Archive for the 'Xbox 360' Category

Diário visual de minha viagem por Columbia

2013-03-28_00003

Por Claudio Prandoni

Não venho aqui fazer uma análise do BioShock Infinite. Ainda assim, devo dizer que achei o jogo genial em várias camadas.

Seja como game de tiro, crítica social ou filosofia metafísica, o jogo se comporta com desenvoltura ímpar. Ah, e vale o mesmo para os gráficos, tópico principal deste post.

Há mais de um ano investi em um computador turbinado, que me possibilita ainda hoje rodar os principais lançamentos em suas configurações máximas – rolou com o recente Tomb Raider e, craro, com Infinite.

Jogando no Steam, com o modo Big Picture ativado, pra deixar a interface mais ~amigável~, acabei pegando gosto por tirar screenshots do jogo.

Tanto que acabei registrando vários momentos de meu passeio por Columbia – dezenas e dezenas, na real. Perceba que quase não há nada de batalhas, pois não sou lá muito expert em FPS e aí o foco era total nos embates.

Detalhe também que de início meu olhar é atraído principalmente para construções notáveis e monumentos de Columbia, mas logo que a encantadora Elizabeth e seu belo par de… olhos azuis entra em cena o monópolio foi quase que exclusivo da guria.

ATENÇÃO: como é de se esperar, a galeria possui gazilhões de SPOILERS para quem ainda não jogou BioShock Infinite, então prossiga com consciência e sabedoria.

Modéstia à parte, algumas fotinhos ficaram bonitas o bastante para usar de wallpaper por aí.

Clique no pulo interdimensional e fique à vontade para apreciar e comentar.

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Minhas duas Festas do Chá em Boston

Por Claudio Prandoni

Na primeira vez em que falei de Assassin’s Creed III por aqui, cometi uma injustiça. Na base do puro achismo e desconhecimento total da História dos Estados Unidos critiquei a escolha de período histórico do jogo.

Levei um belo e merecido puxão de orelha e dou o braço a torcer: a época da Revolução Americana é pano de fundo tão perfeito quanto foram as Cruzadas no primeiro AC e o Renascimento Cultural na trilogia de Ezio.

Por motivos de gosto pessoal e ascendência – minha família é originária da Itália -, ainda prefiro o cenário histórico de Ezio, mas isso já não vem tanto ao caso.

Por conta de meu trabalho como jornalista, tive a chance de há cerca de um mês ir até Boston, nos EUA, para testar o Assassin’s III e finalmente ter algum contato com a história americana.

Além de jogar o game, eu e os outros jornalistas presentes (incluindo aí os colegas brazucas Humberto Martinez e Renato Almeida) fomos até o museu da Boston Tea Party, um ato de rebeldia dos colonos americanos contra a realeza britânica que aconteceu em 1773 e foi estopim para uma série de eventos e batalhas que culminou com a independência dos EUA.

Em resumo, um grande carregamento de chá foi destruído sendo jogado ao mar no porto de Boston, como uma provocação aos ingleses.

A visita incluiu uma visita a uma réplica de um dos navios envolvidos no incidente, assim como um passeio por um edifício com filmes e relíquias sobre o evento – como uma das caixas “sobreviventes” no episódio.

Por tudo mostrado, deu para ver como a revolta americana foi fruto de nobre luta por liberdade, guiada e organizada pelos próprios colonos. Pode parecer que estou fazendo média pelas minhas críticas anteriores (dica: não é), mas pareceu bem emocionante.

Enfim, não só o evento em si é um episódio marcante como amarrou bem com o teste do Assassin’s Creed III, que só aconteceu no dia seguinte: a sequência de missões disponibilizada para teste encerrava exatamente com o novo herói Connor liderando os colonos rebeldes na tal Festa do Chá, destruindo vários caixotes e tudo mais.

Ainda no jogo, foi bacana perceber como nem tudo é retratado de forma tão dualista como nos jogos anteriores ou mesmo como a História americana coloca os dois lados do conflito: em ACIII, nem todos os colonos americanos rebeldes são “do bem”, assim como nem todos os britânicos são “do mal”, o que promete tornar o enredo do jogo bem intrigante.

BÔNUS: Na viagem ainda rolou um jantar responsa na Green Dragon Tavern, uma taverna onde os colonos rebeldes – como Paul Revere e Benjamin Franklin – se reuniam para traçar seu planos. Não é exatamente a mesma-mesma daquela época, mas simboliza o lugar.O jantar lá foi um belo de um hambúrguer – e algumas cervejas locais.

Os cameos de Asura’s Wrath – o jogo que é um anime e vice-versa

Por Claudio Prandoni

Gosto de franquias novas nos games. Especialmente quando buscam inspiração em fatos históricos ou mitologia, pois geralmente rendem releituras bacanas – e interativas! – que ajudam a apresentar essas paradas para novas gerações e revitalizar representações antigas.

De maneira particular, fico feliz também quando é a Capcom envolvida na produção.

