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	<title>Hadouken</title>
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	<description>Jornalismo, videogames e quatro topeiras abjetas</description>
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		<title>Hadouken</title>
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		<title>Finalistas do Indie Game Challenge: The Dream Machine</title>
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		<pubDate>Sat, 28 Jan 2012 14:44:25 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Gustavo Hitzschky</dc:creator>
				<category><![CDATA[Adventure]]></category>
		<category><![CDATA[Indie Games]]></category>
		<category><![CDATA[Preview]]></category>
		<category><![CDATA[Anders Gustafsson]]></category>
		<category><![CDATA[Erik Zaring]]></category>
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		<category><![CDATA[Mikael Lindblom]]></category>
		<category><![CDATA[The Dream Machine]]></category>

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		<description><![CDATA[Por Gustavo Hitzschky Eu não tenho o direito de escrever sobre videogames. Admito. Possuo um vão na minha formação gamística que muitos de vocês considerarão imperdoável, e talvez não lhes tire a razão: jamais cheguei a terminar um adventure clássico point &#38; click – concluí alguns capítulos das incursões mais recentes de Sam &#38; Max, [...]<img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=hadouken.wordpress.com&amp;blog=634431&amp;post=22509&amp;subd=hadouken&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><strong><a href="http://hadouken.files.wordpress.com/2012/01/thedreammachine1.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-22510" title="thedreammachine1" src="http://hadouken.files.wordpress.com/2012/01/thedreammachine1.jpg?w=500&#038;h=285" alt="" width="500" height="285" /></a>Por Gustavo Hitzschky</strong></p>
<p>Eu não tenho o direito de escrever sobre videogames. Admito. Possuo um vão na minha formação gamística que muitos de vocês considerarão imperdoável, e talvez não lhes tire a razão: jamais cheguei a terminar um adventure clássico point &amp; click – concluí alguns capítulos das incursões mais recentes de Sam &amp; Max, o que pelo menos ameniza um pouco (um pouco) a constatação.</p>
<p>Tudo bem, ainda não foi dessa vez que encarei The Dig, Full Throttle ou Maniac Mansion, mas pelo menos é um point &amp; click. Prosseguindo com as críticas dos jogos finalistas do Indie Game Challenge, me aventurei pelos três capítulos lançados até aqui de The Dream Machine. Vamos lá.</p>
<p><span id="more-22509"></span></p>
<p><strong><a href="http://www.thedreammachine.se/">The Dream Machine</a></strong> começa de um modo absolutamente prosaico. Ou nem tanto assim. Você está em uma pequena ilha com poucos recursos à disposição. Depois de saciar a fome ao pescar um peixe e assá-lo, qual não é a sua surpresa ao encontrar um mapa dentro da própria comida. Ao cavar o local indicado, você se vê diante de um despertador. É hora de acordar e retornar à vida real. A verdade é que Victor Neff e sua esposa Alicia acabaram de se mudar para um novo apartamento e nós nos encontramos em meio à balbúrdia, com caixas espalhadas e uma boa dose de dor de cabeça com sofás que não passam pela porta de entrada. É preciso conhecer os vizinhos e o síndico, ajudar a esposa, que está grávida, com o café da manhã e ainda lidar com vários detalhes que envolvem a mudança. Como disse, tudo absolutamente normal, simples, e você passa até a duvidar que alguma trama interessante e intrincada possa surgir a partir disso. E felizmente nós nos enganamos com essa aparente (ou patente e proposital?) ausência de conflito.</p>
<p>Infelizmente agora serei obrigado a soltar alguns pequenos spoilers sobre o enredo. Você acaba descobrindo que o responsável pelo prédio, Mr. Morton, faz parte de uma família que há quatro gerações estuda os sonhos. Para aprofundar essas análises, foi criada uma máquina que, através do tempo, passou a adquirir um certo tipo de inteligência, porém relativamente primitiva. Para evitar que o aparelho cause mais estragos do que acontece entre o fim do segundo capítulo e o início do terceiro, é preciso destrui-lo e, para tanto, devemos cortar a raiz dessa espécie de monstro dentro dos sonhos dos moradores do edifício. A começar por Alicia, sua mulher.</p>
<p>Parece-me que o que faz de um point &amp; click um jogo digno e louvável é o casamento entre uma bela estória e puzzles desafiantes. Impossível julgar a trama sem tê-la visto em sua totalidade, mas posso afirmar com segurança que a premissa é boa e os três primeiros capítulos foram muito bem escritos. Com relação aos quebra-cabeças, uma certeza: eles estão lá, não são poucos e possivelmente muitos vão perder uns bons minutos para resolver parte deles &#8211; vocês devem conhecer a minha predileção por puzzles, e foi bem difícil deixar de estampar um sorriso sincero e espontâneo depois de resolver um quebra-cabeça que me tenha tomado meia hora. &#8220;Tomado&#8221; pode trazer consigo uma carga pejorativa, e talvez fosse melhor escrever &#8220;um quebra-cabeça no qual investi meia hora&#8221;. Como é bom quando o jogo nos faz avançar por meio do raciocínio sem que tenhamos de manter o dedo pressionado em um gatilho incessantemente&#8230; Mas divago. Só para citar um exemplo de puzzle, no capítulo 3 você tem acesso a três pedaços de papel que parecem uma espécie de mapa. Alguns elementos se repetem nas folhas, e é preciso encaixá-las de modo a tornar mais nítida a imagem. É necessário também colocar esses desenhos contra a luz a fim de encontrar o local exato. Mas parece que nunca a luz é forte o bastante&#8230;</p>
<p><a href="http://hadouken.files.wordpress.com/2012/01/thedreammachine3.jpg"><img class="alignright  wp-image-22512" title="thedreammachine3" src="http://hadouken.files.wordpress.com/2012/01/thedreammachine3.jpg?w=168&#038;h=112" alt="" width="168" height="112" /></a>Um fator interessante de The Dream Machine é a forma como cenários e personagens foram criados. A ideia dos suecos Anders Gustafsson e Erik Zaring era fazer um jogo cujos elementos fossem desenvolvidos à mão. Em um primeiro momento, eles queriam somente uma demo conceitual. Porém, ao contar com a ajuda de Mikael Lindblom, amigo de Erik, e de seu estúdio de stop motion, os rapazes optaram por gerar de uma vez um produto completo. Enquanto Anders trabalhava no roteiro, Erik e Mikael se encarregavam dos ambientes. Os personagens surgiram a partir de pequenas figuras de barro, fotografadas, iluminadas e animadas posteriormente. Por sua vez, os cenários, além de barro, eram erguidos com papelão – três paredes e o chão, sem um teto, pois dessa maneira seria mais difícil trabalhar com a iluminação do jogo. E como de qualquer modo nós não veríamos o teto, a equipe decidiu limá-lo por completo.</p>
<p><a href="http://hadouken.files.wordpress.com/2012/01/thedreammachine2.jpg"><img class="alignleft  wp-image-22511" title="thedreammachine2" src="http://hadouken.files.wordpress.com/2012/01/thedreammachine2.jpg?w=210&#038;h=125" alt="" width="210" height="125" /></a>(Devo confessar que as figuras de The Dream Machine me assustam um pouco. E também me fazem lembrar dos desenhos da TV Cultura – talvez <strong><a href="http://www.youtube.com/watch?v=ORHQmLrXdmY">Pingo</a></strong> e outros que pareciam feitos a partir da popular super massa.)</p>
<p>Anders destaca muitas etapas da produção em um <strong><a href="http://dreammachinegame.blogspot.com/">blog</a></strong> com bastante informação interessante. Gostaria de agradecê-lo pela gentileza nas respostas dos e-mails e pelos links que me passou – um sobre a <strong><a href="http://dreammachinegame.blogspot.com/2009/11/character-generation.html">construção dos personagens</a></strong> e outro acerca da <strong><a href="http://dreammachinegame.blogspot.com/2010/04/production-co.html">montagem dos cenários</a></strong>, recheados de fotos batutas e dos quais extraí alguns detalhes para esse post. Como escrevi antes, até o momento The Dream Machine conta com três capítulos disponíveis, sendo o primeiro gratuito, e há mais dois programados. Não é necessário ou possível fazer download, e você deve jogar no próprio browser e, evidentemente, estar online – como explicou Anders, isso contribuiu para um menor tempo de carregamento. Além disso, há um esquema bem bacana em ação. Cito o site. “Temos um sistema rodando discretamente ao fundo que registra estatísticas sobre quantos jogadores conseguiram resolver um quebra-cabeça no jogo. Se notamos uma queda significativa em algum lugar, podemos adicionar pistas ou repensar o problema inteiramente. Queremos que o jogo seja desafiante, mas se perdemos 30% dos jogadores em um puzzle, temos que fazer algo a esse respeito”.</p>
<p>É isso. Lembrando que o resultado do Indie Game Challenge será anunciado no dia 10 de fevereiro durante a D.I.C.E. Summit. O vencedor será escolhido por meio de <strong><a href="http://www.indiegamechallenge.com/2012-finalists/">votação popular</a></strong>. Eis a lista dos indicados.</p>
<p>* Atom Zombie Smasher – Blendo Games<br />
* Closure – Eyebrow Interactive<br />
* Demolition, Inc. – Zeroscale<br />
* Nitronic Rush – Team Nitronic<br />
* Paradox Shift – Paradox Shift<br />
* Symphony – Empty Clip Studios, Inc.<br />
* <strong><a href="http://hadouken.wordpress.com/2012/01/23/finalistas-do-indie-game-challenge-the-bridge/">The Bridge – Ty Talor e Mario Castaneda</a></strong><br />
* The Dream Machine – Team Dream<br />
* The Fourth Wall – The Fourth Wall Team<br />
* The Swapper – Facepalm Games</p>
<p>Honestamente, até o momento eu não teria a menor ideia do meu escolhido, o que parece deixar claro o alto nível das produções. Joguei quatro deles e vi o vídeo de mais alguns. Mais textos (assim espero) nos próximos dias.</p>
