Por Claudio Prandoni
Demorou menos do que eu imaginava. Com vocês, o trailer de debute de No More Heroes 2 divulgado na TGS 08 - que em poucas horas já bateu fácil a E3 08.
Jornalismo, videogames e quatro topeiras abjetas
Por Claudio Prandoni
Demorou menos do que eu imaginava. Com vocês, o trailer de debute de No More Heroes 2 divulgado na TGS 08 - que em poucas horas já bateu fácil a E3 08.
Por Claudio Prandoni
Pára tudo. Sério.
Preparava eu uma série de posts sobre No More Heroes, o qual zerei recentemente. Vem aí No More Heroes Frenzy, review do jogo e tudo o mais. Fazia eu com calma pois (segue spoiler em letra branca, selecione o texto para ler) ao final do jogo a loiríssima Sylvia Christel diz que não vai ter continuação, algo do qual eu realmente não duvidava, visto que os jogos bizarros e fantásticos mega blaster hell do Suda 51 nunca ganharam seqüência e ele mesmo disse que não tinha planos.
Heading now to the garden of madness!
Por Claudio Prandoni
Outro dia falei aqui da fantástica iniciativa de um pessoal de um fórum exclusivo sobre o ouriço azul da SEGA que está recriando o Sonic 2 de Mega Drive todo em altississíssima definição.
À época coloquei para download a demonstração técnica que eles liberaram. Hoje trago a segunda demo, mais elaborada, que oferece um tamanho de tela adiciona (3X), fases diferentes e permite até jogar com o Knuckles (embora o modelo dele ainda seja em sprites de baixa resolução).
Baixe, jogue, divirta-se e comente. Mas se ficar com preguiça assista ao vídeo no final do post que mostra quase tudo que há de novidade. Download por meio do link abaixo
Agradecimentos super sônicos ao Ryunoken, que saiu na frente antes com a notícia lá no Warpzona.
Por Claudio Prandoni
Eu também já tinha separado tanta coisa aqui pra falar de Wipeout HD e aí vai lá o tal do Bueno e resume tudo em uma linha e um título.
Depois eu sou mal humorado, pô.
…
Neste momento diria maestro Barros ou mestre Hitz: “Ué!? Claudinho, volta ae…”
Por Alexei Barros
Não sei de onde raios surgiu essa orquestra, e nem encontrei mais informações sobre a performance. Seja como for, dá para arrepiar:
“A Premonition” ~ “Chrono Trigger”
Por Alexei Barros
Já cansei de falar: às vezes a paixão dos fãs japoneses é tão vigorosa que suplanta até mesmo o trabalho dos profissionais. “Clash on the Big Bridge” (a.k.a. “Battle with Gilgamesh”) é uma das composições mais criativas do Nobuo Uematsu, e certamente a melhor do Final Fantay V. “Clash on the Big Bridge” foi arranjada para solo de piano por Shiro Sato e interpretada por Toshiyuki Mori na Piano Collections Final Fantasy V. Porém, eis que dois mestres do piano da banda doujin Low-tech Son resolveram se juntar para tocar uma impressionante versão a quatro mãos que superou a oficial. O entrosamento é impressionante:
Por Claudio Prandoni
Veja só você: ficamos um tempão sem atualizar a categoria Calçados e eis que em dois dias seguidos somos agraciados com novidades para ela.
Ontem tivemos um quitute ocidental para os pés, hoje voamos para o oriente (de maneira figurativa apenas, quem me dera cobrir a TGS tal qual Fabão “The World Ends With You” Santana em Shibuya). Por lá é possível encontrar essa belezinha acima: um par de sapatos temáticos de Super Mario World específicos para jogar golfe.
Repare no requinte, na classe, na finesse e imagine você que maestro Barros não apenas os usa para duelar com Tiger Woods (quem você acha que o ensinou a andar na água?) como também reger todas as orquestras às quais ele comenta aqui no blog. Por que o VGL não veio para São Paulo? A resposta: Alexei se recusou a emprestar os calçados para Jack Wall e Tommy Tallarico.
Agradecimentos matreiros ao serelepe moleque fanboy da Sakura, Lucas Patrício, pela dica.
Por Claudio Prandoni
Depois volto a este assunto com imagens em melhor resolução e definição, mas não custa dar o toque: a revista japonesa Famitsu confirmou hoje que Sakura Kasugano estará presente nas versões caseiras de Street Fighter IV!
Sim, mesmo com toda minha rabugentice acho muito legal a notícia - gosto muito da Sakura. Porém, peço espaço para levantar uma questão.
Sakura era uma garotinha um pouco mais nova que Ryu e Ken na série Street Fighter Zero (ou Alpha, depende de sua formação cultural gamer e região), que por sua vez acontece entre SF e SF II (no qual os meninões já são marmajões). SF IV, porém, acontece após SF II e Ryu e Ken apresentam já um visual pré-tiozão que eles ostentam em SF III - não se perca nas numerações romanas.
Sendo assim, não era para Sakura estar mais velha? Será que no futuro retrô o qual acompanharemos em SF IV ela desenvolveu algum tipo de síndrome de menina perdida da Terra do Nunca de Peter Pan e continua a usar roupinha colegial mesmo bem depois dos seus trinta e tantos anos?
De acordo com a cronologia oficial da série, ela nasceu em 1974 o que a deixaria com 34 anos nos tempos atuais! Mas até aí a Chun-Li é de 1968, ou seja, uma legítima quarentona e está lá toda bonita e esbelta em SF IV. Ainda assim, a chinesinha crava definitivamente meu ponto: em SF Zero (Alpha) ela aparece como molequinha também e em SF II já é uma linda moça que faz queixos caírem.
Enfim…
Por Claudio Prandoni
Eu e o Rodrigo Flausino continuamos num pingue-pongue esperto com vídeos geniais e divertidos de LittleBigPlanet. Recentemente ele colocou no ar o comercial que mostra conteúdo de God of War reproduzido no game, assim como uma fantástica calculadora intrincadamente programada no editor de LBP.
Com a pelota vindo em minha direção rebato ela com esta singelo, porém cativante gravação de um nível meramente musical, no qual um gamer japonês reproduz a tocante faixa To Zanarkand, de Final Fantasy X (a qual o vídeo que maestro Barros possui no YuYui YouTube é sucesso de público e audiência, dono de vários prêmios)
Por Alexei Barros
Findada a passagem do Video Games Live no Brasil, hora das considerações sobre o evento. Sim, não assisti (o show não veio a São Paulo e nem me animei de viajar para as outras cidades), mas há diversas reportagens nos blogs e sites brasileiros e os esperados vídeos no YouTube.
Sempre bati na tecla do repertório inconsistente do VGL – em breve voltarei a bater, calma. Nesse ano, entretanto, me chamou a atenção que as análises (leia, entre outras, aqui, aqui e aqui) passaram a criticar problemas que não existiam anteriormente ou não havia reparado: orquestras incompletas e uso de playback. Como não presenciei, não estou habilitado a comentar mais a fundo. Mas começo a ficar preocupado com a qualidade de um espetáculo que se vangloria de realizar cerca de 50 apresentações por ano pelo mundo, e no afã de ser onipresente, faz tudo aparentemente às pressas.
Depois do Hadouken, vamos ao comparativo dos set lists de 2006, 2007 e 2008, ignorando os segmentos interativos e eventuais adições exclusivas de cada cidade. Apesar de os solos de piano estarem listados, não contei como novidade.
Continue lendo ‘VGL 2008: Balanço geral da turnê brasileira’
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