Por mais que seja questionável a “Fantástica Fábrica de Continuações” que ela estabeleceu com seus Street Fighter, Mega Man, Resident Evil e afins da vida, quando decide investir em marcas novas ela coloca muitas fichas na parada, como fez com Okami, Zack & Wiki, God Hand e até um pouquinho antes com Onimusha e Devil May Cry – todos títulos de qualidade altíssima (ok, o God Hand não é lá unanimidade, mas não deixa de ser um game de proposta bacana e inusitada).

Asura’s Wrath é o mais novo integrante dessa trupe, com seu caldeirão efervescente de ficção científica e elementos de religiões orientais e uma ousada e arriscada proposta de mesclar narrativa exagerada ao melhor estilo anime (e com pouquíssima interação) com trechinhos de pancadaria desvairada, à la Górouór God of War e similares e genéricos.

De cara, Asura já consegue espaço no panteão de figuras marcantes da Capcom. Parece um primo invejoso do Kratos – aquela história de cara cheio de raiva que busca vingança contra os deuses não é exatamente nova -, mas funciona.

Comentários à parte (eles serão servidos após o pulo intergaláctico, para evitar spoilers e tal), é um jogo divertido e que transborda personalidade. Feito pela equipe da CyberConnect2, dos excelentes jogos de luta do desenho animado Naruto, não deixa de lado também o DNA Capcom de ser e apresenta intervenções sutis de figurinhas queridas da empresa.

Entre um episódio e outro do game, sequências com ilustrações narram momentos importantes da trama. Com a alavanca analógica do controle é possível xeretar os cantos desses desenhos e encontrar coisas bacanas, saca só:

A eterna Amaterasu, de Okami; um gatinho soldado ou coisa, de Monster Hunter; e um Blanka, de Street Fighter (sério? não diga!). Aliás, repare: não é qualquer Blanka, mas sim o bonequinho que Yoshinori Ono, atual produtor da série, carrega para os quatro cantos do planeta.

Ah, tem um quarto quadrado aí, mas não tenho certeza absoluta da referência: os soldados malvados parecem estar imitando poses do Dhalsim, como o clássico parafuso (ou pirulito, depende do fliper que você frequentava).

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Como não se apaixonar por Lollipop Chainsaw?

Por Claudio Prandoni

Não é de hoje que sou fã do Suda51: No More Heroes é (ou ao menos era) extensivamente debatido por aqui.

Ainda que não tenha gasto tantos caracteres por aqui para demonstrar isso, fico empolgado com tantas outras produções do cara, tipo o pouco falado Shadows of the Damned – um sucessor mais do que digno de Resident Evil 4, contando até com o decapitado Shinji Mikami no volante.

Ou seja, desde o primeiríssimo anúncio já estou mais do que empolgado com Lollipop Chainsaw, para PS3 e Xbox 360.

Tal qual em Shadows, aqui o Sudão mostra mais do que nunca que achou um ótimo equilíbrio entre suas excentricidades, regadas a litros de influências pop ocidentais, forte tempero nonsense e violência e sensualidade em quantidades deliciosas e ultrajantes.

Lollipop Chainsaw mostra a super gracinha (entenda como quiser) líder de torcida Juliet Starling detona zumbis com uma serra-elétrica. Rolou até um concurso no site gringo IGN para selecionar a sósia perfeita da guria.

De chaveiro, ela leva a cabeça do namoradão. Na jogabilidade, parece um lance No More Heroes mais frenético e melhor resolvido: muita pancadaria, efeitos visuais zunindo pra todo canto e humor aos baldes – assim como sangue dos mortos-vivos.

Ainda estou para jogar a parada, mas ao menos o lance já tem data pra sair: dia 12 de junho, pouco depois da E3 – igualzinho aconteceu com o irmão mais velho, Shadows of the Damned, em 2011 – o que pode tirar um pouco dos holofotes do game.

Vale ficar de olho para não deixar passar batido: além do carisma master mega plus a mais de Juliet, do retrospecto pra lá de favorável do broder Sudão e da empolgante jogabilidade, Lollipop Chainsaw também terá trilha sonora do Akira Yamaoka (o mesmo cara do Silent Hill e tal) e, reza a lenda, fases em estilo 8-bits ou coisa do tipo.

Em tempo: não deixe de ver o trailer aí abaixo, em japonês, que é ainda mais violento e tão caótico que você fica tão feliz quanto perdido ao assistir.

Assassin’s Creed 3: não gosto da época, mas curto as possibilidades

Por Claudio Prandoni

Hoje, meio sem querer, mas no final das contas oficialmente, a Ubisoft revelou a ambientação do Assassin’s Creed 3: por volta do final do século XVIII, durante a Guerra de Independência dos EUA.

Curti? Não. Nem um pouco. Não tenho a menor simpatia pela história dos Estados Unidos. Não que seja contra, odeie ou coisa do tipo: simplesmente, não me relaciono e é isso aí.

Claro, isso não significa que essa seja a única época retratada, evidências apontam para o contrário, já que todos os episódios principais de AC mostram ao menos dois períodos – o presente e mais um. Sobra esperança de ver algum dos outros muitos episódios históricos cogitados pelas interwebz nos últimos meses, como a Revolução Industrial na Inglaterra, a Revolução Francesa ou até mesmo a Revolução Chinesa (tópico que seria difícil de lidar, mas ousado por parte da Ubi).

De qualquer maneira, detalhes históricos de lado, acredito que AC3 representa um momento único e importante para a série e os próprios jogos de ação. É hora do salto de qualidade, de subir um degrau e estabelecer novos parâmetros de qualidade. Só para usar um termo recorrente na série, dar um “Leap of Faith”, um salto ousado e perigoso, quase fatal e aparentemente incauto, mas que se bem planeado resulta em sucesso total.

Acompanhe comigo após o salto intergaláctico.

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Nojento, deslizante e cheio de óleo: Hakan completa a lista de Super Street Fighter IV

Por Claudio Prandoni

Fechou!

É bingo!

Confirmando devagarinho todos aqueles rumores que inundaram a rede sobre Super Street Fighter IV a Capcom revelou o último personagem novo do game: Hakan.

Nascido via vídeo do IGN, o cara é um praticante de oil wrestling – certamente um dos estilos de luta mais, err… exóticos do mundo e que ainda não tinha representante em Street Fighter. De acordo com tio Wiki, é uma arte marcial turca também conhecida como Yağlı güreş em que caras fortões se besuntam de óleo e trocam tapas.

E olha só, trata-se do esporte do planeta com competição mundial oficial existente há mais tempo: desde 1362 a meninada se diverte com o oil wrestling no Kirkpinar.

Isso deve explicar o motivo, razão e circunstância pelo qual Hakan é vermelho: muito óleo, luta, sol, curtição e coisa e tal. E ele ainda tem um cabelo-capacete bem do esquisito. Como citavam os rumores, é um personagem com golpes de agarrão, o que valoriza bastante sua condição oleosa. Confesso que me deu certo asco vendo Ryu, Ken, Chun-Li e outras donzelas e heróis rodopiando e deslizando pelo Hakan. Blergh.

Abaixo uma galeria esperta dele. Acima o vídeo do IGN com muito bom humor. Aliás, pelo visto ele vem pra fazer coro com Rufus, Dan e El Fuerte à turminha de lutadores cômicos de SSFIV.

Alex Kidd & SEGA All-Stars Racing

Por Claudio Prandoni

Ou assim espero.

Sonic & SEGA All-Stars Racing acaba de ser anunciado para Wii, PlayStation 3, Xbox 360 e Nintendo DS. Sai em 2010 e é basicamente um Smash Bros. da Sega de corrida estilo Mario Kart.

Leva All-Stars no nome e considerando o retrospecto no tênis vale o bordão: se não tiver o Alex Kidd vai ser mancada!

Artwork do dia: Marvel vs. Capcom 2 remake vai te levar para um passeio

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Por Claudio Prandoni

Já era meio esperado, né. Depois de tantos boatos, desmentiras, desaniversários, sites não tão secretos e coisa e tal a Capcom finalmente confirma o lançamento de um remake de Marvel vs. Capcom 2: New Age of Heroes.

Desta vez faço o papel de chato: acho legalzinho e só. Adoro a série Vs. Todos os episódios menos… MvsC2. Acho bagunça demais. Três personagens, três tipos de ajuda, especiais sozinho, em dupla, trio, dois Wolverines, cenários esquizofrênicos com 2D e 3D e uma trilha sonora atípica (ok, essa última eu gosto bastante).

Preferia eu que fosse o primeiro MvsC ou até mesmo o Marvel vs. Street Fighter.

Mas está valendo, se a Capcom está tão empenhada em trazer de volta os jogos favoritos do público quer dizer que logo menos devemos ganhar uma versão online de Street Fighter Alpha 3? Alguém duvida?

Para marcar a ocasião e também estabelecer aqui minha previsão, uma excelente arte oficial lançada pela Capcom. Infelizmente não consegui descobrir o artista. Vi gente pela Internet reclamado do estilo gráfico, mas eu curti. Ainda mais por conta da disposição de personagens e as presenças de Mega Man, Jill e Strider Hiryu, três dos personagens mais bacanas desse ultra-mega-hiper-blaster-crossover – só faltou o Cable.

Boca suja, sem vergonha: “Theme A” – Tetris @ burps

Por Claudio Prandoni

E não é que os tais avatares da Microsoft têm mais de Nintendo do que só a semelhança com os Miis. De forma poluta e sem vergonha, o pequeno Smooth Criminal virtual arrota o “Theme A” de Tetris.

E se um dia a guerra dos consoles acabasse?

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Por Claudio Prandoni

Teríamos só um tipo de modelo de DS e PSP. Os Xbox 360 não morreriam de 3RL, bastando uma canja de galinha pra curar a ressaca. A Nintendo faria Donkey Kong Country 4. E o Dreamcast continuaria uma lembrança do passado, tadinho.

Ao menos é assim – ou quase – no simpático mundo de algodão doce desenhado pelo usuário Beundertaker dos fóruns do IGN.


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