<br />  <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gocomments/hadouken.wordpress.com/22509/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/comments/hadouken.wordpress.com/22509/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godelicious/hadouken.wordpress.com/22509/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/delicious/hadouken.wordpress.com/22509/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gofacebook/hadouken.wordpress.com/22509/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/facebook/hadouken.wordpress.com/22509/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gotwitter/hadouken.wordpress.com/22509/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/twitter/hadouken.wordpress.com/22509/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gostumble/hadouken.wordpress.com/22509/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/stumble/hadouken.wordpress.com/22509/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godigg/hadouken.wordpress.com/22509/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/digg/hadouken.wordpress.com/22509/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/goreddit/hadouken.wordpress.com/22509/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/reddit/hadouken.wordpress.com/22509/" /></a> <img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=hadouken.wordpress.com&amp;blog=634431&amp;post=22509&amp;subd=hadouken&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></content:encoded>
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		<title>Finalistas do Indie Game Challenge: The Bridge</title>
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		<pubDate>Mon, 23 Jan 2012 18:57:55 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Gustavo Hitzschky</dc:creator>
				<category><![CDATA[Indie Games]]></category>
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		<description><![CDATA[Por Gustavo Hitzschky Vasculhando as trincheiras do blog IndieGames.com, tomei conhecimento de uma premiação intitulada Indie Game Challenge, a qual tem seu vencedor escolhido por meio de votação popular. O grande campeão da vez será revelado no dia 10 de fevereiro como parte das celebrações da D.I.C.E. Summit 2012. Já que entrei em definitivo no [...]<img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=hadouken.wordpress.com&amp;blog=634431&amp;post=22497&amp;subd=hadouken&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><strong><a href="http://hadouken.files.wordpress.com/2012/01/indiegamechallenge.jpg"><img class="alignleft size-full wp-image-22498" title="indiegamechallenge" src="http://hadouken.files.wordpress.com/2012/01/indiegamechallenge.jpg?w=500" alt=""   /></a>Por Gustavo Hitzschky</strong></p>
<p>Vasculhando as trincheiras do blog IndieGames.com, tomei conhecimento de uma premiação intitulada <strong><a href="http://www.indiegamechallenge.com/2012-finalists/">Indie Game Challenge</a></strong>, a qual tem seu vencedor escolhido por meio de votação popular. O grande campeão da vez será revelado no dia 10 de fevereiro como parte das celebrações da D.I.C.E. Summit 2012.</p>
<p>Já que entrei em definitivo no universo dos games indie como você talvez <strong><a href="http://hadouken.wordpress.com/2012/01/14/de-como-passei-a-me-aventurar-pelos-jogos-indie/">já tenha visto</a></strong>, tratei logo de me informar sobre os finalistas. Muitos nem sequer foram concluídos, mas através de vídeos e de informações fornecidas pelos próprios criadores, dá para ver que vem muita coisa boa por aí. Prometo me esforçar ao máximo para experimentar ao menos alguns deles e compartilhar com vocês as minhas impressões. E é exatamente isso que vou fazer a partir de agora. Porém, antes, segue a relação dos indicados:</p>
<p>* Atom Zombie Smasher &#8211; Blendo Games<br />
* Closure &#8211; Eyebrow Interactive<br />
* Demolition, Inc. &#8211; Zeroscale<br />
* Nitronic Rush &#8211; Team Nitronic<br />
* Paradox Shift &#8211; Paradox Shift<br />
* Symphony &#8211; Empty Clip Studios, Inc.<br />
* The Bridge &#8211; Ty Talor e Mario Castaneda<br />
* The Dream Machine &#8211; Team Dream<br />
* The Fourth Wall &#8211; The Fourth Wall Team<br />
* The Swapper &#8211; Facepalm Games</p>
<p>Depois do vórtex dimensional, as minhas impressões sobre uma versão não finalizada de The Bridge.</p>
<p><span id="more-22497"></span></p>
<p><a href="http://hadouken.files.wordpress.com/2012/01/thebridge.jpg"><img class="alignright size-medium wp-image-22500" title="thebridge" src="http://hadouken.files.wordpress.com/2012/01/thebridge.jpg?w=300&#038;h=164" alt="" width="300" height="164" /></a>Como já é de praxe, nas reflexões sobre videogames que travo com certa frequência com meu mentor, maestro Barros, um tema tem uma recorrência especial: inovação. Parece-me que alguns jogadores se sentem incomodados com a falta de inovação de certos jogos e citam isso como fator negativo de dados games. Como se fosse necessário &#8211; ou mesmo possível, obrigatório, essencial &#8211; trazer uma avalanche de novidade em termos de enredo, jogabilidade, narrativa e som para que o jogo seja considerado digno. Não concordo com essa visão.</p>
<p><strong><a href="http://thebridge.hypercubegames.net/">The Bridge</a></strong> está aí para não me deixar mentir. Vou cometer o pecado de reduzi-lo a uma comparação, mas depois tento explicar de modo mais detalhado do que se trata. Pense em Braid (referência óbvia desde praticamente o primeiro minuto) misturado com Echochrome, título em que é preciso manipular o cenário (girando e inclinando-o) para evitar obstáculos. Soa como uma bela mescla para mim. Sem ineditismo, mas muito bem executado.</p>
<p>De acordo com o site de The Bridge, o jogo nasceu a partir do projeto de mestrado em Ciência da Computação de Ty Taylor, que logo foi auxiliado por Mario Castaneda &#8211; ambos alunos da Case Western Reserve University, situada na cidade norte-americana de Cleveland, Ohio. Atualmente, Taylor é engenheiro de desenvolvimento de software da Microsoft e Castaneda continua seus estudos na University of Advancing Technology, estado do Arizona, onde está envolvido com arte nos jogos, animação e modelagem virtual.</p>
<p><strong><a href="http://hadouken.files.wordpress.com/2012/01/thebridge2.jpg"><img class="alignleft  wp-image-22499" title="thebridge2" src="http://hadouken.files.wordpress.com/2012/01/thebridge2.jpg?w=167&#038;h=239" alt="" width="167" height="239" /></a>&#8220;Uma lei existe para ser quebrada; esse é o meu mundo&#8221;</strong></p>
<p>A primeira coisa que se escuta em The Bridge é um ronco. Quando a imagem se faz visível, vemos o protagonista cochilando encostado a uma árvore e é preciso acordá-lo. A única ação possível é mover o cenário de um lado para o outro. É então que uma das maçãs cai e atinge o dorminhoco na cabeça. Isaac Newton e as teorias sobre a gravidade não vêm à mente à toa: nosso cientista até o momento sem nome precisa brincar com a gravidade, manipulá-la e distorcê-la a fim de avançar pelas diversas fases, que são acessadas a partir da própria casa dele.</p>
<p>O fator Braid se mostra mais evidente basicamente por dois motivos: para adentrar os estágios e sair deles, é preciso passar por portas que se encontram uma ao lado da outra. Uma vez lá dentro, muitas vezes o protagonista precisa pegar uma chave para poder prosseguir. Além disso, outra referência patente diz respeito às mortes ou à perda de uma chave, por exemplo. Caso isso aconteça, basta voltar no tempo, tal qual nosso herói Tim.</p>
<p>A direção de arte de The Bridge é absolutamente maravilhosa. Personagens, elementos do cenário e ambientes foram feitos à mão por meio da técnica da litografia em preto e branco. Não há a exuberância de cores de Braid, porém, particularmente, sempre achei que o preto e branco, nas mais diversas formas de manifestação artística, tem um charme absolutamente insuperável. É uma ilustração que ganha vida, ideia que é acentuada quando começamos uma nova tela e vemos o personagem sendo desenhado, o que é acompanhado por um som típico do contato do lápis com o papel.</p>
<p>A fim de resolver os quebra-cabeças, The Bridge fornece pistas em cada área. É possível que em algumas delas você se veja forçado a usar esse expediente, principalmente nos capítulos intitulados &#8220;nightmare&#8221; &#8211; até agora, The Bridge possui dois capítulos normais, dois nightmare (versões mais difíceis dos primeiros capítulos, nas palavras do próprio Taylor) e a área da ponte. Porém, eu aconselharia a usar as dicas com parcimônia. Não há nada que me satisfaça mais do que superar um puzzle complicado no peito e na raça.</p>
<p>The Bridge deve ser lançado em março e a versão final possivelmente contará com mais um capítulo normal e outro nightmare. Vou ficar atento e na expectativa, e mais para frente redijo um outro post tratando da edição definitiva.</p>
<p><em>P.S. Agradecimentos a Ty Taylor que me passou algumas informações por e-mail e que me disponibilizou um link com a versão mais recente do jogo.</em></p>
<p><a href="http://www.youtube.com/watch?v=sor8_lHWHkc">http://www.youtube.com/watch?v=sor8_lHWHkc</a></p>
<br />  <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gocomments/hadouken.wordpress.com/22497/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/comments/hadouken.wordpress.com/22497/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godelicious/hadouken.wordpress.com/22497/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/delicious/hadouken.wordpress.com/22497/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gofacebook/hadouken.wordpress.com/22497/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/facebook/hadouken.wordpress.com/22497/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gotwitter/hadouken.wordpress.com/22497/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/twitter/hadouken.wordpress.com/22497/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gostumble/hadouken.wordpress.com/22497/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/stumble/hadouken.wordpress.com/22497/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godigg/hadouken.wordpress.com/22497/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/digg/hadouken.wordpress.com/22497/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/goreddit/hadouken.wordpress.com/22497/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/reddit/hadouken.wordpress.com/22497/" /></a> <img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=hadouken.wordpress.com&amp;blog=634431&amp;post=22497&amp;subd=hadouken&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></content:encoded>
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		<title>De como passei a me aventurar pelos jogos indie</title>
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		<pubDate>Sat, 14 Jan 2012 15:47:55 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Gustavo Hitzschky</dc:creator>
				<category><![CDATA[Indie Games]]></category>
		<category><![CDATA[Cold Tension]]></category>
		<category><![CDATA[Daniel Galera]]></category>
		<category><![CDATA[Freebird Games]]></category>
		<category><![CDATA[Kan Gao]]></category>
		<category><![CDATA[Passage]]></category>
		<category><![CDATA[Prince of Persia]]></category>
		<category><![CDATA[To The Moon]]></category>

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		<description><![CDATA[Por Gustavo Hitzschky É preciso conhecer para criticar, e com &#8220;criticar&#8221; quero dizer tanto elogiar quanto depreciar. Não posso dizer que um hipotético filme novo do Charlie Kaufman é bom sem tê-lo visto apenas porque até aqui gostei de tudo o que vi e que foi feito por ele. Assim como não tenho condições de [...]<img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=hadouken.wordpress.com&amp;blog=634431&amp;post=22485&amp;subd=hadouken&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><strong><a href="http://hadouken.files.wordpress.com/2012/01/to-the-moon-436x332.jpg"><img class="alignright  wp-image-22488" title="to-the-moon-436x332" src="http://hadouken.files.wordpress.com/2012/01/to-the-moon-436x332.jpg?w=242&#038;h=184" alt="" width="242" height="184" /></a>Por Gustavo Hitzschky</strong></p>
<p>É preciso conhecer para criticar, e com &#8220;criticar&#8221; quero dizer tanto elogiar quanto depreciar. Não posso dizer que um hipotético filme novo do Charlie Kaufman é bom sem tê-lo visto apenas porque até aqui gostei de tudo o que vi e que foi feito por ele. Assim como não tenho condições de afirmar que todos os livros do Paulo Coelho são horríveis, o que parece ser uma prática bem difundida no Brasil quando se trata desse autor. Mas me pergunto: quantas pessoas leram ao menos um livro dele até o final para poder vociferar tão incisivamente contra ele?</p>
<p>Isso não é uma indireta para ninguém &#8211; ou talvez seja para mim mesmo. Infelizmente, o preconceito de alguma natureza acaba acometendo a todos em maior ou menor grau em dado ponto da vida. Tudo bem. Não penso que seja fundamental tentar evitá-lo a qualquer custo &#8211; o importante é saber se desvencilhar dele.</p>
<p>Pode ser que o termo &#8220;preconceito&#8221; não seja o mais acurado nesse meu caso específico. Quem sabe &#8220;negligência&#8221; não fosse melhor? Fato é que durante muito tempo nunca cheguei a dar o mínimo de atenção para os ditos jogos indie, mas fico bem feliz de constatar que isso mudou.</p>
<p>E por que os ignorei? Lembro-me de ter escrito sobre as nossas <a href="http://hadouken.wordpress.com/2008/04/22/falhas-de-formacao/"><strong>falhas de formação</strong></a> e a quantidade imensa de games importantes que ainda estava por jogar. Corriji certas lacunas, porém me restam inúmeras. A desculpa seria mais ou menos essa: como me interessar por outro filão do mercado de videogames se precisa me aventurar por tanta coisa do mainstream? E digamos que foi por acaso que acabei mergulhando no mar dos indie para, quem sabe, nunca mais sair dele.</p>
<p>Se tiver paciência, vá para o salto dimensional e leia a minha epopeia indígena.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><span id="more-22485"></span></p>
<p>Muito bem, a estória começa assim. Desde setembro de 2011, estou morando em Roma para fazer um semestre da faculdade de Letras. Evidentemente não trouxe o PS3 e nem o Wii, e tive que me contentar apenas com o DS &#8211; &#8220;apenas&#8221; é maldade com o pequeno notável, que é um baita de um portátil. Não obstante, sentia que faltava alguma coisa. Para tentar aplacar um pouco a ânsia gamística, depois que terminei Professor Layton and the Diabolical Box, fui logo buscar qualquer tipo de informação sobre os jogos na Internet porque queria retomar de modo mais assíduo a leitura sobre eles. Mas queria fugir do lugar-comum de blogs e sites.</p>
<p>Foi então que me lembrei de um ensaio do escritor Daniel Galera na revista Serrote intitulado “<a href="http://www.revistaserrote.com.br/2011/06/virando-o-jogo"><strong>Virando o jogo</strong></a>”. Galera escreve uma verdadeira tese não apenas sobre Prince of Persia, um de seus objetos de estudo no texto, mas sobre a narrativa nos jogos de uma maneira geral (recomendo com todas as forças a leitura integral do trabalho apesar dos muitos spoilers de Prince of Persia). Enfim, como ainda não havia lido tudo, tratei logo de fazê-lo e, lá pelas tantas, Galera fala sobre um jogo indie chamado Passage. Como o escritor tem muito mais intimidade com a palavra do que eu, destacarei agora dois parágrafos dele. O primeiro trata da descrição do jogo; o segundo, aquele que realmente me fez pensar que havia algo de especial em Passage e praticamente me forçou a baixá-lo, aborda a reação dos jogadores quando se depararam com o jogo.</p>
<blockquote><p>Em 2007, um programador de 30 anos chamado Jason Rohrer causou sensação nas comunidades de jogos independentes com um joguinho gratuito chamado Passage. Com duração exata de cinco minutos e gráficos primitivos que remetem à era dos jogos 8-bits, Passage coloca você no controle do bonequinho de um homem que se locomove da esquerda para a direita numa faixa estreita de cenário. Não há instruções de nenhum tipo. Logo de cara, seu avatar encontra uma garota parada no topo da tela. Se você encostar nela, ela gruda em você como sua esposa e o acompanha até o fim do jogo. Enquanto se desloca pelo cenário labiríntico, evitando becos sem saída e tentando pegar tesouros que valem pontos, embalado por uma melodia digital melancólica, você percebe coisas estranhas. O canto esquerdo do cenário, ou seja, aquilo que você está deixando para trás e que antes estava perfeitamente definido, vai ficando cada vez mais borrado; o canto direito, para onde você avança rumo a lugares ainda desconhecidos que surgem de um grande borrão, começa a ficar cada vez mais definido. Você – e sua companheira, caso tenha optado por levá-la consigo – também está mudando. No início, é difícil perceber a natureza da mudança, mas lá pelo segundo, talvez terceiro minuto do jogo, ela ficará clara: você está envelhecendo. O cenário está ficando cada vez mais desbotado. Cada passo adiante vale pontos, mas seguir em linha reta o privará de explorar recantos interessantes. E mais: sua velocidade diminui com o passar do tempo. Você tenta descobrir como evitar isso, mas não há o que fazer senão ir em frente. Sozinho, você ocupa menos espaço, anda mais rápido e pode pegar atalhos estreitos; acompanhado da esposa, precisa pegar desvios que o atrasam ou até bloqueiam, mas cada tesouro encontrado rende o dobro de pontos. Não é possível alterar a escolha feita: a opção pela solidão ou pelo casamento é definitiva. Aos quatro minutos e pouco, sua mulher morre. Você segue em frente sem ela, solitário nos segundos que lhe restam. Aos cinco minutos, já velhinho e quase incapaz de andar, com o passado na forma de um borrão enorme atrás de si, o futuro nítido à frente e, entre uma coisa e outra, um percurso de tentativas parcialmente bem-sucedidas de entender o que precisava ser feito, você se curva e morre. Não há derrota nem vitória, apenas o fim. Game over.</p>
<p>Descrito dessa maneira, Passage é apenas mais uma representação engenhosa da inexorabilidade da passagem do tempo e da morte, coisa que estamos cansados – ou que não nos cansamos – de encontrar na arte de todos os tipos e épocas. Mas havia algo jamais visto nesse joguinho, algo que tirou lágrimas de muitos jogadores desavisados. Depoimentos em sites como Destructoid mencionam sensações de vazio e tristeza (“Adorei… e estou me sentindo meio vazio por dentro”; “Meu coração afundou quando minha esposa morreu”; “Esse jogo me deprimiu e me deu vontade de procurar um emprego que pague bem, e não estou brincando”), exultação (“Por alguma razão, esse jogo me encheu de ânimo”) e projeções da experiência da partida na vida pessoal do jogador (“Só fui andando reto e pegando todos os baús que encontrava [...] e agora fiquei deprimido porque vi que estou fazendo a mesma coisa da minha vida”). Como uma obra de gráficos e som tão lim­tados, sem nenhuma presença de texto ou condução narrativa convencional, foi capaz de causar tanto impacto?</p></blockquote>
<p><iframe width="500" height="375" src="http://www.youtube.com/embed/Vj-8C2misj0?fs=1&#038;feature=oembed" frameborder="0" allowfullscreen></iframe></p>
<p>A partir de Passage, começou a avalanche. Pode-se dizer que comecei a jogar os indie basicamente por dois motivos: a falta dos meus consoles de mesa, a qual parecia ser um pouco amainada pela presença de games dessa natureza; o fato de que muitos indie têm uma pegada retrô, com gráficos simples dada a escassez orçamentária na confecção deles – como não curtir jogos que remetem à época de uma infância feliz banhada a videogame?</p>
<p>Há ainda mais alguns capítulos que gostaria de destacar nesse meu envolvimento recente. Meu amigo Glauber Kotaki é designer e agora está morando em Londres em busca de um emprego nessa área. Estive com ele há alguns meses e conversamos muito sobre jogos. Quando voltei para Roma, baixei o jogo Cold Tension cujo design é do próprio. Em Cold Tension, dois alpinistas escalam uma montanha no Himalaia e um deles cai. Você tem 25 minutos para encontrar o companheiro antes que ele morra de hipotermia, e para tanto deve controlar o próprio oxigênio enquanto desce à procura do aventureiro – e a corrida contra o tempo e as condições climáticas adversas é pontuada por uma música que faz jus à tensão do título. A satisfação de ver que um amigo seu participou de um projeto tão bacana é imensa e teve papel decisivo para que eu procurasse cada vez mais jogos indie. O caro Glaubinho também foi gente boa o suficiente para me mandar uma lista de games indie que ele considerava obrigatórios, e isso certamente também me motivou a continuar pesquisando sobre os indie e indo atrás de coisas novas.</p>
<p>Entretanto, o capítulo que consolidou de vez a alma indie dentro de mim, se é que ainda restavam dúvidas de que eu estava completamente viciado nesses jogos, aconteceu há algumas semanas. Foi o próprio maestro Alexei Barros que veio me falar sobre To The Moon, jogo da <a href="http://www.freebirdgames.com/"><strong>Freebird Games</strong></a> lançado em novembro de 2011. Trata-se da estória de John, senhor que está agonizando e que contratou os serviços de uma empresa para realizar seu desejo: ir até a lua. Para tanto, a divertida dupla de médicos Eva Rosalene e Neil Watts vai até a casa dele, instala um equipamento próximo ao leito de morte e começa a transitar pelas memórias de John, voltando ao passado até a sua recordação mais antiga para incutir na cabeça do menino a vontade de ir até a lua. Essa, então, passaria a ser sua única obsessão na vida. Mas não vou falar mais do que isso porque tenho intenção de fazer um post separado e mais aprofundado não apenas sobre To The Moon, mas sim todos os jogos da Freebird lançados até agora. Digamos apenas que o jogo é altamente dramático, divertido e emocionante – e não digamos que chorei feito criança com o desenlace. A trilha, de autoria do próprio diretor Kan Gao, beira o sublime.</p>
<p><iframe width="500" height="281" src="http://www.youtube.com/embed/sqkJuSV-23U?fs=1&#038;feature=oembed" frameborder="0" allowfullscreen></iframe></p>
<p>E cá estamos. Ainda engatinho nesse terreno fértil e absolutamente imenso dos jogos indie. Para quem quer me acompanhar, sugiro o blog <a href="http://indiegames.com/index.html"><strong>IndieGames.com</strong></a>, em que já encontrei muitas coisas interessantes e o qual tenho acessado diariamente (agradeço sugestões de outros blogs, sites e similares). Espero ter forças para escrever sobre muitos dos jogos indie que experimentei e os que ainda estou por fazê-lo. Vamos juntos!</p>
<br />  <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gocomments/hadouken.wordpress.com/22485/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/comments/hadouken.wordpress.com/22485/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godelicious/hadouken.wordpress.com/22485/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/delicious/hadouken.wordpress.com/22485/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gofacebook/hadouken.wordpress.com/22485/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/facebook/hadouken.wordpress.com/22485/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gotwitter/hadouken.wordpress.com/22485/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/twitter/hadouken.wordpress.com/22485/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gostumble/hadouken.wordpress.com/22485/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/stumble/hadouken.wordpress.com/22485/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godigg/hadouken.wordpress.com/22485/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/digg/hadouken.wordpress.com/22485/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/goreddit/hadouken.wordpress.com/22485/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/reddit/hadouken.wordpress.com/22485/" /></a> <img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=hadouken.wordpress.com&amp;blog=634431&amp;post=22485&amp;subd=hadouken&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></content:encoded>
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			<media:title type="html">Gustavo Hitzschky</media:title>
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		<title>Symphonic Fantasies no Japão: supremo como sempre e com uma inédita e impensável batalha musical entre Kefka e Sephiroth</title>
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		<pubDate>Thu, 12 Jan 2012 08:07:26 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Alexei Barros</dc:creator>
				<category><![CDATA[Final Fantasy]]></category>
		<category><![CDATA[Game Music]]></category>
		<category><![CDATA[Symphonic Fantasies]]></category>

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		<description><![CDATA[Por Alexei Barros Mal começou o ano e já temos concertos de games. Ou melhor, o Japão tem: nos dias 7 e 8 de janeiro o Tokyo Bunka Kaikan sediou a apresentação do Symphonic Fantasies, espetáculo originalmente executado em Colônia, na Alemanha, em 2009, em tributo às séries Kingdom Hearts, Chrono e Final Fantasy, além [...]<img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=hadouken.wordpress.com&amp;blog=634431&amp;post=22466&amp;subd=hadouken&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align:left;"><strong><a href="http://hadouken.files.wordpress.com/2012/01/symphonicfantasiestokyo_01.jpg"><img class="aligncenter  wp-image-22468" title="Symphonic Fantasies em Tóquio: sucesso e muitos pedidos dos japoneses para o concerto voltar o quanto antes ao Japão" src="http://hadouken.files.wordpress.com/2012/01/symphonicfantasiestokyo_01.jpg?w=400&#038;h=266" alt="" width="400" height="266" /></a><br />
Por Alexei Barros</strong></p>
<p>Mal começou o ano e já temos concertos de games. Ou melhor, o Japão tem: nos dias 7 e 8 de janeiro o Tokyo Bunka Kaikan sediou a apresentação do Symphonic Fantasies, espetáculo originalmente executado em Colônia, na Alemanha, em 2009, em tributo às séries Kingdom Hearts, Chrono e Final Fantasy, além de Secret of Mana. Como comentado antes, Tokyo Philharmonic Orchestra e Tokyo Philharmonic Chorus realizaram a performance sob a batuta do maestro Eckehard Stier.</p>
<p><a href="http://hadouken.files.wordpress.com/2012/01/symphonicfantasiestokyo_02.jpg"><img class="alignleft  wp-image-22469" title="No primeiro dia, o Symphonic Fantasies em Tóquio teve Roger Wanamo, Jonne Valtonen, Hiroki Kikuta e Yasunori Mitsuda..." src="http://hadouken.files.wordpress.com/2012/01/symphonicfantasiestokyo_02.jpg?w=200&#038;h=133" alt="" width="200" height="133" /></a>No primeiro dia, somente Hiroki Kikuta e Yasunori Mitsuda puderam comparecer, mas Yoko Shimomura e Nobuo Uematsu prepararam cartas lidas pela anfitriã aos fãs explicando por que não puderam comparecer e que gostariam muito. No outro dia, porém, Yoko Shimomura também apareceu. Além deles, Roger Wanamo e Jonne Valtonen, os arranjadores finlandeses, estiveram presentes e subiram ao palco.</p>
<p><a href="http://hadouken.files.wordpress.com/2012/01/dsc5255.jpeg"><img class="alignright" title="...e no segundo a Yoko Shimomura também compareceu" src="http://hadouken.files.wordpress.com/2012/01/dsc5255.jpeg?w=200&#038;h=133" alt="" width="200" height="133" /></a>A minha, a sua, a nossa maior dúvida é saber se a apresentação foi a mesma da executada três anos antes. No que se refere às quatro suítes, basicamente sim, mantendo a mesma seleção de faixas. Com a palavra, o produtor Thomas Boecker: “De maneira geral, nós fizemos muitas melhorias pequenas, como transições aperfeiçoadas etc. No entanto, como dito, são todas pequenas – incluindo partes mais difíceis para o Benyamin Nuss em Kingdom Hearts”. Importante salientar que retocar arranjos prontos não é uma coisa tão fácil de fazer. Já se deu conta de que todas as partituras dos instrumentistas precisam ser reimpressas?</p>
<p>Mas, meu amigo, o melhor ficou mesmo para o final, com o perdão do clichê. O <a href="http://www.goear.com/listen/7d3e466/encore-final-boss-suite-wdr-radio-orchestra-wdr-radio-choir-rony-barrak"><strong>“Encore (Final Boss Suite)”</strong></a> de 2009, o qual era arranjado pelo Jonne Valtonen com auxílio de Roger Wanamo, era um medley com um formato mais tradicional que as suítes executadas, com um tema da batalha final de cada série representada: <a href="http://www.goear.com/listen/226013f/Destati-Tokyo-Philharmonic-Chorus"><strong>“Destati”</strong></a> (Kingdom Hearts), <a href="http://www.goear.com/listen/3ca26ca/Meridian-Dance-hiroki-kikuta"><strong>“Meridian Dance”</strong></a> (Secret of Mana), <a href="http://www.goear.com/listen/b5eaba3/Lavos-Theme-yasunori-mitsuda"><strong>“Lavos’ Theme”</strong></a> (Chrono Trigger) e <a href="http://www.goear.com/listen/236601e/One-Winged-Angel-nobuo-uematsu"><strong>“One-Winged Angel”</strong></a> (Final Fantasy VII), esta entremeada por um solo de percussão de Rony Barrak. Esqueça isso!</p>
<p>“Em relação ao Encore, foi um arranjo completamente novo. <a href="http://www.goear.com/listen/226013f/Destati-Tokyo-Philharmonic-Chorus"><strong>&#8216;Destati&#8217;</strong></a> foi aumentada um pouco, e teve as participações de Rony Barrak e Benyamin Nuss”, afirma Boecker. Além disso e da <a href="http://www.goear.com/listen/3ca26ca/Meridian-Dance-hiroki-kikuta"><strong>“Meridian Dance”</strong></a>, a <a href="http://www.goear.com/listen/b5eaba3/Lavos-Theme-yasunori-mitsuda"><strong>“Lavos’ Theme”</strong></a> foi substituída pela <a href="http://www.goear.com/listen/e57f74e/World-Revolution-yasunori-mitsuda"><strong>“World Revolution”</strong></a>. “[O arranjo] foi feito pelo Roger Wanamo, então agora todas as transições estão suaves, e há um monte de diferentes melodias sobrepostas de novo. O grande final é uma batalha musical entre Kefka e Sephiroth”. Com isso, a <a href="http://www.goear.com/listen/9f68223/kefka-nobuo-uematsu"><strong>“Kefka”</strong></a> e a <a href="http://www.goear.com/listen/3188753/dancing-mad-nobuo-uematsu"><strong>“Dancing Mad”</strong></a> foram adicionadas. Agora me responda: o que deve ter sido esse arranjo?</p>
<p style="text-align:center;"><a href="http://hadouken.files.wordpress.com/2012/01/symphonicfantasiestokyo_03.jpg"><img class="aligncenter  wp-image-22470" title="A grandiosidade da orquestra e do coral foi a mesma de 2009" src="http://hadouken.files.wordpress.com/2012/01/symphonicfantasiestokyo_03.jpg?w=400&#038;h=266" alt="" width="400" height="266" /></a></p>
<p style="text-align:right;">[via <a href="http://news.dengeki.com/elem/000/000/445/445340/"><strong>Dengeki</strong></a>, <a href="http://www.4gamer.net/games/113/G011346/20120108001/"><strong>4Gamer.net</strong></a>, <a href="http://www.famitsu.com/news/201201/08008116.html"><strong>Famitsu</strong></a>]</p>
<br />  <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gocomments/hadouken.wordpress.com/22466/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/comments/hadouken.wordpress.com/22466/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godelicious/hadouken.wordpress.com/22466/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/delicious/hadouken.wordpress.com/22466/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gofacebook/hadouken.wordpress.com/22466/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/facebook/hadouken.wordpress.com/22466/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gotwitter/hadouken.wordpress.com/22466/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/twitter/hadouken.wordpress.com/22466/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gostumble/hadouken.wordpress.com/22466/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/stumble/hadouken.wordpress.com/22466/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godigg/hadouken.wordpress.com/22466/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/digg/hadouken.wordpress.com/22466/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/goreddit/hadouken.wordpress.com/22466/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/reddit/hadouken.wordpress.com/22466/" /></a> <img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=hadouken.wordpress.com&amp;blog=634431&amp;post=22466&amp;subd=hadouken&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></content:encoded>
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			<media:title type="html">Alexei Barros</media:title>
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			<media:title type="html">...e no segundo a Yoko Shimomura também compareceu</media:title>
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			<media:title type="html">A grandiosidade da orquestra e do coral foi a mesma de 2009</media:title>
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		<title>Troca-Cartas é de graça e mais legal que muito jogo do 3DS</title>
		<link>http://hadouken.wordpress.com/2012/01/10/troca-cartas-e-de-graca-e-mais-legal-que-muito-jogo-do-3ds/</link>
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		<pubDate>Tue, 10 Jan 2012 13:30:07 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Claudio Prandoni</dc:creator>
				<category><![CDATA[3DS]]></category>
		<category><![CDATA[eShop]]></category>
		<category><![CDATA[Nikki]]></category>
		<category><![CDATA[Nintendo]]></category>

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		<description><![CDATA[Por Claudio Prandoni Finalmente, já beirando um ano de vida, o Nintendo 3DS começa a engrenar. Em especial, a lojinha online eShop tem despontado como celeiro de grandes talentos exclusivos, a exemplo de Mighty Switch Force. Dentre essas estrelas há um diamante bruto lá, que poucos ainda deram chance: o Troca-Cartas. Basicamente, é um aplicativo [...]<img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=hadouken.wordpress.com&amp;blog=634431&amp;post=22459&amp;subd=hadouken&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<span class='embed-youtube' style='text-align:center; display: block;'><iframe class='youtube-player' type='text/html' width='500' height='312' src='http://www.youtube.com/embed/4DuysIidMbY?version=3&amp;rel=1&amp;fs=1&amp;showsearch=0&amp;showinfo=1&amp;iv_load_policy=1&amp;wmode=transparent' frameborder='0'></iframe></span>
<p><strong>Por Claudio Prandoni</strong></p>
<p>Finalmente, já beirando um ano de vida, o Nintendo 3DS começa a engrenar. Em especial, a lojinha online eShop tem despontado como celeiro de grandes talentos exclusivos, a exemplo de Mighty Switch Force.</p>
<p>Dentre essas estrelas há um diamante bruto lá, que poucos ainda deram chance: o Troca-Cartas.</p>
<p>Basicamente, é um aplicativo para troca de mensagens com amigos via internet ou StreetPass (aquela funcionalidade em que os 3DS trocam informações ao passar perto um do outro). O bacana é que quanto mais você usa mais funções ele habilita, como anexar fotos em 3D, gravações de áudio e até um pincel para desenhar em 3D.</p>
<p>É besta? É. Mas também é engraçadinho e, no mínimo, serve para finalmente compartilhar as fotos tridimensionais que o portátil permite capturar. Além do mais, também é algo que explora de maneira a combinação única de características do 3DS, forçando a galera a desenhar, escrever com a mão e coisa e tal.</p>
<p>Ah, e o melhor de tudo: como o título do post diz, é um software gratuito para o portátil! De brinde, ainda tem uma mascote simpática e serelepe, a tal da Nikki &#8211; que já até ganhou Mii oficial da Nintendo lá no Japão. Caso queira, é só escanear o código QR aí abaixo &#8211; que, infelizmente, vem só com o nome dela em japonês e não dá para mudar.</p>
<p><a href="http://hadouken.files.wordpress.com/2012/01/nikki_swapnote.jpg"><img title="Nikki_Swapnote" src="http://hadouken.files.wordpress.com/2012/01/nikki_swapnote.jpg?w=300&#038;h=280" alt="" width="300" height="280" /></a><a href="http://hadouken.files.wordpress.com/2012/01/nikki_swapnote.jpg"><br />
</a></p>
<p>Enfim, já tenho trocado algumas caricaturas, fotos e coisas do tipo com alguns colegas de 3DS.</p>
<p>Caso queira participar da parada e também mostrar o seu talento, pode me adicionar lá no Nintendo 3DS: meu Friend Code 0430-8310-7459.</p>
<br />  <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gocomments/hadouken.wordpress.com/22459/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/comments/hadouken.wordpress.com/22459/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godelicious/hadouken.wordpress.com/22459/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/delicious/hadouken.wordpress.com/22459/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gofacebook/hadouken.wordpress.com/22459/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/facebook/hadouken.wordpress.com/22459/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gotwitter/hadouken.wordpress.com/22459/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/twitter/hadouken.wordpress.com/22459/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gostumble/hadouken.wordpress.com/22459/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/stumble/hadouken.wordpress.com/22459/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godigg/hadouken.wordpress.com/22459/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/digg/hadouken.wordpress.com/22459/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/goreddit/hadouken.wordpress.com/22459/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/reddit/hadouken.wordpress.com/22459/" /></a> <img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=hadouken.wordpress.com&amp;blog=634431&amp;post=22459&amp;subd=hadouken&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></content:encoded>
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			<media:title type="html">Claudio Prandoni</media:title>
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			<media:title type="html">Nikki_Swapnote</media:title>
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	</item>
		<item>
		<title>Rhythm Heaven no Wii: peço apenas que&#8230; jogue!</title>
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		<pubDate>Mon, 09 Jan 2012 19:57:05 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Claudio Prandoni</dc:creator>
				<category><![CDATA[Wii]]></category>
		<category><![CDATA[Rhythm Heaven Fever]]></category>

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		<description><![CDATA[Por Claudio Prandoni O Wii praticamente deu adeus a este plano terreno com boa dose de dignidade com The Legend of Zelda: Skyward Sword. Por mais que o presidente da Nintendo of America, você sabe, o Tio Reggienaldo, insista que em 2012 ainda veremos tipo assim um montão de coisas bacanas, convenhamos: ou são títulos [...]<img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=hadouken.wordpress.com&amp;blog=634431&amp;post=22455&amp;subd=hadouken&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<span class='embed-youtube' style='text-align:center; display: block;'><iframe class='youtube-player' type='text/html' width='500' height='312' src='http://www.youtube.com/embed/GMIM0Mw0qUQ?version=3&amp;rel=1&amp;fs=1&amp;showsearch=0&amp;showinfo=1&amp;iv_load_policy=1&amp;hd=1&amp;wmode=transparent' frameborder='0'></iframe></span>
<p><strong>Por Claudio Prandoni</strong></p>
<p>O Wii praticamente deu adeus a este plano terreno com boa dose de dignidade com The Legend of Zelda: Skyward Sword.</p>
<p>Por mais que o presidente da Nintendo of America, você sabe, o Tio Reggienaldo, insista que em 2012 ainda veremos tipo assim um montão de coisas bacanas, convenhamos: ou são títulos que já saíram em outras regiões, como o excelente Xenoblade, ou continuações que poucos se importam, a exemplo de Mario Party 9.</p>
<p>Contudo, tal qual um espírito zombeteiro, o Wii parece reservar ainda algumas pegadinhas no seu arsenal, como esse sensacional Rhythm Heaven Fever.</p>
<p>Jogou o de DS? Então sabe que estou falando da mais pura maluquice musical, agora levada para as telonas das TVs e com um maroto multiplayer para até duas pessoas.</p>
<p>Nunca jogou? Faça um favor a si mesmo e dê um chance, seja no Wii, no DS ou mesmo no GBA, se tiveres as manhas de descolar o Rhythm Tengoku, que saiu só no Japão (e tem, aliás, até uma versão para fliperamas por lá!).</p>
<p>Este para Wii saiu na terra do Sol Nascente em julho de 2011, mas por aqui só aporta por volta de fevereiro.</p>
<br />  <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gocomments/hadouken.wordpress.com/22455/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/comments/hadouken.wordpress.com/22455/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godelicious/hadouken.wordpress.com/22455/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/delicious/hadouken.wordpress.com/22455/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gofacebook/hadouken.wordpress.com/22455/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/facebook/hadouken.wordpress.com/22455/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gotwitter/hadouken.wordpress.com/22455/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/twitter/hadouken.wordpress.com/22455/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gostumble/hadouken.wordpress.com/22455/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/stumble/hadouken.wordpress.com/22455/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godigg/hadouken.wordpress.com/22455/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/digg/hadouken.wordpress.com/22455/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/goreddit/hadouken.wordpress.com/22455/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/reddit/hadouken.wordpress.com/22455/" /></a> <img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=hadouken.wordpress.com&amp;blog=634431&amp;post=22455&amp;subd=hadouken&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></content:encoded>
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			<media:title type="html">Claudio Prandoni</media:title>
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	</item>
		<item>
		<title>Gyakuten Saiban Sound Box e o medo de encarar Apollo Justice</title>
		<link>http://hadouken.wordpress.com/2012/01/08/gyakuten-saiban-sound-box-e-o-medo-de-encarar-apollo-justice/</link>
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		<pubDate>Sun, 08 Jan 2012 09:23:36 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Alexei Barros</dc:creator>
				<category><![CDATA[Ace Attorney]]></category>
		<category><![CDATA[Game Music]]></category>
		<category><![CDATA[News]]></category>
		<category><![CDATA[Gyakuten Saiban Sound Box]]></category>

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		<description><![CDATA[Por Alexei Barros Eu tenho a forte impressão que a Capcom não sabe que rumo seguir com a série Ace Attorney. Depois que o arco Phoenix Wright foi fechado em três jogos, tudo levava a crer que Apollo Justice seria o sucessor como representante da série, o que fica claro em sua participação no We [...]<img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=hadouken.wordpress.com&amp;blog=634431&amp;post=22449&amp;subd=hadouken&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align:left;"><strong><a href="http://hadouken.files.wordpress.com/2012/01/30180-1325773955.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-22450" title="Imagem provisória do Gyakuten Saiban Sound Box" src="http://hadouken.files.wordpress.com/2012/01/30180-1325773955.jpg?w=500" alt=""   /></a>Por Alexei Barros</strong></p>
<p>Eu tenho a forte impressão que a Capcom não sabe que rumo seguir com a série Ace Attorney. Depois que o arco Phoenix Wright foi fechado em três jogos, tudo levava a crer que Apollo Justice seria o sucessor como representante da série, o que fica claro em sua participação no We Love Golf.</p>
<p>Só que, em vez de fazer o Gyakuten Saiban 5, a Capcom lançou os spin-offs Ace Attorney Investigations: Miles Edgeworth e Gyakuten Kenji 2, este sem planos de localização. Parece que a produtora fica com o receio de querer dar continuidade à trama, voltando àquele período da história da primeira trinca da série com elenco insuperável.</p>
<p>Prova disso é que Professor Layton vs. Ace Attorney terá as aparições de Maya Fey e Phoenix Wright, advogado que fez a incursão nas lutas de Ultimate Marvel vs. Capcom 3 depois daquela <a href="http://hadouken.wordpress.com/2009/08/18/tudo-por-culpa-do-objection/"><strong>desculpa esfarrapada do Tatsunoko vs. Capcom</strong></a> – mais inexplicável é a aparição não ter originado nenhum post por aqui.</p>
<p>Outro acontecimento que embasa essa impressão é a caixa <a href="http://vgmdb.net/album/30180"><strong>Gyakuten Saiban Sound Box</strong></a>, prevista para 8 de fevereiro com número de catálogo CPCA-10249~51 ao preço de 3990 ienes. Os três CDs trarão simplesmente as músicas dos relançamentos preguiçosos para WiiWare dos três primeiros jogos da série. Poderia ser uma caixa muito mais ambiciosa e tal. O único consolo é que os álbuns <a href="http://vgmdb.net/album/2600"><strong>Gyakuten Saiban + Gyakuten Saiban 2 Original Soundtrack</strong></a> e <a href="http://vgmdb.net/album/2601"><strong>Gyakuten Saiban 3 Original Soundtrack</strong></a> traziam as faixas correspondentes à edição original do Game Boy Advance. Somente o primeiro jogo teve o álbum com as versões de DS, <a href="http://vgmdb.net/album/2602"><strong>Gyakuten Saiban Yomigaeru Gyakuten Original Soundtrack</strong></a>, que também inclui as faixas adicionais do quinto caso implementado no DS. O Justice for All e o Trials and Tribulations jamais tiveram lançadas em CD as músicas de DS, que são, grosso modo, as que se ouve no WiiWare.</p>
<p style="text-align:right;">[via <a href="http://tinycartridge.com/post/15212845173/cover-for-gyakuten-saiban-sound-box-a-new-cd"><strong>TinyCartridge</strong></a>]</p>
<br />  <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gocomments/hadouken.wordpress.com/22449/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/comments/hadouken.wordpress.com/22449/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godelicious/hadouken.wordpress.com/22449/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/delicious/hadouken.wordpress.com/22449/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gofacebook/hadouken.wordpress.com/22449/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/facebook/hadouken.wordpress.com/22449/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gotwitter/hadouken.wordpress.com/22449/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/twitter/hadouken.wordpress.com/22449/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gostumble/hadouken.wordpress.com/22449/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/stumble/hadouken.wordpress.com/22449/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godigg/hadouken.wordpress.com/22449/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/digg/hadouken.wordpress.com/22449/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/goreddit/hadouken.wordpress.com/22449/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/reddit/hadouken.wordpress.com/22449/" /></a> <img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=hadouken.wordpress.com&amp;blog=634431&amp;post=22449&amp;subd=hadouken&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></content:encoded>
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			<media:title type="html">Alexei Barros</media:title>
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			<media:title type="html">Imagem provisória do Gyakuten Saiban Sound Box</media:title>
		</media:content>
	</item>
		<item>
		<title>Skyward Sword: o passado é conclusão em um Zelda que é bom, mas não é o melhor</title>
		<link>http://hadouken.wordpress.com/2011/12/29/skyward-sword-o-passado-e-conclusao-em-um-zelda-que-e-bom-mas-nao-e-o-melhor/</link>
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		<pubDate>Thu, 29 Dec 2011 06:32:19 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Claudio Prandoni</dc:creator>
				<category><![CDATA[Wii]]></category>
		<category><![CDATA[Zelda]]></category>
		<category><![CDATA[The Legend of Zelda: Skyward Sword]]></category>

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		<description><![CDATA[Por Claudio Prandoni Legend of Zelda: Skyward Sword é, sem sombra de dúvidas ou falsa humildade, o melhor jogo para Wii em 2011. Pudera, praticamente não tem competição: a Nintendona pisou feio no tomate nesta temporada e gastou mais tempo patinando com o 3DS e esqueceu do videogame branquinho. Em minha opinião, porém, não se [...]<img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=hadouken.wordpress.com&amp;blog=634431&amp;post=22426&amp;subd=hadouken&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://hadouken.files.wordpress.com/2011/12/zss-game-informer-art.jpg"><img class="alignnone size-full wp-image-22437" title="zeldassopen" src="http://hadouken.files.wordpress.com/2011/12/zeldassopen.jpg?w=500" alt=""   /></a></p>
<p><strong>Por Claudio Prandoni</strong></p>
<p>Legend of Zelda: Skyward Sword é, sem sombra de dúvidas ou falsa humildade, o melhor jogo para Wii em 2011. Pudera, praticamente não tem competição: a Nintendona pisou feio no tomate nesta temporada e gastou mais tempo patinando com o 3DS e esqueceu do videogame branquinho.</p>
<p>Em minha opinião, porém, não se trata do melhor Zelda de todos os tempos, como pintaram a Edge, a Famitsu e um bocado de publicações a reboque pelo resto do mundo. De fato, não acho nem que seja um dos três melhores episódios desta longeva e sensacional franquia, mas ainda assim é um título decisivo, fulminante, que sintetiza o legado de 25 anos, celebrados nesta temporada e sela o destino da grife: daqui em diante tudo vai ser diferente.</p>
<p>Mais do que isso, <strong>PRECISA</strong> ser diferente.</p>
<p>Caso você não tenha jogado ainda e esteja preocupado com spoilers, vai na fé: nesta primeira parte vou procurar fazer minha análise sem entrar em detalhes que estraguem a brincadeira. Depois do salto interdimensional, porém (que será bem sinalizado, prometo), descasco sem dó a cebola, o que ajudará também a ilustrar minha tese de como Zelda: Skyward Sword fecha a conta, passa a régua e fecha uma longa cadeia de ciclos e tradições. Vamos lá!</p>
<p>Skyward Sword não renova, mas inova de monte nos controles. Zelda sempre foi sobre a experiência de interagir e mudar o mundo com suas ações e ferramentas, algo vivenciado de forma única e íntima por aqui.</p>
<p>Com o poder do MotionPlus e a experiência de cinco anos de estripulias com o Wii Remote, a Nintendo concebeu uma experiência ímpar: quase tudo que o jogador faz é feito igualzinho pelo herói Link e versa-vice. O golpe da espada é o mesmo balanço do jogador com o controle. Jogar a bomba ou rolar como bola de boliche? Tudo uma questão de escolha de movimento.</p>
<p>Manejar um chicote, girar artefatos, tocar uma harpa. Tudo é feito tal qual o herói na tela e isso gera uma satisfação enorme. Pessoalmente, associo muitos dos momentos marcantes do game a uma memória como a música do momento, a roupa que estou vestindo ou coisa do tipo. Skyward Sword consegue criar uma relação sem igual, em que a memória é exatamente igual &#8211; ou quase, vá lá &#8211; daquilo que o herói faz na tela.</p>
<p>Mas fico triste em dizer que para por aí a grande novidade brilhante de Skyward Sword. De resto é a mesma boa e velha fórmula de Legend of Zelda que, apesar de boa, já está velha e mostra sinais de idade. O game até tenta mascarar um pouco isso com uma engenhosa série de vai-e-vens por três áreas distintas que, sempre acometidas por novidades, mudam e transformam o desafio. Prova de game design inteligente e tal, mas confesso que fiquei de saco cheio e senti falta de maior variedade. O que era para ser uma verdadeira jornada épica acaba virando a maior treta do bairro, com Link fazendo pequenas quests de um lado para o outro.</p>
<span class='embed-youtube' style='text-align:center; display: block;'><iframe class='youtube-player' type='text/html' width='500' height='312' src='http://www.youtube.com/embed/3Y4MhWuKZM0?version=3&amp;rel=1&amp;fs=1&amp;showsearch=0&amp;showinfo=1&amp;iv_load_policy=1&amp;hd=1&amp;wmode=transparent' frameborder='0'></iframe></span>
<p>Por outro lado, os controles também pecam com alguns excessos, como nos momentos de controlar um pássaro como meio de transporte ou nadar. Nestas ocasiões o uso do sensor de movimento do Wii Remote fica tão intuitivo quanto usá-lo como volante em Mario Kart, mas vem ao custo da precisão que acostumamos a ter nos direcionais e alavancas dos controles. Talvez, a inclusão da opção de escolha de controle em alguns momentos pudesse ter resolvido o problema.</p>
<p>Ainda há outros velhos clichês que teimam em não evoluir: a verborragia absoluta durante toda a aventura, com personagens entoando explicação atrás da explicação (às vezes até para coisas que você já sabe fazer!) e um sem número de diálogos vazios que só fazem aumentar o tempo de jogo &#8211; e nada mais. O visual parece sofrer crise de identidade também, ficando num meio termo do estilo realista de Twilight Princess, mas com o colorido absoluto à la desenho animado de Wind Waker. Na dúvida entre um e outro, ficou no meio do caminho e não me agradou. Prefiro a convicção sombria e exótica do Twilight ou a animação vibrante de Wind Waker.</p>
<p>Enfim, de maneira geral, Skyward Sword soa como um remake de uma velha e agradável experiência: tudo soa muito familiar, a sucessão de fatos é pra lá de previsível, mas com controles bem mais bacanas e uma ou outra firula inútil &#8211; como os sistemas de upgrades de armas e criação de poções, os quais não usei em nenhum momento para terminar o game.</p>
<p>Bom, paro por aqui de destilar minha tristeza e agonia com Skyward Sword. Vale o bordão: não é um jogo ruim, pelo contrário, é uma excelente produção. Contudo, frente a outros peso-pesados como Ocarina of Time, A Link to the Past, Twilight Princess e Wind Waker faltou feijão para este aqui fazer mais bonito e marcar mais época.</p>
<p>Daqui em diante vou entrar em spoilers super spoilerentos que podem zoar totalmente sua experiência caso você leia sem querer. Então, se você já terminou Skyward Sword ou não se importar em saber mais sobre sua história vá em frente &#8211; caso contrário marque aí na sua agenda para ler o resto do post depois que zerar o jogo!</p>
<p><a href="http://hadouken.files.wordpress.com/2011/12/zss-skyloft.jpg"><img class="alignnone size-full wp-image-22438" title="zeldaskyloft" src="http://hadouken.files.wordpress.com/2011/12/zeldaskyloft.jpg?w=500" alt=""   /></a></p>
<p><span id="more-22426"></span></p>
<p><a href="http://hadouken.files.wordpress.com/2011/12/zss-box-artwork-jp.jpg"><img class="alignright size-medium wp-image-22428" title="zss-box-artwork-jp" src="http://hadouken.files.wordpress.com/2011/12/zss-box-artwork-jp.jpg?w=222&#038;h=300" alt="" width="222" height="300" /></a>Legend of Zelda: Skyward Sword parece correr atrás de muitas coisinhas e mitos que ficaram para trás. Vamos elencar?</p>
<p>- Link e Zelda finalmente engatam, de fato, um relacionamento amoroso. Romântico. Ou, vá lá, que seja, um flerte charmoso, no mínimo. Tem até um trailer da própria Nintendo intitulado &#8220;Romance&#8221;.<br />
- Lá pelos 45 do segundo tempo na aventura, finalmente Link e o jogador têm a oportunidade de OBTER a Triforce e USAR a bagaça. Não que ela seja exatamente um item no inventário e tal, mas fato é que Link consegue o triangulão dourado e usa ele para desejar matar de vez o chefão feioso Demise.<br />
- Ficamos sabendo como foi criada a espada Master Sword, forjada nos três fogos <del>da Montanha da Perdição</del> mágicos lendários de Hyrule ou coisa do tipo. Fica devendo de monte no quesito &#8220;como assim, mas por que exatamente?&#8221;, mas ao menos a gente ficou sabendo <del>#comofas</del> como foi.<br />
- Deu pra entender também porque figuras aladas são tão importantes nas representações do reino de Hyrule. Não é só pra ficar bonitinho: é uma referência aos pássaros Loftwing, que por tanto tempo foram os meios de transporte dos Hylians morando lá no céu.<br />
- Em tempo, também ficamos sabendo como foi instaurado o lendário reino de Hyrule, aparentemente povoado por Link e Zelda que decidem estabelecer cabana no reino terrestre da terra depois de todas as aventuras do barulho pelo tempo e espaço.</p>
<span class='embed-youtube' style='text-align:center; display: block;'><iframe class='youtube-player' type='text/html' width='500' height='312' src='http://www.youtube.com/embed/hcs0b2KBudA?version=3&amp;rel=1&amp;fs=1&amp;showsearch=0&amp;showinfo=1&amp;iv_load_policy=1&amp;hd=1&amp;wmode=transparent' frameborder='0'></iframe></span>
<p>Há uma série de outras referências mais sutis, como a origem do Temple of Time de Ocarina of Time, a existência de outro templo deste tipo, diversas músicas clássicas tocadas ao contrário ou mais devagar e coisas do tipo. Mas, de maneira geral, Skyward Sword se esforça e sucede em criar uma longa jornada que amarra todos esses elementos. O bacana? Tudo isso faz alusão ao passado da cronologia da série, às origens de Hyrule, da Master Sword, do povo Hylian e coisa e tal.</p>
<p>Completa-se um ciclo. Nos 25 anos da série, no episódio supostamente mais evoluído até então, a grife volta no tempo em busca de conclusão, de fechamento. Com essas pendências do passado resolvidas, Legend of Zelda se vê livre para alçar novos voos, singrar mares inexplorados e adentrar dimensões desconhecidas. Com o perdão de todos esses trocadalhos e trocando em miúdos: sinto que é como se tirasse diversos pesos das costas e se visse livre para experimentar novas possibilidades.</p>
<p>O roteiro de Skyward até permite forçar algumas deixas. Se a ajudante Fi é meio que tipo assim o espírito da Master Sword e Girahim é a exata contraparte de uma espécie de versão negra da Master Sword &#8211; com Triforce de ponta cabeça e tudo &#8211; qual é a origem destas espadas antagonistas?</p>
<p><a href="http://hadouken.files.wordpress.com/2011/12/zss-demon-boss.jpg"><img class="alignnone size-full wp-image-22439" title="darkmastersword" src="http://hadouken.files.wordpress.com/2011/12/darkmastersword.jpg?w=500" alt=""   /></a></p>
<p>Por mais que um novo mergulho no passado seja tentador, é no futuro, no horizonte adiante que fico mais empolgado. A fórmula de Zelda em 3D está muito, muito desgastada &#8211; já leva mais de 13 anos nas costas! Skyward Sword é uma jornada bacana? Sim, mas é emocionante na mesma medida em que é previsível.</p>
<p>Torço muito para que os tios Shigeru Miyamoto-san, Eiji Aonuma-san e tantos outros figurões da Big N voltem às suas pranchetas, pensem bem em tudo aquilo que faz um Zelda ser um Zelda, a essência da parada, e consigam bolar novas maneiras de explorar essas características. Neste ponto, Skyward Sword faz um trabalho fenomenal: limpa a terra, desatando todos os nós pendentes, e ainda instaura de vez um esquema de controles que permite uma relação única com a aventura.</p>
<p>De qualquer maneira, um novo Zelda canônico, para consoles de mesa, deve demorar um bocado para aparecer &#8211; o próprio Skyward ficou cinco anos em desenvolvimento! &#8211; e isso dá muito tempo e espaço para especular.</p>
<p>Um Zelda futurista? Já rolaram <strong><a href="http://hadouken.wordpress.com/2007/04/01/zelda-futurista/" target="_blank">brincadeiras</a></strong> bem promissoras sobre isso!</p>
<p>Um Zelda shooter? Um RPG mais maroto de raiz? Uma experiência multiplayer mais profunda e ousada do que a vista em Four Swords?</p>
<p>O desenlace de Skyward Sword deixa claro que, após 25 anos de estrada, nem o céu é mais limite para a franquia. A responsa do próximo Legend of Zelda é grande, muito grande, mas as condições climáticas são as mais perfeitas possíveis.</p>
<p><strong><a href="http://hadouken.files.wordpress.com/2011/12/zss-princess-zelda-and-bird.jpg"><img class="alignright size-medium wp-image-22431" title="zss-princess-zelda-and-bird" src="http://hadouken.files.wordpress.com/2011/12/zss-princess-zelda-and-bird.jpg?w=218&#038;h=300" alt="" width="218" height="300" /></a>PS.:</strong> Quase esqueço: malhei pra caramba o jogo aqui, mas a princesa Zelda deste Zelda aqui é a minha favorita.</p>
<p>Não é tão donzelinha pentelha e indefesa como na maioria dos títulos, nem maria-moleque demais como a Tetra de Wind Waker e sucessores.</p>
<p>Ficou num meio termo perfeito da mocinha adorável que parece só ser sua amiga e não estar te dando mole &#8211; mas na verdade está dando mole sim!</p>
<br />  <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gocomments/hadouken.wordpress.com/22426/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/comments/hadouken.wordpress.com/22426/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godelicious/hadouken.wordpress.com/22426/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/delicious/hadouken.wordpress.com/22426/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gofacebook/hadouken.wordpress.com/22426/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/facebook/hadouken.wordpress.com/22426/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gotwitter/hadouken.wordpress.com/22426/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/twitter/hadouken.wordpress.com/22426/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gostumble/hadouken.wordpress.com/22426/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/stumble/hadouken.wordpress.com/22426/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godigg/hadouken.wordpress.com/22426/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/digg/hadouken.wordpress.com/22426/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/goreddit/hadouken.wordpress.com/22426/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/reddit/hadouken.wordpress.com/22426/" /></a> <img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=hadouken.wordpress.com&amp;blog=634431&amp;post=22426&amp;subd=hadouken&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></content:encoded>
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			<media:title type="html">Claudio Prandoni</media:title>
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	</item>
		<item>
		<title>Data de lançamento e track list do Piano Opera Final Fantasy I/II/III</title>
		<link>http://hadouken.wordpress.com/2011/12/27/data-de-lancamento-e-track-list-do-piano-opera-final-fantasy-iiiiii/</link>
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		<pubDate>Tue, 27 Dec 2011 08:55:13 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Alexei Barros</dc:creator>
				<category><![CDATA[Final Fantasy]]></category>
		<category><![CDATA[Game Music]]></category>
		<category><![CDATA[News]]></category>
		<category><![CDATA[Final Fantasy II]]></category>
		<category><![CDATA[Final Fantasy III]]></category>
		<category><![CDATA[Hiroyuki Nakayama]]></category>
		<category><![CDATA[Nobuo Uematsu]]></category>
		<category><![CDATA[Piano Opera Final Fantasy I/II/III]]></category>

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		<description><![CDATA[Por Alexei Barros Numa boa, às vésperas de 2012, quem ainda aguenta coletâneas com músicas antigas de Final Fantasy? Eu! Porque mais uma está chegando. Quem comprou um CD na Na Tokyo Game Show 2011 recebia de brinde o Square Enix Music Sampler CD 2011 Vol.6. Como de costume, esses discos bônus adiantam os próximos [...]<img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=hadouken.wordpress.com&amp;blog=634431&amp;post=22418&amp;subd=hadouken&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><strong><img class="aligncenter size-full wp-image-22419" title="" src="http://hadouken.files.wordpress.com/2011/12/piano-opera.jpg?w=500" alt=""   />Por Alexei Barros</strong></p>
<p>Numa boa, às vésperas de 2012, quem ainda aguenta coletâneas com músicas antigas de Final Fantasy? Eu! Porque mais uma está chegando.</p>
<p>Quem comprou um CD na Na Tokyo Game Show 2011 recebia de brinde o <a href="http://vgmdb.net/album/28703"><strong>Square Enix Music Sampler CD 2011 Vol.6</strong></a>. Como de costume, esses discos bônus adiantam os próximos lançamentos da Square Enix e nesse chamou a atenção a oitava faixa, de nome &#8220;The Rebel Army&#8221; from Piano Collections Final Fantasy I-II-III (temporary).</p>
<p>E, enfim, temos a confirmação. Abandonando o nome “Piano Collections”, adotado desde o FFIV, a nova velha compilação se chama <a href="http://vgmdb.net/album/30751"><strong>Piano Opera Final Fantasy I/II/III</strong></a>, tapando a lacuna de três episódios que nunca tiveram uma antologia do tipo (tirando os spin-offs, somente FFXII e FFXIV não possuem também). Sabe se lá o que “Piano Opera” quer dizer de diferente. O número de catálogo é o SQEX-10302, e o preço de 2800 ienes. O lançamento ainda vai demorar um pouco, só em 29 de fevereiro de 2012. Arranjador e pianista: Hiroyuki Nakayama, o mesmo das duas coletâneas de piano de Kingdom Hearts e que participou do <a href="http://vgmdb.net/album/20042"><strong>Pia-Com II</strong></a>.</p>
<p>Você sabe que tenho o péssimo hábito de mencionar aleatoriamente faixas memoráveis que ouço e são pouco reverenciadas. Parece que, quanto maior o meu apreço por essas, menor as chances de as músicas serem lembradas. Ao menos uma! Por ocasião do <a href="http://vgmdb.net/album/29701"><strong>Symphonic Odysseys</strong></a> – aliás, o CD do concerto sai hoje no Japão –, eu senti que a <a href="http://www.goear.com/listen/3977239/magicians-tower-nobuo-uematsu"><strong>“Magician&#8217;s Tower”</strong></a> do FFII combinaria com a suíte tocada pelo Benyamin Nuss. Estará no álbum, é a oitava faixa. Mas a <a href="http://www.goear.com/listen/e0150d7/dungeon-final-fantasy-nobuo-uematsu"><strong>“Dungeon”</strong></a> do FFI nem a pau. De resto, a track list me parece um pouco previsível. Certamente os medleys dos temas de batalha e dos temas de cidade são os mais promissores para mim. Coloco os links originais para facilitar:</p>
<p>No <a href="http://www.square-enix.co.jp/music/sem/page/ff1-3/piano/"><strong>site oficial</strong></a> é possível ouvir um sample da <a href="http://www.goear.com/listen/8e72212/Prelude-%5BFinal-Fantasy%5D-nobuo-uematsu"><strong>&#8220;Prelude&#8221;</strong></a>. Creio que até o lançamento devem liberar muitas amostras mais.</p>
<p>01 <a href="http://www.goear.com/listen/8e72212/Prelude-%5BFinal-Fantasy%5D-nobuo-uematsu"><strong>&#8220;Prelude&#8221;</strong></a> ~ <a href="http://www.goear.com/listen/426b3de/opening-theme-final-fantasy-nobuo-uematsu"><strong>&#8220;Opening&#8221;</strong></a> (Final Fantasy)<br />
02 <a href="http://www.goear.com/listen/31c6a5d/main-theme-final-fantasy-nobuo-uematsu"><strong>&#8220;Main Theme&#8221;</strong></a> (Final Fantasy)<br />
03 &#8220;Town Medley&#8221; [<a href="http://www.goear.com/listen/ea950e2/town-final-fantasy-nobuo-uematsu"><strong>"Town"</strong></a> ~ <a href="http://www.goear.com/listen/f7e27e4/town-final-fantasy-ii-nobuo-uematsu"><strong>"Town"</strong></a> ~ <a href="http://www.goear.com/listen/d3cf1c7/my-home-town-final-fantasy-iii-nobuo-uematsu"><strong>"My Home Town"</strong></a>] (Final Fantasy I/II/III)<br />
04 <a href="http://www.goear.com/listen/ea21af5/gurgu-volcano-final-fantasy-nobuo-uematsu"><strong>&#8220;Gurgu Volcano&#8221;</strong></a> (Final Fantasy)<br />
05 <a href="http://www.goear.com/listen/59a5587/matoyas-cave-nobuo-uematsu"><strong>&#8220;Matoya&#8217;s Cave&#8221;</strong></a> (Final Fantasy)<br />
06 <a href="http://www.goear.com/listen/4bae259/main-theme-final-fantasy-ii-nobuo-uematsu"><strong>&#8220;Main Theme&#8221;</strong></a> (Final Fantasy II)<br />
07 <strong><a href="http://www.goear.com/listen/2aae1a1/rebel-army-theme-nobuo-uematsu">“Rebel Army Theme”</a></strong> (Final Fantasy II)<br />
08 <strong><a href="http://www.goear.com/listen/3977239/magicians-tower-nobuo-uematsu">“Magician&#8217;s Tower”</a></strong> (Final Fantasy II)<br />
09 &#8220;Battle Medley&#8221; [<a href="http://www.goear.com/listen/c65bced/battle-scene-final-fantasy-nobuo-uematsu"><strong>"Battle Scene"</strong></a> ~ <a href="http://www.goear.com/listen/e00c11d/battle-1-final-fantasy-ii-nobuo-uematsu"><strong>"Battle 1"</strong></a> ~ <a href="http://www.goear.com/listen/9463817/battle-1-fanfare-final-fantasy-iii-nobuo-uematsu"><strong>"Battle 1"</strong></a>] (Final Fantasy I/II/III)<br />
10 <a href="http://www.goear.com/listen/c9b9055/the-boundless-ocean-nobuo-uematsu"><strong>&#8220;The Boundless Ocean&#8221;</strong></a> (Final Fantasy III)<br />
11 <a href="http://www.goear.com/listen/f87f9c9/crystal-cave-nobuo-uematsu"><strong>&#8220;Crystal Cave&#8221;</strong></a> (Final Fantasy III)<br />
12 <a href="http://www.goear.com/listen/37a8608/eternal-wind-nobuo-uematsu"><strong>&#8220;Eternal Wind&#8221;</strong></a> (Final Fantasy III)<br />
13 <a href="http://www.goear.com/listen/ab33e01/this-is-the-last-battle-final-fantasy-iii-nobuo-uematsu"><strong>&#8220;This is the Last Battle&#8221;</strong></a> (Final Fantasy III)</p>
<p style="text-align:right;">[via <a href="http://www.square-enix.co.jp/music/sem/page/ff1-3/piano/"><strong>Piano Opera Final Fantasy I/II/III</strong></a>]</p>
<br />  <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gocomments/hadouken.wordpress.com/22418/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/comments/hadouken.wordpress.com/22418/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godelicious/hadouken.wordpress.com/22418/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/delicious/hadouken.wordpress.com/22418/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gofacebook/hadouken.wordpress.com/22418/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/facebook/hadouken.wordpress.com/22418/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gotwitter/hadouken.wordpress.com/22418/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/twitter/hadouken.wordpress.com/22418/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gostumble/hadouken.wordpress.com/22418/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/stumble/hadouken.wordpress.com/22418/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godigg/hadouken.wordpress.com/22418/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/digg/hadouken.wordpress.com/22418/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/goreddit/hadouken.wordpress.com/22418/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/reddit/hadouken.wordpress.com/22418/" /></a> <img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=hadouken.wordpress.com&amp;blog=634431&amp;post=22418&amp;subd=hadouken&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></content:encoded>
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			<media:title type="html">Alexei Barros</media:title>
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	</item>
		<item>
		<title>Guenta que é penta: 5 anos de Hadouken nas interwebz</title>
		<link>http://hadouken.wordpress.com/2011/12/26/guenta-que-e-penta-5-anos-de-hadouken-nas-interwebz/</link>
		<comments>http://hadouken.wordpress.com/2011/12/26/guenta-que-e-penta-5-anos-de-hadouken-nas-interwebz/#comments</comments>
		<pubDate>Mon, 26 Dec 2011 16:36:25 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Claudio Prandoni</dc:creator>
				<category><![CDATA[Mídia]]></category>
		<category><![CDATA[Hadouken]]></category>
		<category><![CDATA[Power Rangers]]></category>

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		<description><![CDATA[Por Claudio Prandoni Não esquecemos nem deixamos pra lá &#8211; apenas sabe, quando, sei lá, calhou de não ter um PC com interwebz por perto, faltou planejamento e pans. Mas de maneira alguma esquecemos do aniversário do Hadouken, pouco convenientemente celebrado no dia 24 de dezembro. Além do mais, não poderíamos esquecer de uma ocasião [...]<img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=hadouken.wordpress.com&amp;blog=634431&amp;post=22415&amp;subd=hadouken&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><strong><a href="http://hadouken.files.wordpress.com/2011/12/hadouken_penta.jpg"><img class=" wp-image alignright" src="http://hadouken.files.wordpress.com/2011/12/hadouken_penta.jpg?w=181&#038;h=192" alt="Imagem" width="181" height="192" /></a>Por Claudio Prandoni</strong></p>
<p>Não esquecemos nem deixamos pra lá &#8211; apenas sabe, quando, sei lá, calhou de não ter um PC com interwebz por perto, faltou planejamento e pans.</p>
<p>Mas de maneira alguma esquecemos do aniversário do Hadouken, pouco convenientemente celebrado no dia 24 de dezembro.</p>
<p>Além do mais, não poderíamos esquecer de uma ocasião tão importante: meia décadada de blog!</p>
<p>Quem diria. Eu certamente não esperaria tanto. Claro, repetindo a ladainha de anos anteriores, nesta temporada o blog não foi tão frenético como no começo de carreira, mas, principalmente, graças ao Alexei, não deixou de ter atualizações com uma frequência marota e acabou virando, de vez, uma referência no ramo da game music, por conta da paixão e competência do maestro &#8211; que até travou um intenso debate com ninguém menos que Tommy &#8220;VGL&#8221; Tallarico nos comentários de um post antigo!</p>
<p>Gostaria de agradecer imensamente a todos que prestigiam este cantinho já quase idoso da internet blogueira de games no Brasil. Meus profundos agradecimentos a leitores novos e antigos, a todos aqueles que nos ajudaram e ajudam neste longo percurso e, claro, fica o convite para continuar acompanhando os Toperas pela temporada 2012, que promete &#8211; ou não &#8211; trazer novas emoções.</p>
<p>Até lá!</p>
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