Mana, Sword of Mana, Children of Mana, Dawn of Mana e Heroes of Mana. A maior novidade é que, diferentemente da caixa de SaGa, a compilação incluirá os álbuns com arranjos: Final Fantasy Gaiden: Seiken Densetsu put your thoughts to music, disco com versões arranjadas por Takayuki Hattori, e o experimental secret of mana+, CD que possui uma faixa de 49 minutos entrelaçando releituras de diversas faixas do jogo. Não há nada relativo ao que foi orquestrado em concertos e tampouco do drammatica. O DVD terá, em vídeo, um medley com a performance sinfônica – e eu espero que seja inédita –, além de entrevistas com Kenji Ito, Hiroki Kikuta e Yoko Shimomura. Não são todos, mas definitivamente os principais da série.

[via Nonsense Zone, Square Enix]

Akumajo Dracula Tribute Vol.1 e 2: tributo sem tribulação

Por Alexei Barros

Vasta, rica e altamente qualificada: é a discografia de Castlevania. Qualquer tributo a composições antigas deve ser justificado, para ombrear álbuns do nível de Drabula Battle Perfect Selection I e II. Se for um tributo preguiçoso, como o Gradius Tribute, com alguns arranjadores praticamente desconhecidos no meio, é melhor nem fazer. A Konami aprendeu a lição e publicou a dupla Akumajo Dracula Tribute Vol.1 e Akumajo Dracula Tribute Vol.2, ambos 13 de janeiro de 2011, emprestando as músicas vampirescas para nomes de primeiro gabarito. Entre outros, Motoi Sakuraba, Masashi Hamauzu e Hiroki Kikuta.

Não que todas as 26 faixas (13 de cada disco) sejam magistrais, pelo contrário – “Vampire Killer ~Castlevania (Nintendo Entertainment System)~” é digno do detestável Perfect Selection Dracula. Por isso, passei rapidamente apenas pelas que mais me agradaram, ignorando o fato que os dois discos saíram em janeiro e comento só agora.
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“Angel’s Fear” – Secret of Mana (Score)

Por Alexei Barros

Aos poucos o tema de abertura “Angel’s Fear” do Secret of Mana tornou-se uma música frequente nos concertos no Japão e na Europa. Mais interessante, sempre com arranjos diferentes, como a “Angel’s Fear” do Nobuo Kurita para o Orchestral Game Concert 3 e a “Angel’s Fear” do Jonne Valtonen para o Fifth Symphonic Game Music Concert. Mais recentemente, a faixa norteou a grandiloquência da “Fantasy II: Secret of Mana” do Symphonic Fantasies, com quatro aparições em diferentes interpretações ao longo da suíte.

Ao portentoso histórico deve ser acrescentada a versão do concerto secreto Score realizado na Suécia. Curiosamente, é a única a colocar o piano na introdução, instrumento que o timbre imita na original, e que foi substituído nas releituras anteriores pelo oboé (no OGC3) e violino (no Fifth SGMC e na introdução da suíte do SF). Mais adiante, é a vez da flauta tocar a melodia emotiva do tema, encerrando com uma variação grandiosa.

De todos os arranjos provavelmente é a mais fiel à sintetizada, o que de forma alguma desmerece a criatividade das demais em conferir novas ideias a uma das melhores músicas de tela-título da era 16-bits. Tudo depende da proposta dos concertos, enfim.

O primeiro vídeo é da performance do concerto, e o outro é um vídeo promocional, com áudio em qualidade muito melhor, que registrou o ensaio, com detalhes nos instrumentistas da Gothenburg Symphony Orchestra.


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