Archive for the 'micro IMPRESSÕES' Category

micro IMPRESSÕES: Scribblenauts

microimpressões_scribblenau

Por Claudio Prandoni

Cupim derruba a árvore e eu pego a estrela. Ou, bola de basquete, jogo na estrela e pego ela. Ou, rosquinha, policial, jogo a rosquinha em cima da árvore e o policial pega, derrubando a estrela junto. Ou, mamute, subo nele, bato na estrela com taco de beisebol. Ou…

Acho que deu pra pegar a ideia. Todas essas são resoluções possíveis para a primeiríssima fase de ação do aguardadíssimo Scribblenaut, jogo para DS eleito o melhor da E3 – pela própria organização da feira, veja só você!

Há alguns dias tive chance de testar uma versão quase completa do game, que já mostrava a tão surpreendente e impressionante localização para o português brasileiro. Mesmo com uma ou outra falhinha para reconhecer palavras e tal, a tradução é excelente.

E o jogo em si mais ainda. E vale aquela máxima lá: não importa o quanto você leia e veja sobre o game, ter ele em mãos é ainda mais fantástico. Ter a liberdade de escrever o que quiser e ver se materializar e ainda interagir com outras tralhas é fenomenal. Sem contar que o jogo ainda instiga a imaginação com diversas coisinhas e tal.

Para conferir minhas impressões 100% integralmente completas sobre esta promessa promissoramente promissora clique aqui para ler meu texto no UOL Jogos (tem até uns vídeos e o Chupacabras!).

micro IMPRESSÕES & Batpost #06: o que jogou um bocadinho Arkham Asylum

microimpressoes_batman

Por Claudio Prandoni

batpostMinha expectativa por Batman: Arkham Asylum beira os prospectos mais otimistas.

Nesta semana tive a chance de jogar por umas boas duas horas (e completar 6% do game) e a vontade só aumentou. Deu até tristeza de ter que parar de jogar.

De maneira geral, o Batmão mistura um monte de coisas bacanas e dá certo. O combate lembra Prince of Persia: Sands of Time, com pitadinhas de God of War e stealth.

O visual gatão transparece aquela tal inspiração em BioShock que os produtores falaram, mas o grande charme mesmo é o modo de investigação: lembra o viciante e prático sistema de scans de Metroid Prime e traz variedade aos combates e exploração.

Esperar o lançamento vai ser difícil, mas me consola a certeza de um batarang na estante quando isso acontecer.

Mas chega de ladainha: para muito mais detalhes de minha experiência com o Cavaleiro das Trevas no sanatório de Arkham leia este texto exatamente aqui, no UOL Jogos.

micro IMPRESSÕES: Demo de inFamous

microimpressoes_infamous

Por Claudio Prandoni

Diz o antigo ditado: caiu na rede é peixe, lê-le-á.

A Sony vacilou, deixou vazar por alguns instantes na PNS de Hong Kong uma demonstração jogável do inFamous, aguardado jogo de ação exclusivo para PlayStation 3, e o resto é história. Esquemas pipocaram na rede para baixar a tal demo e nós aqui não fomos exceção. Ao jogo.

As imagens já me levantavam a suspeita e a jogabilidade confirmou: inFamous lembra muito os jogos 3D mais recentes do Homem-Aranha. A cidade é ampla, o personagem é ágil e capaz de escalar diversos tipos de construções e superfícies – sem contar que ele meio que é um super-herói.

No restante é também praticamente um GTA com maior enfoque na ação. Corra para qualquer canto, bata em que quiser, faça parkour pela cidade. O lance é que o personagem aqui, o tal de Cole, tem poderes elétricos dos mais variados copiados quase todos do lado negro da Força.

Continue lendo ‘micro IMPRESSÕES: Demo de inFamous’

micro IMPRESSÕES: Demo japonesa de Yakuza 3

microimpressoes_yakuza3-copia

Por Claudio Prandoni

Como de praxe, o oriente é agraciado com os jogos da série Yakuza muito, muito, muito mesmo antes de o pessoal deste lado do meridiano de Greenwich, não por acaso a gente.

Na geração alta definição a premissa vale até para demonstrações. E que demo generosa! A versão teste de Yakuza 3 – e/ou Ryu Ga Gotoku lá em território do sushi – apresenta cerca de meia hora de brincadeira, regada a muitas porradas e ainda mais diálogos, infelizmente todos apenas em japonês.

Já dono de identidade própria e longe das comparações com Shenmue, este quarto capítulo da franquia – não esqueçamos do nostálgico Kenzan! – se estabelece como um promissor jogo de ação e porrada beat’em up. O que não necessariamente se traduz em inovações neste título exclusivo para PS3.

O pouco tempo que tive com o primeiro Yakuza deixou bem marcada a sensação vibrante de dar porradas nos inimigos. É divertido, prazeroso, cheio de estilo. Não sei dizer ao certo se a jogabilidade apresenta novidades e tal, mas certamente empolga. Além dos punhos, Kazuma Kiryu dispõe na demo de um bastão à la Donatello das santas tartarugas, um nunchaku e soco inglês – cada um com velocidade de golpes diferente, combos e por aí vai. Ou seja, realmente faz diferença qual arma se usa, cada uma se adapta a um estilo de jogador.

Enfim, o visual apresenta cenários absolutamente críveis e elaborados, marcados por detalhes e iluminação bonita, mas totalmente precários em termos de interação. Nada se mexe. Nada quebra. No máximo você pega o abajur e – kabong! – dá na cabeça do bandido. As pessoas humanas tem aquele jeitão esquisito de Sega: animações esquisitas, cabelos de laquê e mãos de proporções dignas de Chun-Li em dias ruins.

Rua, bar chique. Luta com manos (bizarros) japoneses de terno. Rua, beco. Mais um lutinha contra clones do Agente Smith, direto da Matrix. No meio, um monte de diálogos, bate-papo no codec, celular e tal. Não dá pra sacar muito, mas as porradas divertem. E nem precisam de Sixaxis.

Deu vontade de jogar os Yakuza de PS2.

Para fechar este quadro com chave de bronze, depois do pulo duplo uma propaganda especial do game veiculada lá no Japão.

Continue lendo ‘micro IMPRESSÕES: Demo japonesa de Yakuza 3′

micro IMPRESSÕES: Demo de Resident Evil 5 no PS3

microimpressoesre5demo

Por Claudio Prandoni

Resident Evil 5, ou Resident Evil 4 Plus HD Edition, como prefiro chamar, ganhou finalmente uma demonstração jogável. São duas fases distintas: Public Assembly e Shanty Town. Vamos às (não tão) micro impressões:

Public Assembly é a prova cabal irrefutável de que RE5 é um RE4 em alta definição, com luz do sol e modo cooperativo. Lembra o comecinho do Resident Evil 4, quando você chega na pracinha da vila e tem de sobreviver até o sino tocar? Igualzinho.

Ainda aparece o cara malvadão do machado, substituindo o carismático Dr. Salvador e em vez de um sino uma referência ao final de RE1: um helicóptero (pilotado pelo capitão Kirk, rá!) chega e um mano de lança-foguetes explode uma porta para que Chris e Sheva possam fugir. Não vi diferença nenhuma em relação ao segmento citado de RE4. De fato, a presença de Sheva ajudando torna tudo mais fácil, mesmo com ela controlada pela IA – se jogar com um amigo então que entende do jogo também aí é barbada.

re5_refob_ps3_finalShanty Town. Aqui dá para perceber um pouco melhor as novidades desta expansão. Entra em cena o elemento cooperativo em um trecho em que Chris e Sheva se separam – cabe ao meninão protegê-la com um rifle de franco atirador e a guria tem que estourar o cadeado de um portão. Novamente, jogando sozinho dá para levar tranquilo, em coop com um amigo fica tranquilo e divertido – ainda mais com headsets, assim dá para coordenar as ações tranquilamente conversando e tal.

Feito isso, um corredorzão de escombros, um cara malvado com serra elétrica. Pá, pá, pá, tiro na cabeça, explode os barris explosivos, corre pra lá e pra cá e acabou. Pega a chave, abre a portinha, se entope de pedras preciosas e acabou.

Os controles! Fui partidário da configuração Type A, mapeamento de botões idêntico a Resident Evil 4. A Type D achei ocidental demais – strafe na alavanca esquerda, mira no L1 e tiro no R1. A configuração B é bacana, pois tem o strafe na esquerda e free look com a alavanca direita do Type D e combinação de tiros do Type A. A  Type C nem me arrisquei pois reúne os elementos de controle que acho mais bizarros – basicamente o contrário da B.

Reclamo e resmungo que RE5 parece mais um pacote de expansão de RE4 e mantenho o pé. Ainda assim, Resident Evil 4 Plus HD Edition é um jogo extremamente promissor e empolgante já nesta demonstração. Tenho certeza que vou comprar, zerar  e tudo o mais, só que não vejo nele a revolução dos games de ação que tanto cornetam – isso já foi em RE4, há cinco anos, e não tem como um jogo idêntico fazer igual. O coop realmente adiciona uma nova camada de experiência à brincadeira, mas (ao menos no demo) deixa tudo muito fácil. Demais, em demasia mesmo, principalmente para quem já se aventurou em RE4.

shot0080-00000_bmp_jpgcopyy

micro IMPRESSÕES: Synesthesia, Time Trial exclusivo de Mirror’s Edge para PS3

microimpressoes_synesthesia

Por Claudio Prandoni

Nesta última quinta, dia 29 de janeiro, saiu o primeiro conteúdo extra downlodeável para download de Mirror’s Edge: o mapa Synesthesia, gratuito e exclusivo para PlayStation 3.

Synesthesia cumpre bem um aspecto pouco aproveitado na história principal e visto melhor mesmo nos Time Trials: as diversas possibilidades de caminho pelas fases.

Contudo, como aqui tudo é feito de bloquinhos psicodélicos, a tarefa ganha ares ainda mais exaltados de puzzle e psicodelismo. Cores vibrantes imperam e plataformas e mastros colocados aparentemente a esmo tornam trabalhosa, mas instigante a tarefa de procurar o caminho mais rápido para alcançar os checkpoints.

Além disso, os melhores caminhos exigem perícia e agilidade nos controles – corra na parede, vire, pule, escale, vire, pule, corra na parede, vire, pule…

Isso é só um dos trechinhos do começo que deve ser praticamente feito em sequência, dedilhando no controle.

Pena que seja uma pista tão curtinha e falha ainda mais na falta de uma música empolgante como trilha sonora – todos os trailers de DLC do game são embalados pela dançante e empolgante versão Teddybears Remix do tema Still Alive, creio que fiquei mal acostumado.

De qualquer maneira, o simples fato de ser gratuito já obriga o download. Mas também já dá um gostinho do que podemos esperar no conteúdo extra – ou seja, estou ainda mais empertigado agora, mas realmente desejando agora que Mirror’s Edge permitisse personalizar a trilha sonora.

micro IMPRESSÕES: Demo de F.E.A.R. 2

microimpressoes_fear2

Por Claudio Prandoni

Eu inventei de criar um Twitter. O Fabão inventou de dar idéia e eu cismei de levar a sério. Nascem assim as micro IMPRESSÕES, reviews muito curtinhozinhos de tudo que conseguirmos testar e tivermos algo para compartilhar.

Na estréia, a demonstração jogável de F.E.A.R. 2: Project Origin, conforme jogada no PlayStation 3 e postado no Twitter.

“Demo de F.E.A.R. 2: Project Origin. Lindo demais, violento, empolgante, curto, sem sustos polgantes. Tem robôs”.

Para mim acabou enquanto eu lutava com robôs na mega armadura power up. Um amigo meu sequer terminou a demo alegando muitos sustos. Fiquei em dúvida se a demo tem tempo limitado.


RSS

Twitter

  • RT @vgmconcerts: "A new web documentary series exploring the secret history of Japanese video game music." Die Filmcrew war auch... http:/… 9 hours ago
  • RT @FabioSantana79: Game music do dia: nos 27 anos de Street Fighter, "Birdie Stage", do primeiro SF, na versão arranjada do PC Engine: htt… 9 hours ago
  • RT @reinodocogumelo: Trilha sonora de Super Smash Bros. for 3DS & Wii U é brinde para quem comprar e registrar os games no Club Nintendo ht… 1 day ago

Procura-se

Categorias

Arquivos

Parceiros

bannerlateral_sfwebsite bannerlateral_gamehall bannerlateral_cej bannerlateral_girlsofwar bannerlateral_gamerbr bannerlateral_consolesonoro bannerlateral_zeebobrasil bannerlateral_snk-neofighters brawlalliance_banner_copy
hadoukeninenglish hadoukenenespanol hadoukenenfrancais hadoukeninitaliano hadoukenindeutscher hadoukenjapones

Seguir

Obtenha todo post novo entregue na sua caixa de entrada.

Junte-se a 1.530 outros seguidores

%d blogueiros gostam disto: