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BLIZZCON 08: Novo logo de Diablo III é alegre, colorido e camiseta

Por Claudio Prandoni

Pode me chamar de fraude que sou mesmo. O Pablo Raphael vai me deserdar e alguns amigos meus caiçaras das antigas vão falar que é heresia, mas não manjo absolutamente nada de Diablo.

Minha experiência com a série da Blizzard se limita a ter jogado duas vezes o demo do primeiro Diablo e ver um amigo meu ficar fazendo nível no mundo das vacas em Diablo II. E só. Ponto. Nada mais. Em termos de Blizzard, minha experiência se desdobra mais em Lost Vikings, Rock’n Roll Racing, Wacraft II e metade do Warcraft III. Starcraft? Já ouvi falar em algum lugar, mas não lembro, desculpe…

Enfim, apesar das fraudes mega blaster hell respeito absurdamente o senso de humor da Blizzard. Não só eles fazem algumas das brincadeiras de primeiro de abril mais legais do universo como também sabem receber de maneira criativa as críticas.

Por exemplo, na Blizzcon 08, que tá rolando nos Estados Unidos até o final do dia de hoje, alguns dos produtores do game estão circulando trajando uma camiseta com a estampa acima. Quando questionado que raios era aquilo, o designer chefe Jay Wilson disse que era o novo logo do jogo (de brincadeira, claro), em resposta às reclamações de que Diablo III, iminente capítulo da série de RPG a aportar um dia quem sabe para PCs (e talvez até consoles!) estava colorido demais em relação aos predecessores.

Segundo ele, caso o público reaja de maneira ávida e positiva, há possibilidade de eles colocaram a camiseta para vender no site da Blizzard.

Bonita, divertida, casual, muito máscula. Quase Nintendo, não?

Vejam como Jay Wilson ficou maroto:

[via Kotaku]

Sonic RPG ganha trailer bacana e ótimas críticas

Por Claudio Prandoni

Botei fé e, aparentemente, fui recompensado: Sonic Chronicles está angariando excelentes críticas da imprensa gringa especializada, como você pode confirmar pelo release emitido pela Bioware hoje e que reproduzo logo abaixo:

Mais importante do que isso, já tive chance de jogar por umas duas horinhas no pequenino DS e pude comprovar que é de fato uma excelente produção. Dois fatores complicadores: não sou fã de RPGs ocidentais e não curto nem um pouco os enredos recentes dos jogos do ouriço, cheios de organizações militares, seres de outras dimensões e um punhado de outras tantas complicações e bizarrices que tiram o foco da experiência qué jogar Sonic, vulgo “correr, correr, correr - pegar argolas de monte - pegar esmeraldas - virar Super Sonic”.

Mesmo assim, a vagarosidade com que a trama se desenvolve acaba sendo algo amigável, as personalidades marcantes de cada personagem divertem e os sistemas de jogo são muito divertidos - tanto na exploração à la Zelda: PH como nas batalhas salpicadas pelo espírito Elite Beat Agents.

Se a rasgação de seda do 1UP, Game Informer e a excelente revista oficial da Nintendo no Reino Unido - deste topera que vos escreve - não for o bastante, então talvez o empolgante trailer de lançamento logo lá em cima seja.

Detalhe importante: repare que até o trailer de Sonic Chronicles é bem bacana e, veja só, não é uma produção do Sonic Team. Quem sabe o empenho da Bioware não se reflita também nas outras preocupantes aventuras do ouriço azul-cobalto…

Teaser de 7th Dragon - e com música de Yuzo Koshiro

Por Alexei Barros

Teasers normalmente não mostram quase nada do que interessa do jogo – como provou a tímida aparição de God of War III na desprezível E3 2008 –, mas quando sei que um compositor afamado participará, a atenção deve ser redobrada no som. E quando o autor em questão é o Yuzo Koshiro…

Koshirão nos presenteia em 7th Dragon com mais uma de suas peças eruditas que poderiam ser comparáveis às músicas de John Williams. A presença do coral visceral e do penetrante vocal feminino lembram as colaborações dele no projeto não-gamístico Merregnon, “Legend of Magic” e “Remembering Orgopta”, que estão no Merregnon Soundtrack Volume 2. Ansioso por 7th Dragon, embora o trabalho do “charactor designer” (sic) Motor não tenha me agradado muito.

Lembrete rápido para as crônicas

Por Claudio Prandoni

Não, não as crônicas de Nárnia, mas as crônicas sônicas.

Só para lembrar, hoje foi lançado oficialmente Sonic Chronicles: The Dark Brotherhood, promissor RPG produzido pela Bioware e estrelado pelo ouriço. Tá certo, por enquanto só na Austrália, mas amanhã na Europa e dia 30 nos Estados Unidos - por enquanto nada de data no Japão.

Nos EUA algumas lojas estão realizando pré-venda com um item assaz bacana: um kit com três stylus coloridas, cada uma adornada com um pingente/chaveirinho/negocinho no formato de Sonic, Knuckles e Shade (um dos novos personagens da aventura) .

Boto fé de que será uma contraparte à altura de Super Mario RPG, mas talvez seja perigoso demais ter tanto otimismo em relação aos novos jogos da mascote da Sega…

Yuzo Koshiro fará trilha de 7th Dragon, da SEGA

Por Alexei Barros

Yuzo Koshiro e SEGA tudo haver a ver. Embora ele tenha começado sua carreira na Falcom, e colaborado para Enix, Konami, Hudson, Namco, Atlus e tantas outras empresas, a  SEGA é a produtora que abrigou a maioria dos seus trabalhos mais renomados.

Caso o desconheça (e aqui reitero as palavras do Mucioli no GoLuck: “Se você não sabe quem é, por favor se levante agora da cadeira e bata três vezes com a cabeça na parede – você merece”), primeiro leia a biografia dele escrita pelo Acid, e depois acompanhe o arrolamento de todos os jogos da SEGA em que Yuzo se envolveu:

1989 – The Revenge of Shinobi (Mega Drive)
1990 – Crack Down (Mega Drive)
1991 – Shinobi (Game Gear)
1991 – Sonic the Hedgehog (Game Gear)
1991 – Streets of Rage (Mega Drive)
1992 – Shinobi II: The Silent Fury (Game Gear)
1993 – Streets of Rage 2 (Mega Drive)
1994 – Streets of Rage 3  (Mega Drive)
1994 – Beyond Oasis (Mega Drive)
1995 – Legend of Oasis (Saturn)
1999 – Shemnue (Dreamcast)
2004 – Amazing Island (GameCube)

Uma lista de absoluto respeito. Não para menos, foi com entusiasmo que se viu o nascimento do enigmático projeto Dragon, RPG da SEGA apregoado neste site, e os dizeres “Sound composer: 古代祐三”, corroborando a composição da trilha sonora de Yuzo Koshiro. O jogo, que ainda tem Rieko Kodama (Phantasy Star) na produção e Kazuya Niinou (Etrian Odyssey) na direção, seria revelado pela Famitsu semana que vem. Porém, uma imagem na página oficial da SEGA que mostra os títulos da TGS 2008 vazou e delatou o nome: 7th Dragon, extirpando os boatos de que teria algo a ver com alguma série clássica. Pouco depois a screenshot foi excluída.

Ressalto: é para DS, um console que transborda RPGs. Repito: é para DS. Em recente entrevista à Nintendo Power (faça o favor de lê-la na íntegra aqui e aqui) da genial série Power Profiles, Koshiro afirmou quando perguntado se acabaria a velha maneira de fazer músicas de videogame, ou seja, com sons sintetizados: “Acredito que a antiga forma ainda tem chance de perseverar em plataformas como o DS e jogos de celular”. É ou não é para ficar otimista?

[via SEGA Nerds]

Henshin! A volta do cavaleiro branco que não se foi.

Por Claudio Prandoni

Dizia eu que a aritmética Metal Gear Solid 4: Guns of the Patriots era o principal (quiçá único) motivo para justificar a aquisição de minha hedionda lápide, vulgo PlayStation 3.

Entretanto, havia eu esquecido do ultra promissor White Knight Story (que em nosso lado ocidental do globo terrestre será White Knight Chronicles). Basicamente, o jogo exclusivo de PlayStation 3 é uma mistura de Final Fantasy + Shadow of Colossus + Kamen Rider (tem até henshin e tudo!).

Exibido inicialmente há dois, é produção competentíssima Level-5, responsável por obras de requinte extremo como as franquias Dark Cloud, Professor Layton e o fabuloso Dragon Quest VIII - isso porque ainda está cuidando de DQ IX e cunhou o curioso RPG de futebol Inazuma Eleven, o qual torço muito para que receba versão gringa também.

Entenda minha empolgação conferindo o trailer abaixo, ou clique no salto dimensional para conferir o excerto em tempo real exibido na E3 2006.

Agradecimentos ao Pablo Raphael por nos lembrar de tão promissor título.

Continue lendo ‘Henshin! A volta do cavaleiro branco que não se foi.’

Old Skane #09: Aquela do primeiro sub-jogo

Por Claudio Prandoni

Talvez você já tenha visto: tem novo blog na praça. Porém, entretanto, contudo e todavia, não se trata meramente de mais um blog sobre games, mas sim do primeiro de uma categoria nova, o primeiro blog sobre games que não são exatamente games.

São os tais Sub-Jogos.

Não me perderei em elocubrações e divagações passadas, visto que o quase camarada Lucks já elucidou bem a origem da iniciativa e no próprio Sub-Jogos dá pra saber mais de brunobelo e Agripas, os mentores da parada.

Venho aqui saudar o Sub-Jogos e homenageá-los com um confronto, rá!

Logo no primeiro post eles afirmam que Xenogears é um sub-jogo, fato este corroborado efusivamente por Lucas Patrício. Na Old Skane de hoje vemos a contestação desta afirmação por meio do review do game feito pela saudosa revista Gamers. À época, o RPG novato da Squaresoft recebeu a nota de 4.7 de um total de 5. Nada mal, hein.

Será que os sub-jogadores concordarão com os argumentos?

E3 2008: Resumo da conferência da Microsoft

 

Por Claudio Prandoni

Aposto que Bill Gates bateu na mesa, apontou o dedo para o nariz do trôpego defunto Kaz Hirai e falou: TAKE THAT!

Para salvar a pátria sonysta agora creio que só um God of War III para o final do ano… ou Zelda para PS3… ou um PSP-Dreamcast… ou algo do tipo…

Agradecimentos ao mestre Pablo Raphael pela indicação da imagem.

Preciso que o Alexei chore junto comigo

Por Claudio Prandoni

Enquantos muitos (inclusive eu) se perguntam o que esperar para Nintendo Wii agora que o Mario Kart já saiu e nada de grande renome se anuncia no horizonte, o DS ostenta um futuro promissor - pra variar.

Na boa, o que falar desse trailer do quase lançado remake de Final Fantasy IV. Uma das melhores histórias, agora com cerca de 60% mais enredo, trilha sonora original rearranjada, dublagem também na versão ocidental…

É de chorar ou não é?

Old Skane #01: Manual brasileiro de Legend of Zelda - A Link to the Past

Por Claudio Prandoni

Instigado pela preciosidade publicada pelo Nintenerds - páginas de uma antiga revista japonesa falando sobre o iminente lançamento do Super Famicom - decidi repetir a dose do que fiz com o manual de Phantasy Star e escavar meus arquivos para mostrar mais algumas coisas interessantes.

Algo que ajudou também foi - finalmente - meu domínio e acesso completo ao scanner que estava esquecido num canto aqui em casa junto com meu Game Boy tijolão monocromático. Até que não foi tão complicado: era só equipar a materia amarela Scan e evoluir a esfera até eu masterizar o comando [piada FFVII OFF].

Pretendo colocar aqui com freqüência um pouco maior este tipo de conteúdo - é só eu desenterrar as relíquias gamísticas e tirar um tempo para digitalizar.

Claro que para a estréia não poderia deixar de destilar um pouco de rabugentice. Antigamente, um dos aspectos mais legais de comprar um jogo novo era o manual. Geralmente lotados de ilustrações e informações bacanas, muitas delas inéditas e inexistentes no game.

Hoje, são meros epítomes burocráticos com informações genéricas, às vezes até mais incompletos que muitos previews de revistas e sites.

Quanto tentam algo inusitado e divertido podam prontamente - como o manual japonês de No More Heroes que é uma HQ e no ocidente cortaram isso fora.

Aqui não. Para o debute da Old Skane, o intróito do manual de instruções do manual de A Lenda de Zelda - Um Elo com o Passado. Isso mesmo, em português pois exibo aqui o livretinho da versão do game trazida para acá pela finada Playtronic.

Confesso que boa parte do que sei sobre o universo Zelda que não aparece nos games mesmo veio daqui. Passe por cima dos erros bobinhos - a exemplo do Hirule(sic) bem no título do texto - e você encontrará um rico manancial de informações. De fato, algumas até que complementam genialmente o enredo de Ocarina of Time.

 

PS: Perdão pelo título ridículo, mas o hype de Metal Gear Solid 4: Guns of the Patriots é tamanho e o trocadilho com o nome Old Snake tão tentador que não podia deixar passar a oportunidade.

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