Archive for the 'Street Fighter' Category

Blanka para mascote das Olimpíadas de Rio 2016

Por Claudio Prandoni

E já se foi o disco voador a Olimpíada de Londres. Considerando apenas o lado joguinho videogame da coisa, a grande festa mundial do esporte teve a participação proeminente de um Nintendo 3DS na abertura (você viu?) e um jogo oficial pra lá de sofrível, como já manda a tradição.

O calendário mundial do esporte abre alas agora para as Olimpíadas do Rio de Janeiro, em 2016. A piada não é nem um pouco nova, mas vale relembrar pela originalidade e fofura da execução: a interwebz já elegeu o bom e velho – e chocante – Blanka como mascote extra-oficial da competição.

Quem sabe até lá não dê pra montar uma torcida organizada com camisetas estampadas com o monstrengo, um bandeirão tomando as arquibancadas do Maracanã e quem sabe até o fanfarrão Yoshinori Ono usando de novo sua fantasia de Blanka para celebrar a ocasião.

Infelizmente, não tenho a menor idéia de quem foi o gênio que criou esta arte, mas a medalha de ouro é mais do que merecida para esse campeão.

“Game Medley” – Zelda, Tetris, Street Fighter II, Sonic e Mario (Game Music Brasil)

Por Alexei Barros

E então… Game Music Brasil. Durante o festival de músicas de jogos realizado 8 de abril, um dia antes do Video Games Live no Rio de Janeiro, foi apresentado um medley preparado especialmente para o evento. O autor do arranjo é o Lucas Lima, músico integrante da Família Lima que tem relação com videogames: além de jogador, chegou a compor as trilhas dos títulos para computador Winemaker Extraordinaire e Avalon desenvolvidos pelo estúdio nacional Overplay.

Como a performance foi da Orquestra Simphonica Villa Lobos, que executou toda a turnê brasileira do VGL em 2011, com imagens sincronizadas de jogos no telão, a miscelânea regida pelo Lucas Lima meio que serviu para mostrar, grosso modo, como seria um Video Games Live totalmente feito no Brasil, a não ser, claro, pela origem japonesa (e russa) dos jogos homenageados.

O problema é que… há muitos problemas. Por favor, sem indulgências ufanistas. Para começo de conversa, é aleatório a peça ter simplesmente o tema “videogame” ou “jogos que todo mundo conhece” ou ainda “jogos preferidos do Lucas Lima”. Repare que em todos os medleys que publiquei, amadores, pró-amadores ou profissionais, sempre teve um elemento comum: gênero, série, produtora, plataforma, compositor, mesmo que o número não apresente uma coerência e seja uma mera sucessão de melodias. Qual o sentido em juntar Mario e Sonic? Tetris e Street Fighter II? Já que foram somente cinco séries escolhidas (as quatro mencionadas e Zelda), preferiria pequenos segmentos para cada uma, em vez de um gigante, de 18 minutos.

Na maioria das mudanças de música, não há transições e sim vazios entre uma faixa e outra. Para mim, isso só é tolerável quando há o intento de recriar a experiência de jogo, afinal de contas a composição de fundo muda abruptamente de um cenário para outro em um Mario da vida.

Prova disso é abrir com “Overworld” de Zelda e pular para a “Type A” do Tetris logo na abertura. A parte que vem na sequência, do Street Fighter II, até que ficou interessante, porque “Title” e “Player Select” (bacanas as linhas graves nos violoncelos), que considero essenciais, não estão no “Street Fighter II Medley” do VGL, além da “Here Comes a New Challenger” e “Chun-Li Stage”. A lembrança de músicas não arranjadas anteriormente também salvou a seção seguinte, do Sonic: não há a “Special Stage” (bela nas cordas e flautas) na obra-prima “Sonic the Hedgehog: Staff Credits” do Richard Jacques. Só que a vinheta “Sega” instrumental perdeu toda a graça sem coral. O sentimento de novidade, apesar de tantos títulos famosos, repete-se com a fatia Mario, pela alusão ao vilipendiado Super Mario Bros. 2. De resto, nada de mais, com tantas interpretações melhores por aí, e o mesmo vale para as seleções do Ocarina of Time que fecharam o extenso medley.

A proximidade da organização do VGL fez com que o GMB importasse um dos pontos negativos (do meu ponto de vista) do afamado show-concerto: a gritaria. De novo, os berros de êxtase nostálgico são exagerados, mais pelo telão do que propriamente pelas lembranças das faixas. Como temia, o VGL deixou o público mal acostumado para apresentações com orquestra, nas quais se deve primeiro ouvir para depois urrar e aplaudir, não tudo simultaneamente, gerando uma salada de sons indecifráveis.

Em contrapartida, a execução abdicou do detestável subterfúgio do VGL: o playback, o que escancarou algumas deficiências:  a falta de sincronia (aqui, momento em que os violinos embolaram legal; ou aqui, instante em que o xilofone se perdeu) e desafinação (atente para os violinos) em alguns momentos. Estranhamente, a Villa Lobos, que, segundo o release do VGL, possui 43 integrantes, parecia estar representada por ainda menos gente pelo que se nota nos vídeos e nas fotos. Inclusive é possível ver uma violinista se assentar quando a performance já havia começado (repare na esquerda do palco). Mais autêntico que o VGL, mas carente de muito polimento.

- “Game Medley”

“Overworld” (The Legend of Zelda) ~ “Type A” (Tetris) ~ “Title” ~ “Player Select” ~ “Ryu Stage” ~ “Chun-Li Stage” ~ “Here Comes a New Challenger” ~ “Guile Stage” (Street Fighter II) ~ “Title” ~ “Green Hill Zone” ~ “1UP” ~ “Green Hill Zone” ~ “Stage Clear” ~ “Special Stage” ~“Green Hill Zone”“Boss” (Sonic the Hedgehog) ~ “Overworld” ~ “Underwater” (Super Mario Bros.) ~ “Overworld” ~ “Invincible” (Super Mario Bros. 2) ~ “Overworld” ~ “Underworld” (Super Mario Bros. 3) ~ “Overworld” (Super Mario World) ~ “World Clear” (Super Mario Bros.) ~ “Hyrule Field Main Theme” ~ “Zelda’s Theme” ~ “Great Fairy’s Fountain” (The Legend of Zelda: Ocarina of Time) ~ “Overworld” (The Legend of Zelda)

Comerciais quase gamers: Street Fighter de quinta categoria

Por Alexei Barros

Às vezes vejo comerciais na televisão que me fazem questionar os filtros qualitativos de determinadas emissoras pelas imagens em baixa resolução, iluminação inadequada ou garotos-propaganda sem a menor intimidade com as câmeras. Sempre dá para piorar.

Como vídeo cômico, o comercial já seria tosco, mas, acredite-se quiser, tal porcaria passou na TV, pelo comentado na página do YouTube, no sul de Minas Gerais. É velho, talvez muitos tenham visto.

É de uma loja de informática que simulou uma luta do Street Fighter II com dois lutadores engravatados, lembrando os gráficos digitalizados de Mortal Kombat (Toasty!). Não que tenha a ver uma coisa com a outra. A magazineluiza com Street Fighter. Street Fighter com Mortal Kombat.

Dica do espião 00Agent.

P.S.: Este é o post de número 2000 do Hadouken. \o/

“Street Fighter II Medley” – Street Fighter II (VGL 2010 em São Paulo)

Por Alexei Barros

Desde anos atrás mostrei muitas vezes o meu anseio para que as músicas do Street Fighter II, fortemente nostálgicas e poderosas, fossem orquestradas. Vontade que, claro, foi compartilhada por tantos nos comentários dada a supremacia do jogo.

Imaginei que isso viria a acontecer em um concerto nipônico, mas fico com a impressão de que as músicas não são tão populares ainda hoje no Japão como aqui porque são raros os álbuns doujin ou performances amadoras. No hype em efervescência do começo da década de 1990, todavia, foram lançados dezenas de álbuns arranjados e não houve uma apresentação do Game Music Festival com a Alph Lyla, a banda da Capcom, sem que fosse tocada uma música do Street Fighter II.

Atendendo aos diversos pedidos pós-show e nos fóruns, Tommy Tallarico reservou para a turnê brasileira de 2010 a estreia mundial do segmento de SFII do Video Games Live. Quem diria que um dia isso viria a acontecer, hein? Como dito antes, a única vez em que ocorreu um debute do VGL nestas bandas subdesenvolvidas foi a “Liberi Fatali”, tocada no Rio de Janeiro em 2006.

Dada a qualidade bisonha de alguns arranjos recentes, com recortes toscos e colagens sem critério, não demonstrei a menor empolgação quando soube da novidade, embora não deixasse de ter certa curiosidade. Não é que fui surpreendido?

A seleção de músicas me agradou, com os temas dos personagens mais representativos: Guile, Ryu e Ken, respectivamente. Entretanto, fez falta a “Title” (perfeita para começar um medley), ainda mais que o vídeo no telão começa com a cena de abertura. As transições entre as faixas são certinhas, e detalhe que o tema do Ryu é inspirado (para não dizer copiado) na “Hearts Of Fire ~Ryu Stage~” do álbum Street Fighter II Alph Lyla with Yuji Toriyama, uma versão mais vagarosa e emotiva que, apesar de apreciar, quase me fez ser apedrejado em certa oportunidade.

Verdade que a guitarra combina com as músicas, mas como o “Mega Man 2 & 3 Medley”, o instrumento é usado como muleta para a orquestração pobre, ainda que pareça apresentar alguns bons momentos no vídeo. Só que é difícil de tirar uma conclusão. Ainda queria ver o vídeo da performance em outro país. Você sabe, o público brasileiro no VGL é extremamente silencioso, reservado e comportado… até parece.

A baderna generalizada da plateia extrapolou todos os limites de algazarra, provavelmente para extravasar o longo caminho percorrido que se fez necessário até chegar aos recônditos confins da Terra, no antro mais conhecido como HSBC Brasil, numa sexta-feira véspera de feriado, à noite. Desculpe se você se empolgou lá e lê aqui, mas o público chegou ao cúmulo de torcer alucinadamente para o Blanka vencer a luta no telão e bradar para o Ryu soltar um hadouken. Será que haveria tais escândalos sem imagens do jogo e sem o reforço de áudio do além?

Quanto ao comportamento do apresentador na performance da guitarra, é por essas e outras que o show deveria se chamar “Tommy Tallarico Live”.

-“Street Fighter II Medley”
“Guile Stage” ~ “Ryu Stage” ~ “Ken Stage”

SF IV’ Rainbow 21st Century Edition

Por Claudio Prandoni

Achado absolutamente fantástico do pessoal briguento sempre ligado do Versus: uma versão “de rodoviária” do glorioso Street Fighter IV.

Shoryugas que deixam um rastro de Radugetz em câmeras lentas, pirulitos ioga em alta velocidade, gases flamejantes do Ryu, um Adugui bem safadinho da Sakura e, claro, o famigerado Alexfull no ar. Entre tantas outras bizarrices aí no vídeo.

Muito grato ao leitor-artista-insone Platy pela dica!

Chute no estômago


Por Alexei Barros

Ainda me recupero do soco na cara provocado pela trilha sonora do Street Fighter IV. Elogiada por alguns, para mim não passa de um amontoado de arranjos eletrônicos pobres (e podres) das melodias imortais do SFII sem usar nenhum instrumento real sequer – não haveria problema se soassem convincentes, mas aquele sax da “Theme of Zangief -SFIV Arrange-”… que lixo.

Além das novas versões não terem me agradado nada, salvo uma ou outra exceção, fazendo força, como a “Theme of Ken -SFIV Arrange-”, achei bisonha a decisão de determinados personagens antigos, a saber, E. Honda, Dhalsim, Blanka, Balrog (boxeador americano) e Vega (espanhol mascarado) não terem temas próprios.

Posto meu descontentamento, pouco me lixava para a trilha do Super Street Fighter IV já prevendo que novamente Hideyuki Fukasawa cuidaria das músicas. Não foi anunciada a OST por enquanto, e o único produto relacionado é o álbum promocional Super Street Fighter IV Character Sound Collection [Single Cut].

Não se sabe ainda quem é o responsável, mas ao menos os personagens ignorados finalmente têm temas, bem como os re-estreantes T. Hawk e Dee Jay e outros que regressaram. Digo isso porque as músicas foram subidas no YouTube em diversos perfis, a exemplo do 0xkeNzo.

Pelo estilo e escolha de timbres, arriscaria dizer que de novo é o Fukusawa, mas senti que as releituras estão mais inspiradas e menos repetitivas, em especial do Vega e E. Honda. O tema do Adon, que mal me lembrava das poucas vezes que joguei o Street Fighter Alpha, e era uma mistura de Mega Man X e SNK, ficou um dos mais atraentes pela pegada forte das guitarras. Gostei também da música do Dan, com o baixo na introdução.

Separei os links das 18 músicas para a sua comodidade depois do Hadouken, também com as versões originais em que 16 destes temas estrearam na série Street Fighter. Curiosamente, o tema do Cody no SSFIV é uma composição original.

Continue lendo ‘Chute no estômago’

Abertura de Super Street Fighter IV reforça minha vontade de comprar o jogo

Por Claudio Prandoni

Esta aqui vem direto via mestre Deco, o briguento brigão do Street Fighter Web Site sempre ligado nas novidades dos jogos de… briga!

Trata-se da abertura de Super Street Fighter IV, iminente sensação no mundo das lutas 2D que fingem que são 3D.

Em vez de fazer o servição e mostrar toda a galera novata, o filminho foca em exibir situações divertidas/engraçadas/empolgantes salpicadas de referências – tipo o muro do primeiro Street Fighter, que o Cody ali quebra, reparou? Outra referência: aí no comecinho a luta entre Ryu e Ken presta homenagem àquela mega clássica cena da abertura de Super Street Fighter II em que Ryu concentra o Hadouken e manda ver.

Na real, é mais um apanhadão de boa parte dos trailers já divulgados até agora do game. Curti bastante o novo estilo de renderização, que se assemelha ao jeitão rastro de tinta do SF IV comum, mas também é bem diferente.

Ajudou a empolgar!


RSS

Twitter

Procura-se

Categorias

Arquivos

Parceiros

bannerlateral_sfwebsite bannerlateral_gamehall bannerlateral_cej bannerlateral_girlsofwar bannerlateral_gamerbr bannerlateral_consolesonoro bannerlateral_zeebobrasil bannerlateral_snk-neofighters brawlalliance_banner_copy
hadoukeninenglish hadoukenenespanol hadoukenenfrancais hadoukeninitaliano hadoukenindeutscher hadoukenjapones

Seguir

Obtenha todo post novo entregue na sua caixa de entrada.

Junte-se a 1.545 outros seguidores

%d blogueiros gostam disto: